Curso Intensivo em Intervenção com Crianças e Jovens em Risco

Setembro 18, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

curso

mais informações aqui

Concerto para crianças – A Arte da Música de Câmara l 5ª edição

Setembro 18, 2014 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

13290896-STANDARD

Festival Cantabile 19.09.2014, 17h00 Goethe-Institut | Lisboa Entrada livre. Os bilhetes devem ser levantados no Goethe-Institut. 218 824 510

Solistas do Festival Cantabile Emmanuel Zoon (violino) Noémi Zoon (piano) Wolfgang Amadeus Mozart Sonata n.º 16 em Dó Maior, KV 545

Johann Sebastian Bach Prelúdio da Partita n.º 3 para violino solo, BWV 1006

Christoph Willibald Gluck Melodia (Andante con moto) “Reihe der seligen Geister”

Ludwig van Beethoven Romance em Mi Maior para violino e piano

Produção: Goethe-Institut

 

 

Apesar dos progressos significativos em matéria de sobrevivência infantil, 1 milhão de crianças morrem no primeiro dia de vida, maioritariamente de causas evitáveis

Setembro 18, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, Relatório | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Comunicado de imprensa da Unicef de 16 de setembro de 2014.

unicef

 

Análise indica falhas do sistema de saúde durante momentos-chave em torno da altura  do nascimento como um dos principais factores que contribui estas mortes desnecessárias

NOVA IORQUE/LISBOA, 16 de Setembro de 2014 – As taxas de sobrevivência infantil melhoraram substancialmente desde 1990 até agora, período em que o número absoluto de mortes de crianças menores de cinco anos diminuiu para metade – de 12.7 milhões para 6.3 milhões, segundo um relatório da UNICEF lançado hoje.

O relatório de progresso de 2014 ‘Compromisso pela Sobrevivência Infantil – Um Promessa Renovada’ (‘Committing to Child Survival: A Promise Renewed’) diz que os primeiros 28 dias de vida de um recém-nascido são os mais vulneráveis, e que quase 2.8 milhões de bebés morrem anualmente durante este período; e acrescenta que um milhão de recém-nascidos morre no primeiro dia de vida.

Muitas destas mortes poderiam ser facilmente evitadas com intervenções simples, eficazes e de baixo custo antes, durante e imediatamente após o nascimento.

Os estudos apontam para a existência de falhas no sistema de saúde durante o tempo crítico que rodeia o parto como um factor muito significativo para estas mortes desnecessárias. E mostram também que existem variações consideráveis – de país para país e entre ricos e pobres – na no recurso e na qualidade dos serviços de saúde disponíveis para mulheres grávidas e para os seus bebés.

As principais conclusões deste estudo incluem:

  •  Cerca de metade de todas as mulheres não recebem o mínimo recomendado de quatro consultas pré-natais durante a gravidez.
  •  As complicações durante o trabalho de parto e parto são responsáveis por cerca de 1/4 de todas as mortes neonatais no mundo. Em 2012, 1 em cada 3 bebés (aproximadamente 44 milhões) vieram ao mundo sem apoio médico adequado.
  •  Os dados indicam que o início da amamentação durante a primeira hora após o nascimento diminui o risco de morte neonatal em 44%, mas menos de metade de todos os recém-nascidos no mundo colhe os benefícios da amamentação imediata.
  •  A falta de cuidados de qualidade é muito grande mesmo para as mães e bebés que recorrem ao sistema de saúde. Um estudo da UNICEF levado a cabo em 10 países com taxas de mortalidade elevadas, revela que menos de 10% dos bebés cujo parto foi assistido por uma parteira qualificada continuaram a beneficiar das sete intervenções pós-natais necessárias, nomeadamente da iniciação precoce à amamentação. De igual modo, menos de 10% das mães que consultaram um profissional de saúde durante a gravidez receberam o conjunto de oito intervenções pré-natais recomendadas.
  • Os países com número de mortes neonatais mais elevados têm também uma baixa cobertura de cuidados pós-natais para mães – Etiópia (84.000 mortes, 7% de cobertura); Bangladesh (77.000; 27%); Nigéria (262.000; 38%); Quénia (40.000; 42%).
  •  Os bebés cujas mães têm menos de 20 anos ou mais de 40 na altura do nascimento têm taxas de mortalidade mais elevadas.

O relatório mostra ainda que o nível de educação e a idade da mãe têm um impacto significativo na probabilidade de sobrevivência do seu bebé. As taxas de mortalidade neonatais em mulheres com pouca ou nenhuma educação são quase o dobro da que se verifica em mães que frequentaram o ensino secundário ou superior.

“Os dados mostram claramente que as hipóteses de sobrevivência de um bebé aumentam drasticamente quando a mãe tem acesso sustentado a cuidados de saúde de qualidade durante a gravidez e o parto,” afirmou Geeta Rao Gupta, Directora Executiva Adjunta da UNICEF. “Temos de garantir que estes serviços, onde existam, sejam plenamente utilizados e que cada contacto entre a mãe e o profissional de saúde que a assiste seja relevante. Devem também ser tomadas medidas especiais para abranger os mais vulneráveis.”

