National action to address child intentional injury 2014: what are European countries doing to prevent intentional injuries to children?

Novembro 28, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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The approach taken for this report

As individual Member States, European countries have adopted the UN Convention on the Rights of the Child (UNCRC), which states, “every child has the right to health and safety including a life free from violence.” (UN General Assembly, 1989). This commitment is further supported by the European Commission in the framework of the Treaty of Lisbon and the Charter of Fundamental Rights of the EU. (European Union, 2007; 2010) Yet with an estimated 3,000 deaths resulting from intentional injuries1 and tens to perhaps hundreds of thousands more non-fatal intentional injuries each year in the European Union, it is clear that we are currently failing in this commitment. Thus achieving life for our children that is free from violence will require cooperation, concerted effort and investment in effective interventions to prevent intentional injuries and promote safety and wellbeing.

The National Action to Address Child2 Intentional Injury report and individual country Policy Profiles were developed as tools to bring attention to this important issue, encourage improvement in policy action and provide a baseline against which to measure progress over time. The report provides:

  • the rationale for why this important issue needs further attention
  • an overview of available data on child intentional injury deaths
  • a description and analysis of the level of adoption, implementation and (as appropriate) enforcement of national level policy actions to address child intentional injury divided intofour categories – leadership, children’s rights, capacity and data (accurate to July 2013).
  • an important mechanism to identify gaps, share progress and identify, adapt and utilize  the experience gained from across Europe.

This report and individual country Policy Profiles were produced as part of the Tools to Address Childhood Trauma, Injury and Children’s Safety (TACTICS) project, a European initiative led by the European Child Safety Alliance with co-funding from the European Commission’s Health Programme. Country partners in 27 Member States plus Iceland and Norway participated to produce 30 Child Intentional Injury Prevention Policy Profiles for Austria, Belgium (Flanders), Bulgaria, Croatia, Cyprus, Czech Republic, Denmark, France, Finland, Germany, Greece, Hungary, Iceland, Ireland, Italy, Latvia, Lithuania, Luxembourg, Malta, Netherlands, Norway, Poland, Portugal, Romania, Slovakia, Slovenia, Spain, Sweden and two in the United Kingdom (participation by England and Scotland).

I Jornadas do Contar “A Magia do Vale Encantado” – Arruda dos Vinhos

Novembro 28, 2014 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrições até 5 de dezembro

mais informações aqui ou aqui

 

 

 

Crianças com deficiências fechadas em jaulas de instituição na Grécia

Novembro 28, 2014 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 24 de novembro de 2014.

reuters

São 65 pessoas, crianças e adultos. Têm graus de deficiência vários, problemas como autismo ou síndrome de Down. Vivem todos no mesmo edifício nos confins do Sul da Grécia, numa pequena aldeia. São tratados por seis funcionários. Os que têm alguma autonomia passam os dias numa sala, e à noite recolhem-se em camas gradeadas, como jaulas. Os outros passam todos os dias, todo o dia, dentro de jaulas. São alimentados através das grades, dormem num colchão de plástico, tomam banhos raros e apressados.

“Tudo é feito para que sobrevivam, sem se magoarem e sem dar o mínimo de chatice”, comenta Catarina Neves, uma psicóloga portuguesa que fez voluntariado no centro de Lechaina em 2008.

Nessa altura, um grupo de dez voluntários internacionais, que estiveram no local através do serviço de voluntariado europeu, fizeram uma campanha para chamar a atenção para o que se passava no centro. Fizeram queixas a todas as entidades que conseguiram, escreveram um blogue. O primeiro efeito prático foi que o centro deixou de receber voluntários.

Entretanto, o provedor das crianças grego criticou as condições do centro e disse que contrariavam os direitos humanos básicos. A responsabilidade anda a mudar do Ministério da Saúde, que foi quem respondeu pelo centro em 2011, na altura deste relatório, e o Ministério dos Serviços Sociais, que é quem é hoje apontado como responsável.

Nestes cinco anos, houve duas mudanças, aponta uma reportagem da semana passada da BBC: as barras de madeira das jaulas foram pintadas de cores mais alegres, E há duas meninas que vão à escola. De resto, continua tudo na mesma.

Catarina descreve: o edifício tem três pisos. No primeiro estão os residentes que têm alguma autonomia; são entre 20 e 30 e passam o dia numa sala, juntos, embora sem qualquer tipo de distracção ou actividade. À noite são metidos nas suas jaulas. Os restantes estão divididos nos outros dois pisos, e estão sempre dentro das suas jaulas, excepto quando passam uma meia hora cá fora com um dos funcionários, o que acontece cerca de duas vezes por semana.

Abandonados
São alimentados com colheradas através das grades (porque se os funcionários entram dentro da jaula para os alimentar podem-se sujar com a comida, e têm de ir lavar a roupa de seguida, lembra Catarina). Recebem dois sumos por dia. “Tentámos que lhes dessem água, mas responderam que não havia copos suficientes e que eles não podiam beber todos do mesmo copo”, comenta Catarina.

Deitam-se em colchões forrados a plástico – não há lençóis porque um dos residentes morreu ao comer tecido, são vestidos com macacões de ganga com um fecho atrás, para que não possam tirar bocados. A casa de banho são as fraldas, que os poucos funcionários mudam.

