7 Dicas para navegares em segurança na Web

Agosto 15, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site http://kids.pplware.sapo.pt de 5 de agosto de 2014.

Criado por Marisa Pinto

Navegar na Internet é uma das tarefas que mais gostamos de fazer, pois temos acesso a diversos conteúdos, informações, vídeos, jogos, músicas, etc…

Mas devemos navegar com segurança pois existem muitos perigos por aí escondidos…

Assim, deixamos-te algumas dicas para navegar em segurança, criadas pela ESET, líder mundial em proteção proativa contra malware.

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Regras essenciais para a segurança online de pais e filhos

1 – Fique atento e monitorize a ligação do seu filho à Internet: defina uma palavra-chave para o seu computador para evitar o livre acesso ao mesmo e permita que as crianças apenas naveguem na web durante os momentos em que tiver oportunidade de ir verificando periodicamente as suas actividades online. Defina regras claras sobre o uso dos computadores.

2 – Fale com os seus filhos sobre a privacidade na Internet: nunca devem fornecer os dados pessoais e outras informações como a escola onde andam e locais que costumam frequentar, na Web e em que redes sociais.

3 – Tenha cuidado com a webcam: pode ser facilmente ligada à distância por utilizadores mal intencionados. Desligue ou desactive este equipamento quando não a estiver a usar. O malware pode aceder à sua webcam, sem o seu conhecimento. Se os filhos querem usar a webcam, certifique-se de que está por perto e que a conversa apenas está a ser mantida com amigos ou conhecidos da família.

4 – Todos os browsers de Internet armazenam um histórico de navegação que deverá ser analisado de forma periódica pelos pais. Se por algum motivo verificar que o histórico foi apagado é uma boa oportunidade para ter uma conversa com o seu filho, tentando apurar os motivos que o levaram a fazê-lo.

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5 – Se no Facebook, a criança partilhar o mural com ‘Todos’ ou ‘Amigos de Amigos’ perde-se o controlo sobre quem tem acesso aos dados do menor. O mesmo acontece com o uso de aplicações duvidosas no Facebook. Estas podem levar a que o seu filho partilhe os dados com o mundo inteiro.

6 – As informações que foram colocadas na Internet não desaparecem, na realidade. Não presuma que, quando excluir uma foto, ou até mesmo a conta de utilizador na rede social, os dados são imediatamente apagados. As fotos e informações podem já ter sido guardadas no computador de outras pessoas. Além disso, tudo fica armazenado no servidor. Repare neste bom exercício para verificar a veracidade desta informação: se eliminar a sua conta, por exemplo, no Hi5 ou Facebook e posteriormente a voltar a reactivar, vai encontrar tudo aquilo que pensava ter sido eliminado. As crianças e os pais devem pensar duas vezes sobre as imagens e informações que colocam na Internet.

7 – Ter uma solução de segurança antivírus instalada no computador e mantê-la actualizada é essencial. Existem soluções (como por exemplo o ESET Smart Security) que possuem diversas funcionalidades como Controlo Parental e vários filtros baseados na idade do utilizador. Para além disso bloqueia sites que podem conter material potencialmente ofensivo. Os pais podem ainda bloquear o acesso até vinte categorias diferentes de websites.

 

 

Tribunais avisados de que centros educativos já não têm lugar para mais jovens condenados

Agosto 15, 2014 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 13 de agosto de 2014.

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Pedro Sales Dias

Direcção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais começou a informar os tribunais de que não há vagas. Dois menores condenados aguardam em casa. Sistema com 200 vagas tem 230 jovens internados.

Os faxes começaram a chegar na semana passada aos tribunais. Davam conta de que os centros educativos, destinados a receber jovens condenados, atingiram o limite. A ordem interna que já imperava no sistema tutelar educativo e que o PÚBLICO noticiara há duas semanas entra assim em prática.

A Direcção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) enviou o aviso a alguns tribunais de família e menores que tinham pedido a indicação de vaga para internar jovens recentemente condenados. E há pelo menos dois casos de menores que aguardam em casa. Quando houver vaga, serão avisados. E só então irão cumprir a medida tutelar educativa decidida em julgamento. Não há qualquer previsão de quando isso acontecerá, já que só será possível quando se verificar o fim do internamento de um jovem que saia para dar lugar a outro que esteja à espera.

A excepção vai para os menores que sejam condenados a regime fechado, a mais severa medida prevista. E para os casos urgentes, que implicam uma medida cautelar de guarda, o equivalente à prisão preventiva decretada a adultos. Para esses casos, existem lugares reservados, mas poucos.

Há anos que o sistema se debate com uma ginástica diária para conseguir aceitar os menores que vão sendo enviados pelos tribunais, mas isso já não é suficiente. O limite máximo de lotação foi atingido. Para cerca de 200 vagas existentes nos sete centros, existem 230 jovens internados.

