Selo de Segurança Digital nas Escolas

Setembro 11, 2014 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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notícia do site http://www.seguranet.pt de 26 de agosto de 2014.

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O projeto europeu eSafety Label (Selo de Segurança Digital) (http://www.esafetylabel.eu/) é uma iniciativa dirigida às escolas de países europeus que visa garantir maior segurança digital na comunidade educativa.

As escolas poderão propor-se à obtenção de um Selo de Segurança Digital, o que lhes dará a possibilidade de ficarem de posse de um plano de ação específico com vista à melhoria da sua atuação no que se refere à Segurança Digital.

Este projeto ajuda e apoia as escolas a antecipar e a lidar com incidentes relacionados com a segurança na Internet. Registe a sua Escola em: http://www.esafetylabel.eu/

Para mais qualquer esclarecimento ou apoio contacte-nos: seguranet@dge.mec.pt

 

 

A pé para a escola… em segurança! – Conferência

Setembro 11, 2014 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações aqui

Entrada livre mediante inscrição para: equipa.acessibilidade@cm-lisboa.pt
facebook | tel.: 213 501 362

 

O seu filho não dorme? Dê-lhe rotina, organização e paciência

Setembro 11, 2014 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do Life & Style do Público de 8 de agosto de 2014.

mafalda melo

Por Cláudia Bancaleiro

Uma cama. Pai e mãe nas pontas e no meio o filho. Outra família. Um pai sozinho e no quarto ao lado a mãe, agarrada à filha que só adormece ao fim de duas longas horas. Um casal que acorda sete vezes por noite para acalmar o seu bebé. É esta a realidade de muitos pais e de filhos que não dormem. Filipa Sommerfeldt Fernandes, especialista em ritmos de sono, diz que nem tudo está perdido. É tudo uma “questão de educação e de organização”.

Filipa Fernandes tem 33 anos e um filho pequeno. Foi por ele não dormir bem que decidiu estudar o sono das crianças. “Queria respostas e soluções diferentes daquelas que encontrava nos livros”, conta ao Life&Style. O seu filho em nada era diferente dos filhos das mulheres que seriam suas clientes mais tarde. “Depois dos cinco meses e de o ter ensinado, ele passou a dormir melhor. Hoje em dia [e já há bastante tempo] ele dorme 11 horas seguidas de noite e uma sesta à tarde”.

E como foi possível chegar aqui? A terapeuta do sono tem um método para resolver estes problemas e acabar com as noites mal dormidas e explica-o no livro “10 Dias para Ensinar o seu Filho a Dormir” (Esfera dos Livros), lançado em Julho, e diariamente na página Sleepy Time no Facebook.

Primeiro é preciso explicar que “não há uma idade mais problemática” quando se fala em problemas de sono nos bebés e crianças. Podem começar aos três meses e acompanhar a criança até à idade pré-escolar. “Os pais vão acreditando que se trata de diferentes ‘fases’. Primeiro esperam que o sono venha depois de passar as cólicas, depois quando se introduzir a alimentação ‘sólida’, depois é a fase dos dentes, depois ficam esperançados quando a criança entra na escola ou começa a andar… e vão passando de fase em fase, esperando que, de um momento para o outro, o filho comece a dormir”, explica Filipa Fernandes.

Quando os pais chegam à consulta com a terapeuta do sono, a sua principal preocupação é o facto de o filho não descansar o suficiente. Com apenas alguns meses, há bebés que dormem sestas de apenas 30 minutos, despertam várias vezes por noite, só acalmam ao ser amamentados, conta Filipa Fernandes. No caso dos mais velhos, as “noites são uma batalha” e a hora de deitar pode arrastar-se por duas horas. Há ainda os pais que trocam a sua cama com a do filho.

Os casos mais complicados estão geralmente relacionados com a “logística” e a “ritmos circadianos alterados” de bebés. No primeiro caso, há dificuldades em “tentar adequar rotinas e horários de uma criança quando a família tem horários muito complicados”. No segundo, quando os “bebés muito pequenos só adormecem pelas duas horas da manhã”, por exemplo.

A especialista em ritmos de sono diz que “quase nunca há um problema fisiológico com a criança que a impeça de dormir”. E mesmo quando a justificação para as perturbações de sono passam por questões físicas, as crianças aprenderam a dormir quando lhes foi organizado melhor o dia”. “Normalmente as questões emocionais, relacionais, educacionais são as culpadas nas perturbações do sono”, sintetiza.

