Workshop Agressão entre pares – Bullying e Cyberbullying

Dezembro 18, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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bull

Programa

Parte I – conhecer e prevenir

  1. Definição de bullying
  2. Distinguir com clareza o bullying de outros tipos de agressão
  3. Os diferentes tipos de bullying
  4. As especificidades do cyberbullying
  5. Características dos intervenientes: vítimas, agressores e testemunhas

Parte II – identificar e intervir

  1. A prevenção que é eficaz: as competências-base a promover
  2. Identificar e sinalizar
  3. Modelos de resposta ao bullying
  4. A intervenção: o que cabe à escola, o que cabe aos pais, o que cabe ao psicólogo
  5. Exercícios práticos com casos reais.

 

Destinatários

Professores e psicólogos a trabalhar com adolescentes

 

Formadores

Rosário Carmona (Cascais)

Júlia Vinhas e Rosário Carmona (Setúbal)

 

Próximas datas

17 de janeiro de 2015 | 10h00 – 17h00 | CADIn Setúbal

13 de Fevereiro 2015 | 16h00 – 19h00 | CADIn Cascais (parte 1)

20 de Fevereiro 2015 | 16h00 – 19h00 | CADIn Cascais (parte 2)

 

Inscrições

Por e-mail |  congressos@cadin.net

Custo | 40€ (workshop completo, se pretender frequentar apenas um dos módulos o custo é de 25€)

Nº mínimo de participantes | 10

http://www.cadin.net/

Hugo Manita apresenta o seu trabalho fotográfico com bebés e divulga o CALENDÁRIO IAC 2015 na CM TV

Dezembro 18, 2014 às 2:15 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Programa da CM TV de 17 de dezembro de 2014.

Ver o programa aqui referência ao calendário IAC 2015 no minuto 13.08.

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O Instituto de Apoio à Criança lança o Calendário IAC 2015 produzido pelo Centro de Estudos, Documentação e Informação sobre a Criança em parceria com a Umbilical Foto (do fotógrafo Hugo Manita) e o apoio de várias entidades que se juntaram ao IAC na construção deste projeto, um projeto simples e útil que pretende promover os Direitos da Criança através do lindíssimo poema da escritora Matilde Rosa Araújo. As fotografias do Hugo Manita “iluminam” o texto, acrescentando-lhe cor, ternura e alegria.

O seu formato em prisma proporciona uma utilização prática no dia – a – dia, dando um toque de grande beleza em casa ou no espaço de trabalho. 

Para solicitar o seu Calendário IAC 2015 basta enviar um email para iac-cedi@iacrianca.pt , indicando a quantidade de calendários que pretende e os respetivos dados (nome, endereço, NIF).

Com este gesto está a fazer um donativo no valor de três euros para o Instituto de Apoio à Criança, ajudando a instituição a prosseguir na sua missão de promoção e defesa dos Direitos das Crianças.

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Viver em internato? O i conta-lhe qual é o lado bom e o lado mau dos colégios internos

Dezembro 18, 2014 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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reportagem do i de 15 de dezembro de 2014.

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Por Marta Cerqueira

Viver num colégio potencia amizades mas limita comportamentos. Especialistas defendem que regras apertadas na infância moldam vida adulta

Com 12 anos, Laura lembra-se de não poder sequer ir à janela do colégio para onde foi viver. “Parecia mal uma menina estar à vista dos rapazes”, ouvia da boca das funcionárias do lar da Mocidade Portuguesa, as mesmas que criticavam as saias “demasiado curtas” e que a obrigavam a rezar antes e depois de todas as refeições. Oriunda de uma família declaradamente comunista, a ida para um colégio ligado ao regime aconteceu pela falta de alternativas que os pais tinham em dar uma educação de qualidade, mesmo que isso a obrigasse a ficar a mais de 400 quilómetros de casa.

