XIII Palavras Andarilhas – Festival de Narração

Agosto 11, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A População jovem em Portugal diminuiu em quase meio milhão de pessoas – Destaque do INE

Agosto 11, 2014 às 1:45 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Destaque do INE de 11 de agosto de 2014.

destaque

Resumo
Na última década, o número de jovens entre os 15 e os 29 anos reduziu-se em quase meio milhão em Portugal. Entre 2001 e 2011, em 302 dos 308 municípios portugueses, diminuiu o número de jovens.
Jovens têm um peso significativo na emigração: em 2012 estima-se em cerca de 26 mil, o número de jovens emigrantes permanentes (50% do total) e em cerca de 27 mil os jovens emigrantes temporários (39%).
Os jovens casam cada vez mais tarde e aumentou o número de jovens que permanecem a residir com os pais. Em 2011, 68,3% dos jovens residia com pelo menos um dos pais e 21,5% tinha constituído a sua própria família enquanto casal.
Os níveis de qualificação têm aumentado entre a população jovem: a percentagem de jovens, entre os 15 e os 29 anos, com curso superior passou de 8,3% em 2001 para 14,9% em 2011. Apesar disso ainda se verifica um elevado número de situações de abandono precoce de educação e formação, que atingia, em 2013, 18,9% dos jovens, entre os 18 e os 24 anos.
Cerca de 98% dos jovens utilizam computador e internet e 80% conhece pelo menos uma língua estrangeira.
Entre 2011 e 2013, em média cerca de 55% dos jovens dos 15 aos 29 anos estavam no mercado de trabalho (40,6% empregados e 14,4% desempregados). A taxa de desemprego dos jovens foi de 26,3%em média nesse período, quase o dobro da taxa de desemprego total.
Os jovens dos 15 aos 29 anos têm rendimentos do trabalho inferiores à média nacional e essa diferença tem aumentado.

link do resumo aqui

documento Dia Internacional da Juventude 12 de agosto

Portugal perdeu quase meio milhão de jovens na última década

Agosto 11, 2014 às 1:20 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo do Público de 11 de agosto de 2014.

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Público

População até aos 30 anos representa um terço dos desempregados e metade dos emigrantes permanentes do país, revela INE na véspera do Dia Internacional da Juventude.

A proporção de jovens na população nacional nunca foi tão pequena desde que há estatísticas. Os habitantes entre os 15 e os 29 anos valem apenas 17% do total do país, fruto da perda de quase meio milhão de pessoas desta faixa etária ao longo da última década. Os dados são divulgados esta segunda-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), fazendo parte de um retrato feito com base em estatísticas oficiais e outros indicadores, na véspera do Dia Internacional da Juventude. Esta geração representa cerca de um terço dos desempregados e metade dos emigrantes permanentes.

Em 2011, residiam em Portugal 1 milhão e 800 mil jovens, menos quase meio milhão do que em 2011. Este número equivale a uma decréscimo de 21,4% desta população, que nunca esteve tão pouco representada na pirâmide etária nacional. Se, em 1960, as pessoas entre os 15 e os 29 anos eram 23,9% dos residentes – um número que se manteve praticamente estável até 2001 –, hoje valem apenas 17,1%, menos de um quinto da população.

“A diminuição do número de jovens é um dos indicadores do fenómeno do envelhecimento que atinge a população portuguesa e reflete a redução continuada do número de nascimentos verificada em Portugal”, sublinha o INE na publicação divulgada esta segunda-feira no seu portal da internet.

Entre 2001 e 2011, este fenómeno foi transversal a todo o país. Só em seis concelhos o número de jovens aumentou neste período: Santa Cruz (Madeira), Montijo, Albufeira, Mafra, Ribeira Grande e Lagos.

Antecipando o Dia Internacional da Juventude, que se assinala esta terça-feira, o INE divulgou um documento em que agrega indicadores referentes à população entre os 15 e os 29 anos, tendo por base os Censos de 2011 e outras estatísticas publicadas ao longo dos últimos anos. Os números mostram um peso significativo dos jovens entre o contingente de desempregados e de emigrantes do país.

Segundo o INE, em 2012 emigraram 53 mil jovens de Portugal. Destes, cerca de 26 mil fizeram-no de forma permanente, o que representa metade do total de emigrantes permanentes do país. A relevância dos jovens neste contingente de migrantes aumentou 14,5 pontos percentuais face ao ano anterior. No mesmo período houve ainda 27 mil jovens que emigraram de forma temporária (39% do total nacional).

Esta geração representa 32% dos desempregados em Portugal. Na população empregada, a participação deste grupo etário é bastante mais reduzida, representando apenas 15,5% do total. Assim, a taxa de desemprego dos jovens dos 15 aos 29 anos é de 26,3%, quase o dobro da taxa de desemprego total (14,8%).

