7 Excelentes razões para ler com as crianças

Dezembro 5, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Imagem e texto do blog  http://pnlblogue.blogspot.pt  de 20 de novembro de 2014.

ler+dásaúde

Ler + dá Saúde é um projeto de promoção de leitura que visa sensibilizar e envolver os médicos de Clínica Geral em ações de incentivo à leitura, principalmente em família, junto dos familiares das crianças a partir dos 6 meses de idade, mas procurando outras abrangências etárias.

No pressuposto de que o convívio com os livros bem como a leitura em família são determinantes para a aprendizagem da leitura e para o desenvolvimento da literacia, e no enquadramento de uma relação inquestionável entre literacia e saúde da população, são objetivos deste projeto:

A. Desenvolver a leitura | literacia

Progressiva aquisição de hábitos de leitura no dia-a-dia

Melhor preparação para a aprendizagem formal da leitura

Redução do fator social na aquisição de competências de leitura

 

B. Promover comportamentos saudáveis

Aumento do tempo de convívio entre adultos e crianças

 

C. Usar e aceder a serviços de saúde

Melhor percepção dos factores conducentes quer à saúde quer à doença na criança e no adulto Promoção de comportamentos de prevenção de riscos

 

 

 

Lançamento do livro, Inauguração da Exposição e Leitura da História Feliz Natal Lobo Mau

Dezembro 5, 2014 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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http://www.livroshorizonte.pt/catalogo_detalhe.php?idLivro=1267

http://www.mapacampopatrimonio.com/

 

Telemóveis reinam no acesso à internet

Dezembro 5, 2014 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto da Pais & Filhos de 1 de dezembro de 2014.

pais & filhos

A utilização de telemóveis para acesso à internet e às redes sociais pelos jovens duplicou nos últimos três anos e o ‘tablet’ está entre os equipamentos mais utilizados em casa, concluiu um inquérito realizado pelo INOV-INESC.

As conclusões baseiam-se nas respostas a 6.500 inquéritos recolhidos ao longo de três anos, até 2013/14, em escolas secundárias de todo o país por uma equipa de investigação do FAQtos, projeto do INOV-INESC (Instituto Nacional de Engenharia de Sistemas e Computadores) com o Instituto Superior Técnico. O objetivo era conhecer os hábitos e preocupações dos jovens a frequentar o ensino secundário, entre 10 e 14 anos, em relação à utilização dos telemóveis e a questões relacionadas com as radiações eletromagnéticas emitidas pelos equipamentos domésticos.

“Não houve grandes novidades em relação àquilo que se passou nos últimos anos e a grande diferença em relação aos anos anteriores é que há mais estudantes a usar o telefone para aceder à internet e às redes sociais, uma tendência a confirmar aquilo que já se estava à espera, ou seja, que a utilização dos telefones e também dos ‘tablets’ tem vindo a aumentar”, disse hoje à agência Lusa Luís Correia, do INOV-INESC.

O acesso a dados “há uns anos atrás era muito caro, hoje é bastante mais barato, e também o facto de os ‘smartphones’ se terem generalizado e serem muito mais baratos possibilita que os jovens passem a utilizar os telefones para aceder à internet e às redes sociais”, realçou o investigador.

A utilização do telemóvel para aceder à internet e às redes sociais reúne mais de 70 por cento das respostas em ambas as opções de utilização, no último ano, refere uma informação sobre os resultados do inquérito. A entrada no 2.º ciclo do ensino básico (10 a 12 anos) concentra a grande maioria daqueles que dizem ter tido o primeiro telemóvel (mais de 60 por cento), e a idade média não sofreu alteração no triénio em análise, fixando-se nos 10,5 anos.

A partir dos 13 ou 14 anos, a presença do telemóvel é regra entre praticamente todos os jovens inquiridos, apenas 0,4 por cento indicou não usar o aparelho, e 15 por cento detém mais do que um equipamento. “Há uma diminuição do número de estudantes que têm mais do que um telemóvel, no primeiro ano havia uma percentagem razoável”, o que é explicado pelo facto de os operadores terem planos de comunicações que permitem falar para todas as redes sem penalização nos custos, explicou Luís Correia.

Em média, os jovens continuam a falar pouco mais de meia hora e a enviar cerca de 100 SMS (mensagens escritas) por dia, o que se mantém, acrescentou.

 

 

 

Curso de Formação – Indisciplina na Sala de Aula Gestão de Alunos e Professores

Dezembro 5, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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itad

mais informações:

http://www.itad.pt/formacao/indisciplina-na-sala-de-aula/

 

Number of children who are victims of cyberbullying doubles in a year

Dezembro 5, 2014 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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notícia do http://www.theguardian.com  de 14 de novembro de 2014.

