Desenhos às Tiras no Museu Nacional do Traje

Julho 4, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A prestação de cuidados pelos avós na Europa : as políticas familiares e o papel dos avós na prestação de cuidados infantis

Julho 4, 2014 às 1:30 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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avos

descarregar o sumário do estudo em português aqui

mais estudos e  informações:

http://www.grandparentsplus.org.uk/reports-and-publications

O nosso estudo revela que em toda a Europa os avós, as avós em particular, estão a desempenhar um papel fundamental na prestação de cuidados intensivos e ocasionais aos seus netos. Mais de 40% dos avós em 11 países europeus2 estudados prestam cuidados aos netos sem a presença dos pais da criança, enquanto na Grã-Bretanha a pesquisa Atitudes Sociais Britânicas (British Social Attitudes – BSA) revelou que 63% dos avós com netos de idade inferior a 16 anos o fazem.3

Em Portugal, Espanha, Itália e Roménia, onde as prestações sociais pagas aos pais e às mães que ficam em casa são limitadas e onde há pouca oferta de estruturas formais de acolhimento de crianças e poucas oportunidades de as mães trabalharem a tempo parcial, os avós asseguram uma grande parte dos cuidados intensivos prestados aos seus netos. Entre os 11 países estudados, Portugal, em particular, apresenta a mais elevada percentagem de mães com filhos com idades inferiores aos seis anos que trabalham a tempo inteiro. Adicionalmente, nestes países as mães que trabalham fazem-no frequentemente durante mais de 40 horas por semana; uma vez que há pouca oferta de estruturas formais de acolhimento de crianças a preços acessíveis, existe uma maior dependência dos cuidados intensivos prestados pelas avós. Com excepção da Roménia, nestes países há menos avós a prestarem cuidados ocasionais ou menos intensivos sem a presença dos pais.

Ser avô, um emprego a tempo inteiro

Julho 4, 2014 às 1:15 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 28 de junho de 2014.

Estudo europeu

Em Portugal, assim como em Espanha, Itália e Roménia, as crianças ficam muitas vezes ao cuidado dos avós, uma vez que “as prestações sociais pagas aos pais e às mães que ficam em casa são limitadas”.

Portugal é o país com o maior número de mães com filhos até aos seis anos a trabalhar a tempo inteiro e um dos países em que os avós cuidam mais dos netos, revela um estudo europeu.

O estudo “A prestação de cuidados pelos avós na Europa” faz uma análise comparativa sobre as políticas familiares e a sua influência no papel dos avós enquanto prestadores de cuidados infantis na Áustria, Bélgica, Dinamarca, França, Alemanha, Grécia, Itália, Holanda, Espanha, Suécia, Suíça, Portugal, Espanha Itália e Roménia.

Segundo o estudo, a que a agência Lusa teve acesso, mais de 40% dos avós dos países europeus analisados prestam cuidados aos netos sem a presença dos pais, sendo que os países do sul da Europa, Portugal, Espanha, Itália e Roménia, são os que apresentam uma maior percentagem de avós a cuidar de netos a tempo inteiro.

Os autores do estudo explicam que nestes quatro países “as prestações sociais pagas aos pais e às mães que ficam em casa são limitadas” e “há pouca oferta de estruturas formais de acolhimento de crianças e poucas oportunidades das mães trabalharem a tempo parcial”.

Mães trabalham mais de 40 horas 

Entre os países estudados, Portugal apresenta “a mais elevada percentagem de mães com filhos com idades inferiores aos seis anos que trabalham a tempo inteiro”.

Em Portugal, Espanha, Itália e Roménia, as mães trabalham frequentemente mais de 40 horas por semana, adianta o estudo financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, que será apresentado na terça-feira em Lisboa.

A investigação adverte que, tendo em conta que as avós entre os 50 e os 69 anos “que não exercem empregos remunerados são as que apresentam maiores probabilidades de prestar cuidados infantis, os planos dos governos europeus para o aumento das idades de reforma e da participação feminina na vida profissional em idades mais avançadas são suscetíveis de entrar em conflito com o papel dos avós no que se refere à prestação de cuidados infantis”.

Para os autores do estudo, “isto terá implicações significativas ao nível da participação das mães mais jovens no mercado de trabalho e na obtenção de pensões e de segurança financeira por parte das mulheres de meia-idade”.

 

Portugal é o país com mais mães com filhos menores de seis anos a trabalhar a tempo inteiro

Julho 4, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia  do Público de 28 de junho de 2014.

 

pedro cunha

LUSA

Estudo europeu mostra também que os avós portugueses são dos que mais cuidam dos netos.

