Autismo pode estar ligado à poluição

Dezembro 15, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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notícia do Sol de 1 de dezembro de 2014.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

The Association of National Air Toxics Assessment Exposures and the Risk of Childhood Autism Spectrum Disorder: A Case Control Study

Shutterstock

Ricardo Nabais

Um estudo da Universidade de Pittsburgh (EUA) associa o aumento da prevalência de desordens relacionadas com o autismo à exposição maior das crianças à poluição atmosférica. De acordo com os especialistas, problemas deste espectro – que compreende um leque variado de sintomas, dos mais intensos aos mais suaves, como a síndrome de Asperger – mostram uma correlação forte com a exposição a compostos como o estireno (usado em plásticos, mas também produto da combustão de gases provenientes de veículos), cianeto (proveniente de escapes ou de cigarros, por exemplo) ou crómio, um metal pesado que serve para o fabrico de aço. 

A experiência, que comparou dois conjuntos de famílias, um com crianças que padecem de desordens do autismo e outro com crianças que não sofrem deste problema, mostrou que os rapazes e raparigas cujas mães viviam em zonas de maior concentração de poluição atmosférica tinham uma incidência maior de autismo.

O estudo ainda não pode ser apresentado como totalmente conclusivo, advertem os cientistas. Mas outros, no passado, já estabeleciam a relação entre o autismo e alguns dos compostos químicos agora nomeados, principalmente o estireno. “Temos encontrado algumas consistências entre os estudos, o que me parece importante”, disse Evelyn Talbott, da Universidade de Pittsburgh, à revista Forbes. “Isso prova que a poluição é uma causa directa? Não. Mas acho que devíamos analisar os resultados melhor”. O problema desta experiência, avisam outros especialistas citados por aquela revista norte-americana, é a falta de uma medição individual da exposição aos químicos poluentes.

De qualquer modo, o Center for Disease Control and Prevention (centro para o controlo e prevenção de doenças dos EUA) já tinha publicado um outro estudo em Setembro, a alertar para o facto de as doenças do espectro autista terem aumentado 30% em apenas dois anos entre as crianças, especialmente as que habitam em centros urbanos.

 

 

 

Oficinas de Natal na Biblioteca Municipal de Penafiel

Dezembro 15, 2014 às 5:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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oficina

Inscrições:

servicoeducativo.biblioteca@cm-penafiel.pt

 255 712 738 / 255 710 700

http://penafiel.bibliopolis.info/In%C3%ADcio.aspx

 

 

O Meu Presépio – Atividade de Natal no Museu da Nazaré – Oficina pedagógica para crianças dos 5 aos 10 anos

Dezembro 15, 2014 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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nazare

Sabias que, no Museu da Nazaré, existem muitos registos de santo e gravuras com o presépio, muito antigas?!
Vem descobri-las e, depois, convidamos-te a fazer o teu próprio Presépio.
Vamos fazer um presépio com tecido, esponja e esferovite… para colocares junto da tua Árvore de Natal!

18 de dezembro, 15h
Inscrição prévia até 17 de Dezembro: 2,50 euros / criança
Oficina pedagógica para crianças dos 5 aos 10 anos

Contatos:
Museu Dr. Joaquim Manso – Museu da Nazaré
Rua D. Fuas Roupinho, Sítio
2450-065 NAZARÉ
telef. 262562801
mjmanso@drcc.pt

 

Coros de Natal solidários no Aeroporto de Lisboa

Dezembro 15, 2014 às 12:32 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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coros

 O Aeroporto de Lisboa vai receber a atuação de coros de Natal entre os dias 10 e 19 de dezembro. Os protagonistas são os alunos de oito escolas da cidade que vão animar a zona do corpo cilíndrico do aeroporto com cânticos natalícios. Além de dar um colorido especial a esta quadra, a iniciativa cumpre igualmente um objetivo de solidariedade, uma vez que em contrapartida pela atuação dos alunos, a ANA – Aeroportos de Portugal fará um donativo em género a uma instituição, no valor de 5 mil euros.

A IPSS é a Associação Nacional de Doentes com Artrites e Reumatismos da Infância (A.N.D.A.I.), uma instituição focada no apoio médico, social e educacional de qualquer natureza a crianças atingidas por reumatismos crónicos e aos seus familiares.

O primeiro espetáculo, que se realizará já no dia 10, pelas 17h00, é da responsabilidade do Colégio de S. Tomás. No palco estarão cerca de 60 alunos, entre os 6 e os 13 anos, para interpretarem 13 músicas, em diferentes idiomas.

No dia 11 de Dezembro será a vez do Agrupamento de Escolas Fernando Pessoa subir ao palco, a partir das 17h00. Este coro de 30 alunos, dos 10 aos 12 anos, será acompanhado ao piano.

Os cerca de 50 alunos do Colégio Valsassina, com idades compreendidas entre os 8 e os 12 anos, atuarão no dia 12, a partir das 15h00.

Na semana de 15 a 19 de dezembro, o Aeroporto de Lisboa receberá mais 5 espetáculos. Na segunda-feira, dia 15, caberá ao Externato São Miguel Arcanjo atuar às 15h00. Os mais de 30 alunos de 10 e 11 anos vão interpretar músicas tradicionais portuguesas de Natal, temas de música sacra e música litúrgica alusiva à época.

Segue-se o Colégio N’avozinha no dia 16 de dezembro. A partir das 15h00, 40 alunos entre os 6 e os 10 anos interpretam cânticos de Natal em português.

