Bullying entre irmãos aumenta riscos de saúde

Setembro 19, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da Pais & Filhos de 9 de setembro de 2014.

o estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Sibling Bullying and Risk of Depression, Anxiety, and Self-Harm: A Prospective Cohort Study

pais & filhos

As crianças até aos 12 anos que são vítimas de “bullying” por parte de irmãos estão mais sujeitas a apresentarem problemas de saúde mental no início da idade adulta, defende um estudo britânico publicado na última edição da revista “Pediatrics”.

Os investigadores das universidades de Oxford, Warwick, Bristol e Londres estudaram 6900 casos de “bullying” na esfera familiar no início da adolescência e voltaram a analisar a saúde mental das vítimas aos 18 anos, comparando-a com uma amostra de jovens adultos sem historial de vitimização. E chegaram à conclusão de que aqueles apresentam o dobro das possibilidades de sofrerem de depressão, ansiedade e até episódios de auto-mutilação.

No artigo, os cientistas – que se dividem entre os campos da Política Social, Psicologia, Saúde Mental, investigação sobre suicídio e Neurologia – defendem a adoção precoce de medidas de deteção de “bullying” entre irmãos e de apoio às vítimas, de forma a precaver consequências futuras a nível mental.

 

 

 

 

Bebés retidos no hospital

Setembro 19, 2014 às 4:07 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Sol de 19 de setembro de 2014.

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267 crianças maltratadas em dois anos

Setembro 19, 2014 às 3:54 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Sol de 19 de setembro de 2014.

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267

Filminhos Infantis no Cineteatro Municipal João Mota – Sesimbra

Setembro 19, 2014 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Destinatários: maiores de 7 anos

Crianças (até 12 anos): 1,5€

Acompanhantes: 2,5€

Bilheteira de Sesimbra Rua João da Luz, n.º 5 – 2970-762 Sesimbra

Horário da bilheteira Inverno: quarta a domingo, das 16 às 20h

Verão (julho e agosto): quarta a domingo, das 17 às 21h

Reservas e informações: 21 223 40 34 / cineteatro@cm-sesimbra.PT

http://www.cm-sesimbra.pt/cineteatro/

Os lanches dos miúdos para o regresso às aulas

Setembro 19, 2014 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do Life & Style do Público de 15 de setembro de 2014.

Paulo Ricca

Por Inês Garcia

Depois das férias grandes com dias de praia compridos, refeições fora de horas e muitos gelados, chegou o dia de voltar à escola. O Life&Style falou com duas nutricionistas que dão dicas para criarmos menus inteligentes para os miúdos levarem para os intervalos.

Durante os meses de férias, a alimentação de miúdos e graúdos tende a sofrer várias alterações quer a nível de horários, quer ao nível dos próprios alimentos e isso pode ser um problema, caso não seja controlado. Há “extras” inevitáveis durante o Verão, como “bolas de Berlim ou geladinhos” e as refeições fora de casa normalmente significam “bife ou hambúrguer com batatas fritas e refrigerante para as crianças”, diz a nutricionista Mariana Abecasis.

“Os meses que mais convidam a actividades ao ar livre são precisamente aqueles em que as crianças com excesso de peso acumulam mais quilos. A generalidade das crianças pré-obesas e obesas tem o seu problema agravado no final do Verão”, explica Ana Ni Ribeiro, a nutricionista responsável pelo blogue A Nitricionista. A culpa, acrescenta, é do “acesso facilitado” a comidas e refrigerantes com excesso de açúcar.

Mas o regresso às aulas e à rotina ajuda a readaptação à alimentação mais regrada. “Pais e filhos voltam a ter horários fixos, voltam a estabelecer-se rotinas. Com alguma organização e planeamento é mais fácil para os pais garantirem uma alimentação mais saudável em casa e fora”, frisa Mariana Abecasis. “Os pais são, por excelência, os modelos dos seus filhos!”, concorda Ana Ni Ribeiro.

A refeição mais importante do dia continua a ser o pequeno-almoço. As duas especialistas dizem que este faz parte de “uma rotina básica” para qualquer criança. Não requer muito tempo, “ninguém morre à fome se saltar esta refeição” mas é essencial para a saúde física e psíquica da criança, além de desenvolver a atenção e as capacidades mentais ao longo do dia. Para o pequeno-almoço, Ana Ni Ribeiro faz uma lista de alimentos “obrigatórios”: pão ou cereais integrais com pouco sal e açúcares, um copo de leite ou derivados e fruta. Mariana Abecasis acrescenta a hipótese de batidos de fruta ou iogurte, “especialmente útil quando as crianças têm dificuldade em comer alimentos sólidos de manhã”.