Tendo em conta que as crianças até aos 2 anos têm ciclos de sono de 45 minutos – ou seja, passam grande parte do tempo a dormir um sono “leve” –, fica aberto o caminho para despertares que podem ser constantes e para alguns erros dos pais para que os filhos voltem a adormecer. “O que acontece mais frequentemente é que os pais adormecem os filhos usando o colo, a maminha, o biberão, o toque e o bebé adormece numa determinada situação. Depois, é colocado na sua cama já a dormir. Passado um ciclo de sono o bebé acorda, olha em volta e percebe que não tem com ele o ‘acessório’. E o que faz? Chora e chama porque precisa de ajuda para readormecer”.

Até voltar a dormir, as crianças têm os seus “truques” para adiar o regresso à cama, principalmente as que têm entre dois e quatro anos. “Quem tem filhos destas idades sabe que quando não querem ir para a cama podem ‘precisar’ de fazer chichi sete vezes, beber água, ouvir várias histórias, querer saber o significado da vida… É perfeitamente normal e natural que tentem manter os pais junto deles”, sublinha Filipa Fernandes.

“Rotina só é má nos filmes”

Os horários de alguns pais podem ser a simples razão para uma criança não dormir bem. Estabelecer uma rotina pode ser a resposta para os pais que dizem estar a enlouquecer por não dormirem. “A rotina só é má nos filmes. A rotina é importantíssima para todas as pessoas e em todas as idades. No caso das crianças é essencial”, reforça Filipa Fernandes.

Dada a excitação constante dos bebés e crianças que todos os dias aprendem algo novo, é importante que “percebam que a determinada hora comem, a determinada hora o pai chega, a determinada hora vão para a cama”. “Trata-se de previsibilidade e isso deixa-nos mais descansados e menos ansiosos com o que vem a seguir. As rotinas devem ser relaxantes e agradáveis. E têm de ir sendo adequadas à idade e à personalidade da criança”, argumenta a profissional.

Adepta de uma aprendizagem e independência progressiva da criança perante os pais na questão do sono, Filipa Fernandes realça aos pais que “não é suposto viver à beira da loucura” e que é possível descansar. “É tudo uma questão de educação e de organização. Não é difícil, não é preciso coragem… É preciso determinação, consistência, paciência e amor. E vale muito a pena!”.

 

 

Education at a Glance 2014 – Novo Relatório da OCDE

Setembro 11, 2014 às 12:15 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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glance

descarregar o relatório no link:

http://www.oecd.org/edu/eag.htm

This annual publication is the authoritative source for accurate and relevant information on the state of education around the world.

Featuring more than 150 charts, 300 tables, and over 100 000 figures, it provides data on the structure, finances, and performance of education systems in the OECD’s 34 member countries, as well as a number of partner countries.

It results from a long-standing, collaborative effort between OECD governments, the experts and institutions working within the framework of the OECD Indicators of Education Systems (INES) programme and the OECD Secretariat.

What’s new in the 2014 edition?

  • New indicators on private institutions, on what it takes to become a teacher, and on the availability of, and participation in, professional development activities for teachers.
  • Data from the 2012 Survey of Adult Skills, on attainment, employment, intergenerational education mobility, earnings, and social outcomes related to skills proficiency.
  • Data from the 2013 OECD Teaching and Learning International Survey (TALIS) and the 2012 OECD Programme for International Student Assessment (PISA) in several indicators.
  • Analysis of the impact of the recent economic crisis on the interplay among educational attainment, employment, earnings and public finance.
  • More in-depth information related to upper secondary completion rates and the types and use of student loans.
  • For the first time, data from Colombia and Latvia.

Portugal é um dos países da OCDE onde a percentagem de jovens que não estudam nem trabalham mais tem crescido

Setembro 11, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 9 de setembro de 2014.

 

publico

Samuel Silva

Quase 17% da população até aos 29 anos não tem qualquer actividade. Diplomados portugueses estão entre os mais afectados pelo desemprego, aponta relatório Education at a Glance, que este ano dá particular atenção às consequências da crise económica.

O número de jovens que não estudam nem trabalham não tem parado de crescer. Os chamados “nem-nem” representam já quase 17% da população nacional entre os 15 e os 29 anos, segundo o estudo anual da OCDE sobre o sector da Educação, que foi apresentado nesta terça-feira. Portugal é mesmo um dos países onde esta realidade mais se acentuou. O Education at a Glance 2014 dá particular atenção às consequências da crise económica sobre a educação e o emprego dos jovens.

