A transição para a vida pós-escolar nas Perturbações do Espetro do Autismo – Workshop

Novembro 6, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Esta ação de formação destina-se a docentes, familiares e outros técnicos envolvidos no acompanhamento de alunos com perturbação do espetro do autismo (PEA) que estejam a frequentar os últimos anos de escolaridade e estejam abrangidos por medidas educativas do regime de educação especial (Dec. Lei 3/ 2008).

Nesta fase da escolaridade, os alunos com PEA de diferentes graus de incidência, deverão ser preparados para uma meta global (a longo prazo) de inserção na comunidade, implicando um processo individual de mudança de ambientes, papéis e identidades.

O final da escolaridade corresponde à primeira de uma sequência alternada de processos de aprendizagem, de trabalho/ ocupação e de participação na vida ativa e na sociedade civil.

Os jovens com necessidades educativas especiais reclamam a vontade de participar numa vida ativa, em plena igualdade de direitos. O acompanhamento dos jovens nesta fase da vida implica que a equipa educativa tenha de “sair do espaço da sala de aula” para procurar experiências e objetivos na comunidade mais alargada, em constante articulação de objetivos pedagógicos e em diálogo com a família e com atores sociais que poderão enriquecer o projeto de vida do aluno

A presente ação de formação pretende por em perspetiva os objetivos de acompanhamento destes alunos nesta fase e salientar os aspetos que poderão garantir boas práticas na sua implementação. Pretende também fornecer estratégias e exemplos práticos de como podem as equipas educativas atualmente responsáveis por este processo contribuir para a continuação de uma inclusão plena dos jovens com perturbação do espectro do autismo na sua comunidade e na sociedade civil em geral.

 

 Programa

  1. Perturbação do Espetro do Autismo: o que há de novo?
  2. O professor, as medidas educativas (PEI, CEI e PIT) e a articulação de recursos e estratégias
  3. Estratégias para a promoção de competências académicas, sociais e funcionais
  4. Estudo de caso – planificação educativa conjunta de um caso hipotético

 

Destinatários

Docentes, familiares e outros técnicos envolvidos no acompanhamento de alunos com perturbação do espetro do autismo (PEA)

 

Formadora

Rita Soares – Psicóloga Clínica, formada pela Universidade de Lisboa, participou na conceção e coordenação de vários projetos de intervenção na área das perturbações do desenvolvimento de âmbito nacional e europeu, incluindo projetos de integração de Pessoas com PEA no mercado de trabalho aberto.

Além de colaborar com a equipa do CADIn, desenvolve atividade em vários agrupamentos especializados no atendimento educativo a alunos com PEA, no âmbito do Centro de Recursos para a Inclusão (CRI) da APPDA-Lisboa.

 

Próximas datas

22 de novembro de 2014 | 10h00 – 13h00

Auditório do CADIn Cascais – Estrada da Malveira, Edifício CADIn

 

Inscrições

Pelo e-mail | congressos@cadin.net

Custo | 25€

Nº mínimo de participantes | 10

Nº máximo de participantes | 20

http://www.cadin.net/

Birras e vómitos antes da escola podem ser sinal de bullying

Novembro 6, 2014 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 5 de novembro de 2014.

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Workshop Acolhimento Institucional de Menores – Intervir nas Famílias sem Piorar?

Novembro 6, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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sptf

Delegação do Norte da SPTF
WORKSHOP
“ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL DE MENORES – INTERVIR NAS FAMÍLIAS SEM PIORAR?”

29 de Novembro de 2014
9:30 – 12:30
14:30 – 17:30

Sócios SPTF – 10 €
Não sócios – 15 €

A retirada de menores das famílias e o seu acolhimento temporário ou prolongado em instituições justifica preocupações que se pretende sejam discutidas neste workshop. A emergência das situações de crise, a proteção devida aos menores e a intervenção do Estado através da saúde, da justiça e do serviço social podem induzir simplificações, que não vão permitir soluções que respeitem a complexidade dos valores, dos afetos e do desenvolvimento das pessoas envolvidas. A teoria dos sistemas é uma teoria da complexidade organizada. A Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar – Delegação Norte leva a cabo este workshop com o objetivo de abordar as práticas institucionais e profissionais numa leitura sistémica de casos trazidos pelos participantes.