Peter Dazeley Getty Images

Poll finds 35% of 11- to 17-year-olds bullied online, as fears grow over number of young teenagers using dating app Tinder

Press Association  The Guardian, Friday 14 November 2014

The number of children being bullied on the internet has doubled in the past year, with more than one in three victims, research suggests.

In a poll of 11- to 17-year-olds, 35% reported that they have experienced cyberbullying – compared with 16% last year. Four in 10 said they had witnessed others being picked on online – almost double the 22% recorded last year.

The study also suggests that thousands of teenagers, including many aged 15 or under, are using messaging service Snapchat and dating app Tinder every day.

Some parents even helped set their children up with accounts, prompting fears that they are unwittingly putting them at risk.

Internet security firm McAfee polled 2,000 children and 2,000 adults with at least one child aged under 18 in the UK before antibullying week on Monday and compared the findings with a similar study carried out last year.

The research indicated that there is a more relaxed attitude among many parents regarding the risks posed online.

Less than a third of parents (27%) said they were worried about their child being a victim of cyberbullying this year – almost halving from 45% in the previous year, while two-thirds (67%) of children are now allowed to go online without supervision – up from 53%.

However, more than three-quarters (77%) of parents polled said they had conversations about online safety, up from 68% last year.

Andy Phippen, professor of social responsibility in IT at Plymouth University, said: “The responses from McAfee’s survey shows that there is a real gap between parental concern and the reality of what children face online.

“While it is encouraging to see that these conversations are happening, there are areas in which parents may not be completely aware of their children’s online behaviour.

“It’s now time for parents to take the conversations to the next level and become further educated on the social platforms that exist, what ages they are suited for and what type of behaviour they encourage.

“Cyberbullying happens across all platforms and children’s use of social media is transient.”

Around one in six of (17%) of the youngsters polled reported using Tinder every day, with almost half of those (46%) aged 15 and under.

The service was more popular among girls than boys, with one in five female respondents using it compared with 15% of males.

Tinder users are shown other subscribers close to their location and must both give a positive reaction and receive one back to start communicating.

It is open to those who are 13 or older, with under-18s only able to match with people in the same age bracket.

Phippen said: “It is very concerning to see the proportion of younger teens using apps like Tinder, whose aim is essentially hook-ups and dating, and very much for an adult audience.

“These apps also share location-based information and can be used as platforms for grooming and abuse.”

More than a third (37%) of children polled reported spending up to 10 hours on Snapchat a day.

Reports recently emerged that explicit images taken with the app were intercepted by a third party app and leaked online.

Phippen said: “Social platforms like Snapchat are becoming more and more popular with children and they may not realise the risks of exposure they face.”

One per cent of parents admitted helping set up Tinder profiles for their children, while nearly one in 10 (9%) gave them a hand joining Snapchat.

The research did not specify the ages of the children whose parents helped set up accounts, other than that they were under 18.

Samantha Humphries-Swift, of McAfee, said: “As a mother myself, it is worrying to see that parents are setting up social profiles for their kids and, as a consequence, unknowingly putting them at risk online.”

Last week a report from the Health Select Committee said MPs heard evidence that sexting, cyberbullying and inappropriate online content has caused a direct increase in mental health problems in children, including stress and anxiety.

Claire Lilley, head of child safety online at the NSPCC, said cyberbullying is a “huge concern”.

She added: “The use of teen dating apps can expose children to contact by adults who have a sexual interest in them because the age controls are often inadequate.

“The 24-hour nature of the internet and devices children use means young people can feel like there’s no escape, with them facing almost constant harassment which can leave them feeling increasingly desperate and isolated.

“Children may sometimes know the person contacting them online but they could also be targeted by someone using a fake or anonymous account.

“The NSPCC is deeply disturbed that sexual predators could use teen dating apps and websites to target young people. Some of these apps state that adults and children can’t mix, but it’s all too easy for children to say they are older, or for an adult to pretend to be younger.

“Young people we surveyed told us they’d been asked for sexually explicit images or videos by adults, despite making it clear that they were under 16.”

A survey by the charity’s ChildLine service earlier this year provided an insight into youngsters’ use of dating apps and sites.

It found that nearly half of all children and young people think dating apps can be risky, while 29% feel they are unsafe.

A third of those who have used a dating site or app have been asked by someone they have met on a dating app to meet offline, with 38% of those going ahead with the meeting.

When telling an adult who had contacted them from a dating app that they were under 16, only 13% of adults terminated contact, the ChildLine poll found.

Justine Roberts, founder of Mumsnet , said: “How children negotiate the internet is a particularly tricky parenting challenge as it’s not one that most of us have experienced in our own childhoods, so sometimes it’s hard to know just how concerned to be.

“But parents on Mumsnet don’t seem complacent – there are loads of conversations about children’s use of the internet, how much is too much and how to make children aware of the digital footprint they leave behind.”

 

 


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