4 Ways to Know if the Homework is Useful?

Novembro 21, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site https://www.voniz.com  de 11 de novembro de 2014.

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Schools have a habit of giving homework to the students, in an attempt to make them learn more in an effective manner. Seldom do teachers think of testing the homework and understanding its productivity levels. Homework is never thought of a way to improve the quality of learning; rather it is just a mandatory thing for schools.

But, if teachers thought through the homework it would enhance learning among students and prepare them well for the upcoming exams and tests. Here are 4 ways in which teachers would know if the homework they are providing is useful or not.

The Time Taken to Complete

It is important for the teachers to know how long the student should ideally take to complete the homework. The timing should be as per the student’s capability and not as per the teacher’s understanding. The whole idea of providing home assignments is to improve the learning of the student involved. There should be a set time, which is neither too fast nor too slow, for the completion of the assignment.

Consider the Different Learners

When a teacher is assigning a homework, he/she has to take into consideration the different types of learners present in a classroom environment. Some of them are quick to understand a given concept, while others find it hard to comprehend the same concept. An assignment should be a way to learn, and not struggle through the basics. So, when giving a homework, you need to consider all the different kinds of students present in your classroom.

Encourages Furthering Career

The whole idea of giving an assignment is to establish confidence and further the career of the students. In case, the given assignment is justified in terms of learning and building confidence, the length does not matter much.Before assigning the homework, the teacher must specify the benefits of doing that particular work.

Self Supported Assignment

Is the assignment that you are giving out as homework self sufficient? Will the student be able to complete the homework without guidance? If the answer to these questions is a yes, then such an assignment should be qualified for homework.

 

 

Ação de Sensibilização sobre os Direitos da Criança

Novembro 21, 2014 às 6:18 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A convite da Diretora do 1º Jardim Escola João de Deus, em Coimbra, Ana Vicente, Cristina Barros e Cristina Basto do IAC – Fórum Construir Juntos irão dinamizar, no dia 25 de novembro, uma Ação de Sensibilização sobre “ Os Direitos da Criança”.

Esta sessão terá como destinatários alunos do segundo ao quarto ano e terá como objetivos informar e sensibilizar, para a importância da Defesa e Promoção dos Direitos da Criança, bem como assinalar a 25º aniversário da assinatura da Convenção sobre os Direitos da Criança.

 

VII Encontro da CPCJ de Tomar Cultivar Bem-Estar – Quando a prevenção é a melhor intervenção

Novembro 21, 2014 às 5:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrição gratuita  e obrigatória:

https://docs.google.com/forms/d/1c4fshG9BnpkRvAuUCbitAyhgdsVh8S_nf0XMyTvZwTA/viewform?c=0&w=1

Entrevista de Marta Santos Pais à Rádio ONU sobre os 25 anos da Convenção sobre os Direitos Humanos da Criança

Novembro 21, 2014 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Declarações de Marta Santos Pais à Rádio ONU  sobre os 25 anos da Convenção sobre os Direitos Humanos da Criança no dia 20 de novembro de 2014.

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Ouvir a entrevista aqui

Uma das especialistas que participou da redação do documento disse que o direito das crianças ganhou mais visibilidade; Marta dos Santos Pais disse que os menores passaram a ter participação direta nos processos de mudança; cantora brasileira Daniela Mercury vai participar da comemoração na sede das Nações Unidas.

Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.

A ONU celebra esta quinta-feira, 20 de novembro, o 25º aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança, adotada em 1989.

A representante especial do secretário-geral sobre Violência contra as Crianças, Marta Santos Pais falou à Rádio ONU sobre o que mudou nesse período.

Prioridade

“A verdade é que a prioridade dada nas políticas públicas, nas legislações, na participação da sociedade civil mudou radicalmente. Antes de mais, mudou a forma como nós encaramos o que significa ser criança, não mais como um ser passivo dependente da ajuda dos adultos, do Estado e da sociedade. Mas um ator interveniente nos processos de mudança que todos nós construímos todos os dias nos países onde vivemos.”

Santos Pais afirmou ser possível acabar com os abusos e a violência cometidos contra as crianças.

“É seguramente possível e para isso que estamos todos a trabalhar, mas temos que apressar o passo. O sentimento de urgência é premente e as crianças sentem uma frustração muito profunda. Estamos a perder milhares de crianças todos os anos como resultado da violência que define sua vida, seu cotidiano. Para dar alguns exemplos, todos os anos 8% das vítimas de homicídios no mundo são crianças menores de 15 anos e a cada cinco minutos uma criança morre como resultado da violência.”

