Internet abre educação e ciência a todo o Mundo e quase sem custos

Janeiro 23, 2015 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Artigo do Euronews de 9 de janeiro de 2015.

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vídeo da reportagem aqui

As novas tecnologias têm vindo a invadir de forma progressiva as salas de aula nas últimas décadas. Já são muitos, aliás, os cursos que se podem tirar à distância, por exemplo, via vídeo-conferência. O ensino tradicional é ainda, contudo, a prioridade e, em tempos de crise, as despesas com livros e material são uma das maiores dores de cabeça para pais e estudantes. Mas… e se toda a informação necessária para o ensino fosse disponibilizada gratuitamente, sem restrições de tempo ou espaço, apenas dependente de uma ligação à internet?

Esta semana, no Learning World (“Mundo a Aprender”), passamos por Reino Unido, Grécia, Estados Unidos e Egito. Apresentamos três reportagens que nos mostram ser possível aprender, ensinar ou aprofundar os conhecimentos científicos sem ser necessário pagar pelos tradicionais livros didáticos ou monografias especializadas. Basta uma ligação à internet. Abrimos esta edição em Cambridge, um dos “templos” do reconhecido ensino britânico.

Desde 2008 – curiosamente no início da crise global que mergulhou boa parte do Mundo desenvolvido na austeridade – um grupo de académicos dedicou-se a uma nova plataforma de estudo gratuito pela internet. Chamaram-lhe “Open Book Publishers” (em tradução livre: “Editores Livro Aberto”). Já tem mais de 40 títulos publicados e alguns de autores bem conhecidos, como é o caso de Noam Chomsky (ver “twit” em baixo). É usada em salas de aula de mais de 120 países, muitos deles subdesenvolvidos. Na Grécia, um dos países mais pressionados pela crise global, a “Open Book” é um sucesso. Mostramos-lhe porquê.

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Open Book Publishers @OpenBookPublish

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The Delhi Lectures by Noam Chomsky, intro by Jean Dreze, now #OpenAcess & free to read http://www.openbookpublishers.com/product/300  @daily_chomsky @ChomskyDotInfo

11: 55 – 22 dez 2014

Uma enciclopédia “online” gratuita

A Wikipédia é um dos mais primeiros passos, para muitas pessoas, quando se procura informação sobre um determinado evento, uma entidade ou uma personalidade. É “um projeto de enciclopédia coletiva universal e multilíngue estabelecido na internet sob o princípio ‘wiki’ (expressão que significa “rápido, ligeiro ou veloz”)” , como a própria se apresenta na respetiva página de internet. O objetivo, ainda segundo o “site”, é “fornecer um conteúdo reutilizável livre, objetivo e verificável, que todos possam editar e melhorar”. É, em suma, uma enciclopédia feita por todos e para todos, nos quais se incluem 1,4 milhões de contas de utilizador abertas na versão lusófona da Wikipédia.

Em nosso site, (http://pt.wikipedia.org ), vocês poderão observar e descobrir tudo que se têm vontade de saber!

Esta enciclopédia gratuita “online” e gerida por uma fundação denominada Wikimedia, entidade sem fins lucrativos e dependente de donativos. Um dos projetos da “Wikimedia Foundation” é o Programa Educativo da Wikipédia ou Academia Wikipédia (clique aqui para saber mais), uma formação criada na Alemanha em 2006, com uma duração de 10 a 12 semanas e aberta a todas as pessoas, em especial, a professores e estudantes. Todos eventuais contribuidores voluntários de informação para a enciclopédia. De acordo com a própria fundação, Manuel de Sousa, presidente da Wikimedia Portugal, lidera este programa em Portugal, desde 2010, em colaboração com a Faculdade de Engenharia da universidade do Porto (FEUP).

Na segunda reportagem desta edição do Learning World, deslocamo-nos ao Egito para conhecer a Academia Wikipédia em desenvolvimento no Cairo. Conversámos com um dos embaixadores egípcio da fundação, que se dedica a ensinar professores e estudantes locais sobre a edição e utilização básica desta enciclopédia “online”. Uma das formadoras neste Programa Educativo da Wikipédia, May Hashem, está a tentar reduzir a predominância masculina entre os editores de língua árabe. Explicamos-lhe porquê.