As desigualdades, particularmente no acesso aos cuidados de saúde, continuam a ser muito pronunciadas nos países menos desenvolvidos: as mulheres dos agregados familiares mais ricos têm três vezes mais probabilidades do que as mais pobres de terem um parto assistido por um profissional de saúde qualificado. No entanto, o relatório sugere que as discrepâncias relativas à mortalidade de crianças menores de cinco anos estão a diminuir de forma gradual. Em todas as regiões, com excepção da África subsariana, a mortalidade de menores de cinco anos nos grupos mais pobres da sociedade está a diminuir mais rapidamente do que nos mais ricos. De realçar que, ao nível dos países, os ganhos absolutos em matéria de sobrevivência infantil são maiores nas camadas mais pobres do que nas mais abastadas.

“É muito animador ver que as desigualdades na sobrevivência infantil estão a diminuir,” disse Geeta Rao Gupta. “Temos de aproveitar esta dinâmica e usá-la para impulsionar programas que centrem recursos nos agregados familiares mais pobres e marginalizados; uma estratégia que pode salvar o maior número de crianças.”

###

Nota aos Editores:

‘Uma Promessa Renovada’ é um movimento global que tem como objectivo promover a estratégia ‘Todas as Mulheres Todas as Crianças’ (‘Every Woman Every Child’) – lançada pelo Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, destinada a mobilizar e intensificar a acção global para melhorar a saúde das mulheres e das crianças em todo o mundo, através da acção e sensibilização com vista a acelerar a diminuição das mortes maternas, neonatais e infantis.

O movimento emergiu do ‘Apelo à Acção pela Sobrevivência Infantil’ (‘Child Survival Call to Action’), um fórum ao mais alto nível convocado em Junho de 2012 pelos Governos da Etiópia, da Índia e dos Estados Unidos, em colaboração com a UNICEF, a fim de analisar novas formas para estimular os progressos em matéria de sobrevivência infantil. Baseia-se na convicção de que a sobrevivência infantil é uma responsabilidade partilhada e que todos – governos, sociedade civil, sector privado e indivíduos – têm uma contribuição vital a fazer.

Desde Junho de 2012, 178 governos e muitas organizações da sociedade civil, do sector privado e indivíduos assinaram um compromisso de redobrar os seus esforços, e estão a transformar esses compromissos em acção e instrumentos de sensibilização. Mais informação sobre ‘Uma Promessa Renovada’ disponível em: www.apromiserenewed.org

Acerca do relatório de progresso de 2014 ‘Compromisso pela Sobrevivência Infantil – Um Promessa Renovada’:

O relatório deste ano incide sobre a sobrevivência neonatal. Este relatório apresenta não apenas níveis e tendências na mortalidade de crianças menores de cinco anos e neonatal desde 1990, como também proporciona análises sobre intervenções-chave para mães e recém-nascidos.

Siga-nos no Twitter, Facebook, Instagram e G+.

###

Acerca da UNICEF:

A UNICEF promove os direitos e bem-estar de todas as crianças, em tudo o que fazemos. Juntamente com os nossos parceiros, trabalhamos em 190 países e territórios para traduzir este nosso compromisso em acções concretas, centrando especialmente os nossos esforços em chegar às crianças mais vulneráveis e marginalizadas, para o benefício de todas as crianças, em qualquer parte do mundo. Para saber mais, visite http://www.unicef.pt

Para mais informação, é favor contactar:

– Vera Lança, UNICEF Portugal, Tel: +351 21 317 75 00, vlanca@unicef.pt

– Carmen Serejo, UNICEF Portugal, Tel: +351 21 317 75 00, cserejo@unicef.pt

 

 

Rede de Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família: Relatório de Atividades 2013/14

Setembro 18, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

A Mediação Escolar exerce a sua função a partir dos vários GAAF existentes nas diversas escolas que estabeleceram protocolo com o Instituto de Apoio à Criança (IAC). Esta promove e supervisiona um trabalho de equipa concretizado a partir dos técnicos dos GAAF, elementos fundamentais para a implementação, dinamização e organização de forma continuada, de todas as atividades. Todos os instrumentos, diretrizes e materiais científicos são preparados em equipa e utilizados por toda a rede.

Os GAAF surgiram com a principal diretriz de intervir a um nível direto junto das crianças, famílias e comunidade escolar onde foi dado acesso à sua implementação, propondo uma intervenção adequada nas problemáticas assinaladas.

Assim, os objetivos dos GAAF consistem em contribuir para o crescimento harmonioso e global das crianças e jovens, promovendo um ambiente mais humanizado e facilitador da integração social, bem como constituir-se como um observatório da vida na escola, detetando as problemáticas que afetam os alunos, as famílias e a comunidade escolar, propondo-se refletir sobre as mesmas de modo a planear a intervenção que melhor se adeque.

