Conferência Olhares sobre a Família

Setembro 29, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

olhares

Realiza-se nos dias 24 e 25 de outubro de 2014, na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa, a Conferência Olhares sobre a Família, organizada pelo Instituto de Ciências da Família, em colaboração com os Centros de Investigação da mesma Faculdade.

mais informações:

http://conferenciafamilia2014.wordpress.com/

Prevenção de Maus Tratos a Crianças – Infografia da OMS

Setembro 29, 2014 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

infographic-child-maltreatment-full

descarregar a infografia no link:

http://www.euro.who.int/en/health-topics/Life-stages/child-and-adolescent-health/data-and-statistics/infographic-prevent-child-maltreatment-download

 

I Colóquio Internacional Ler e Ser: Novos Olhares e Desafios

Setembro 28, 2014 às 5:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

ler2

mais informações:

http://site.ajudaris.org/i-coloquio-internacional-ler-e-ser-novos-olhares-e-desafios/

 

 

Curso de Mediação Familiar

Setembro 28, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

curso

mais informações aqui

Congresso Bullying

Setembro 27, 2014 às 4:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

congresso

mais informações aqui

Estamos a criar crianças gentis?

Setembro 27, 2014 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

texto do site http://uptolisbonkids.com de 16 de setembro de 2014.

Richard Weissbourd, um psicólogo de Harvard pós-graduado em educação, dirige o projeto  Making Caring Common, que visa reforçar as capacidades dos pais, escolas e membros da comunidade para desenvolver crianças bem formada e gentis, ou seja pretende ajudar-nos a ensinar os nossos filhos a preocuparem-se mais com o mundo e com as pessoas que os rodeiam.

Foi feito um inquérito a jovens, em que 80% dos mesmos referiam que os pais estavam mais preocupados com a sua realização ou felicidade do que com o facto de eles se preocuparem com terceiros. “Os meus pais ficam mais orgulhoso se eu tirar boas notas, do que se eu for um membro da comunidade solidária em sala de aula e/ou na escola.”

Weissbourd e a sua equipa desenvolveram algumas teorias sobre como criar os filhos de forma a se tornarem adultos atenciosos, respeitosos e responsáveis. Ver texto original 

Por que é que isso é importante?

Porque se queremos que os nossos filhos sejam pessoas éticas, temos que, criá-los dessa forma.

“As crianças não nascem simplesmente boas ou más e, nós, pais e sociedade, nunca devemos desistir deles. Eles precisam de adultos que irão ajudá-los a crescer solidários, a criar respeito e a sentirem-se responsáveis pela sua comunidade em todas as fases de sua infância ”

ficam aqui 5 principios, que de acordo com projeto  Making Caring Common, podemos e devemos ensinar aos nossos filhos para que se tornem adultos éticos e gentis.

 

1. Cuidar dos outros (é uma prioridade)

 

Por quê? Os pais tendem a priorizar a felicidade e realizações de seus filhos e a descurar a importância da gentileza e preocupação com os outros.

Como? Os pais reforçarem a ideia de que cuidar dos outros é uma prioridade é meio caminho andado para manter as expectativas éticas dos nossos filhos mais elevadas, tais como, honrar seus compromissos mesmo que isso não seja a sua vontade.

Dicas:

Em vez de dizer ao seu filho: o mais importante é seres feliz, diga, o mais importante é seres gentil.

Certifique-se de que seus filhos tratam sempre os outros com respeito, mesmo quando estão cansados, distraídos, ou mal-humorados.

 

2. Pôr em prática a gentileza e a gratitude

 

Porquê?

Nunca é tarde demais para se tornar uma boa pessoa, mas isso não vai acontecer do nada. As crianças precisam praticar cuidar dos outros e expressar gratidão por aqueles que cuidam deles. Precisam de contribuir para o bem-estar dos outros.

Como?

Aprender a ser solidário é como aprender a praticar um desporto ou um instrumento musical. A repetição diária – quer seja ajudando um amigo com os TPC, ou fazer voluntariado na escola, ajuda a desenvolver e aprimorar as capacidades de cuidar e ser gentil.

Dicas

Não recompense o seu filho para cada acto de simpatia, tal como pôr a mesa ou arrumar o quarto. Devemos esperar que os nossos filhos ajudem em casa, com os irmãos e com os vizinhos, e só premiar actos incomuns de bondade.