“Era a contestatária, estava contra todas as regras e imposições feitas pelas educadoras”, conta. Isso valeu-lhe a certeza de não querer o mesmo tipo de educação para os filhos, mas também a garantia de castigos quase semanais. “Ficava encarregue de lavar a loiça, proibida de ir à feira ao domingo ou ameaçada de não poder ir a casa nas férias”, lembra, garantindo, no entanto, que nunca assistiu a casos de violência física.

A opção de regime interno como garantia de educação de qualidade, como no caso de Laura, caiu um pouco em desuso com a expansão da escola pública, diz o sociólogo João Sebastião. O especialista em violência escolar refere os casos de pais que enviam os filhos para colégios internos para serem disciplinados ou, no caso das classes mais altas, para adquirirem competências sociais mais alargadas, como as mais habituais. Comum às três realidades está o afastamento físico dos pais do quotidiano das crianças: “Na ausência de familiares, é a escola que acaba por fazer o papel de educador, mesmo fora do contexto escolar.” Se para a criança, a distância da família pode ter consequências mais emocionais, João Sebastião salienta que, para os pais, há o risco de perda de controlo sobre os filhos. “Há pais que imaginam um certo tipo de educação para os filhos, que acabam por adquirir todo um novo quadro de comportamento, criado por influência da escola e dos colegas com quem vivem”, acrescenta.

Regime militar Já Paulo Amaral só vê vantagens no regime de semi-internato internato. “Imagina o que é viver com amigos todos os dias quando se é criança ou adolescente? Não há alegria maior”. Ex-aluno do Colégio Militar, nem hesitou na hora de escolher o regime educacional dos filhos, que frequentaram a instituição durante dez anos.

Se em 1974, quando entrou, Paulo podia sair ao sábado à tarde e voltar ao domingo, os seus filhos, que deixaram o colégio há ano e meio, entravam na segunda de manhã, saíam quarta à tarde, entravam na quinta de manhã e saíam na sexta ao fim do dia. “Na prática, só não estão com os pais à terça-feira”, resume, lembrando “o descanso que é saber que os miúdos estão sempre seguros”. Quanto às regras, Paulo acredita que servem para criar jovens mais responsáveis. “Não existe Playstation nem Morangos com Açúcar, coisas que, a meu ver, só servem de distracção. No Colégio Militar, se te queres distrair, vais jogar à bola”, refere. Desavenças entre os alunos, Paulo garante que, além de serem pontuais, não são diferentes das que acontecem em outras escolas com “jovens de 13 anos com as hormonas ao máximo”. Mas Paulo acredita no poder das regras instituídas pelo regime militar: “Era o que mais faltava que os militares que tomam conta do país não soubessem tomar conta de miúdos”, conclui.

Jorge Humberto, psicólogo educacional, é também um simpatizante das regras apertadas do ensino militar. “As crianças precisam de regras para crescerem responsáveis”, defende, acrescentando, porém, que a falha nesse tipo de instituições está mais ligada à falta de vínculo emocional. “Uma criança que viva em regime de internato ou semi-internato lida diariamente com a ausência das figuras parentais, o que leva a um crescimento pouco harmonioso”.

A educação demasiado severa, a par da ausência familiar pode levar à transformação em adultos mais frios e com um carácter demasiado rigoroso. Além disso, para o psicólogo escolar, a diferenciação por género – comum aos colégios com regime de internato – não traz vantagens. “A troca de laços afectivos entre rapazes e raparigas é necessária para um crescimento saudável e vai influenciar a forma como homens e mulheres se relacionam  enquanto adultos”, salienta.

 

Campanha “UM BRINQUEDO, UM AMIGO FELIZ” | Recolha de Brinquedos de 11 a 22 de dezembro

Dezembro 18, 2014 às 12:15 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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museu

Campanha “UM BRINQUEDO, UM AMIGO FELIZ” | Recolha de Brinquedos de 11 a 22 de dezembro

Neste Natal, a Direção Regional de Cultura do Centro envolveu os seus Museus numa campanha de recolha de brinquedos para oferecer a crianças mais carenciadas.
Contamos com a sua colaboração!
Entre 11 e 22 de dezembro, entregue os brinquedos no Museu Dr. Joaquim Manso – Museu da Nazaré, para distribuirmos junto
de instituições de apoio à criança da Nazaré.