Visibilidade

A representante especial do secretário-geral disse que com a adoção da Convenção, os direitos das crianças ganharam mais visibilidade a nível internacional e dentro de cada país.

Segundo ela, a voz da criança passou a ser ouvida com mais seriedade, participando até mesmo de processos de redação de novas leis de proteção aos menores.

Mas apesar dos avanços alcançados até agora, Santos Pais afirmou que muito ainda precisa ser feito pelo bem das crianças.

Daniela Mercury

E para marcar o aniversário do documento, a cantora brasileira e embaixadora da Boa Vontade do Unicef, Daniela Mercury participa esta quinta-feira do lançamento da campanha #Imagine.

O evento vai envolver música e tecnologia para mobilizar pessoas de todo o mundo em torno dos direitos das crianças.

O show na Assembleia Geral da ONU, em Nova York, vai contar também com a presença de vários outros artistas famosos como Yoko Ono e o ator Hugh Jackman.

 

Quantos abusadores sexuais há em Portugal?

Novembro 21, 2014 às 1:30 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Reportagem da TVI 24 de 19 de novembro de 2014.

Fonte do ministério da Justiça adiantou, à TVI24, o número de reclusos a cumprir pena em Portugal por crimes sexuais. Do total, 327 estão detidos por crimes que envolvem crianças ou adolescentes

Por:  Élvio Carvalho  Patrícia Pires / / Sofia Santana (infografias

A ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, tem defendido um projeto de proposta de lei que pretende, entre outras alterações, criar um registo obrigatório de abusadores sexuais de crianças que já tenham cumprido pena em Portugal. O projeto foi imediatamente polémico, principalmente, porque existe um artigo que permite que pais e outros adultos com crianças a seu cargo possam consultar este registo e saber se existem, e quem são, os abusadores sexuais de crianças da sua área de residência.

Todo este tema, e principalmente as questões do abuso sexual de menores, tem sido recorrente nos últimos meses, e hoje, que se assinala o dia Mundial da Prevenção contra os Abusos Sexuais de Crianças a TVI24 deixa-lhe os números desta realidade em Portugal. Valores oficiais, que podem não estar próximos da realidade, uma vez que este é um crime muitas vezes «silencioso» que decorre no seio da família. 80% dos abusos acontecem em casa ou na relação familiar.

Fonte do ministério da Justiça avançou à TVI24 que existem atualmente 780 detidos por crimes sexuais a cumprir pena, 754 em prisões, 26 em instituições psiquiátricas. Em concreto, 327 destes estão detidos por crimes que envolvem crianças ou adolescentes.

Mas quem são estas pessoas? Que idades predominam? Que habilitações têm? Qual a dimensão das suas penas? A Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais explicou todas estas questões. Veja as infografias abaixo para conhecer todos os números de 2014.

ver a infografia Aqui

A Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais não adiantou o total de cidadãos detidos em 2014, uma vez que esses números só serão somados no final do ano e conhecidos em 2015. Porém, o relatório anual de Segurança Interna de 2013 (RASI2013) mostra que os crimes desta natureza estão a aumentar no nosso país. Ou pelos menos, as denúncias. Só no ano passado, de 780 arguidos (suspeitos), 155 foram detidos. 67 acabaram em prisão preventiva.

As redes sociais como, por exemplo, o Facebook, são cada vez mais utilizadas por pedófilos para encontrar as suas vítimas. Esta é uma realidade dos dias atuais e os pais precisam de se adaptar a ela. Até porque, «é quase como se a rede social fosse um catálogo de crianças» para os pedófilos.

Comparando os anos de 2012 e 2013, disponíveis no relatório, verifica-se uma subida no número de crimes sexuais, de 2174 para 2480, sendo que a maior subida se verificou no número de abusos sexuais de crianças, que subiu de 1074 para 1227 crimes.

As autoridades e o Governo estão a tentar inverter estes números, especialmente no que toca à reincidência de indivíduos que já cumpriram pena. O registo dos condenados é uma dessas medidas, que poderá ser lei, caso o projeto de proposta se mantenha inalterado e seja, naturalmente, aprovado.

No entanto, esta é uma medida de prevenção das vítimas, e que não prevê ajudar diretamente os condenados a reabilitarem-se na sociedade e a mudarem o seu comportamento. Para isso existe, desde 2008, um programa de reabilitação dirigido a agressores sexuais.

Trabalhar com crianças vai obrigar a apresentar registo criminal todos os anos

É um programa «voluntário»  e, desde 2009 até ao momento, já contou com a frequência de 353 reclusos. Não pode ser obrigatório, porque levantaria questões constitucionais, então são os reclusos que têm de querer participar no programa. Este apenas está a ser aplicado, de forma regular, nos estabelecimentos prisionais da Carregueira e de Paços de Ferreira, sendo que em 2013, apenas 113 detidos receberam este acompanhamento.