Inscreva-se aqui até ao dia 24 de Novembro 2014
O workshop terá lugar nas instalações da Delegação do Norte SPTF, Rua Júlio Dinis, 748 – 5º andar – Sala 513
4050-321 PORTO
Para mais informações contacte o e-mail: info@sptfnorte.org ou os telefones 226007614 / 918392805.

https://www.facebook.com/pages/SPTF/224023041058164?sk=timeline

25 anos da Convenção Sobre os Direitos da Criança: O mundo é hoje um lugar melhor para as crianças? novo relatório da Unicef

Novembro 6, 2014 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança, Relatório | Deixe um comentário
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descarregar o relatório 25 Years of the Convention on the Rights of the Child: Is the World a better place for children?

No âmbito do 25º aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança (CDC) a 20 de Novembro, a UNICEF lançou a 26 de Setembro novos dados sobre tendências e vários artigos e coloca uma questão crucial: “O mundo é hoje um lugar melhor para as crianças?”

A resposta, que resulta da análise da UNICEF é inquestionável – “Sim!” Uma criança nascida em 2014 tem hoje muito maiores probabilidades de viver para além do seu quinto aniversário. As crianças têm hoje muito mais hipóteses de frequentar o ensino primário do que em 1989. O número de crianças entre os 5 e os 17 anos envolvidas em trabalho infantil baixou cerca de 1/3 desde 2000.

Mas a análise mostra também que os progressos passaram ao lado de milhões de crianças – particularmente das mais pobres, das que pertencem a minorias étnicas, das que vivem em zonas rurais, ou das que são portadoras de deficiência.

Milhões de crianças continuam a ser privadas de serviços essenciais que poderiam reduzir a sua vulnerabilidade a doenças e à subnutrição, proporcionar-lhes acesso a instalações de água e saneamento melhorados, e dar-lhes a oportunidade de obter uma educação de qualidade. Um número imenso de crianças continua a viver na pobreza extrema. As disparidades entre os agregados familiares de rendimento mais elevado e os de mais baixo rendimento também permanecem – as crianças das famílias mais pobres têm taxas consideravelmente mais altas de mortalidade infantil e de atrasos de crescimento do que os seus pares mais ricos.

“Os dados sobre tendências mostram que, ao nível global, uma criança nascida hoje tem mais probabilidades de sobreviver e se desenvolver do que há 25 anos. Mas também mostram que em todos os países e regiões do mundo muitas crianças continuam a ficar para trás,” afirmou Yoka Brandt, Directora Executiva Adjunta da UNICEF, num fórum sobre crianças organizado pelo Earth Institute da Universidade de Columbia. “Para cumprir a promessa da Convenção, temos de pensar e agir de forma diferente para pôr em prática os direitos de cada criança, especialmente das mais marginalizadas e às quais é mais difícil chegar.”

Os dados e os artigos mostram que os desafios que as crianças enfrentam hoje também mudaram.

Apesar de o número de conflitos armados no mundo ter diminuído desde 1991 (ano em que atingiu o número mais elevado de 52), o cariz desses conflitos mudou. As hostilidades prolongadas no interior dos países que afectam sobretudo a população civil, especialmente as crianças, são agora a norma. As crianças estão a suportar as consequências mais pesadas das alterações climáticas causadas pelo homem, e a pandemia da SIDA, relativamente desconhecida em 1989, afectou profundamente as crianças, deixando milhões órfãos e infectados com VIH. As tecnologias da informação também tiveram um efeito transformador nas crianças, permitindo-lhes comunicar para lá da sua comunidade próxima, mas veio também expô-las ao assédio e à exploração online.

Uma nota mais positiva, o panorama internacional para as crianças melhorou significativamente desde 1989, e a CDC foi instrumental nessa mudança. A Convenção tornou-se no tratado de direitos humanos mais rápida e amplamente adoptado de sempre e a sua ratificação quase universal mostra um acordo entre países.

“Há 25 anos atrás, a Convenção inspirou-nos a ambicionar e a construir um mundo mais justo para as crianças. O nosso desafio colectivo agora é chegar às crianças que ficaram para trás. A promessa – e o desafio – da CDC é a sua universalidade, é para todas as crianças,” disse Yoka Brandt.

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Os artigos são parte de uma série em curso encomendada pela UNICEF para incentivar o debate e o diálogo quando por todo o mundo se celebra o 25º aniversário da CDC. A série inclui artigos escritos por conceituados peritos em matéria de desenvolvimento e direitos da criança, que apontam caminhos concretos que podem ser seguidos para implementar cabalmente a Convenção. Está ainda prevista a publicação de outros artigos de diversas partes do mundo que irão estar disponíveis online no âmbito da celebração do dia 20 de Novembro, Dia Mundial da Criança, que assinala a adopção da Convenção pela Assembleia Geral da ONU em 1989.

 


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