30 fotografias mágicas de crianças a brincar

Julho 18, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto e fotografias do site http://www.boredpanda.com de 2 de julho de 2014.

No matter their cultural background, no matter their economic situation, kids will always find imaginative ways to have fun. Their wild imaginations and magical childhood moments, when captured on camera by talented photographers, can make for truly wonderful photos. These 33 images we collected will prove that childhood can be wonderful no matter where you go.

Many in the Western world fear that technology is making today’s children lose touch with nature and with their own creativity, and while there are arguments to be made for the intellectual stimulation that apps and programs for children can bring, there’s also something to be said for simply playing with a stick in the mud or chasing dandelion seeds though an open meadow.

For better or worse, the children in these photos seem entirely content making their own fun. For us adults, it’s important not to let our world-weary and jaded experience stifle our childish hopefulness and imagination!

Image credits Enrique Castro Mendivil

Image credits: Enrique Castro-Mendivil

Image credits Dima Vazinovich

Image credits: Dima Vazinovich

ver o resto das fotografias aqui

V Encontro de Avós e Netos na Guarda

Julho 18, 2014 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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avos

V Encontro de Avós e Netos 25 de julho, 14h, Parque Urbano do Rio Diz, na Guarda + info: Cátia Azevedo Núcleo Distrital da Guarda guarda@eapn.pt

EAPN Portugal / Rede Europeia Anti-Pobreza Largo Paço do Biu, N.º 19 6300-592 Guarda Telemóvel: 964 764 067 Telf: 00351 271 227 506 | Fax: 00351 271 227 507 www.eapn.PT

Sobre relações intergeracionais / relação Avós – netos pode consultar o Infocedi nº52 Relação intergeracional entre avós e netos da responsabilidade do IAC-CEDI.

 

‘Por um Portugal amigo das crianças’: as propostas de incentivo à natalidade

Julho 18, 2014 às 1:15 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do observador de 15 de julho de 2014.

O relatório mencionado na notícia é o seguinte:

Por um Portugal amigo das crianças, das famílias e da natalidade (2015-2035) : remover os obstáculos à natalidade desejada

Sean Gallup

Comissão independente criada a pedido de Passos Coelho apresentou esta terça-feira um conjunto de medidas de incentivo à natalidade. Saiba quais são.

O relatório final da comissão nomeada por Pedro Passos Coelho para delinear um plano de incentivos à natalidade, divulgado esta terça-feira, propõe um conjunto vasto de medidas que percorre os vários ângulos de abordagem: impostos, educação, saúde, responsabilidade social ou ação política. Segue-se a lista pormenorizada das várias propostas.

Medidas fiscais

Reformular código do IRS:

  • Redução de 1,5% na taxa de IRS para o primeiro filho e 2% para o segundo e restantes, relativo a cada escalão, e a atingir de forma progressiva no prazo de 5 anos;
  • Alterar a forma de apuramento das deduções à colecta de IRS de forma a que o montante a deduzir em cada agregado familiar seja definido à cabeça, ou seja, contabilizando cada filho;
  • Considerar dedutíveis em IRS as despesas suportadas pelos avós, como despesas de educação e de saúde;
  • Considerar dedutível ao rendimento líquido global apurado para efeitos de IRS dos encargos suportados com a segurança social de serviços de apoio doméstico – ou seja, permitir que taxa social única seja dedutível no cálculo do rendimento.

Alteração ao código do Imposto Municipal sobre Imóveis:

  • Cada município pode definir as suas políticas fiscais em sede de IMI, podendo diminuir a taxa de imposto em função do número de filhos a cargo em cada agregado familiar – sugerem também a fixação de um tecto máximo de redução do imposto por pessoa;

Alteração ao código do Imposto sobre Veículos:

  • Reduzir a taxa de imposto sobre veículos a agregados familiares com três ou mais dependentes. Ou seja, carros com lotação superior a cinco lugares, se forem adquiridos por pessoas com três ou mais filhos a cargo, têm uma redução no imposto. Prevê-se também que haja um acordo com as companhias de seguros para a redução do custo dos seguros obrigatórios para estas famílias numerosas.