Fonte oficial do ministério da Justiça justifica, em resposta a perguntas da TVI24, a escolha destas prisões «com a prevalência desta tipologia de reclusos», mas ressalva que «outros estabelecimentos» também estão «capacitados a aplicarem o programa caso o número de reclusos com critérios de inclusão no programa o justifique».

«Não há sintomas que identifiquem um abusador de crianças»

A mesma fonte acrescenta ainda que «paralelamente a este trabalho de continuidade, está também em curso o desenvolvimento e adaptação da metodologia de intervenção em formato de programa para aplicação em contexto comunitário, dirigido a condenados em liberdade condicional e também para aplicação enquanto resposta alternativa à prisão, introduzidos os devidos ajustamentos».

Facebook: «Um catálogo de crianças» para pedófilos

Novembro 21, 2014 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Reportagem da TVI 24 de 19 de novembro de 2014.

No dia em que se celebra o Dia mundial da Prevenção do abuso sexual contra crianças, falámos com especialistas para saber o que os pais podem fazer para «prevenir» que o seu filho ou filha seja uma vítima.

Por:  Élvio Carvalho  Patrícia Pires / / Sofia Santana (Infografias)

As redes sociais como o Facebook, são cada vez mais utilizadas por pedófilos para encontrar as suas vítimas. Esta é uma realidade dos dias atuais e os pais precisam de se adaptar a ela. Até porque, «é quase como se a rede social fosse um catálogo de crianças» para os pedófilos.

Este é o alerta deixado por Mauro Paulino, um psicólogo forense, colaborador do Instituto de Medicina Legal, que, em 2009, publicou o livro «Abusadores Sexuais de Crianças: A verdade escondida», ao fim de um ano de investigação, e trabalha diariamente com esta realidade.

O número de casos de abusos sexuais onde aparece escrita a palavra Facebook «é crescente», explica à TVI24. «Nos casos extrafamiliares (praticados por estranhos), mais associados à pedofilia, há um número crescente de casos. O Facebook, cada vez mais, tal como outras redes sociais, está a ser utilizado como meio. É quase como se a rede social fosse um catálogo de crianças em que o pedófilo se vai apercebendo de uma determinada característica física da criança, que valoriza, e tenta aproximar-se». Mauro Paulino admite que a expressão «pode ser forte», mas não a retira.

O psicólogo avisa que os pais devem estar atentos a esta nova realidade e devem interessar-se pelo que os filhos fazem nas «redes». Devem observar se a criança passa muito tempo na internet e com quem costuma falar porque, normalmente, estes indivíduos tentam criar uma relação de confiança com o menor, que por sua vez lhe traga segurança a si para poder cometer os atos, eliminando aos poucos os riscos de ser apanhado pelas autoridades.

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Apesar de recente, o problema «está identificado» e já «há alguns estudos feitos» que deixam «alertas», diz Mauro Paulino. Os pais, por exemplo, devem ter em «atenção que os pedófilos usam contas falsas e fazem pedidos de amizade às crianças. Não tentam marcar um encontro de um dia para o outro, é algo que demora tempo, porque há um estado de criação de amizade, tentam perceber o risco. Saber se o computador é só acedido pela criança, se está na sala, no quarto». A verdade é que a internet veio trazer outras questões e «os pais precisam evoluir nesse sentido».

No entanto, Marco Paulino sabe que é difícil que os menores, especialmente os pré-adolescentes e adolescentes, partilhem a sua vida «pessoal» com os progenitores, e isto acontece mesmo depois de casos de abuso sexual. Por isso, e porque a maioria dos casos de abuso sexual de menores acontece no seio familiar (e se o pai ou a mãe é o abusador, não há a quem contar), Paulino defende que deve existir uma terceira figura de confiança, a quem a criança possa recorrer.

Pais precisam de falar sobre sexo com os filhos

No dia em que se celebra o Dia mundial da Prevenção do abuso sexual contra crianças, Mauro Paulino defende que «é preciso ir para as creches e ensinar os “papás e as mamãs” que têm de falar sobre sexo com os filhos. Prepará-los para a sexualidade, dizer-lhes que não há mal em dizer “pénis” ou “vagina”.