Apesar de não haver alimentos proibidos, há uns mais indicados que outros que devem ser consumidos diariamente – caso das frutas, legumes, lacticínios, cereais e carne ou peixe pouco gordos –, enquanto há outros que devem ficar apenas para dias de festa – bolachas, biscoitos, bolos, fast food, fritos e snacks ricos em gordura e açúcar.

O que levar na lancheira?

No regresso às aulas, uma das maiores preocupações dos pais é a alimentação que os filhos vão fazer na escola, longe dos seus olhos protectores. Enviar uma lancheira de casa é a opção de muitos, mas é preciso atenção com o que lá se coloca.

Os lanches a meio da manhã e da tarde são complementos essenciais “para atingir as quantidades recomendadas de todos os nutrientes”, refere Mariana Abecasis, salientando que “estas pequenas refeições ajudam a uma melhor utilização dos nutrientes e da energia pelo organismo evitando a falta de concentração ou quebras no desempenho físico e intelectual”.

Até porque, caso as crianças saltem refeições, há consequências: “Hipoglicemia, mal-estar, má disposição geral, cefaleias, impaciência, agressividade e diminuição da capacidade de respostas e de reflexos”, enumera Ana Ni Ribeiro.

Para isso não acontecer, Ana Ribeiro recomenda que para a merenda da manhã, a lancheira deve ter “20 a 30 gramas de frutos secos – nozes, avelãs, amendoins, etc. –, um iogurte ou um pacotinho de leite”. Já para a merenda da tarde, que não pode falhar, o “ideal” será “um pão pequeno, que pode ter uma colher de compota de fruta e leite ou derivados”.

Mariana Abecasis também deixa algumas propostas práticas e saudáveis para levar na mala, como “pacotes de leite (não achocolatados ou achocolatados com menor quantidade de açúcar), peças de fruta, purés de fruta, pão com fiambre ou queijo magro, bolachas de milho ou arroz, pacotinhos individualizados de bolacha maria ou bolacha de água e sal e triângulos de queijo ou queijinhos individualizados”.

 

 

 

 

Seminário de Formação Avançada – Crianças e jovens em conflito com a lei

Setembro 19, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações aqui

Campanha Solidária recolhe mais de 260 mil unidades de material escolar

Setembro 19, 2014 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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obrigado

A Campanha Nacional de Recolha de Material Escolar, promovida pela ONGD portuguesa Karingana Wa Karingana, em parceria com o Instituto de Apoio à Criança, a Cáritas e o Continente na vertente de responsabilidade social, que decorreu nos dias 6 e 7 de Setembro, ultrapassou todas as expectativas, angariando um total de 264.441unidades de material escolar, doado por cerca de 50 000 generosas contribuições.

Subordinada ao lema “É capaz de lhes dizer que não?” esta foi a primeira campanha organizada pela Karingana Wa Karingana em território nacional que teve como objetivo ajudar famílias carenciadas, identificadas pela Cáritas, entidade responsável pela distribuição do material recolhido em todo o país.

 Este foi o momento certo para realizar a primeira Campanha da Karingana Wa Karingana dirigida exclusivamente para Portugal, que contou com a colaboração de mais de 500 voluntários a nível nacional, tendo como Embaixadora Manuela Ramalho Eanes, presidente do Instituto de Apoio à Criança.

OBRIGADO! Agradecemos a todos os que participaram nesta onda de solidariedade que representa um apoio fundamental para os agregados familiares com maiores dificuldades financeiras, num período tão importante como o início do ano letivo.

Cartaz

Press Release

 

 

Cómo detectar que tu hijo sufre ‘bullying’ en el colegio

Setembro 19, 2014 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://www.que.es/ de 9 de setembro de 2014.

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Foto: Imagen de un niño siendo víctima de ‘bullying’. | Gtres

 

El acoso escolar o ‘bullying’ es un tema que suscita gran preocupación entre las personas que lo sufren y sus familiares. Identificando una serie de síntomas, los padres pueden darse cuenta si su hijo es víctima de acoso tanto en el colegio como en las redes sociales.

Este martes da comienzo el nuevo curso escolar en la mayoría de Comunidades Autónomas y, con esto, el temor de muchos niños víctimas de abuso escolar a volver a las aulas. El acoso escolar o ‘bullying’ está presente en uno de cada cuatro niños españoles, según recoge un informe elaborado por Cisneros X. Aunque en la mayoría de los casos los menores intentan ocultarlo, existen una serie de síntomas que ayudan a los padres a intuirlo.

Normalmente, las personas que lo sufren son las que resultan más débiles y vulnerables a los demás. Es decir, aquellas personas con baja autoestima, que demustran menos habilidades físicas y sociales, o que tienen algo diferente, como por ejemplo llevar gafas.