A 17 de dezembro é a vez dos adultos subirem ao palco. Da Universidade Nova chega um coro com 35 elementos, com idades compreendidas entre os 20 e os 40 anos. Vão cantar à capela e, a partir das 20h00, prometem surpreender com o repertório.

No dia seguinte, 18 de dezembro, regressam os mais novos. Sobem ao palco 30 alunos do Externato da Quintinha, a partir das 17h00.^

O Externato João XXIII encerra esta iniciativa inédita do Aeroporto de Lisboa no dia 19 de dezembro. O facto de estarmos num aeroporto, por excelência um local de encontro de culturas e nacionalidades, inspirou este coro composto por 61 alunos, dos 7 aos 13 anos, a interpretar as músicas em 5 línguas diferentes, nomeadamente, português, inglês, francês, espanhol e alemão.

No âmbito desta iniciativa, e tendo em conta o caráter solidário da ação, a ANA Aeroportos de Portugal convida todos os que vierem assistir aos espetáculos a trazer um presente para doar. Todos os presentes serão posteriormente entregues pela ANA a crianças com maiores necessidades, levando um sorriso especial a crianças especialmente carenciadas.

As atuações realizar-se-ão numa área de acesso livre, pelo que todos os que quiserem juntar-se a esta onda solidária poderão vir aplaudir os jovens talentos.

Como chegar: Metro – Linha vermelha; Autocarros – 208, 705, 722, 744, 783; Carro – utilizando os parques de estacionamento do Aeroporto (www.parking.ana.pt)

mais informações:

http://www.ana.pt/pt-PT/Aeroportos/Lisboa/Lisboa/ComrpasLazer/Eventos/Paginas/Coros-de-natal.aspx?utm_source=site_lisboa&utm_campaign=%20coros%20de%20natal%20&utm_medium=banner&utm_content=eventos

 

 

Pós-Graduação em perturbações do desenvolvimento da 1ª Infância à adolescência

Dezembro 15, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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1ª Edição 20 | MARÇO 2015

PORTO Coordenação e Consultores Científica:  Drª Cristina Trigo, Dr. Nuno lobo Antunes e Mestre Ana Marques

Data limite de inscrição 27 fevereiro 2015

mais informações aqui

Número de alunos que apenas quer concluir 12º ano está a aumentar

Dezembro 15, 2014 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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notícia do site http://www.jornalacores9.net  de 1 de dezembro de 2014.

Texto: Lusa/Açores 9

O número de alunos que apenas quer concluir o 12.º ano de escolaridade está aumentar, mas a formação universitária continua a ser a meta para a maioria, conclui um inquérito a cerca de dois mil estudantes.

No ano letivo 2013/2014, 54,5 por cento dos 2.192 alunos inquiridos apontavam como meta a formação universitária, percentagem que representa uma quebra de nove pontos percentuais em relação aos 63,5 por cento do ano anterior, revela o barómetro Educação em Portugal 2014, promovido pela associação Empresários pela Inclusão Social (EPIS).

Por outro lado, segundo o estudo, o número de alunos que quer concluir apenas o 12.º ano de escolaridade aumentou para os 39,5 por cento, uma subida de 6,9 pontos percentuais em relação aos 32,6 verificados no ano anterior.

Quer num caso, quer no outro, a tendência evidenciada pelos alunos alarga-se também às famílias, nas quais aumentou a expectativa de apenas ver concluído, pelos filhos, o 12.º ano (de 20,6 para 29,3 por cento), enquanto diminuiu a de um percurso universitário (de 78,3 para 69,5 por cento).

A conclusão do 9.º ano é apontada como opção por 6,0 por cento dos alunos inquiridos, valor que representa um crescimento de 3,9 por cento, quando comparado com o ano anterior.

“A descida das metas escolares evidenciadas no barómetro estará associada a uma perceção errada sobre quem são as principais vítimas do desemprego, quando comparadas as habilitações académicas”, considerou Luís Palha da Silva, presidente da EPIS, em comunicado.

“O desemprego qualificado referente aos licenciados tem sido mais valorizado. No entanto, o desemprego não qualificado é o que afeta maior percentagem de portugueses”, acrescentou.

Por isso, para o responsável da EPIS, as conclusões do barómetro representam “um sério alerta” sobre a relação entre desemprego e a baixa escolaridade.

“Quando alunos e pais optam pelo 12.º ano, em detrimento de um curso superior, estão a aumentar a probabilidade de cair no desemprego. O desemprego não qualificado é uma chaga social para a qual é necessária uma resposta urgente”, considerou.

O inquérito conclui ainda que os alunos querem lideranças mais fortes e escolas mais exigentes em termos de disciplina, sucesso escolar e envolvimento da comunidade.

O inquérito analisou ainda os hábitos de leitura na família, tendo registado uma evolução negativa, com apenas 50,7 por cento dos alunos inquiridos a referir como frequentes os hábitos de leitura em casa.

Os resultados do estudo revelam ainda que se acentuou a permissividade relativamente aos horários de computador e televisão e às saídas com os amigos.

A EPIS tem como objetivo promover a inclusão social em Portugal, através da capacitação das competências não cognitivas de crianças e jovens entre os seis e os 24 anos, em contexto de debilidade socioeconómica.

Criada em 2006, por um grupo de empresários e gestores portugueses, a EPIS assume-se como “o maior parceiro privado do Ministério da Educação, no combate ao insucesso e abandono escolar”.

O barómetro é o principal instrumento de rastreio de alunos em risco e é a partir das suas conclusões que são selecionados os jovens que serão acompanhados em proximidade pelos programas de combate ao insucesso escolar desenvolvidos pela associação.

Desde o início dos programas, a EPIS acompanhou mais de 13 mil alunos.

 

 


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