1 brinquedo = 1 Entrada

Mais informação em
http://mdjm-nazare.blogspot.pt/2014/12/um-brinquedo-um-amigo-feliz.html

 

Álcool e filhos no banco de trás. Devem as crianças ser retiradas da guarda dos pais?

Dezembro 18, 2014 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo do i de 17 de dezembro de 2014.

O artigo contém declarações da Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança.

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Por Marta F. Reis

Em 15 dias duas mães foram apanhadas a guiar alcoolizadas com os filhos, com taxas que configuram crime. Que lições tirar?

No espaço de 15 dias duas mães foram apanhadas a conduzir com taxas de álcool no sangue que configuram crime e filhos menores no carro. Ambas foram detidas e as crianças entregues provisoriamente a instituições. Peritos em direito da família ouvidos pelo i explicam que o delito é grave mas não é o suficiente para retirar definitivamente uma criança à família. A lei de protecção e promoção de menores procura que se perceba bem todo o historial e se dê prioridade a medidas de apoio à família, que podem passar por um tratamento de alcoolismo. Mas defendem que não se devia esperar por situações extremas para sinalizar este tipo de perigo às Comissões Nacionais de Protecção de Menores.

Dulce Rocha, vice-presidente do Instituto de Apoio à Criança, admite que todos os casos de pais apanhados a guiar com uma taxa de alcoolemia acima dos 0,5 g/l de sangue deviam ser participados. Para a especialista, mais do que retirar as crianças às famílias, a medida poderia ter um papel preventivo. “Por vezes continua a existir uma percepção errada das consequências do álcool até porque culturalmente temos hábitos muito fortes nesta área. É para isso que servem precisamente os processos no âmbito das comissões de menores: para salientar que determinados comportamentos são perigosos e dar-lhes alguns exemplos de outras situações que possam ter ocorrido e que mostrem o quão gravosas podem ser as consequências.”

Se para Dulce Rocha o facto de o país ter cada vez menos crianças justifica todas as medidas que possam protegê-las, Maria Filomena Neto, advogada especialista em direito da família e protecção de menores, salienta que deve ser obrigatório sinalizar todos os casos e não só os extremos até por uma questão de coerência. “Se achamos que não é aceitável que alguém circule com excesso de álcool acima do que está na lei, se existe uma criança metida no meio está em risco. E se está em risco, deve ser sinalizada. Ou então somos todos doidos”, ironiza a advogada do escritório de advogados JPAB, que explica que a intenção não é haver uma punição das famílias mas um despiste mais precoce de eventuais problemas.

Para Maria Filomena Neto, esta deveria ser uma rotina das polícias da mesma forma que as escolas estão obrigadas a sinalizar situações em que as crianças dão demasiadas faltas injustificadas. “A comissão até pode chegar à conclusão de que havia uma justificação excelente, mas tem de ser sinalizado.” E para a mesma perita, todos os casos deveriam ter o desfecho imediato que ocorreu com as duas situações registadas nos últimos dias, a primeira em Aveiro e a segunda em Lagos.

O i tentou perceber junto da GNR e da PSP quais são neste momento os procedimentos. Até à hora de fecho, foi apenas possível ter um esclarecimento da Polícia de Segurança Pública que explicou que a informação sobre se existem menores no momento de uma infracção rodoviária – seja taxa de alcoolemia ou uso de telemóvel – pode constar do auto de notícia que é remetido à Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, em caso de contra-ordenação, ou ao Ministério Público, em caso de crime, como condução perigosa ou sob embriaguez (quando a taxa é superior a 1,2 g/l).

