O Regresso de o Capuchinho Encarnado – nem todos os lobos são maus

Novembro 13, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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http://www.byfurcacao.pt/o-regresso-do-capuchinho-encarnado.html

Sessão sobre o Autismo em Coimbra – com a participação do IAC – Fórum Construir Juntos

Novembro 13, 2014 às 4:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Irá realizar-se no próximo dia 19 de Novembro (quarta-feira), uma sessão sobre o Autismo no Agrupamento de Escolas Martim de Freitas, em Coimbra, organizada pela Comissão Social de Freguesia de Santo António dos Olivais em parceria com a Associação A Cores, Associação Olhar 21, CASPAE e IAC. A sessão tem início marcado para as 15 horas e decorrerá até às 17h30. 

Nesta sessão, que é aberta a toda comunidade, irão ser abordadas questões relacionadas com o Espetro do Autismo e que irão ajudar a melhor compreender esta problemática.

Aproveitando a proximidade da comemoração do 25º aniversário da assinatura da Convenção sobre os Direitos da Criança, o IAC – Fórum Construir Juntos irá fazer uma abordagem da importância da Convenção, na Defesa e Promoção dos Direitos da Criança.

 

 

Seu filho pode ajudar em casa!

Novembro 13, 2014 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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imagem retirada do link  http://diiirce.com.br/fazer-seu-filho-ajudar-em-casa-auxilia-tambem-o-desenvolvimento-dele/

 

Literatura infanto-juvenil lusófona celebrada em encontro na Fundação O Século

Novembro 13, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do i de 3 de novembro de 2014.

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A intercalar estes debates, haverá histórias contadas pelo brasileiro Maurício Leite e pelos portugueses António Fontinha, Rudolfo Castro e Sónia Gameiro, bem como apresentação de livros, uma feira do livro e, no último dia, oficinas de narração

Fundação O Século organiza em fevereiro de 2015 na sua sede, em S. Pedro do Estoril, o 1.º Encontro de Literatura Infanto-Juvenil da Lusofonia, que reunirá, em escolas, mesas-redondas e oficinas, vários escritores, ilustradores e contadores de histórias.

Ao longo de três dias, entre 02 e 04 de fevereiro, escritores como António Torrado, Margarida Fonseca Santos, Carla Maia de Almeida, Isabel Minhós Martins e David Machado e os ilustradores André Letria, Danuta Wojciechowska e Catarina Sobral visitarão as escolas do concelho de Cascais e limítrofes.

Depois, entre os dias 05 e 07, o programa prossegue na sede da instituição, com seis mesas-redondas – que contarão igualmente com a participação do escritor angolano Ondjaki e da autora cabo-verdiana Carmelinda Gonçalves, bem como de elementos de uma comissão de honra ainda em formação, editores e bibliotecários -, sobre temas como “Da tradição oral à escrita de autor na África Lusófona”, “A literatura infanto-juvenil brasileira como lugar de cruzamento de culturas diversas” e “Edição, circulação, divulgação e mercado na literatura infanto-juvenil da lusofonia”, entre outros.

A intercalar estes debates, haverá histórias contadas pelo brasileiro Maurício Leite e pelos portugueses António Fontinha, Rudolfo Castro e Sónia Gameiro, bem como apresentação de livros, uma feira do livro e, no último dia, oficinas de narração, ilustração e escrita.

Em entrevista à Lusa, o coordenador-executivo do encontro, o poeta e autor de literatura infanto-juvenil José Fanha, explicou que a ideia é “lançar uma rede lusófona de ligação entre autores e editores, facilitando a comunicação destes com o público, por meio do desenvolvimento de uma plataforma web, que se pretende disponível para os cerca de 290 milhões de falantes lusófonos nativos e os cerca de 800 milhões de falantes totais no mundo”.

Para organizar o encontro, destinado a angariar fundos para que possa continuar o seu amplamente reconhecido trabalho de solidariedade social, a Fundação fez contactos com organizações, câmaras municipais e embaixadas dos países lusófonos, reuniu já alguns apoios (secretaria de Estado da Cultura, Sociedade Portuguesa de Autores e Fundação Portuguesa das Comunicações) e aguarda ainda respostas a propostas apresentadas a diversas empresas e outras entidades.

Mas, embora seja uma instituição de apoio social, nunca recorre ao voluntariado, tendo por princípio que quem trabalha deve ser pago por isso.