Portugal é o país com o maior número de mães com filhos até aos seis anos a trabalhar a tempo inteiro e um dos países em que os avós cuidam mais dos netos, revela um estudo europeu.

O estudo A prestação de cuidados pelos avós na Europa faz uma análise comparativa sobre as políticas familiares e a sua influência no papel dos avós enquanto prestadores de cuidados infantis na Áustria, Bélgica, Dinamarca, França, Alemanha, Grécia, Itália, Holanda, Espanha, Suécia, Suíça, Portugal, Espanha Itália e Roménia.

Segundo o estudo, a que a agência Lusa teve acesso, mais de 40% dos avós dos países europeus analisados prestam cuidados aos netos sem a presença dos pais, sendo que os países do sul da Europa — Portugal, Espanha, Itália mas também a Roménia — são os que apresentam uma maior percentagem de avós a cuidar de netos a tempo inteiro.

Os autores do estudo explicam que nestes quatro países “as prestações sociais pagas aos pais e às mães que ficam em casa são limitadas” e “há pouca oferta de estruturas formais de acolhimento de crianças e poucas oportunidades das mães trabalharem a tempo parcial”.

Entre os países estudados, Portugal apresenta “a mais elevada percentagem de mães com filhos com idades inferiores aos seis anos que trabalham a tempo inteiro”.

Em Portugal, Espanha, Itália e Roménia, as mães trabalham frequentemente mais de 40 horas por semana, adianta o estudo financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, que será apresentado na terça-feira, em Lisboa.

O estudo atribui esta “maior dependência dos cuidados intensivos prestados pelas avós” há pouca oferta de estruturas formais de acolhimento de crianças a preços acessíveis.

Com excepção da Roménia, nestes países há menos avós a prestar cuidados ocasionais ou menos intensivos sem a presença dos pais.

Os países com maior recurso a estruturas formais de acolhimento de crianças (Suécia e Dinamarca) são os que apresentam as percentagens mais reduzidas no que se refere à prestação de cuidados infantis intensivos pelas avós.

A investigação adverte que, tendo em conta que as avós entre os 50 e os 69 anos “que não exercem empregos remunerados são as que apresentam maiores probabilidades de prestar cuidados infantis, os planos dos governos europeus para o aumento das idades de reforma e da participação feminina na vida profissional em idades mais avançadas são susceptíveis de entrar em conflito com o papel dos avós no que se refere à prestação de cuidados infantis”.

Para os autores do estudo, “isto terá implicações significativas ao nível da participação das mães mais jovens no mercado de trabalho e na obtenção de pensões e de segurança financeira por parte das mulheres de meia-idade”.

O estudo refere também que Portugal tem assistido a um aumento dos agregados familiares de avós com três gerações, enquanto a Inglaterra e o País de Gales, França e Alemanha Ocidental têm assistido a uma diminuição da percentagem de adultos com 35 ou mais anos a viver neste tipo de família.

“Tanto os agregados familiares de avós com três gerações como os sem continuidade geracional estão associados à pobreza e falta de recursos socioeconómicos em todos os países estudados”, salienta.

Os adultos que vivem em agregados familiares com avós apresentam maiores probabilidades de serem mulheres, divorciadas, viúvas ou separadas, com níveis de instrução mais baixos e economicamente inactivas, “o que é particularmente notório nos que vivem em agregados familiares de avós sem continuidade geracional”.

 

Reportagem da apresentação pública do programa “Estou Aqui !” O IAC é um dos parceiros do programa

Julho 4, 2014 às 12:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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ver o vídeo da reportagem aqui publicado no site do Público no dia 1 de julho de 2014.

Fotografias da apresentação pública aqui

O Instituto de Apoio à Criança (IAC) associa-se ao programa “Estou Aqui !”, cuja apresentação pública decorreu no dia 30 de junho de 2014 no Jardim Escola João de Deus nos Olivais, em Lisboa.

Este programa consiste na distribuição de pulseiras gratuitas para ajudar pais e educadores a localizar crianças perdidas durante o Verão.

As pulseiras podem ser adquiridas nas esquadras da PSP de todo o país, devendo posteriormente ser feita a activação da pulseira através da página da internet do programa https://estouaqui.mai.gov.pt

Esta iniciativa da Polícia de Segurança Pública tem como parceiros, além do IAC, a Fundação PT, a Meo Kids,a DGIE, a RFM, a Printwork e a Missing Children Europe.

A distribuição destas pulseiras será acompanhada da oferta de um marcador de livro produzido pelo IAC.

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Seu filho reclama que não tem nada para fazer?