Fonte oficial admitiu contudo que só se houver indícios que chamem “grosseiramente” a atenção dos agentes é que é feita uma comunicação à Comissão de Protecção de Menores, já que não existe uma obrigação nesse sentido. Só perante situações mais graves, como as que aconteceram nos últimos dias, está previsto ser feita uma sinalização à emergência infantil. “Isso poderá vir a ser estabelecido no âmbito das nossas normas de execução permanente e pode até já ter sido identificada essa necessidade”, admite Paulo Flor. O porta-voz da PSP acrescenta, contudo, existe um dever mais lato que obriga todos os polícias a serem “juízes de rua” e a alertarem os condutores para o risco que estão a correr e para o facto de estarem a colocar crianças em risco – avisando inclusive que essa informação pode ser remetida para a justiça.

Para Maria Filomena Neto, o problema pode resolver-se com directivas mais claras, embora não falte legislação. “Qualquer pessoa que conduza com uma taxa de alcoolemia superior a x está a cometer uma contra-ordenação ou crime. Qual é a razão de ser desta norma? É a protecção da integridade física e da vida. Não me oferece dúvidas de que existiria uma obrigação de comunicar, da mesma forma que qualquer cidadão que assista a maus-tratos de crianças tem o dever de os denunciar.”

Casos não serão comuns O i tentou perceber junto das polícias se dois casos num intervalo tão curto serão indício de um problema comum. Até à hora de fecho não foi possível obter essa informação. Já o Instituto de Segurança Social, que gere a Linha Nacional de Emergência Social (LNES) – a que as polícias recorreram para perceber para onde encaminhar as crianças – informou não ser possível especificar o número de situações similares nos últimos anos. No geral, a linha foi solicitada 98 vezes em 2013 para acolhimento de emergência de crianças e jovens, que pode resultar também de situações de abandono ou violência doméstica. Este ano, no primeiro semestre, foi requisitada 50 vezes.

Segundo os peritos ouvidos pelo i, as situações não serão muito comuns. E mesmo o álcool, muitas vezes associado a violência e negligência, acaba por não ser muito significativo nas problemáticas sinalizadas. Segundo dados da Comissão Nacional de Protecção de Menores, em 2013 foram caracterizadas 5524 situações de jovens expostos a situações de perigo e só em 132 casos(2,4%) o problema era a exposição a consumo de álcool. O consumo de estupefacientes é ligeiramente mais prevalente, tendo sido sinalizado no historial de 171 jovens (3,1%). Mas a violência doméstica, patente em 5215 casos, é muito mais expressiva.

Na hora de fazer um balanço sobre a protecção das crianças, os peritos são unânimes: há trabalho a fazer mas elas estão mais protegidas do que os adultos em Portugal. A advogada Rita Sassetti é dessa opinião e diz que a retirada provisória das crianças testemunha isso, mesmo que não seja desejável ou expectável que um caso destes – não havendo outros indícios de maus-tratos – termine com esse veredicto. “Não é drama nenhum que fiquem uns dias afastadas, mas o tribunal prefere sempre dar oportunidade a família biológica para poder endireitar a sua vida. Não é de ânimo leve que um tribunal retira crianças à família.” Luís Villas Boas, responsável pelo refúgio Aboim Ascensão que acolhe crianças retiradas às famílias, diz que cada caso é um caso mas à partida uma só situação nunca dita o desfecho. Está contudo menos optimista com a evolução da protecção das crianças: “Faltam locais de acolhimento de emergência infantil preparados para receber crianças nestas situações extremas”, avisa.

 

 

Hora do Conto “A lista de Natal” de Alexandra Monteiro no Feijó (Almada)

Dezembro 18, 2014 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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lista

Ana é uma menina que espera ansiosamente pelo Natal. Este ano decidiu que ia escrever a sua primeira lista de Natal, já que a avó a tinha ensinado a escrever. Ana escreveu tudo o que queria na sua lista, mas quando chegou o dia de Natal, nenhum dos embrulhos, destinados a ela, correspondia ao que tinha escrito na sua lista….Alguma coisa aconteceu. Será que o Pai Natal se enganou?