Até porque, quando os pais tratam estes termos com naturalidade, as próprias crianças, se surgir algum problema, com menor ansiedade vão dizer “mexeram-me no pénis” ou “mexeram-me na vagina”». E qual a melhor idade? «Desde tenra idade, quatro, cinco anos, mesmo no pré-escolar». Mauro Paulino dá um exemplo de como se pode abordar o tema com crianças pequenas: «Fazer um desenho do corpo humano ou usar um desenho pré feito e mostrar à criança. Pintar a verde onde ela pode deixar tocar e pintar a vermelho as partes do corpo onde ela não pode deixar tocar».

O Conselho Europeu já tomou iniciativas neste sentido. O maior exemplo será, provavelmente, o website « aquininguemtoca.org» (underwearrule.org), que ensina dicas aos pais de como mostrar aos seus filhos as zonas do corpo onde não devem deixar ninguém tocar. No site é possível ver um filme animado que pode ser mostrado às crianças, e pode fazer-se download de um livro com os mesmos ensinamentos.

Em Portugal, o site « miudossegurosna.net», fundado por Tito de Morais, tenta uma abordagem de igual prevenção, embora direcionada para os perigos da internet para as crianças. Logo na sua página inicial, são expostos os principais perigos a que as crianças e jovens estão sujeitos ao frequentar o «online», e responde às perguntas frequentes sobre métodos de prevenção que podem ser feitos pelos pais, sem sair de casa.

Durante a Conferência que assinalou os 25 anos da Convenção dos Direitos da Criança, realizada a 20 e 21 de outubro na Assembleia da República, Tito de Morais já tinha alertado que é necessário educar os jovens desde cedo para os perigos, principalmente porque a internet vaio facilitar o acesso dos abusadores a potenciais vítimas.

«[É necessária] uma lei que torne obrigatório o ensino sobre [o problema] dos abusos sexuais. (…) Porque muitas vezes os pais só falam destes temas quando os jovens já têm 16 anos, e já é tarde. (…) «O toque hoje já não é só presencial. É o filmar, o fotografar e a partilha em sites de pedofilia. Mesmo as fotografias que são trocadas entre jovens namorados podem acabar num site desses», disse, durante a sua intervenção na conferência.

Crianças ensinadas a ter medo de monstros

Já para Filipa Carrola, mestre em psicologia clínica Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da UBI e atual psicóloga clínica e da Saúde do Gabinete do Sindicato Nacional da Polícia (SINAPOL) considera que para proteger as crianças não basta apenas ensiná-las sobre a sexualidade. É necessário estar atento, porque a pedofilia não tem rosto, e as crianças são ensinadas para terem medo dos «monstros».

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Entre 2010 e 2011, para a realização da sua tese de mestrado, a psicóloga a psicóloga contactou com mais de 60 acusados de abuso sexual de crianças, detidos em prisões nacionais, e comprovou que estes indivíduos não são um grupo homogéneo. Vêm de classes diferentes, têm escolaridades e profissões variadas, pelo que não existe um «perfil típico» de um abusador. Não há forma de os reconhecer em sociedade e o seu caráter muitas vezes sedutor é o que os torna perigosos para as crianças, que não os veem como uma ameaça. A investigação que levou a cabo culminou na publicação do livro «Sexo, crianças e abusadores».

São muitas vezes sujeitos que conhecem a mente das crianças e sabem como se aproximar. Por exemplo, durante as visitas a estabelecimentos prisionais na Guarda, Covilhã, Castelo Branco e Carregueira, Filipa encontrou alguns abusadores sexuais, provavelmente pedófilos, que gostavam de ver desenhos animados. A seu ver, alguns porque revelavam imaturidade, outros porque, assim, sabiam abordar os menores em relação ao tema.

«Para terem uma conversa com uma criança precisam estar em sintonia com ela. Muitos descrevem uma sintonia de interesses: “eu vejo o Noddy”, ou “gosto da Violeta”, entre outras coisas, e conseguem ter uma conversa de igual para igual. Há uma frase que eu gosto bastante, “monstros não se aproximam de crianças, homens gentis sim”. Nós educamos as crianças para terem medo dos monstros, para fugirem a sete pés, esses é que são os maus, os estranhos, mas esquecem-se que as crianças se virem um monstro fogem a sete pés. (…) [Mas] se virem uma pessoa simpática, se se souber aproximar, se essa pessoa souber conversar, se lhe oferecer prendas, é aí que vai haver [oportunidades]».

Os abusos sexuais de crianças em Portugal. Quem são as vítimas? Quem são os agressores?

ver a infografia Aqui

O que diferencia um abusador sexual e um pedófilo

Que tipo de abusadores sexuais existem? «Diferentes escolas de psicologia criminal que criaram vários perfis de abusadores sexuais. Mas aquele que é mais imediato e fácil de apreender, é a distinção entre abusador primário/pedófilo e abusador secundário/situacional», explica Mauro Paulino.