“Não é possível, neste momento, disponibilizar vaga para o jovem em centro educativo devido à situação actual de sobrelotação da rede de centros educativos. Esta direcção-geral confronta-se na actualidade, com problemas de sobrelotação”, referem os faxes enviados pela DGRSP aos tribunais de família e menores do Porto, Sintra e Lisboa, a que o PÚBLICO teve acesso.

Questionada pelo PÚBLICO, através do Ministério da Justiça, a mesma direcção-geral garantiu porém que “dispõe de vagas para dar cumprimento a medidas de internamento” e que “ao dia de hoje não existem jovens que aguardem em casa a existência de vaga”. Os documentos a que o PÚBLICO teve acesso indicam que pelo menos dois menores estão em casa à espera. De novo questionado, o ministério remeteu esclarecimentos para hoje.

A situação foi também confirmada ao PÚBLICO pela procuradora Maria do Carmo Peralta, coordenadora da Comissão Fiscalizadora dos Centros Educativos, que funciona junto da Assembleia da República. “Confirma-se a situação, que é preocupante. Há muito tempo que existem estes constrangimentos, mas agora a situação tornou-se realmente mais grave”, admitiu a magistrada. Aquela comissão vai fiscalizar os centros educativos em Setembro, como ocorre todos os anos. Só então irá avaliar os efeitos da sobrelotação.

A DGRSP admite “alguns condicionalismos” e assume que “informou alguns tribunais relativamente às jovens que não se tinham apresentado voluntariamente no Centro Educativo de Santa Clara”, em Vila do Conde. Para dar início à execução da medida de internamento, indicaria outro centro. Nos faxes, todavia, afirmam que tal ficará, no futuro, “condicionado à existência de vaga”.

A situação, agravada pelo encerramento no mês passado do Centro Educativo de Santa Clara, que, só por si, representava 48 vagas, está a gerar preocupação em alguns sectores da justiça. Os procuradores dizem mesmo que é a própria justiça de menores que está a ruir.

“Vemos isso com bastante preocupação. De nada vale o juiz que tem o processo em mãos tomar a decisão de internar o menor pelos crimes cometidos. Essa decisão não vale nada se não for depois aplicada. Está em causa a justiça de menores e o que se passa é realmente preocupante. O objectivo é a reeducação, que assim passa a não existir”, disse ao PÚBLICO o presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, Rui Cardoso. O responsável alerta para “o perigo de, não havendo possibilidade de internar os jovens, os mesmos poderem voltar a cometer crimes”. Rui Cardoso espera que venham a ser tomadas “medidas com urgência”. Neste contexto, “falha tudo”, aponta.

A DGRSP garante que “dará sempre resposta a todas as situações que careçam de imediata solução”, mas não explica como. Assegura que reabrirá com a “maior brevidade possível” o centro educativo de Vila do Conde, fechado após a União de Meridianos de Portugal (UMP), que o geria, ter comunicado a suspensão da sua actividade. O Estado só poderá pagar o que deve à UMP desde o início do ano se o Tribunal de Contas vier a autorizar.

A Volta ao Mundo em 80 Dias no Museu Nacional de História Natural e da Ciência pela bYfurcação teatro

Agosto 15, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Pai encontra forma criativa de incentivar a filha trocar o fast food da escola por lanches saudáveis

Agosto 15, 2014 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Site ou blogue recomendado, Vídeos | Deixe um comentário
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texto do site http://www.hypeness.com.br

lunchbox

lunchboxdad.com

Por redação Hypeness

Beaun Coffron, mais conhecido como “o pai da lancheira”, é um trabalhador de São Francisco (Estados Unidos) que encontrou um modo criativo de incentivar a filha, Abby, a dispensar os lanches gordurosos do colégio e optar pelo lanche caseiro e saudável.

Sabe aquela história de “coma com os olhos?”. Funciona muito com as crianças. Assim, os almoços ganham vida com o toque mágico de Coffron. Ele usa personagens de desenhos, livros e filmes para fazer com que qualquer mero almoço torne-se uma experiência altamente divertida.

Desde que o nosso chef gourmet começou a fazer os almoços, segundo ele, muita coisa mudou. Por um lado, ele se tornou uma celebridade na internet. Por outro, e muito mais importante, Coffron afirma que se aproximou ainda mais de Abby. “Não apenas por eu começar a prestar mais atenção ao que ela estava assistindo e jogando, mas também por me tornar capaz de falar mais sobre seus interesses”, disse  o pai.

Em seu site, Coffron ensina a fazer a montagem e ainda faz análise de produtos para criança. É excelente e vale a visita.

As fotos são do Lunchbox Dad.

 

 

 

 


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