Enrique Pérez-Carillo de la Cueva, presidente de la Asociación Española para la Prevención del Acoso Escolar, explica que “los primeros casos de acoso comienzan a darse generalmente a los cinco o seis años, cuando los niños ya tienen cierta capacidad verbal para hacerlo y de ignorar a otros compañeros”.

Cómo detectar el bullying

Lo habitual es que un niño que sufre acoso escolar o ciberacoso lo oculte por miedo o vergüenza a reconocerlo. Por ello, existen una serie de síntomas que pueden alertar a padres y profesores sobre si un menor está sufriendo esta situación.

Perez-Carillo asegura que “las señales de alerta son similares en todos casos, pero cuando se detecta, el acoso ya lleva un tiempo presente”.

Diana Díaz, psicóloga y subdirectora del teléfono de atención de la Fundación ANAR, enumera los síntomas más habituales: “El ‘bullying’ lo identificamos principalmente con un cambio brusco e importante en su estado de ánimo, actitud y conducta, además se pueden dar casos de depresión, llantos sin aparente motivo, estrategias para no ir a clase, falta de material, menos relaciones con otros niños… También puede darse una sintomatología psicosomática, es decir, que el niño presente insomnio, vómitos, dolores…”. Díaz apunta que esto debe ser “una alarma” para los padres.

Pero ahora hay que añadir al acoso en las aulas el acoso en la red. Pérez-Carrillo asegura que las redes sociales se han convertido en “una caja de resonancia”, es decir, el acoso en clase se complementa con el ‘ciberbullying’. “Internet ha hecho que esta práctica se lleve a cabo con mayor facilidad, sobre todo, porque puede ser anónimo”, añade.

Los padres tiene que supervisar lo que su hijo haga con el ordenador. Tanto para conocer si es víctima de ‘ciberbullying’ o, si por el contrario, es autor de humillaciones y vejaciones a otros compañeros. “Es necesario que se advierta a los niños del riesgo en las redes sociales y, si sus hijos están siendo acosados, guardar los contenidos en los que se pruebe que hay acoso”, señala Diana Díaz. “Y es que si el menor acosador tiene más de 14 años debe denunciarse porque existe responsabilidad penal“.

Cómo deben actuar los padres y el centro

“Una vez detectado, los padres deben trabajar el autoestima del niño, además de hablar con los profesores para conocer cómo es la situación de su hijo en clase y con el resto de compañeros”, señala la psicóloga. Si por parte del profesor no se obtienen soluciones, “se puede acudir directamente al jefe de estudios del centro o a la dirección”, añade. El AMPA también es una solución, ya que se presenta el problema al resto de padres.

Por su parte, el colegio debe activar una serie de protocolos para investigar lo que está pasando, además de vigilar a los presuntos implicados y los espacios donde puedan ocurrir los hechos.

“La obligación del centro es hacer que el niño pueda acudir a clase con normalidad y darle la sensación de que la situación se va a solucionar. Y es que si se va a otro centro sin haberlo tratado, es posible que vuelva a sucederle lo mismo”, alerta Diana Díaz.

Secuelas en el futuro

Que un niño sea víctima de acoso escolar puede tener consecuencias en su etapa adulta si no lo detiene a tiempo. Pérez-Carillo comenta que “aquellas personas que no solucionaron su acoso, sufren con mayor facilidad depresión, baja autoestima y ansiedad, entre otras cosas”.

Pero si se detecta a tiempo y se adoptan todos los mecanismos para parar la situación (por parte del colegio y los padres) “el menor no tiene por qué tener secuelas en el futuro”, apunta la psicóloga de ANAR.

Cómo prevenirlo

El mensaje que intentan lanzar es claro: En cuanto un padre percibe que su hijo está siendo acosado debe actuarse porque es dañino tanto a corto como largo plazo. También se hace mucho incapié en la situación de los “espectadores”. Estos son aquellos niños que se posicionan de un lado u otro. Generalmente de parte del agresor y principalmente por miedo a ser la próxima víctima.

Por ello, “es importante que el resto de compañeros se identifiquen con la víctima, que lo estigmaticen, que sepan cómo pedir ayuda y que lo apoyen”, señalan desde ANAR.

Con el inicio del curso, la Policía Nacional reinicia sus conferencias para prevenir, detectar y solucionar episodios de violencia, delincuencia y protección de víctimas en los centros educativos. Una iniciativa que intenta concienciar a los más pequeños de la gravedad del asunto, algo que ha llevado a muchos jóvenes a pensar en el suicidio como solución, y sobre la necesidad de no tener presente el tema únicamente cuando concluyen con un trágico final.

 

 

 


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