Programa Infantil das BLX janeiro 2015

Dezembro 16, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

blx

Programa INFANTIL_jan 2015

http://blx.cm-lisboa.pt/index.php?entra=1

https://www.facebook.com/BibliotecasdeLisboa?fref=ts

O Instituto de Apoio à Criança Deseja Boas Festas e Um Feliz Ano Novo

Dezembro 16, 2014 às 3:10 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

IAC_natal2014_pt

Cinema Ideal – Programação de Natal para Crianças

Dezembro 16, 2014 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: ,

10849901_420950698054153_5079230707363493122_n

Cinema IDEAL

Rua do Loreto, 15/17 1200-241 Lisboa

Tel: 21 099 8295

cinemaideal@cinemaideal.pt

 

mais informações:

http://www.cinemaideal.pt/

Está a chegar a altura do ano em que a subcomissária Aurora ameaça cortar crianças ao meio, à catanada

Dezembro 16, 2014 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

texto do Público de 13 de dezembro de 2014.

Daniel Rocha

Ana Henriques

Disputas entre as famílias pelo acompanhamento dos filhos no Natal contadas por uma polícia que trabalha na Baixa de Lisboa.

Costuma ser no Natal. Mas às vezes também acontece na Páscoa, e agora que a emigração voltou a ser o que era até no início das férias grandes sucede.

No último dia de aulas antes do Natal há crianças que voltam a ter pai e mãe. Mas aquilo que podia ser uma feliz reunião familiar de um casal há muito desavindo transforma-se, afinal, numa disputa sem quartel: o recém-chegado pai diz que é a sua vez de levar o filho consigo para passar a quadra natalícia; a mãe, por seu turno, não deixa partir a criança, alegando que o ex-marido esteve ausente a maior parte do ano, ou que nem sequer é a sua vez. Às vezes os papéis invertem-se, e é a progenitora a reclamar direitos sobre um filho que ignora fora das épocas festivas. Aurora Dantier sabe do que fala: a subcomissária que dirige as esquadras da Baixa de Lisboa já teve de ajudar a resolver vários destes casos, passados à porta das escolas. “De repente vem o Natal e lembram-se da existência das crianças”, contou esta sexta-feira, num seminário sobre violência doméstica contra crianças e adolescentes organizado pelo Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa. Salomónica, a graduada não faz a coisa por menos: “Digo aos pais que tenho uma catana no porta-bagagens. É só decidirem se querem levar consigo a parte esquerda ou a parte direita da criança”.

Os maus tratos infantis, como dizem alguns especialistas na matéria, são um saco onde cabe tudo: da pancada às queimaduras com cigarros, da negligência à violação. E Aurora Dantier já viu de quase tudo. Em caso de dúvida, joga pelo seguro: leva os menores de casa dos pais. “Quero dormir descansada e não acordar com um telefonema a dizer que a criança teve de ser hospitalizada. Mas ainda me custa levar as crianças”. Lembra-se daquela menina de dez anos, fechada à chave no quarto de pensão onde morava com a mãe durante 11 horas seguidas, com um copo de leite, bolachinhas e uma televisão a fingirem-lhe de companhia. “Era Março e só tinha um pijama vestido. A janela do quarto estava aberta”. A progenitora tinha ido arranjar o cabelo. “Voltou bêbada, com outra criança de 15 meses ao colo”. Recorda-se de outra mulher a afogar o filho nas fontes do Martim Moniz, para lhe arrancar os espíritos do corpo. Foi apanhada a tempo pelas autoridades. E do rapaz de 11 anos a quem ninguém conseguia tocar nas costas, de tão espancado que tinha sido pelo pai. Morava com um irmão de seis anos, a quem um dia “a mãe queimou as mãos, colocando-as no fogo”. Aproximava-se o Natal quando foram resgatados da casa onde tinham passado horrores. “Os agentes da PSP lançaram uma campanha de angariação de fundos para não ficarem sem brinquedos”, relatou a subcomissária. Mais tarde haviam de voltar a passar alguns fins-de-semana com os progenitores. “O pai voltou a agredir um deles”.

Quando isso acontece, é preciso fotografar as crianças o mais depressa possível. Retratar as marcas da violência, a roupa por vezes imunda, o cabelo desalinhado. São provas preciosas em tribunal, quando for altura de decidir, de uma vez por todas, quem tem ou não condições de exercer o poder parental. Antes disso acontecer, às vezes aparece na esquadra uma tia a oferecer-se: “Venho ficar com a criança. A Segurança Social paga quanto?”.

Dados do Instituto de Medicina Legal referentes ao triénio 2011-2013 revelam que 45% dos maus tratos a crianças até aos seis anos são perpetrados pelos progenitores, normalmente usando “armas naturais”: as mãos e os pés.

Também presente no seminário, a procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, reconheceu a existência de deficiências na forma como os tribunais acompanham as crianças vítimas de violência nos processos judiciais. É preciso que as crianças se sintam seguras a depor e que os magistrados falem a sua linguagem, defendeu.

 

 

Relatório Final do Projeto Net Children Go Mobile

Dezembro 16, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , , , , ,

 

NCGM_Final_Infographic_WEB

Clicar na imagem

Infografia do relatório do projeto Net Children Go Mobile

 

18º Curso Avaliação e Promoção de Competências Parentais

Dezembro 16, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

 

ispa

Objectivos 

Reflectir sobre as competências parentais necessárias ao desenvolvimento saudável das crianças e adolescentes Compreender a parentalidade enquanto tarefa de desenvolvimento, numa perspectiva ecológica. Aumentar conhecimentos sobre metodologias de avaliação e promoção das competências parentais

Competências 

Conhecimento sobre as competências parentais necessárias ao saudável desenvolvimento das crianças e adolescentes. Planeamento e implementação de estratégias de avaliação e promoção das competências parentais.

Programa 

Enquadramento (6h) – Enquadramento teórico. Dimensões da parentalidade. Princípios éticos Avaliação das competências parentais em sede de regulação do exercício das responsabilidades parentais (6h) – Enquadramento legal. Processos familiares, adaptação das crianças e sistema de visitas. Alteração no vínculo afectivo parental Protocolo de avaliação (6h) – Entrevistas de avaliação junto dos progenitores e da criança. Avaliação das dinâmicas relacionais. Avaliação instrumental complementar Promoção de competências parentais (12h) – Desenho de programas de promoção de competências parentais. Conteúdos temáticos: estratégias de modificação do comportamento, comunicação pais/filhos, estratégias de resolução de conflitos, promoção da auto-estima dos filhos

Decorre nos dias 19 de Janeiro a 23 de Fevereiro de 2015.

mais informações:

http://dfp.ispa.pt/formacao/avaliacao-e-promocao-de-competencias-parentais

 

 

 

 


Entries e comentários feeds.