Um jogo “online” para judar a ciência

Acaba de cumprir dois anos de existência e é, tudo indica, um dos mais dinâmicos projetos de voluntariado científico do planeta. Na terceira reportagem desta edição de Learning World deslocamo-nos aos Estados Unidos para conhecermos melhor o== “EyeWire”, um jogo “online” que permite aos jogadores competir em tempo real e, ao mesmo tempo, ajudar uma equipa de cientistas== a mapear em três dimensões (3D) os neurónios da retina de um olho – daí o nome do jogo. O objetivo do projeto é mais abrangente e será mapear ao pormenor o cérebro humano.

São precisas cerca de 50 horas para que uma pessoa consiga mapear somente um neurónio. No cérebro humano existem, porém, 85 mil milhões de neurónios. Seria preciso um exército de cientistas e uma eternidade. Mas, afinal, como se trata apenas de ligar milhões e milhões de pequenos pontos, transformou-se o processo na criação de um “puzzle” a três dimensões e adaptou-se o mesmo a um jogo. Com dezenas de milhares de pessoas a jogar “online”, o tempo necessário para cumprir a tarefa é reduzido substancialmente e, por fim, bastam alguns administradores para compilar a informação. Quanto mais pessoas jogarem, mas rápido teremos um mapa dos neurónios. Ajudamo-lo a descubrir como pode ajudar a ciência, enquanto se diverte e, quem sabe, a dar o nome a um novo tipo de neurónio que possa vir a ajudar a descobrir.

eyewire

EyeWire

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“The mysterious world of brain-development You can see a fruit fly brain and developing eye disks. This image was created by marking the structural proteins of the cells.” via Neurons want food

https://www.facebook.com/NeuronsWantFood

 

 

 

As Crianças e os Telemóveis

Janeiro 23, 2015 às 4:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista da SIC Notícias a Marta Gomes no dia 19 de janeiro de 2015.

Ver a entrevista aqui

O uso de telemóvel é cada vez mais comum entre as crianças. Há quem encare este facto como algo positivo, mas também quem o considere prematuro. A psicóloga Ana Gomes esteve na Edição da Manhã para nos ajudar a perceber se há ou não uma idade certa para ter o primeiro telefone.

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Afinal quantos filhos deve ter um casal católico responsável?

Janeiro 23, 2015 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do i de 22 de janeiro de 2015.

Rodrigo Cabrita

Por Rosa Ramos

Não há um número exacto, explica um especialista em teologia moral. Os católicos devem estar abertos à vida e só devem parar de ter filhos por “razões objectivas graves”

Os cristãos, para serem cristãos, não precisam de procriar “como coelhos” e é preciso que esteja presente, nas famílias, o conceito de “paternidade responsável”. As declarações do Papa Francisco da última segunda-feira correram rapidamente o mundo – apesar de não serem novidade à luz da doutrina da Igreja.

A encíclica “Humanae Vitae”, escrita por Paulo VI em 1968 e que continua a reger a doutrina católica sobre planeamento familiar e abertura à vida, já falava em “paternidade responsável”. Sendo que, para o efeito, os únicos métodos contraceptivos aceitáveis são os naturais. Porém, e passados quase 50 anos sobre o documento, como se estabelece a fronteira entre a abertura à vida a que os casais católicos estão obrigados e a paternidade responsável de que fala o Papa Francisco? Quantos filhos devem ter, afinal, os casais católicos?

“Acredito que três crianças por família, segundo o que dizem os especialistas, é o número chave para sustentar a população”, defendeu o Papa no início da semana. Porém, Duarte Sousa Lara, padre e especialista em Teologia Moral, considera que este é um entendimento “estritamente demográfico”. Segundo o catecismo da Igreja Católica, exercer uma paternidade ou maternidade responsáveis não tem, desde logo, a ver com o número de filhos. A religião prevê que o relacionamento sexual entre marido e mulher aconteça sempre numa lógica de amor, entrega e abertura a crianças. E que um casal só possa pensar em não ter mais crianças – e recorra a técnicas naturais para o evitar – se existirem “condições objectivas graves”, como a gravidez pôr em risco a saúde da mãe ou a existência de carências económicas.

