Crianças engasgadas devem receber socorro imediato; confira orientações – Vídeo

Janeiro 22, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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texto do site  http://g1.globo.com  de 12 de janeiro de 2014.

Segundo bombeiros, tipo de socorro dependerá do tamanho da criança. Pediatra indica instrumento que pode evitar engasgo durante alimentação.

 Vídeo

Uma criança de 1 ano e 4 meses morreu engasgada com um pedaço de pão na zona rural de Correntes, no Agreste pernambucano. Casos como este alertam para a importância de saber como proceder. A primeira recomendação é acionar o Corpo de Bombeiros. Porém, enquanto o socorro não chega, o que podem fazer os pais e responsáveis? Uma equipe do ABTV 1ª Edição conversou com um bombeiro e uma pediatra sobre as medidas a tomar. Confira.

Bebês

De acordo com o tenente Renato Silva dos Santos, do Corpo de Bombeiros, existem adequados modos de socorro. “Dependendo do tamanho da criança, do porte físico, existem procedimentos diferentes. Para os bebês, nós temos um procedimento chamado tapotagem”.

Seguindo esta medida, o adulto “vai pegar a criança, apoiá-la em decúbito ventral [de bruços] sobre a perna e realizar cinco pancadas nas costas dela com a palma da mão. Lembrando que essas pancadas não podem nem ser fracas demais e nem fortes demais. Depois, ele vai inverter a posição, colocá-la de costas [ainda sobre as pernas], deixar a cabeça um pouco inclinada e, na linha dos mamilos, vai realizar com dois dedos a compressão torácica – quase uma massagem cardíaca. Sempre observando a boca da criança para ver se o objeto vai aparecer”, orienta.

TV Asa Branca

O bombeiro alerta aos pais que “nunca tentem pegar objeto dentro da boca da criança, se não estiver visível. Caso esteja, com o dedo mínimo em gancho, deve tentar tirá-lo da boca”.

Crianças maiores

Para as crianças maiores é utilizada a manobra em que o adulto “vai ficar de joelhos, vai apoiar a criança no tórax ou na própria perna. Ou, então, na linha entre o apêndice e a linha umbilical, ele vai fazer compressões para dentro e para cima. Ele vai fazer com cuidado também, não pode ser muito fraco nem muito forte, na tentativa de expelir o objeto. Caso a criança fique inconsciente, então, o procedimento vai ser realmente a massagem cardíaca”, pontua o tenente Renato Silva.

Ele alerta ainda que alguns alimentos requisitam mais cautela do que outros. “Cuidado com o pão. Muitos pais deixam as crianças pequenas com o pedaço na mão e sem observação. O engasgo com o pão é um dos mais perigosos que tem. Ele gruda dentro da garganta e, quando molha, incha”.

Prevenção

As possibilidades de engasgo variam de criança para criança e, segundo a pediatra Áurea Soares Tertuliano, de situação para situação. “Às vezes, a garganta não está preparada, está ressecada” e, portanto, o alimento “precisava ter sido amassado”. A especialista lembra que artifícios também podem auxiliar a criança a se adaptar à mastigação. “São algumas ‘redinhas’ em que você põe o alimento e serve como se fosse um mordedor. A criança fica chupando e vai aprendendo a deglutir”.

 

Pais pagam atividades nas horas que deviam ser grátis

Janeiro 22, 2015 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia o Diário de Notícias de 22 de janeiro de 2014.

O relatório citado na notícia é o seguinte:

Jardins de Infância da Rede Privada – Instituições Particulares de Solidariedade Social – Relatório Global

dn1

 

Como os bebés decidem com quem falar

Janeiro 22, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto do site  http://www.futurity.org  de 12 de janeiro de 2014.

Dean Wissing  Flickr

How babies decide who to ‘chat up’

McGill University, New York University rightOriginal Study

Posted by James Devitt-NYU on January 12, 2015

Babies who understand only one language just assume that other people do, too.

A new study—that also finds the same assumption is not held by bilingual babies—may clarify how babies decide who is worth having a “conversation” with, researchers say.

“Our results not only offer insight into infants’ perception of linguistic abilities, but, more importantly, may help us better understand whom they see as good communication partners,” says Athena Vouloumanos, associate professor of psychology at New York University and coauthor of the study that is published in the journal Cognition.

“Knowing who might make a good communication partner may enhance learning about the many aspects of the world that we learn about from others, including our native languages,” says coauthor Kristine Onishi, an associate professor at McGill University.

Adults of course recognize that others can understand multiple languages. However, it’s less clear if infants share this type of perception.

Babies gaze longer

For the study, researchers examined the responses of both monolingual and bilingual 20-month-olds as they observed a series of interactions between adults with whom the infants were unfamiliar. Here, two adult speakers told an adult listener the location of a ball hidden inside cups using either the same (English or Spanish) or two different languages, which included English and another language (French and Spanish).

Following verbal instruction in one language, the adult always found the ball. Then, in one version of the scenario, the adult following the verbal instruction from a second speaker searched correctly for the ball; in a second version, the adult searched incorrectly (the infants had previously seen where the ball was hidden so knew its correct location).

The researchers employed a commonly used method to measure infants’ expectations: looking time. Previous research has shown that a longer gaze indicates that infants see something they did not expect and therefore visually engage with it longer.

The results show that infants’ expectations about whether the unfamiliar adult was monolingual or multilingual varied the infants’ own language background.