Medidas sobre relação trabalho-família

  • Alargamento da licença de maternidade em mais um ano, para além do período atualmente previsto, sendo que a mãe recebe o vencimento na totalidade mas é substituída no cargo, durante esse ano, por um trabalhador – desempregado e a receber subsídio de desemprego. A mãe recebe a remuneração na totalidade mas 50% é paga pelo Estado, que deixa de pagar o subsídio de desemprego ao trabalhador que a substitui. A empresa pagará ao substituto os 50% que pagava à colaboradora, pelo que não há acréscimo de custos para a empresa.
  • Part-time para mães e pais até que os filhos façam seis anos: redução de duas a quatro horas diárias do horário de trabalho, sendo que a redução salarial não deverá ultrapassar os 50% da redução já prevista.
  • Isenção da Taxa Social Única (TSU) para empresas que contratem mulheres grávidas e trabalhadores (homens ou mulheres) com filhos até aos 3 anos de idade – semelhante ao que acontece com a contratação de jovens à procura do primeiro emprego e de desempregados de longa duração.
  • Partilha flexível e em simultâneo da licença parental – permitir que a licença possa ser usada pelos dois de forma partilhada. O pai trabalharia, por exemplo, 20 horas por semana e a mãe outras 20, em vez de o pai, por exemplo, estar fora de casa 40 horas por semana.
  • Alargamento da aplicação (nos casos em que já existe) ou introdução de vales sociais, atribuídos pelas empresas aos colaboradores que têm filhos a cargo para o pagamento de ama, creche, escola, livros escolares, consultas, vacinas, medicamentos, etc. Vales são isentos de IRS e TSU.

Medidas sobre Educação:

  • Permitir que horários das creches se ajustem aos horários dos pais e permitir que crianças possam ficar nessas creches a meio tempo. Paralelamente, sugere-se a definição de um limite de tempo que as crianças podem permanecer nestas instituições por dia;
  • Rever critérios de comparticipação dos custos das creches de acordo com a dimensão das famílias;
  • Dar prioridade aos irmãos nos critérios de inscrição das crianças nas escolas;
  • Diminuir despesas das famílias com manuais escolares através da revisão dos critérios de validade dos livros e do incentivo à existência de bancos de manuais escolares nas escolas.

Medidas sobre Saúde:

  • Obrigação de atribuir um médico de família a cada mulher grávida;
  • Alargar apoio médico em situações de infertilidade: o Estado deve comparticipar a 100% os medicamentos específicos e dotar os centros de tratamento de maior capacidade. Sugere-se ainda o alargamento da idade de tratamentos para infertilidade para os 42 anos;
  • Tornar o rendimento per capita um critério de isenção de taxas moderadoras.

Medidas de compromisso social das autarquias

  • Criar dinâmicas integradas de apoio às crianças e às famílias;
  • Certificar ‘Organizações Amigas da Criança e da Família’;
  • Criação de tarifários familiares de água, resíduos e saneamento, para que as famílias não sejam prejudicadas nas despesas da casa pelo número de dependentes a cargo;
  • Criação de ‘bancos de recursos’ nas juntas de freguesia, que agrupem diferentes tipos de materiais e bens – como material escolar, material desportivo, mobiliário, etc. – que possam ser reutilizados por várias famílias;
  • Alargar a oferta das escolas e creches para períodos de férias e horários pós-escolares e adequar os cursos à dimensão da família;
  • Criação de um passe-estudante e um passe-família para transportes públicos para facilitar o acesso da família aos transportes públicos, impedindo que o recurso aos transportes fique mais caro do que o recurso ao automóvel particular;
  • Apoio à contratação de técnicos para instituições sociais que acorrem a mães grávidas

Por último, o relatório prevê ainda a criação de um “portal da família” que se deverá assemelhar ao portal das finanças ou do cidadão, contendo informações úteis sobre “as medidas existentes de apoio ao crescimento familiar” e clarificação das leis. No campo da ação política, a comissão aconselha ainda a elaboração de um relatório anual sobre sustentabilidade e natalidade, a apresentar juntamente com o Orçamento do Estado, e a realização de reuniões semestrais do Conselho de Ministros da Política da Natalidade, assim como a realização de um debate por ano no Parlamento sobre esta matéria.

 

Violência doméstica contra as mães afeta desenvolvimento dos bebés

Julho 18, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Noticia da Visão de 12 de julho de 2014.

Logo no primeiro ano de vida, os bebés de mulheres vítimas de violência doméstica apresentam atrasos no seu desenvolvimento

Lusa – Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico

Os bebés de vítimas de violência doméstica durante a gravidez apresentam atrasos no desenvolvimento logo no primeiro ano de vida, concluiu o doutoramento, da psicóloga Clementina de Almeida, na Universidade de Coimbra.

Segundo o estudo desenvolvido, os bebés apresentam “mais ansiedade, mais comportamentos agressivos, mais comportamentos de desregulação e muita irritabilidade”, referiu Clementina de Almeida. A psicóloga conseguiu, também, observar que estes não conseguem alcançar algumas metas no desenvolvimento da “linguagem, locomoção ou coordenação”.