Em menos de uma década, os jovens que não estudam nem trabalham passaram a valer mais quase quatro pontos percentuais na sua faixa etária. Em 2005, os “nem-nem” representavam 12,9% da população 15 aos 29 anos, um número que cresceu 0,6 pontos nos cinco anos seguintes. Em 2012, o ano em que se baseiam os indicadores reunidos pela OCDE neste relatório, estes jovens valiam já 16,6%. Destes, 11,8% estão desempregados – a maioria (7,7%) encontra-se nesta situação há mais de seis meses –, enquanto os restantes estão inactivos.

Fruto destes resultados, Portugal é o décimo país do mundo com maior percentagem de jovens até aos 29 anos que estão inactivos. A tabela é liderada pela Turquia (29,2%), ao passo que a Holanda tem o melhor resultado (6,71%). Contrariamente ao que aconteceu em Portugal, a crise económica mundial fez aumentar o número de jovens no sistema de ensino. Entre 2008 e 2012, a proporção de população entre os 15 e os 29 anos que já não se encontrava a estudar diminuiu de 41 para 36%. As dificuldades de acesso ao mercado de trabalho tornaram o custo de oportunidade de uma formação mais apetecível, fazendo com que muitos jovens tenham optado por se manter no sistema de ensino.

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Por isso, entre 2011 e 2012, a média de “nem-nem” nos países da OCDE diminuiu 0,5 pontos percentuais, fixando-se agora em 15%. Portugal está quase dois pontos acima da média e é o terceiro país onde esta proporção mais cresceu no último ano analisado pelo relatório: 1,4 pontos percentuais. Apenas Itália (1,5) e Espanha (1,4) registam uma evolução semelhante.

Este “Olhar sobre a Educação” que a OCDE lança anualmente sobre os sistemas de ensino de 44 países – os seus 34 membros, aos quais se juntam países de grande dimensão que estão fora da organização como Brasil, China, Índia, Rússia, Arábia Saudita e África do Sul – presta este ano particular atenção aos efeitos da crise económica. Para isso, foram desenvolvidos novos indicadores, que avaliam, por exemplo, a ligação entre os níveis de educação e emprego e o nível de escolaridade e a mobilidade social.

Neste retrato, Portugal está quase sempre entre os países onde a crise teve um mais forte impacto sobre o sector da educação e o acesso dos jovens ao mercado de trabalho. O desemprego atinge 10,5% dos diplomados nacionais, ao passo que a média da OCDE se fica pelos 5%. Só há outros dois países analisados em que esta taxa chega aos dois dígitos e ambos partilham com Portugal a localização geográfica e a exposição à crise financeira e às medidas de austeridade: a Grécia, onde a taxa de desemprego dos diplomados ultrapassa os 15%, e Espanha (12,4%).

Apesar destas dificuldades, o ensino superior continua a ser uma mais-valia para os portugueses no acesso ao mercado de trabalho. Os diplomados têm uma taxa de desemprego que é 5,5 pontos mais baixa do que a de quem tem menos do que o ensino secundário e os seus salários são mais altos 70% do que os colegas com menor formação.

Outro indicador revelador dos impactos da austeridade sobre o sistema de educação e formação nacional é o do financiamento do Estado ao sector. Portugal destina 3,66% do seu PIB à Educação, ficando abaixo da média da OCDE (3,85%). O país aparece também entre aqueles onde o investimento público mais caiu entre 2009 e 2011: cerca de 5%.

A análise feita pelo Education at a Glace deste ano mostra bem como o início da crise marca o ponto de inflexão do investimento em Educação. Entre 2008 e 2009, o financiamento público do sector estava a crescer 13 pontos acima do valor de referência. Nos três anos seguintes, inverteu a tendência e ficou oito pontos abaixo do limiar médio. Em situação semelhante encontram-se países como a Irlanda, a Espanha e a Itália.

Em consequência disto, a parcela de financiamento no sistema de ensino que é assegurado por privados – algo que se manifesta apenas no ensino superior – aumentou 24 pontos percentuais entre 2000 e 2011, fixando-se agora em 31,44%. A retracção do papel do Estado nas universidades e politécnicos em Portugal é apenas ultrapassada pela que se verificou no Reino Unido (onde os privados representam 37,5% dos gastos). Ambos os países são destacados no relatório pelo facto de terem aumentado “substancialmente” o valor das propinas cobradas nas instituições de ensino superior, o que releva outra das tendências identificadas no relatório: o aumento da percentagem de investimento assumida por particulares deve-se sobretudo às despesas suportadas pelas famílias dos alunos.