For instance, after the listener gave evidence of understanding one language (by searching for the ball in the correct location), both monolingual and bilingual infants looked longer when the listener then searched incorrectly after receiving information from a second speaker using this same language.

The longer look suggested the infants expected the adult to seek out the ball in the other (i.e., correct) location. However, when information was provided in two different languages, only monolingual infants looked longer when the listener reached correctly; in contrast, bilingual infants looked equally at both outcomes.

That is, monolingual infants, surprisingly, did not expect the adult to understand a second language, even when this second language was the infants’ own language—for example, English-speaking monolingual infants who saw an unfamiliar person respond correctly to Spanish did not then expect that person would understand English.

“The monolingual infants assumed that an unfamiliar person would understand only one language while bilingual infants did not, suggesting that infants do not expect all speech to convey information to all people,” says Vouloumanos.

NYU’s Dean’s undergraduate research fund and the Social Sciences and Humanities Research Council of Canada funded the study.

Source: NYU

 

Adaptação de jogos de mesa para crianças com autismo

Janeiro 22, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site http://autismodiario.org   9 de agosto de 2013.

Sabina Barrios Fernández

En artículos anteriores, hemos conocido como desde Terapia Ocupacional se trata de fomentar la participación satisfactoria de la persona en su contexto-ambiente, mediante el uso de la actividad propositiva u ocupación. Asimismo, conocimos algunos conceptos nucleares para nuestra disciplina, como son las Áreas de Ocupación, las Destrezas del Desempeño, o las Demandas de la Actividad, que son analizadas mediante el Análisis de Actividad. Continuaremos repasando otros conceptos importantes para los Terapeutas Ocupacionales en posteriores artículos (documento recomendado: Marco de trabajo para la Práctica de Terapia Ocupacional: Dominio y Proceso).

En esta ocasión, vamos a analizar y presentar algunas adaptaciones realizadas para algunos juegos de mesa. Los juegos de mesa, son una gran herramienta para trabajar Destrezas del Desempeño, además de ser en sí mismas, un objetivo de trabajo, dentro de las Áreas De Ocupación de Juego, y de Ocio y Tiempo Libre.

Pasamos a continuación a analizar varios juegos, para seguidamente proponer algunas adaptaciones a través de Estrategias Visuales, para así facilitar la participación de nuestros usuarios. Como bien es sabido, suele ser recomendable trabajar con una metodología sin error, desvaneciendo progresivamente los apoyos. Así, las Estrategias Visuales formarían parte de esta metodología, ya que pueden servir para estructurar el entorno físico, la misma tarea, las normas, etc. Obviamente esto ha de ser reforzado mediante estrategias como el encadenamiento hacia atrás, la enseñanza incidental o programas de modificación de conducta, entre otros (Tortosa Nicolás).

Usaremos el análisis básico de la Actividad Simple, recogido por García Margallo y cols., y del que ya hemos hablado con anterioridad:

ACTIVIDAD: JUEGO “GIRA-GALLINA”

Figura 1.- Juego “Gira-Gallina” (tomada del catálogo de material educativo Nathan)

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¿Qué?

Juego de mesa “Gira-Gallina”, consistente en llenar con huevos el nido propio, antes que lo hagan los demás jugadores.

Tiene, en principio, un grado de complejidad bajo, y no es divisible en subtareas.

¿Por qué?

No es fundamental para la vida diaria, pero sí tiene valor en la exploración de nuevas alternativas de Juego y Ocio, y para trabajar Destrezas del Desempeño.

¿Cuándo y Dónde?

Se realiza de forma ocasional, en nuestro caso, en el departamento de Terapia Ocupacional. Posibilidad de que se generalice en casa, la escuela y otros ambientes.

Se debe realizar en un lugar cómodo, como una mesa, o sobre un tapiz o alfombra.

¿Quién?

Pueden jugar entre 2 y 4 personas

¿Cómo?

Consiste en llenar el nido con 4 huevos, antes que el resto. Hay que tirar el dado, que está numerado del 1 al 3, y girar la “ruleta-gallina” las veces que indique el mismo. Si sale un pollito, el jugador gana un huevo; si no, pierde el turno (tiene más normas, pero nosotros vamos a jugar como se ha indicado).

Una partida puede durar unos 5-15 minutos.

Es continuo, pero se puede parar a hacer alguna pausa motivada.

En principio, no presenta riesgos.

Destrezas necesarias:

Destrezas sensoriales – perceptuales: posicionamiento del cuerpo, mantenimiento del plano visual, tacto para tirar el dado y coger el huevo.

Destrezas motoras y de praxis: coordinación ojo-mano para tirar el dado, y manipulación para mover la ruleta-gallina.

Destrezas de regulación emocional: realizar las esperas de los cambios de turno, gestionar el conseguir – no conseguir huevo, gestionar perder o ganar (autorregulación).

Destrezas de comunicación y sociales: mantener los turnos, interacciones con los compañeros.

Destrezas cognitivas: contar con el dado del 1 al 3, atención sostenida durante toda la actividad, comprensión de las asociaciones pollito = huevo / no pollito = pasar de turno, memoria para mantener dichas asociaciones.

¿Cómo podríamos solventar algunas de las dificultades que pudieran surgir respecto a las Destrezas del Desempeño necesarias para este juego de mesa?

ler o resto do artigo aqui

 

 


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