Jovens ganham cada vez menos Ainda no mercado de trabalho, o INE mostra como os jovens ganham cada vez menos em comparação com outros grupos etários, quando trabalham por conta de outrem. O rendimento salarial médio mensal líquido da actividade principal dos jovens trabalhadores foi, em média, entre 2011 e 2013, inferior em 23,2% ao da generalidade dos trabalhadores por conta de outrem. Enquanto a população com menos de 30 anos ganha 622 euros, os colegas mais velhos recebem 810. “Esta diferença tem vindo a agravar-se sucessivamente desde 2002”, sublinha o relatório do INE. Há uma década, a diferença salarial média era de apenas 13,5%.

As dificuldades de acesso ao mercado de trabalho e as desigualdades para aqueles que conseguem ter emprego contribuem, em parte, para outra realidade sublinhada pelas estatísticas oficiais: um quarto da população entre os 16 e os 24 anos encontra-se em risco de pobreza. De acordo com o INE, cerca de 25,6% dos jovens desta faixa etária residia em agregados familiares com um rendimento abaixo da linha de pobreza.

O retrato dos jovens traçado pelo INE destaca outros indicadores para esta geração, como um aumento dos níveis de qualificação — a percentagem de jovens com curso superior passou de 8,3%, em 2001, para 14,9%, em 2011 —, de utilização do computador e Internet (98%) e de conhecimentos em línguas estrangeiras (80% conhece pelo menos um outro idioma além do português).

Os jovens também casam cada vez mais tarde e aumentou o número dos que vivem com os pais até aos 30 anos: em 2011, 68,3% residia com pelo menos um dos pais, ao passo que 21,5% tinha constituído a sua própria família.

consultar mais gráficos

 

 

Entrevista vídeo com a Relatora Especial das Nações Unidas sobre venda de crianças, prostituição infantil e pornografia infantil – Maud de Boer-Buquicchio

Agosto 11, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Texto do site do Council of Europe de 5 de agosto de 2014.

maud

Mrs Maud de Boer-Buquicchio, former Deputy Secretary General of the Council of Europe, has recently been appointed to serve as UN Special Rapporteur on the sale of children, child prostitution and child pornography. After ending her mandate at the Council of Europe, Mrs de Boer-Buquicchio was elected President of the INGO Missing Children Europe. Her recent appointment as UN Special Rapporteur on the sale of children, child prostitution and child pornography began in May 2014, and she came to the Council of Europe to give an interview on her role and experience in safeguarding children’s rights.

Link to CoE portal item here

View the Journal interview:

http://bit.ly/1tAUy2q

 

Projecto põe jovens de centros educativos do país a trabalhar com fotografia

Agosto 11, 2014 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 29 de julho de 2014.

Paulo Ricca Arquivo

Lusa

O projecto “Integrar pela Arte – Este espaço que habito” vai percorrer vários centros educativos do país, até ao próximo ano, para colocar jovens em internamento em contacto com fotografia.

A iniciativa abrange um público-alvo total de mais de 200 pessoas e tem por objectivo “contrariar aquilo que é a fotografia imediata, rápida e [os jovens] acabam por fazer o processo completamente oposto”, explicou a produtora Tânia Araújo.

“Trata-se de um processo totalmente participativo, uma vez que cada um destes jovens terá de construir a sua própria câmara fotográfica – uma câmara estenopeica. Depois de construída a máquina, os jovens vão analisar os mapas da cidade onde se encontram e escolher os locais que gostariam de visitar”, esclareceram os responsáveis do projecto, que já se realizou em dois centros educativos de Lisboa e se encontra agora no Porto, seguindo depois para Coimbra e Guarda.

Feito esse estudo, os participantes vão “fotografar os espaços e criar um diário onde expressam o que pensam sobre as imagens captadas, que, no final, serão expostas nas diferentes cidades”.

Tânia Araújo disse que o projecto dá continuidade a um trabalho feito pelo Movimento de Expressão Fotográfica desde 2007 e procurou dar resposta à falta de actividades, em particular dos jovens que se encontram em regime fechado, ou seja, que não podem sair do centro, salvo em certas excepções.

“Não há muitas actividades nos centros educativos para eles poderem fazer”, afirmou a produtora do projecto, realçando que, por vezes, alguns dos envolvidos chegam a dizer que os formadores estão “a gozar com eles” e questionam: “Como é que é possível, através de uma cartolina que eles montam, poderem fazer uma fotografia?”

Tânia Araújo resume numa frase aquilo que é o trabalho do projecto “Este espaço que habito”: “Estamos a dar-lhes liberdade durante um momento”.

No caso dos jovens em regime semiaberto a liberdade é literal, uma vez que podem sair durante as actividades do projecto, que, fora

 

https://www.facebook.com/EsteEspacoQueHabito

http://integrarpelaarte.wordpress.com/

 

 

 

 

 


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