APAV lança microsite para divulgar o Programa de Prevenção 4D

Julho 29, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site da APAV

A APAV acaba de lançar um microsite com o objetivo de divulgar o Programa 4D. Este é um programa de prevenção universal, para implementação nas escolas e que visa prevenir o envolvimento dos jovens em comportamentos de risco através da promoção de relacionamentos saudáveis.

São quatro os temas centrais deste programa: violência no namoro e entre pares; comportamentos sexuais de risco; consumo e abuso de substâncias; questões de género.

O 4D é a tradução e adaptação autorizada do The Fourth R, um programa desenvolvido e testado pelo Centre for Prevention Science (Canadá). A APAV é atualmente a detentora dos direitos de distribuição da versão portuguesa.

O microsite está disponível no endereço:

www.apav.pt/4d

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Boletim do IAC n.º 112

Julho 29, 2014 às 1:30 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Boletim do IAC n.º 112 aqui

Cantinas escolares voltam a abrir no verão

Julho 29, 2014 às 12:30 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 28 de julho de 2014.

por Lusa

As férias de verão deixaram de ser um período em que as cantinas escolares fecham as portas, tendo muitas câmaras a preocupação de as manter abertas para possibilitar às crianças mais carenciadas pelo menos uma refeição por dia.

De acordo com dados recolhidos pela agência Lusa junto das autarquias, um pouco por todo o país há cantinas abertas durante a interrupção letiva, ainda que, em muitos casos, o objetivo não seja apenas dar uma resposta social, mas também fornecer refeições às crianças que participam em atividades de férias.

A Câmara de Lisboa, por exemplo, à exceção de agosto, mantém em funcionamento 89 refeitórios escolares, onde estão a decorrer as atividades das Componentes de Apoio à Família (CAF), com mais de cinco mil crianças.

A medida não visa dar resposta exclusivamente a alunos carenciados, mas a todos os que queiram usufruir deste serviço. Contudo, a autarquia continua a assumir os encargos com as refeições dos alunos com carências socioeconómicas.

Em Odivelas, a autarquia tem abertos 19 refeitórios escolares para servir crianças em Atividades de Tempos Livres (ATL) e em Atividades de Animação e Apoio à Família, enquanto em Loures são quatro as escolas que vão manter abertas as cantinas no verão.

No concelho de Mafra, os refeitórios estão abertos para todas as crianças e jovens, incluindo os carenciados.

Todas os inscritos nos programas de ocupação de tempos livres poderão usufruir do serviço. As famílias podem ter uma comparticipação total ou parcial sobre o valor de inscrição, desde que comprovada a carência socioeconómica.

Em Torres Vedras, a Câmara, as juntas de freguesia e algumas associações organizam atividades de ocupação do tempo de férias das crianças e jovens. Nalgumas existe uma redução do preço para alunos carenciados, como, por exemplo, no programa “Tempo de Férias”, que tem tido uma adesão de mais de 200 crianças e jovens por semana. Desta forma, têm acesso a uma refeição equilibrada e a atividades lúdico-pedagógicas.

Também em Alenquer, no âmbito dos programas de Férias Divertidas, é disponibilizado às famílias mais carenciadas um pacote de atividades com refeições incluídas a preços relativamente baixos e que, a partir da próxima interrupção, passarão a ser gratuitas para famílias em situação de dificuldade económica.

No distrito de Setúbal, no período de férias funcionam, no concelho do Barreiro, quatro refeitórios, nas escolas de Telha Nova, Cidade, n.º 6 e Lavradio n.º 1, que garantem um total de 40 refeições.

No Montijo estão a funcionar 12 refeitórios das escolas básicas e mais um de uma escola integrada. A Câmara está preparada para fornecer 4.500 refeições em julho. Já em Palmela estão abertos três refeitórios durante este mês, onde almoçam 28 crianças referenciadas pelos agrupamentos.