“Mesmo no caso deste encontro literário, os escritores e ilustradores que forem a escolas ou participarem em mesas-redondas ou orientarem oficinas de escrita e ilustração serão pagos pelo seu trabalho – poucochinho, mas serão”, frisou José Fanha, elogiando o trabalho do presidente da fundação, Emanuel Martins, que define como exemplo de “uma espécie de espírito de empreendedorismo social”.

Para ilustrar o que quer dizer, refere a criação, pela fundação, de um Hostel para Turismo Social, sobretudo destinado a estudantes universitários, a instalação de “uma enorme lavandaria que trata as roupas de vários hotéis ali em volta” e até a contratação de um ‘chef’ para confecionar as refeições servidas no refeitório, porque, defende o responsável, “lá por ser social, não tem de ser uma porcaria”.

Descrita como uma “Fábrica de Amor”, a Fundação O Século foi criada em 1998 para dar continuidade às atividades e ao espírito da Colónia Balnear Infantil criada em 1927, em São Pedro do Estoril, pelo proprietário e diretor do jornal O Século, João Pereira da Rosa, e alimentada pelos donativos dos leitores do jornal, com o objetivo de proporcionar férias na praia a crianças desfavorecidas.

Anos mais tarde, quando os donativos escassearam, João Pereira da Rosa viu-se perante a necessidade de arranjar uma nova forma de financiamento da Colónia, razão pela qual criou a Feira Popular de Lisboa, cujas receitas passaram a servir esse propósito.

Foi depois do encerramento da Feira Popular que foi criada a Fundação O Século, uma inovação que conduziu à ampliação da sua obra social: agora apoia diariamente mais de 600 pessoas, uma parte delas fora das suas instalações, entre crianças, famílias e idosos.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa

 

Prémio Inclusão e Literacia Digital

Novembro 13, 2014 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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http://www.fct.pt/apoios/premios/literacia_digital/index.phtml.pt

15 regras para combater a obesidade infantil

Novembro 13, 2014 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do Sol de 10 de novembro de 2014.

Shutterstock

O pediatra dinamarquês Jens Christian Holm afirma ter encontrado a cura para a obesidade infantil. Tudo com base em apenas 20 regras muito simples, explica a BBC.

O médico ajudou 1900 pessoas. Em 70%, os pacientes conseguiram alcançar o peso desejado e mantê-lo. 

Com a obesidade a tornar-se num problema global fora de controlo, este projecto visa apenas mudar alguns hábitos das crianças de hoje em dia, de forma a torná-las mais saudáveis e mais activas.

Segundo Holm, o médico de família deverá realizar uma lista de 15 a 20 passos a seguir que deverão incluir estas tarefas:

1 – Não comer muesli ou iogurtes de fruta ao pequeno-almoço. Deve optar por aveia, pão integral, carne ou peixe;

2 – Não comer fast-food ou pão de forma ao almoço. Deverá optar por pão integral, carne, peixe e vegetais;

3 – As porções deverão ser servidas na cozinha, os tachos não devem ir para a mesa de jantar;

4 – As porções de alimentos à hora de jantar devem ser as seguintes: metade do prato com vegetais, um quarto com arroz integral, massa integral ou batatas, e um quarto com peixe ou carne com pouca gordura;

5 – Esperar 20 minutos antes de comer o que quer que seja depois de ter ingerido uma refeição;

6 – Sentir-se satisfeito depois de ingerir a refeição;

7 – Comer apenas duas peças de fruta por dia;

8 – Comer fast-food apenas uma vez por mês;

9 – Comer doces apenas uma vez por semana;

10 – Comer ‘snacks’ apenas uma vez por semana;

11 – Beber sumos, ice-tea, refrigerantes ou limonada apenas uma vez por semana – No total, só se pode ingerir meio-litro;

12 – Ir a pé para a escola ou fazer uma pequena caminhada diariamente;

13 – Colocar as crianças em actividades que implicam fazer algum exercício físico, como a dança ou a ginástica. Também é necessário fazer exercício físico depois da escola (passear o cão ou andar um bocadinho de bicicleta, por exemplo);

14 – As crianças só podem passar duas horas por dia à frente da televisão e/ou computador;

15 – Devem ter horas fixas para ir para a cama. E não se devem deitar tarde.
    

 

 

 


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