Por isso, sublinha o moralista Duarte Sousa Lara, não há um limite exacto a partir do qual um casal católico deva parar de ter filhos. E os “graves motivos” de que a doutrina fala variam sempre de caso para caso. “Vale a consciência de cada casal perante Deus”, explica o especialista, acrescentando que marido e mulher “são chamados a avaliar as circunstâncias da sua vida” na hora de decidir se devem, ou não, aumentar a família e se os motivos pelos quais entendem não o fazer são realmente graves e não egoístas. “Um casal que diz não ter condições económicas ter mais filhos e, ao mesmo tempo, está a juntar dinheiro para comprar um jeep ou para ir de férias não estará, seguramente, a braços com condições objectivas graves para não ampliar a família”, exemplifica Duarte Sousa Lara, admitindo, no entanto, que as sociedades europeias não são “favoráveis” ao aumento das famílias.

“A fecundidade sempre foi entendida, ao longo dos séculos, como um bem e a esterilidade surgia como uma maldição. As nossas sociedades subverteram isso e os filhos tornaram-se numa má notícia”, defende Duarte Sousa Lara.

 

 

 

Faça o teste: Que trabalhos estão fazendo essas crianças trabalhadoras?

Janeiro 23, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site  http://www.aworldatschool.org  de 9 de janeiro de 2014.

Take The Test: What jobs are these child labourers doing?

Welcome to the second in our series called Take The Test – where you can learn about the barriers that prevent 58 million children around the world going to school.

Last month, we set the question: Where in the world are these schools?  In this test, we’re asking you identify what task each child is carrying out.

The sad reality is that child labour is a major reason why children don’t go to school in many countries. Child labour involves children who are either too young to work or involved in activities which compromise their mental, physical, social or educational development. According to the United Nations children’s agency UNICEF in November 2014, there are believed to be about 150 million child labourers. About 13% of children aged five to 14 in developing countries are involved in child labour – in sub-Saharan Africa that rises to 25%.

As you Take The Test, you can click on the links to learn more facts about child labour. The answers are at the end. And when you’ve finished, please sign the #UpForSchool Petition, which demands that world leaders keep to their promise to send all children to school without fear of danger, discrimination or obstacles such as child labour.

Welcome to the second in our series called Take The Test – where you can learn about the barriers that prevent 58 million children around the world going to school.

Last month, we set the question: Where in the world are these schools?  In this test, we’re asking you identify what task each child is carrying out.

The sad reality is that child labour is a major reason why children don’t go to school in many countries. Child labour involves children who are either too young to work or involved in activities which compromise their mental, physical, social or educational development. According to the United Nations children’s agency UNICEF in November 2014, there are believed to be about 150 million child labourers. About 13% of children aged five to 14 in developing countries are involved in child labour – in sub-Saharan Africa that rises to 25%.

As you Take The Test, you can click on the links to learn more facts about child labour. The answers are at the end. And when you’ve finished, please sign the #UpForSchool Petition, which demands that world leaders keep to their promise to send all children to school without fear of danger, discrimination or obstacles such as child labour.

QUESTION 1

© ILO Tran Quoc Dung

These indigenous children are working in the northern mountains of Vietnam, where just under one in 10 of youngsters aged five to 17 are child labourers, according to the International Labour Oganization in 2014. Most live in the countryside and do unpaid agricultural work for their families. But what are the children in this picture doing?

QUESTION 2

MUNIR UZ ZAMAN AFP

The minimum legal age for employment in Bagladesh is 14 – but UNICEF says 93% of child labourers work in small factories and workshops, on the street, in home-based businesses and domestic employment, where is it almost impossible to enforce the law. What are these children doing?

ver todas as perguntas e respostas aqui

Você conhece os primeiros sinais de Autismo? veja o vídeo

Janeiro 23, 2015 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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texto do site  http://blog.theautismsite.com

Do You Know The Early Signs Of Autism Spectrum Disorder? Learn Now!

Do you know what signs of autism you should be looking for in your child? The Center for Autism and Related Disorders at Kennedy Krieger Institute shows us the early signs of autism spectrum disorder (ASD) in a brief tutorial.

Watch as they show us three videos of 1-year-old children who have neuro-typical development versus signs of ASD. Through effective communication and sharing enjoyment, making social connections, and seeing social opportunities through play, you’ll learn how to decipher the differences of how a child interacts that is and is not on the autism spectrum. Knowledge is power!

 

 


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