Crianças com smartphones ou tablets no quarto dormem menos

Janeiro 16, 2015 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://www.dinheirovivo.pt  de 8 de janeiro de 2014.

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Um estudo de especialistas canadianos publicado pela revista Pediatrics revela que as crianças que têm acesso a smartphones ou tablets nos quartos dormem menos do que aquelas que não têm acesso a estes dispositivos.

Os especialistas acreditam que os conteúdos veiculados pelos media emitem frequentemente mensagens que, segundo a Academia Americana de Pediatras, podem ter efeitos nocivos nos mais novos.

Um conjunto de pesquisas desenvolvido pela Academia Americana de Pediatras em conjunto com a Sociedade Canadiana de Pediatria revelou que crianças com idades compreendidas entre os 0 e os 2 anos, não devem ter contacto com qualquer aparelho tecnológico. Já a crianças com idades entre os 3 e os 5 anos, o acesso deve ser restrito a uma hora por dia.

A revista Parents divulgou uma lista com dez razões que limitam e servem de proibição para a utilização da Internet e dos media digitais pelos mais novos:

O rápido crescimento do cérebro. Esta é talvez a razão mais importante para a restrição do acesso às novas tecnologias por jovens e crianças. Entre os 0 e os 2 anos, o cérebro triplica de tamanho. É também nesta altura que se inicia o seu desenvolvimento determinado sobretudo por estímulos ambientais. Nesse sentido, a exposição a elementos multimédia pode afetar de forma negativa o seu funcionamento.

Atraso no desenvolvimento. Segundo os especialistas, o uso das tecnologias pode restringir os movimentos da criança, dificultando o seu desenvolvimento intelectual.

Epidemia e obesidade. A utilização excessiva da Internet pode provocar um aumento significativo de obesidade em crianças e jovens. Aqueles que possuem aparelhos eletrónicos nos quartos têm cerca de 30% de probabilidade de sofrer de obesidade. No Canadá, 30 % das crianças correm o risco de padecer de diabetes e de acidentes cardiovasculares.

Privação de sono. Segundo o mesmo estudo, cerca de 60% dos pais não supervisionam a utilização de Internet e redes sociais pelos mais novos. Dados indicam que 75% das crianças com idades compreendidas entre os 9 e os 10 anos têm televisão no local utilizado para dormir e, com efeito, sofrem de privação do sono.

Doença Mental. O uso da tecnologia é uma das razões utilizadas para explicar as taxas crescentes de depressão infantil e os comportamentos problemáticos de jovens e crianças.

Agressão. Cada vez mais mais crianças e jovens estão expostos a conteúdos considerados violentos. Nos EUA, a violência nos meios de comunicação social foi constituída como um risco à saúde pública devido ao seu impacto na vida dos mais novos.

Demência Digital. A veiculação de mensagens rápidas pelos media pode contribuir para a diminuição da concentração e da memória dos mais novos.

Vícios. Funciona quase como uma influência. Os mais novos veem cada vez mais os seus pais e os familiares a utilizarem as novas tecnologias, tornando-se também eles ‘dependentes’ da sua utilização.

Emissão de Radiação. A OMS (Organização Mundial de Saúde classificou a utilização de telemóveis e outros aparelhos tecnológicos como um risco, devido à emissão de radiação.

Insustentável. O último fator, mas não o de menos importância: o futuro das crianças. Pode ler-se no estudo: “as crianças são o nosso futuro, mas não há futuro para as crianças com overdose de tecnologia.”

As restrições à utilização de aparelhos tecnológicos fazem referência a um conjunto de fatores, passando pela saúde mental e física de jovens e crianças até às suas relações sociais e familiares.

 

 

KINO 2015 Mostra de Cinema de Expressão Alemão – Inclui Mostra Para Escolas e KINOzinha & Sessão Familiar

Janeiro 16, 2015 às 5:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Nova Lei Tutelar Educativa sobe para seis meses duração mínima de internamento

Janeiro 16, 2015 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da RTP Notícias de 15 de janeiro de 2015.

Lei n.º 4/2015 – Diário da República n.º 10/2015, Série I de 2015-01-15

Assembleia da República

Procede à primeira alteração à Lei Tutelar Educativa, aprovada em anexo à Lei n.º 166/99, de 14 de setembro

 

 

Lusa

A nova Lei Tutelar Educativa eleva de três para seis meses a duração mínima da medida de internamento em regime aberto e semiaberto, mantendo-se a duração máxima em dois anos.

Publicado hoje em Diário da República, o novo regime jurídico determina o “cúmulo jurídico” quando for aplicada “mais do que uma medida de internamento ao mesmo menor, sem que se encontre integralmente cumprida uma delas”.

Os serviços de reinserção social podem celebrar acordos de cooperação com entidades particulares, sem fins lucrativos, com experiência reconhecida na área da delinquência juvenil, para a execução de internamentos em regime aberto, semiaberto e fechado.