No caso de Sesimbra, as 22 escolas do concelho vão manter os refeitórios abertos durante o mês de julho, disponibilizando refeições a cerca de 250 alunos. Em agosto, os refeitórios fecham as portas para descanso do pessoal, mas a autarquia fará a entrega de 300 cabazes com alimentos e outros bens a cerca de 150 famílias mais carenciadas.

No distrito de Santarém, o município de Almeirim vai assegurar almoço aos alunos mais carenciados até 29 de agosto. As refeições serão servidas nos refeitórios das escolas dos Charcos, de Cortiçóis e de Fazendas de Almeirim.

Mais a Norte, no distrito de Porto também há câmaras que optaram por apenas encerrar durante o mês de agosto.

No concelho do Porto as cantinas escolares fecham as portas a 31 de julho e reabrem a 01 de setembro. Para obter os almoços no âmbito do apoio social, as famílias só têm de inscrever os seus filhos, mas apenas um universo relativamente reduzido recorre a este auxílio.

Em Matosinhos, estão a funcionar até 31 de julho e depois a partir de 01 de setembro e até ao início das aulas 20 refeitórios, com 230 alunos inscritos (mais do que no ano passado, em que foram 150). Os alunos carenciados almoçam gratuitamente ou pagam o que corresponde ao escalão dos rendimentos.

Este mês estão abertas em Valongo 21 cantinas no âmbito da componente de apoio à família, beneficiando 400 alunos, e no de Santo Tirso 26 cantinas, que servem 1.200 alunos.

À semelhança de anos anteriores, a Câmara de Gaia continua a apoiar alunos com refeições durante as férias. Este ano terá um total de 77 cantinas a funcionar ao longo do mês de julho.

No interior do distrito, apenas Amarante tem um serviço de refeições diárias para 93 crianças carenciadas.

No Minho, só no concelho de Braga vai funcionar uma cantina escolar, na escola de Maximimos, de forma a suprir carências alimentares, abrangendo cerca de 50 crianças.

No distrito de Vila Real, a Câmara de Vila Pouca de Aguiar mantém as cantinas dos dois centros escolares abertas. A iniciativa visa apoiar as famílias com mais dificuldades e, ao mesmo tempo, desenvolver campos de férias e ocupações temporárias para cerca de 600 crianças e jovens.

No Centro, em Coimbra, as crianças carenciadas terão uma refeição garantida — o almoço — durante este mês e ainda em agosto. As refeições gratuitas destinam-se às crianças do primeiro ciclo sinalizadas por comissões sociais.

Estas poderão almoçar gratuitamente, em julho, nos 35 refeitórios dos jardins de infância da rede pública e, em agosto, nos 10 jardins de infância em funcionamento.

Em Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, as cantinas permanecem em funcionamento e autarquia disponibiliza também, nas escolas, atividades de tempos livres.

No caso de Viseu, a Câmara assegura refeições escolares a crianças envolvidas em atividades de ocupação do período de férias em seis escolas, estando as cantinas também abertas a situações de crianças carenciadas que surjam.

No distrito de Leiria, na Nazaré, os alunos com necessidades de apoio são seguidos através do ATL do projeto CriATividade, que dinamiza atividades lúdicas e pedagógicas e dá apoio às famílias, mas de forma integrada, não apenas ao nível de refeições.

No Bombarral, a Câmara vai manter aberta a cantina do centro escolar para as férias desportivas e para o Programa DAR (Desporto, Actividade e Refeições), destinado às crianças do primeiro escalão do subsídio escolar, as mais carenciadas. Em média, estão a ser servidas cerca de 40 refeições diárias.

No distrito de Évora vão estar em funcionamento durante as férias de verão pelo menos cinco cantinas escolares – nos concelhos de Estremoz (1), Montemor-o-Novo (1), Redondo (2) e Vendas Novas (1) – para o fornecimento de refeições aos alunos mais carenciados.

Com o mesmo intuito, também no distrito de Portalegre os municípios de Alter do Chão, Arronches, Castelo de Vide, Ponte de Sor e Elvas mantêm as cantinas a funcionar nas férias.