Uma geração “desligada”

O contínuo crescimento da camada da população jovem que não está a estudar nem a trabalhar está a criar uma geração “desligada” e com “falta de perspectivas em relação ao futuro”, dizem sociólogos contactados pelo PÚBLICO. Os números divulgados pelo relatório Education at a Glance da OCDE não são uma novidade para os especialistas, mas os 17% de jovens inactivos entre os 15 e os 29 anos que são apontados no documento permitem perceber a dimensão de um problema que é “preocupante”.

A socióloga do trabalho da Universidade do Minho (UM) Ana Paula Marques relaciona dois dos principais indicadores apontados pelo estudo internacional tornado público esta terça-feira. O aumento do número de jovens que não estudam nem trabalham está ligado ao nível extraordinariamente alto de diplomados que estão no desemprego em Portugal, considera a especialista. A situação tem contornos “preocupantes” e está a assumir uma dimensão “importante”.

“Este é um fenómeno novo em Portugal e tem vindo a registar-se a partir de 2010, o que talvez não seja acaso”, avalia Ana Paula Marques, lembrando que as dificuldades de inserção dos licenciados no mercado de trabalho estão associados à crise económica. Esta realidade está a criar as condições para que a chamada geração “nem-nem” seja também uma geração “desligada” da sociedade. “Não é só a falta de emprego. Estes jovens também perdem a ligação com a cidadania e a sua integração, com todas as consequências que isso tem”, alerta a especialista.

“Quanto mais tempo passarem nesta situação, mais complicada ficará a situação destes jovens”, concorda Carlos Manuel Gonçalves, sociólogo da Universidade do Porto (UP), que, entre outros estudos, coordenou “Licenciados, Precaridade e Família”, editado em 2010. Dos 16,6% de jovens inactivos, 7,7% estão no desemprego há mais de seis meses. Este desemprego de longa duração, associado à falta de inserção no sistema de educação e formação “está a criar um grupo de pessoas não qualificadas”, aponta o professor da UP.

Para o investigador, o crescimento dos jovens que não estudam nem trabalham tem uma explicação “conjuntural”, associada à crise económica, que está a dificultar o acesso dos jovens europeus ao mercado de trabalho. Portugal “não é caso único”, sublinha. Todavia, o sociólogo do Porto acrescenta a esta uma outra explicação de carácter estrutural: “Há uma desafeição de muitos jovens em relação à escola e à formação”, considera, atribuindo esta circunstância à “falta de expectativas relativamente ao futuro”.

Ana Paula Marques concorda com esta ideia de “ausência de futuro”, que condiciona as possibilidades de acção no presente. Esta dimensão coloca mesmo dificuldades ao sucesso das políticas públicas de formação e inserção do mercado de trabalho. Ainda assim, os dois especialistas dizem ser importante reforçar essas apostas, de modo a manter os jovens inactivos mais próximos do emprego ou do sistema de educação. “Não podemos deixar este vazio tomar espaço”, avisa a socióloga do trabalho da UM.

 

 

 

Desenhos de uma criança podem determinar a sua inteligência

Setembro 11, 2014 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto do site http://www.chiadomagazine.com de setembro de 2014.

Mais informações e o estudo indicado no texto na notícia original Children’s drawings indicate later intelligence

chiado magazine

Um estudo feito pelo King’s College London mostra-nos que existe uma relação muito próxima entre o nível de detalhes de um desenho de uma criança e a sua inteligência, conclusão atingida depois de analisar mais de 7700 pares de gémeos (idênticos e não idênticos) de quatro anos.

Durante a análise, os cientistas pediram que as crianças desenhassem alguém da idade delas. Depois disso verificavam o nível de detalhe do desenho. Quantos mais características tinha o retrato (cabelo, roupa, olhos, braços, dedos) mais pontos eram atribuídos.

Depois disso, os pares de gémeos passavam por um teste muito simples de habilidades cognitivas. Aquelas que faziam os desenhos mais detalhados tiraram sempre as notas mais altas em testes verbais e não verbais, que procuravam testar a sua inteligência.

Dez anos depois, quando as crianças completavam 14 anos, eram chamados novamente para testes. Novamente, aqueles que fizeram os desenhos mais detalhados com apenas quatro anos, tiveram melhores resultados em provas de análise cognitiva. Ou seja, os detalhes do desenho de uma criança são uma forma de supor a sua inteligência a longo prazo.

Além disso, os pesquisadores concluíram que os desenhos de gémeos idênticos tinham mais parecenças do que os desenhos de gémeos dizigóticos. Sugerindo por isso, que a maior similaridade genética também tem um papel na semelhança de percepção do mundo.

 


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