20 de dezembro às 16h00

Local

Biblioteca Municipal José Saramago. Setor Infantil

Centro Cívico do Feijó – Rua da Alembrança
2810-005 Feijó

Duração: 90m

Público-alvo: crianças dos 5 aos 12 anos

Lotação máxima: 12 famílias (máximo 24 participantes)

Inscrição gratuita sujeita a marcação prévia: Sandra Martins

biblactividades@cma.m-almada.PT

212 508 210

Sítio: http://www.m-almada.pt/bibliotecas

Mãe cria app que bloqueia o telemóvel dos filhos quando eles não a atendem

Dezembro 18, 2014 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 18 de dezembro de 2014.

AFP Getty Images

Rita Dinis

É a solução para o problema de muitos pais: se o seu filho não atende as suas chamadas, uma app pode bloquear-lhe o telemóvel até que ele lhe ligue de volta. Tentador? Ou só controlador?

“Não me ignores mais. O teu telefone está bloqueado. Liga à mãe!”. É esta a mensagem que pode aparecer no telemóvel do seu filho quando ele teimar em ignorar as suas chamadas. Com um simples clique, a mãe ordena remotamente o bloqueio do smartphone do adolescente, que fica impedido de usar o aparelho para qualquer outro fim senão o de ligar à mãe (ou ao 112). Medida extrema? Excessivamente controladora? Talvez, mas a norte-americana Sharon Standifird não teve medo do rótulo e criou mesmo uma aplicação com estas potencialidades. Se está a fazer sucesso? No universo das mães, sim. No dos filhos, nem por isso…

Sharon Standifird já foi apelidada pelo jornal The Independent de mãe-frustrada-que-se-tornou-um-génio-do-mal. Não é para menos. Pelo menos desde que criou a aplicação para smartphone – ainda só disponível para Android (por 1,49€) – que dá aos pais o poder de bloquear o telemóvel dos filhos à distância, impedindo-os de utilizar o telemóvel para qualquer fim senão o de devolver a chamada aos pais. Ou seja, nada de mensagens para os amigos, nada de Facebook, Whatsapp, Snapchat ou selfies – até nova ordem.

“Há poucas coisas mais frustrantes do que quando os seus filhos recusam atender as suas chamadas ou responder às suas mensagens, e a situação piora quando eles sabem que os pais não podem fazer nada para mudar isso”, lê-se na apresentação da app no site da Ignore No More (Não Ignores Mais, na tradução para português).

O funcionamento é simples: uma só conta permite controlar mais do que um dispositivo, desde que configurado nesse sentido através de uma palavra passe que permite o bloqueio do aparelho. Serve para pais e filhos como poderá servir também para outros propósitos. Namorados e namoradas? Por exemplo.

De acordo com o Independent, Sharon Standifird, mãe de dois adolescentes e residente no Estado norte-americano do Texas, teve a ideia e consultou designers e programadores durante vários meses até que a Mountaineer Technology Ventures LLC criou a Ignore No More, que está a fazer sucesso junto dos pais que partilham as mesmas ânsias e angústias do que Sharon.

“O meu filho odeia, eu adoro”, escreveu uma utilizadora, Liane Parker, numa crítica na Play Store da Google, onde a aplicação pode ser descarregada. Outra mãe arrisca uma outra utilização possível para a app: “bloquear-lhes o telefone na hora de dormir”. Boa, Lamiya Keyes Mewborn. No geral, em 78 avaliações, 42 utilizadores dão nota máxima (5 estrelas) mas há 17 que dão apenas uma.

É que a recém-criada aplicação, disponível na Play Store e supostamente compatível com qualquer aparelho Android 3.0 ou superior, ainda tem muito a melhorar: várias outras mães que descarregaram a app estão a debater-se para que funcione corretamente nos seus aparelhos ou queixam-se de que não funciona de todo em determinados telemóveis.

Mas enquanto as melhorias chegam e não chegam, os filhos respiram de alívio.

 

 

 


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