A avaliação cognitiva e emocional dos bebés foi feita aos três meses e meio e aos 12 meses, tendo sido possível observar atrasos no desenvolvimento mental do bebé e perturbações “sócio-emocionais” nos dois momentos de análise, sublinhou Clementina de Almeida.

Ao todo, foram analisadas em 2010 204 grávidas com uma média de idades de 29 anos, tendo 58% sido alvo de pelo menos um ato de violência doméstica durante a gravidez.

Das mulheres vítimas de violência, 59% sofreram de violência psicológica, 25% de coerção sexual e 18% de agressão física.

A gravidez surge como factor que pode “aumentar a agressividade da violência que já existe ou pode até iniciá-la”, disse à agência Lusa Clementina de Almeida, sublinhando que “a violência física e a psicológica são factores de risco” para o bebé.

A própria violência doméstica afecta também a “auto-estima” das mulheres, que apresentam “mais quadros depressivos moderados e graves” do que as mães não vítimas, sendo que a debilidade da saúde mental materna acaba por determinar “um atraso ainda maior” no bebé, salientou.

Segundo as conclusões do doutoramento, a violência doméstica também “parece ter um efeito negativo ao nível das atitudes maternas durante a gravidez”, não afectando, porém, “o nível de envolvimento” entre mãe e bebé.

“Nos resultados, todos os bebés apresentaram melhorias no seu desenvolvimento, da primeira avaliação para a segunda. No entanto, os bebés filhos de mulheres que sofreram violência durante a gravidez obtêm consistentemente níveis ligeiramente inferiores”, constata ainda Clementina de Almeida, considerando que a violência pré-natal, apesar de não afectar “directamente” o desenvolvimento do bebé, acaba por ser um factor que pode dificultar “o desenvolvimento do pleno potencial” do mesmo.

Clementina de Almeida defendeu ainda que os bebés “deveriam ter um acompanhamento específico”, sendo “fundamental uma intervenção precoce”.

“Um bebé vítima de violência está mais predisposto a encontrar-se com situações abusivas”, notou, criticando a inexistência por parte do Estado de um mecanismo que possa ser accionado para um acompanhamento dos filhos de vítimas de violência doméstica.

 

3.ª Edição do Concurso Todos Contam

Julho 18, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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todos

Já abriram as candidaturas para a 3.ª edição do Concurso Todos Contam. Pela primeira vez, o concurso abrange a educação pré-escolar. O Concurso Todos Contam distingue os melhores projetos de formação financeira a implementar nas escolas. É organizado pelo Conselho Nacional de Supervisores Financeiros – Banco de Portugal, Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e Instituto de Seguros de Portugal – e pelo Ministério da Educação e Ciência, através da Direção-Geral da Educação e da Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional. A 3.ª edição do concurso dirige-se a projetos a serem implementados no ano letivo 2014/2015, em agrupamentos de escolas, escolas não agrupadas, estabelecimentos de ensino particulares e cooperativos e escolas profissionais que ministrem a educação pré-escolar e o ensino básico e secundário. As escolas podem submeter projetos a concurso até ao dia 16 de outubro de 2014, para o endereço eletrónico concurso@todoscontam.pt

Mais informações:

http://www.todoscontam.pt/pt-PT/PNFF/PNFF/Eventos/CTC/Paginas/CTC2014.aspx

Contos no Parque – Oficina Era uma Vez

Julho 18, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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contos

https://www.facebook.com/pages/Oficina-Era-uma-vez/562232440485127

Hora do conto com ateliês temáticos

Sabiam que se observarem com atenção a natureza, vão viver momentos mágicos e descobrir que a terra é uma criatura viva?! Se não acreditam olhem de perto. Se mesmo assim não virem, cheguem mais perto ainda… aproximem-se e sintam com o coração, possibilitando a todos os vossos sentidos descobrir e experimentar as formas, os sons, as texturas e os cheiros que emanam do parque. Aceitam o desafio?

Venham descobrir qual a história que os “Guardiões do Parque” elegeram para vos encantar com a sua magia! Embarquem connosco nesta viagem pelo imaginário… e também pelos sentidos… Em cada recanto uma mensagem, uma descoberta, um enigma, uma história… ou outras surpresas…

Todos os meses uma história, uma viagem ao faz de conta… Prontos para se deixarem encantar?

DAS 10H30 ÀS 12H30 VALOR: 8€/Criança; 3€/acompanhante, 16€/família (até 4) DOS 3 AOS 10 ANOS INSCRIÇÕES ATÉ 24 DE JULHO. Inscreva-se agora!

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