RELATÓRIO 2013/14

gaaf

Lara e Rô-Zé – Teatro Infantil

Setembro 18, 2014 às 11:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: ,

10592720_535623679897323_6438337599756384779_n

mais informações:

http://ticketline.sapo.pt/evento/lara-e-ro-ze

https://www.facebook.com/entrecenascultura/timeline

É necessário apoiar as famílias vulneráveis para diminuir a dependência de cuidados institucionais, diz a UNICEF

Setembro 18, 2014 às 10:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

Comunicado de imprensa da Unicef de 10 de setembro de 2014.

unicef

NOVA IORQUE/LISBOA, 10 de Setembro de 2014

Pelo menos 1.4 milhões de crianças em 26 países na Europa Central e de Leste e na Ásia Central estão a crescer separadas dos seus pais biológicos, muitas vezes em ambientes institucionais que podem afectar o seu desenvolvimento. Apoiar as famílias em risco de separação pode diminuir a necessidade de cuidados institucionais e promover o direito que todas as crianças têm de ser criadas num ambiente familiar acolhedor.

“Os cuidados no ambiente familiar são a melhor opção para as crianças – e a sua institucionalização é a alternativa menos desejável,” disse Anthony Lake, Director Executivo da UNICEF, durante um debate numa sessão paralela organizada em conjunto com a Bulgária por ocasião da sessão de Setembro do Conselho de Administração da UNICEF. “Quando colocamos crianças em ambientes onde são acarinhadas e apoiadas, fazemos mais do que dar-lhes um lar seguro; estamos a colocá-las no caminho certo para que desenvolvam todo o seu potencial e se tornem membros activos das suas sociedades.”

Os cuidados institucionais podem afectar o desenvolvimento físico, intelectual e emocional das crianças, e há estudos que mostram que a relação custo/eficácia de serviços de cariz familiar e comunitário é melhor a longo prazo. Um estudo da UNICEF de 2010 realizado na Arménia, por exemplo, concluiu que colocar uma criança durante um ano numa instituição custa em média 3.800 dólares em apoios estatais, comparativamente com 2.800 dólares em famílias de acolhimento, e muito menos se a criança viver com a sua família.

Na CEE/CIS:

  •  O número de crianças em instituições está a diminuir, mas cerca de metade dos 1.4 milhões de crianças na região estão a crescer afastados dos seus pais biológicos em instituições de grandes dimensões.
  •  Nove em cada dez crianças institucionalizadas têm um ou ambos os progenitores vivos.
  •  Em alguns países, as crianças com deficiência representam 60% do total de crianças em instituições, devido à falta de cuidados de saúde especializados e de uma educação inclusiva nas suas comunidades.
  •  As crianças de grupos étnicos minoritários, filhas de pais solteiros e outros grupos vulneráveis representam também uma parcela muito elevada nas instituições.
  •  As crianças mais pequenas têm entre 3 a 6 vezes mais probabilidades de serem abandonadas ou enviadas para cuidados formais numa fase crucial do seu desenvolvimento físico, mental e emocional.

 

Muitos países na Europa Central e de Leste e na Ásia Central estão a fazer progressos significativos na reforma dos cuidados para crianças. Nos últimos anos, uma mudança estratégica das políticas que privilegiavam a institucionalização de crianças para um maior apoio a famílias vulneráveis ajudou a evitar separações familiares desnecessárias.

“Na Bulgária, as reformas em curso nos cuidados para crianças estão a ajudar a manter mais famílias juntas,” afirmou Sephan Tafrov, Representante Permanente da Bulgária junto das Nações Unidas e Vice-Presidente do Conselho de Administração da UNICEF, que presidiu ao debate. “Precisamos de tirar ilações e prosseguir na senda destes progressos, reforçando ao apoio aos pais e adoptando uma abordagem mais holística e flexível que reflicta as necessidades de cada família em concreto.”

Actualmente há menos crianças menores de três anos institucionalizadas, e a percentagem de crianças em internatos para bebés também diminuiu. Há hoje mais crianças desta faixa etária em cuidados alternativos de tipo familiar baseados na comunidade ou em famílias de acolhimento, concluiu Sephan Tafrov.

A UNICEF trabalha com parceiros governamentais para apoiar as reformas dos cuidados infantis com um enfoque especial nas crianças e famílias mais vulneráveis, nomeadamente em matéria de legislação e políticas, serviços de saúde, de educação e sociais de qualidade.

Siga-nos no Twitter, Facebook, Instagram e G+.

###

Acerca da UNICEF:

A UNICEF promove os direitos e bem-estar de todas as crianças, em tudo o que fazemos. Juntamente com os nossos parceiros, trabalhamos em 190 países e territórios para traduzir este nosso compromisso em acções concretas, centrando especialmente os nossos esforços em chegar às crianças mais vulneráveis e marginalizadas, para o benefício de todas as crianças, em qualquer parte do mundo. Para saber mais, visite http://www.unicef.pt

Para mais informação, é favor contactar:

– Vera Lança, UNICEF Portugal, Tel: +351 21 317 75 00, vlanca@unicef.pt

– Carmen Serejo, UNICEF Portugal, Tel: +351 21 317 75 00, cserejo@unicef.pt

 

 

Literacia no Mundo 2014 – Infografia

Setembro 18, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

literacy

ver o a infografia completa no link:

http://ebookfriendly.com/literacy-in-the-world-2014-infographic/


Entries e comentários feeds.