Converse com seu filho sobre os actos de gentileza que se vêm na televisão e sobre actos de justiça e injustiça que possam testemunhar ou ouvir falar nas notícias. Isso dar-lhe-á algum discernimento sobre o certo e o errado.

Faça da gratidão um ritual diário. Expressar gratidão pelo que temos e recebemos, e pelas pessoas que são gentis e que contribuem para o nosso bem-estar e felicidade.

 

3. Expandir o círculo de atenção do seu filho

 

Por quê? A maior parte das crianças preocupa-se apenas com um pequeno círculo de familiares e amigos. O nosso desafio é ajudar nossos filhos a aprender a olhar para as pessoas fora desse círculo, como o miúdo novo da sala, alguém que não fala sua língua ou até o contínuo da escola.

Como? As crianças têm de aprender a observar de perto, mas também de saber ver o quadro geral, e perceber como as suas atitudes poderão refletir-se na vida dos outros.

Uma situação de abandonar a equipa de futebol ou uma banda de música, pode repercutir e prejudicar vários membros da escola, ou de uma pequena comunidade.  Deverá sempre ter em atenção às suas atitudes perante membros de comunidades ou religiões diferentes.

Dicas

Certifique-se de que os seus filhos são simpáticos e gratos com as pessoas que os rodeiam, desde o motorista do autocarro ao empregado de mesa.

Incentive as crianças a ser simpáticas para os que são mais vulneráveis​​.

Use um artigo de jornal ou TV para incentivar seu filho a pensar sobre as dificuldades enfrentadas pelas crianças de outro país.

 

4. Seja um exemplo a seguir.

 

Por quê?

As crianças aprendem por observação. Repetem as ações dos adultos que respeitam.

Como?

Ser um modelo ético e moral significa que temos de praticar a honestidade, a justiça, e de cuidar de nós. Mas isso não significa que temos de ser perfeitos o tempo todo. Para os nossos filhos nos respeitarem e confiarem em nós, há que saber reconhecer os nossos erros e falhas.

Dicas:

Dê ao seu filho um dilema ético durante o jantar para o encaminhar nas suas escolhas. “Ex: Deve convidar o menino novo da sala para a sua festa de anos, embora os seus amigos do ano passado gozem com ele?”

 

5. Orientar as crianças na gestão de sentimentos/comportamentos de raiva e fúria

 

Por quê?

Muitas vezes, a capacidade de cuidar dos outros é dominado pela raiva, vergonha, inveja ou outros sentimentos negativos.

Como?

Ensinando às crianças que todos os sentimentos estão bem, mas algumas formas de lidar com eles não são úteis. As crianças precisam de nossa aprendizagem de ajuda para lidar com esses sentimentos de forma produtiva.

Dicas:

Aqui está uma maneira simples de ensinar os seus filhos a terem calma: ensine-lhes a parar, respirar fundo pelo nariz e expirar pela boca, e contar até cinco. Pratique quando o seu filho está calmo. Depois de um tempo ele vai começar a fazê-lo por conta própria através da habituação.

 

imagem de capa@mundolivrefm

Traduzido e adaptado por Up to Lisbon Kids, artigo original em washington post

 

 

Apresentação do livro “Onde está a avó?”

Setembro 26, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

convite

 

Estado Islâmico treina crianças para atentados suicidas, diz testemunha

Setembro 26, 2014 às 4:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

Notícia da Rádio Renascença de 25 de setembro de 2014.

DR

A informação surge na edição “online” do jornal inglês “The Telegraph” e parte de um residente da cidade de Raqqa

O Estado Islâmico opera campos de treino especiais para crianças e jovens com menos de 16 anos, onde lhes ensina a manusear armas, a matar e a torturar presos e a fazer atentados suicidas.

A informação surge na edição “online” do jornal inglês “The Telegraph” e parte de um residente da cidade de Raqqa, um activista que se identifica como Ibrahim al-Raqqawi e que é apoiante da oposição ao regime, mas opositor ao Estado Islâmico.

Raqqawi diz que se calcula que há cerca de 200 a 300 crianças no campo, que se apresenta como se fosse “uma espécie de associação de escuteiros”.

Alguns dos membros do campo são filhos de combatentes estrangeiros que viajaram para a Síria com as suas famílias, mas nalguns casos as crianças são levadas sem o consentimento dos pais, noutros é dito aos pais que os jovens apenas vão aprender sobre o Islão e ler o Alcorão.