«O abuso primário ou pedófilo é uma compulsão para se relacionar sexualmente com crianças, uma procura dirigida para crianças, onde esta é um objeto de desejo e gratificação sexual», depois temos os «abusadores secundários ou situacionais, que estão mais relacionados com o incesto. Isto é, não existe uma propensão para abusar sexualmente de uma criança, aquilo que existe é uma circunstância, uma série de contingências, que naquele momento específico da vida ele(a) não conseguiu controlar o comportamento e acaba por abusar sexualmente de uma criança». Outra das diferenças está no facto da pedofilia ser «uma doença, uma parafilia».

Nas estatísticas deste crime, mesmo que a realidade esteja em grande parte «escondida», a maioria dos casos, acontece na família: pais, padrastos, tios, avós. Ou seja, a maioria dos abusadores são secundários. A percentagem de pedófilos é, na verdade, pequena. Apesar de serem «mais perigosos» e terem uma «taxa de reincidência mais elevada», são menos.

Mauro Paulino ressalva ainda que um abusador sexual não tem que ser um pedófilo e um pedófilo não tem que ser um abusador sexual.

«Os pedófilos são mais astutos», gostam da manipulação, de seduzir as crianças, de conquistar a família para terem acesso, «explorando as debilidades familiares». Por exemplo, um pedófilo pode dar-se ao trabalho de «selecionar uma mulher divorciada que tenha filhos, para ter acesso a eles».

Ter irmãos faz bem à saúde

Novembro 21, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto do Sol de 11 de novembro de 2014.

Notícia da Time citada na notícia do Sol:

Why Your Sibling Is Good for Your Health

Shutterstock

Às vezes fazem-nos a vida negra, mas noutras alturas são os nossos melhores amigos. Por muito difícil que seja aturá-los, ainda bem que os temos! Isto porque novos estudos, citados pela Time, revelam que ter irmãos faz bem à saúde.

Aqui ficam alguns benefícios de ter ‘um pestinha’ em casa, a roubar as nossas melhores roupas e a invadir o nosso quarto a torto e a direito.

  1.  Ter um irmão torna-nos mais altruístas: Novos estudos sugerem que ter um irmão ajuda a desenvolver a simpatia. Os investigadores analisaram a relação entre irmãos de mais de 300 famílias e descobriram que ter uma boa relação que o nosso irmão ou irmã promove o altruísmo na altura da adolescência – principalmente nos rapazes.
  2.  Irmãos ajudam a melhorar a saúde mental uns dos outros: Investigadores da Brigham Young University descobriram que (principalmente) as irmãs ajudam a estimular a actividade cerebral. Resultados estatísticos recolhidos a partir da análise de 400 famílias mostram que , independentemente da diferença de idade, ter uma irmã  ajuda os adolescentes a não se sentirem sozinhos, culpados por algo  e ansiosos. De acordo com o mesmo estudo, até as lutas entre irmãos ajudam a melhorar a mente – ambos acabam por aprender a controlar melhor as suas emoções.
  3.   Fazem-nos felizes: Este ponto não deve ser novidade para a grande maioria das pessoas. Para comprovar esta premissa , um novo estudo mostra que as pessoas mais velhas que ainda têm irmãos são mais felizes e um maior sentido de ética.  Assim sendo, ter irmão não nos deixa mais felizes quando somos novos – também traz benefícios para a posterioridade.
  4.  Os irmãos mantêm-nos em forma: Os irmãos  – e a família em geral – ajudam-nos a mantermo-nos activos. Um estudo divulgado pela Time mostra que 43% dos inquiridos afirmam que são os seus familiares e amigos que os ajudam a ter um estilo de vida saudável.
  5.  Ajudam-nos a ter uma vida mais longa: Um estudo publicado no jornal PLoS Medicine mostra que aqueles que não têm hábitos sociais morrem 7.5 anos mais cedo do que aqueles que mantêm laços fortes com os amigos e a família.

 

Regime jurídico da homologação e utilização dos cintos de segurança e dos sistemas de retenção para crianças em veículos rodoviários – DL n.º 170-A/2014, de 7 de novembro

Novembro 21, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Decreto-Lei n.º 170-A/2014 – Diário da República n.º 216/2014, 1º Suplemento, Série I de 2014-11-0758819986

Ministério da Administração Interna

Estabelece o regime jurídico da homologação e utilização dos cintos de segurança e dos sistemas de retenção para crianças em veículos rodoviários e transpõe a Diretiva de Execução n.º 2014/37/UE, da Comissão, de 27 de fevereiro de 2014.

 


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