No Algarve, no concelho de Faro, encontram-se em funcionamento cinco refeitórios escolares, que abrangem mais de uma dezena de estabelecimentos do primeiro ciclo e pré-escolar, onde são fornecidas refeições a 55 alunos carenciados, um número que representa o dobro dos inscritos no anterior ano letivo (23).

Em Loulé, funcionam seis cantinas, mais quatro do que no ano passado, e em Olhão mantêm-se abertas as cantinas de sete estabelecimentos, que dão também apoio alimentar a alunos carenciados.

Em Vila do Bispo, funcionam na pausa escolar os refeitórios de cinco estabelecimentos, tal como em Lagos, que servirá, até ao final de julho, refeições a onze salas do pré-escolar.

Em Vila Real de Santo António, as cantinas do pré-escolar e primeiro ciclo sob gestão do município estiveram em funcionamento até 18 de julho, mas a afluência diminuiu para um quarto dos utentes habituais.

Houve câmaras que justificaram não manter as cantinas abertas durante as férias para dar resposta às crianças mais carenciadas por nunca ter sido sentida essa necessidade.

Outras mantêm-se abertas apenas para servir refeições a alunos que frequentam ATL e programas de férias escolares ou por estarem ligadas a jardins de infância.

 

Da mesa à horta: aprendo a gostar de fruta e vegetais” – livro digital

Julho 29, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Livros, Recursos educativos | Deixe um comentário
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O livro do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP) intitulado `Da mesa à horta: Aprendo a gostar de fruta e vegetais´ está disponível AQUI.

Este guia prático de alimentação teve por base resultados da coorte Geração 21, assim como evidência científica já existente e pretende `numa viagem da mesa à horta´ promover o contacto das crianças e pais com a fruta e os hortícolas, incluindo as crianças no processo de produção, compra, preparação e confecção dos mesmos, de modo a incentivar o seu consumo.

O objectivo é que seja um guia prático, útil para pais mas também pessoas e instituições que acompanhem crianças destas idades.

 

Como ajudar seu filho a lidar com erros e fracassos

Julho 29, 2014 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://educarparacrescer.abril.com.br de 7 de julho de 2014.

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Especialistas mostram que reconhecer o fracasso é melhor do que passar a mão na cabeça e poupar seu filho

Texto Carolina Tarrío

Provavelmente, você já ouviu o samba Volta por Cima, de Paulo Vanzolini. Ao menos o refrão que muitos costumam cantarolar: “Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”. Pois o compositor ficava bravo ao ver que as pessoas decoravam apenas essa parte. Em entrevista, quando ainda vivia, chegou a dizer: “Ninguém entendeu o meu samba. A frase mais importante vem antes: “Reconhece a queda e não desanima. Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima.” Não é que o biólogo e sambista estava certo? Pesquisas científicas indicam que, para aprender com um erro ou fracasso e evitar que ele se repita, o primeiro passo é mesmo esse: assumir a sua responsabilidade no episódio e pensar no que poderia ter sido mudado para alterar o resultado. Pena que isso não é bem isso o que costumamos fazer… Qual pai, por exemplo, diz ao seu filho depois de perder um jogo de futebol importante: “Você errou muitos passes, meu amor, não mereceu mesmo ganhar, tem de treinar mais”? Soa até cruel, né? É bem mais comum a criança ouvir frases como: “Tudo bem, o importante é competir”, ou “Aquele juiz apitou mal demais o jogo”, ou ainda “Você é ótimo, não se preocupe, vai ganhar na próxima”. Isso porque, durante várias décadas, acreditou-se que era importante manter a autoestima das crianças em alta e elogiar sempre sua performance para encorajá-las. Mas esses conceitos começam a ser questionados. A psicóloga americana Carol Dweck, da Universidade de Standford, fez vários estudos para entender como o ser humano lida com o fracasso. Alguns deles resultaram no livro Mindset, the New Psychology of Success (Modelos Mentais: a Nova Psicologia do Sucesso, ainda sem tradução no Brasil). Ela estava interessada em saber por que algumas pessoas reagem bem às derrotas. “Tem gente que perde o emprego ou termina um relacionamento e consegue aprender algo com a experiência. Outras sentem que são destruídas e passam a se sentir incompetentes.”