Segundo a nova legislação, podem ser criadas, em termos a definir por decreto–lei, unidades residenciais de transição destinadas a jovens saídos de centro educativo, refere a nova lei, que entra em vigor a 15 de fevereiro.

A Lei Tutelar Educativa aplica-se a jovens com idades entre os 12 e os 16 anos, que pratiquem um facto qualificado pela lei como crime e apresentem necessidades de educação para o direito.

Embora o regime jurídico diferencie crianças em perigo de jovens autores da prática de factos qualificados pela lei penal como crime, existem pontes de ligação entre a Lei Tutelar Educativa e a Lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo

É o Ministério Público que assegura essa ligação cabendo-lhe, em qualquer fase do processo tutelar educativo, participar às entidades competentes a situação do jovem que careça de proteção social e requerer a aplicação de medidas de proteção.

A primeira alteração à Lei Tutelar Educativa foi aprovada e promulgada no passado dia 05 de janeiro e referendada pelo Presidente da República, Cavaco Silva, dois dias depois.

A nova legislação (n.º 4/2015) vem substituir a lei número 166/99 de 14 de setembro.

 

Cerca de 45% dos jovens inquiridos em estudo conhecem vítimas de ciberbullying

Janeiro 16, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do i de 13 de janeiro de 2015.

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Por Jornal i

O estudo visou identificar “conjuntos de práticas e de consumos mediáticos e digitais, perceber atitudes face aos novos media e identificar situações de risco e vulnerabilidades no mundo digital”

Cerca de 45% dos jovens inquiridos num estudo sobre “direitos digitais” dizem ter amigos que já foram vítimas de ‘ciberbullying’, mas só 14,3% assumem já terem sido alvo desta forma de violência.

O projecto “Direitos digitais: Uma password para o futuro”, promovido pela Deco e pela Universidade Autónoma de Lisboa (UAL), assenta na aplicação de um questionário a jovens do ensino básico, secundário e profissional de escolas de 18 capitais de distrito de Portugal continental.

O estudo visou identificar “conjuntos de práticas e de consumos mediáticos e digitais, perceber atitudes face aos novos media e identificar situações de risco e vulnerabilidades no mundo digital”.

Dos resultados preliminares do estudo, que envolvem 1.012 alunos de 12 distritos do país, a coordenadora do projecto, Paula Lopes, da UAL, destacou “a quantidade de jovens” que diz ter conhecimento de situações de humilhação e chantagem na internet.

“A mesma percentagem diz ter conhecimento de roubos de perfis nas redes sociais, o que também nos parece um dado surpreendente”, disse à agência Lusa a investigadora.

Segundo o estudo, 45% dos jovens inquiridos afirmam ter conhecimento de humilhações, ameaças, chantagem ou difamação (‘ciberbullying’) a um ou mais dos seus amigos e dizem saber do roubo de perfis nas redes sociais.

No entanto, a percentagem dos que se assumem vítimas é muito menor, seja em relação ao ciberbullying (14,3%) ou ao roubo da sua identidade digital (11%).

“Os riscos e vulnerabilidades mais vezes (auto) declarados nesta investigação são o convite para conversar em privado em redes sociais ou chats (26,4%), a exposição, sem querer, a imagens ou conteúdos eróticos ou pornográficos (25,7%) e o encontro pessoal com alguém que se conheceu na internet (25,5%)”, refere o estudo.

Quase 90% dos jovens dizem que navegam na internet todos os dias e fazem-no para participar em redes sociais (62,5%) e ouvir música online (58,9%).

Paula Lopes considerou também preocupante os dados que os jovens partilham online e que os podem colocar numa situação de risco

“Por muito que os programa da internet segura digam tenham alguma atenção com as partilhas que fazem, a maioria partilha fotografias, o nome verdadeiro, a idade verdadeira na internet, e muitos são menores”, sublinhou.

Os dados indicam que 81% dos jovens inquiridos disponibilizam fotografias pessoais nas redes sociais, 77,4% colocam o nome verdadeiro e o apelido, 53,3% a idade e 51,6% o nome da escola que frequentam.

Questionados sobre quem devia ensinar e informar sobre este mundo digital, 54,1% apontam a família, 55,3% os professores, 53,5% os meios de comunicação social e 52,3% as empresas que fornecem serviços de internet (52,3%)

A investigadora disse que é preciso analisar estes dados “mais à lupa e cruzá-los com outros estudos do género”, com o EU-Kids online.

“Um estudo deste género, com base num questionário, dá-nos muitos dados sobre o que fazem os jovens, que tipos de risco correm, mas temos muito poucas indicações” sobre porque o fazem, disse, adiantando que só um estudo mais qualitativo poderá ajudar a perceber as razões destes comportamentos.

O distrito com maior percentagem de respondentes é o Porto, seguido de Bragança e Vila Real.

Com Lusa

 

 

Workshop “A Descoberta do Ser”

Janeiro 16, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Instituto de Apoio à Criança

Sector da Humanização dos Serviços de Atendimento à Criança –

Tf: 21 3807300 Fax: 21 3869199

E-mail: iac-humanizacao@iacrianca.pt


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