Quem lá vive foi abandonado. Durante os oito meses em que esteve no centro, Catarina viu apenas uma visita: um pai que foi ver um filho. “Disseram-me que vai lá duas vezes por ano.”

Catarina Neves conta como inicialmente ficou chocada com a atitude de quem trabalha neste centro, tratando tudo como normal. Mas ao sair não conseguiu “apontar o dedo a ninguém”. São seis funcionários para 70 pessoas. Os directores rodam – a actual já não é a que Catarina conheceu. Vítima dos cortes, a actual directora, Gona Tsoukala, não recebe salário há um ano. Explica à BBC: “Obviamente não devíamos ter as jaulas mas é impossível não as ter com tão pouco pessoal no centro”.

Mas Catarina não culpa a crise pela situação que se vive no centro. “Penso que o problema é sobretudo cultural”, diz. “Porque há residentes que tomam 30 comprimidos por dia para estarem calmos, e os comprimidos são caros”, argumenta. E na Grécia há um problema com a aceitação de pessoas com deficiência. “Há casos ali em que os pais e os funcionários das maternidades disseram às mães que os filhos morreram e deixaram-nos aqui.”

Chamar a atenção
Apesar de longe da Grécia, Catarina continua ainda a fazer campanha e a divulgar a situação dos residentes neste centro. “Sei que para mudar era preciso muito, mas gostava que pelo menos não continuassem a mandar pessoas para lá. Há pessoas a viver neste sítio há 20 anos.” E “há lá pessoas que poderiam ter a possibilidade de ter uma vida diferente”.

A maioria dos que estão dados como incapazes não têm limitações físicas. Poderiam fazer uma vida muito mais activa se tivessem alguns cuidados. O facto de não saírem, não terem estímulos, é que os deixa naquele estado. “Em Espanha há pessoas com síndrome de Down a estudar.”

Para Catarina Neves, o mais importante era assegurar que quem trabalha no centro tem formação para lidar com pessoas com deficiência, já que os que lá trabalham hoje não têm, e não querem trabalhar ali. Isso seria o início para, pelo menos, mudar o foco da mera sobrevivência das pessoas com o mínimo de problemas para os funcionários.

Mas a questão só fica sob os holofotes uns instantes, para depois desaparecer. Foi assim em 2008, em 2011, e agora, com a reportagem da BBC, uma crítica da Human Rights Watch e uma petição. “No início tínhamos dez antigos voluntários activos” a fazer campanha pela melhoria das condições no centro. “Agora somos duas.”

 

Programa de Dezembro para Famílias na Quinta Pedagógica dos Olivais

Novembro 28, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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olivais

http://quintapedagogica.cm-lisboa.pt/

Inauguração da exposição de artes Plásticas Unidos na Diversidade pelos Direitos de cada UM

Novembro 28, 2014 às 11:51 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Capturar

Sob o Alto Patrocínio da Dra. Maria Cavaco Silva, o Centro de Informação Europeia Jacques Delors e a Fundação LIGA, em Parceria com o Museu da Presidência da República, a ANACED, a CERCICA e o Observatório da Deficiência e Direitos Humanos / ISCSP-UL, convidam-no/a a participar na inauguração da exposição de artes Plásticas Unidos na Diversidade pelos Direitos de cada UM, que se realiza no dia 2 de dezembro, às 15h00, no Palácio da Cidadela de Cascais. O evento integra ainda a atuação do Plural Núcleo de Dança Contemporânea e o Debate Uma Europa para Todos.

Esta iniciativa pretende celebrar o Dia Internacional/Europeu das Pessoas com Deficiência (3 de dezembro),reforçando os direitos destes cidadãos, numa perspetiva de reconhecimento da diversidade humana como valor acrescentado de uma sociedade.

programa

 Agradecemos a confirmação da sua presença S.F.F. até ao dia 1 de dezembro, através do e-mail  fundacaoliga@fundacaoliga.pt  ou T. 213616922/10 Local do evento _ Palácio da Cidadela de Cascais _ Entrada pela Avenida D. Carlos

13º aniversário Biblioteca Municipal José Saramago – Loures 30 de novembro

Novembro 28, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Dia 30 de novembro a Biblioteca comemora o seu 13º aniversário, com um vasto programa de atividades, uma verdadeira maratona que começa no dia 29, com uma noite dedicada aos mais novos (consulte destaque nesta página).
Neste domingo especial a Biblioteca estará aberta das 10.00 às 18.00, com todos os serviços habituais.
De manhã aceite o convite e “Venha tomar café connosco…”.
À tarde, pelas 16.00, não pode perder Quem quer ser Saramago
, pela Andante Associação Artística, um espectáculo interativo com uma singular abordagem à obra de José Saramago. Nas palavras de Pilar del Rio é um “jogo metaliterário emocionante e divertido”, para um público juvenil/adulto.
Às 17.00 venha cantar os parabéns à Biblioteca e participar no concerto Vozes na Biblioteca pelo coro do Conservatório d´Artes de Loures. Não falte! Contamos consigo…

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http://www.cm-loures.pt/Media/Microsite/Cultura/bmjs.html


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