Em seus estudos, Carol entendeu que as pessoas se percebem de formas diferentes, e que o modo como elas são educadas, incentivadas e treinadas pode reforçar uma maneira ou outra de se perceber. Segundo ela, pessoas de mentalidade mais fixa, que acreditam ter nascido ou não com determinada capacidade, quando falham, acham que não são inteligentes. Já as que acreditam que podem se desenvolver e melhorar, quando falham, obviamente não ficam felizes, mas entendem que podem aprender com os erros e fazer diferente na próxima vez. A boa notícia é que é possível mudar de modelo mental. “É difícil, na sociedade competitiva em que vivemos, abrir lugar para o erro, o fracasso. Mas o erro tem de ser visto como uma informação. Ele é o aviso de que, daquela forma, o resultado não é alcançado, que é preciso empenhar-se mais, treinar mais ou mudar de estratégia”, diz Magdalena Ramos, terapeuta especializada em casal e família e autora do livro E Agora, o que Fazer? A Difícil Arte de Educar os Filhos.

Segundo ela, colocar ênfase demais no acerto, na performance, pode levar as crianças a se retraírem, a terem medo de tentar para não errar. “O erro faz parte do processo de aprendizado, não é um fracasso em si mesmo. Cientistas, por exemplo, tentam e falham constantemente, testam hipóteses, esse é o caminho do conhecimento”, diz. Veja, a seguir, algumas dicas para ajudar seu filho a desenvolver a persistência e a confiança necessárias para trilhar esse caminho.

 

1. Ser sincero

“Quando a gente entra num jogo ou se propõe uma atividade, quer ganhar e acertar, obviamente. Existe essa expectativa”, diz Magdalena. Por isso, não adianta, depois do fracasso, tentar reduzir a importância da atividade ou da competição e dizer que “aquilo era só para se divertir”. Nessas horas, o melhor a fazer é acolher a frustração da criança e não dourar a pílula. Aceite sua tristeza, ajude-a a elaborar o que houve e tente apontar caminhos: o que será que ela poderia fazer diferente na próxima vez?

2. Dar o bom exemplo

Os pais sempre servem de modelo, é de suas atitudes que as crianças aprendem. Como você reage quando erra ou fracassa? “Pais que assumem uma postura infalível, não aceitam críticas, competem por tudo e se cobram constantemente passam esse modelo”, diz Magdalena. “Já aqueles que ao errar pegam mais leve e dizem: ‘Puxa, errei, vou começar de novo’, vão ensinar aos filhos que isso faz parte da vida, que cair não é o fim do mundo: a gente revê o que houve e se levanta.”

3. Não transformar derrotas em vitórias

Seu filho tirou uma nota ruim ou acabou sendo colocado no banco de reservas do time? Calma, você não precisa necessariamente ir reclamar com a professora ou com o treinador, dizendo que ele merece mais. Uma decepção não vai traumatizar seu filho para sempre. Converse com ele, tente fazê-lo entender o que aconteceu. Incentive-o, por exemplo, a pedir um feedback do professor ou treinador sobre a situação, para identificar o que pode ser melhorado. Ajude-o a aceitar e lidar com essas críticas em vez de tentar resolver para ele. Será que faltou mais treino? Que é preciso adotar outra estratégia? Tem de estudar melhor o adversário? Dar ao seu filho um prêmio de consolação também não é boa ideia. É importante permitir que ele assuma a responsabilidade ao errar ou falhar, sem recompensas.