Mas a realidade do que se passa no campo é bem diferente, insiste Raqqawi. Além de aprenderem a manusear material de guerra e instruídos segundo a doutrina extremista do grupo, as crianças recebem uma prova final antes de se “formarem”, sendo obrigadas a torturar ou a matar um preso do Estado Islâmico.

O testemunho de Al-Raqqawi não pode ser confirmada no terreno, uma vez que a cidade de Raqqa está nas mãos do Estado Islâmico, mas é sustentado por fotografias e vídeos, alguns postados por militantes do EI, de crianças com armas e em exercícios militares.

A notícia surge dias depois de os Estados Unidos e aliados árabes terem começado a atacar o Estado Islâmico com raides aéreos em Raqqa e noutros pontos. Na madrugada desta quinta-feira, pelo menos 14 militantes foram mortos em mais um bombardeamento, segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos.

 

 

 

 

25 das viagens mais perigosas para escola do mundo

Setembro 26, 2014 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

texto do site http://www.boredpanda.com de 2 de setembro de 2014.

by Julija K

To the delight (or dismay) of millions, the school season is beginning in many countries throughout the world. But it’s important not to forget that, in some parts of the world, school can be a hard-won luxury. Many children throughout the world have to take the most incredible and unimaginable routes in order to receive the education that some of us may take for granted. This list we collected will show you just how determined some children can be when it comes to getting an education.

According to UNESCO, progress in connecting children to schools has slowed down over the past five years. Areas that lack suitable school routes can often flood, making it even harder for kids to commute. Dangerous paths are one of the main reasons why many children decide to quit school.

The solution might seem easy: build roads and bridges, buy buses and hire a driver. However, the lack of funds and recurring natural disasters in many countries make it difficult to provide children with the solutions they so desperately need.

(h/t: amusingplanet)

5 Hour Journey Into The Mountains On A 1ft Wide Path To Probably The Most Remote School In The World, Gulu, China

5 Hour Journey Into The Mountains On A 1ft Wide Path To Probably The Most Remote School In The World, Gulu, China Sipa Press

Pupils Crossing A Damaged Suspension Bridge, Lebak, Indonesia

Pupils Crossing A Damaged Suspension Bridge, Lebak, Indonesia Reuters

Kids Flying 800m On A Steel Cable 400m Above The Rio Negro River, Colombia

Kids Flying 800m On A Steel Cable 400m Above The Rio Negro River, Colombia Christoph Otto

visualizar todas as fotografias aqui

Restrição de contracetivos não aumenta a natalidade

Setembro 26, 2014 às 11:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

Notícia da TVI24 de 23 de setembro de 2014.

Portugal é o segundo país que mais recorre à contraceção e um dos que têm a taxa de natalidade mais baixa na Europa

 Por: tvi24 / CF  

Especialistas em planeamento familiar alertaram esta terça-feira que a restrição do acesso à contraceção não aumenta a natalidade, dando o exemplo da Noruega, país do mundo que mais usa anticoncecionais e com uma das maiores taxas de natalidade da Europa.

A propósito do Dia Mundial da Contraceção, que se assinala na sexta-feira, a Associação Portuguesa para o Planeamento da Família (APF) e a Sociedade Portuguesa da Contraceção (SPC) lembram que a Noruega é o país do mundo onde se utiliza mais contraceção e um dos países europeus com maior taxa de natalidade.

Já Portugal é o segundo país que mais recorre à contraceção e um dos que têm a taxa de natalidade mais baixa na Europa.

A propósito dos valores «preocupantes» da natalidade em Portugal, a APF e SPC lembram que são múltiplos os fatores para as mulheres terem menos filhos ou decidirem tê-los mais tarde.

As duas organizações frisam que «o acesso à saúde sexual e reprodutiva é um direito fundamental do indivíduo» e avisam que «restrições no acesso à contraceção e ao aborto não conduzem ao aumento da natalidade mas sim ao risco de uma gravidez não desejada».

Todos os anos ocorrem no mundo 208 milhões de gravidezes e mais de 40% delas não são planeadas. Muitas dessas (33 milhões) acontecem por falha ou uso incorreto de contraceção.

As estimativas apontam ainda para que metade das gravidezes não desejadas termine em aborto.

«É a tua vida, é o teu futuro» é este ano, internacionalmente, o tema do Dia Mundial da Contraceção, que pretende promover os métodos anticoncecionais como essenciais para a saúde, «com a visão de que todas as gravidezes que ocorrem no mundo sejam desejadas», como conta a Lusa.

 

 

« Página anteriorPágina seguinte »


Entries e comentários feeds.