4. Incentivar o processo

Quando a ênfase está colocada apenas no acerto, no resultado, e não no aprendizado, no processo, essa pressão pode se tornar prejudicial. “O sucesso tem de ser encarado como o final de um processo que pode, sim, incluir erros e fracassos”, diz Magdalena. “Incentive seu filho a aprender, a procurar respostas, a cultivar sua curiosidade, mais do que a acertar.” Querer aprender admite erros, acertos, tentativas e constrói saber. Querer aprovação e acerto leva muitas vezes a trapacear, afinal, o objetivo não está no desafio, no conhecimento e, sim, no reconhecimento do outro. Fazer para si, para aprender, ou fazer para ser bem visto pela mãe, pela professora, é bem diferente. Para os que querem apenas acertar, um fracasso é um arranhão na imagem, não um desafio a ser superado. Com isso, no longo prazo, essas crianças acabam se dedicando somente às coisas que dominam e avançam pouco, arriscam pouco.

5. Trabalhar com a escola

Existem escolas focadas em resultado e performance, que dividem os alunos em turmas segundo suas notas. Já outras acreditam que os erros podem fazer parte da aprendizagem e estão mais focadas em como o raciocínio e o processo de conhecimento se desenvolvem. Procure informar-se, conversar e entender os métodos antes de escolher um colégio que considere adequado para o seu filho. E, uma vez escolhido, tente acompanhar e entender o que está sendo feito, sem ficar cobrando cada passo ou colocando pressão. “Muitas vezes a professora deixou passar um erro para testar a hipótese de uma criança, mas alguns pais já se desesperam e dizem: ‘estou pagando uma mensalidade cara e me filho não está aprendendo, ele tem de se destacar’”, conta a pedagoga Renata Queiroz de Moraes Americano, da Escola Viva, em São Paulo.

6. Lembrar que talento pode ser desenvolvido

Uma criança pode ter um talento inato, ter muita facilidade ou aptidão para determinada atividade. Mas isso não quer dizer que deve se dedicar apenas ao que faz facilmente. Exercitar-se, treinar sempre levam a uma melhora. E cultivar a persistência será útil para seu filho. “Vale a pena mostrar às crianças que empenhar-se numa tarefa, mesmo que não seja fácil, e obter sucesso, também pode ser muito gratificante”, diz Magdalena. A ideia de que o talento pode ser desenvolvido, leva a uma postura mais flexível, permite arriscar mais, ter menos medo do erro, uma vez que se acredita na capacidade de aprendizado. Já quem acha que se nasce ou não com aquele talento tende a não se arriscar uma vez que conseguiu algo, não lida bem com obstáculos e costuma ignorar feedbacks, porque considera qualquer crítica a seu comportamento ou capacidade uma crítica a sua pessoa.

7. Não fazer de um fracasso algo pessoal

“Eu fracassei” não pode se transformar em “Eu sou um fracasso”, diz Carol Dweck. Mesmo quem tem a tendência a pensar assim pode melhorar com tempo e prática. “Educar não é apenas tolher, apontar erros”, diz Renata Americano. “É preciso verificar quais são as dúvidas da crianças, como ela chegou a determinada resposta e apontar caminhos.” Na verdade, erro não parece tão trágico quando você começa a se perguntar o que aprendeu com aquela experiência.

8. Desafiar-se

Todo mundo tende a se sentir mais confortável em fazer o que sabe. Mas pode ser muito bom experimentar algo novo. Que tal você e seu filho aprenderem algo juntos? Tentarem algo que não faz sempre parte das atividades da família? Claro que é sempre importante medir o grau e a expectativa ali colocados. “Não se trata de desistir quando aparece a primeira preguiça, mas é preciso conhecer a criança e avaliar o tamanho do desafio, para não impor algo insuperável”, diz Renata. “Outro ponto importante é dar tempo à criança. Ela vai cair algumas vezes antes de aprender a andar de bicicleta. Os pais têm de respeitar esse período que ela precisa para fazer as suas descobertas.”

 

 

 

 

 


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