Julho 4, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site http://educarparacrescer.abril.com.br de 7 de maio de 2014

Daniela Decour

Crianças são ativas por natureza e não gostam de se sentir desocupadas. Mas os pais precisam ensiná-las a saber esperar e a criar suas próprias atividades

Texto Adriana Carvalho

“Não tenho nada para fazer!“. Quem tem crianças em casa certamente já ouviu essa frase muitas vezes. Às vezes ela é dita quando é preciso suportar alguma espera (como quando a criança tem de fazer alguma viagem longa). Em outros casos, os pais ouvem a famosa frase quando o filho se sente entediado por não ter com quem brincar ou por não saber com o que brincar. Embora seja natural que as crianças, especialmente as pequenas, sejam muito ativas e tenham uma percepção de tempo diferente da dos adultos, é importante que os pais, aos poucos, as ensinem a ter paciência e a esperar. Da mesma forma, devem incentivar as crianças a serem criativas e a inventarem suas próprias brincadeiras e atividades. Dar o exemplo também é fundamental: pais que não desgrudam do celular ou que enchem a criança de atividades fora da escola criam no pequeno a ideia de que é preciso estar o tempo todo ocupado.

Para ler, clique nos itens abaixo:

 1. Por que as crianças reclamam que não têm nada para fazer?

Geralmente as crianças dizem isso pela dificuldade de esperar, conforme explica Luciana Barros de Almeida, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp). “À medida que crescem, a capacidade de esperar aumenta. Essa capacidade de espera desenvolve-se de forma mais nítida a partir dos cinco anos”, diz. Mas o estilo de vida das famílias também pode influenciar nesse tipo de ansiedade. “Quando a criança está ocupada o tempo todo com atividades, quando tem tudo em suas mãos na hora que deseja e quando não tem um tempo próprio para brincar sozinha e desenvolver suas brincadeiras e descobertas, ela começa a se sentir mais incomodada ao esperar porque não sabe como se distrair”, afirma a psicopedagoga clínica e terapeuta familiar Quézia Bombonatto.

2. Como as crianças lidam com a passagem do tempo?

A noção de tempo da criança é muito diferente das dos adultos. “O tempo da criança parece demorar mais porque ela descobre muitas coisas. Sua noção de tempo tem muito a ver com como ela lida com o novo, com as descobertas”, diz a psicopedagoga clínica e terapeuta familiar Quézia Bombonatto. Os adultos têm uma percepção diferente do tempo porque vivenciam menos novidades. “A criança tem tudo para descobrir, para desvendar. Essas experiências novas vão dando a impressão que essa passagem de tempo é maior. A passagem de uma hora para o adulto é uma eternidade para a criança”, explica ela.

3. Como os pais podem auxiliar os filhos a aprender a esperar?

A criança que aprende a esperar tem mais chances de ter uma vida adulta saudável, com menos ansiedade e mais possibilidade de viver cada momento, conforme afirma Luciana Barros de Almeida, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp). Uma boa maneira de exercitar a espera é quando os pais fazem junto com as crianças algo que necessita de paciência ou quando dão uma desacelerada nas atividades rotineiras. Não dar tudo o que a criança pede na hora que ela quer também é uma forma de ensinar. Ela quer um chocolate? Precisa aprender que só o terá depois do jantar e deverá suportar essa espera. Para a psicopedagoga clínica e terapeuta familiar Quézia Bombonatto outra maneira de ajudar a conviver com as esperas é estabelecendo uma rotina para os pequenos. “Os pais devem colocar horários para a criança comer, tomar banho, brincar, descansar, estudar. Ao fazer isso, eles vão dando a percepção que cada coisa tem sua hora e que é necessário aguardar”, explica ela.

4. Como estimular a criança a inventar “algo para fazer”?

Encontrar “algo para fazer” é um exercício de criatividade. “Tem coisas que não se ensina, mas se aprende. Criar é uma delas. Aprende-se a criar criando. O adulto pode criar com a criança, incentivando-a a entrar com ele em uma brincadeira inventada pelos pais. Dessa forma ele lhe dará os caminhos para criar algo também”, diz Luciana Barros de Almeida, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp) . Oferecer brinquedos – especialmente aqueles que demandem ação da criança e não façam tudo sozinho – além de proporcionar leituras e passeios é outra forma de mostrar à criança que há muito que se fazer nos momentos de lazer, conforme explica a psicopedagoga clínica e terapeuta familiar Quézia Bombonatto. “É interessante deixar um tempo livre para que as crianças decidam quais brincadeiras querem fazer e se descubram nessas brincadeiras”, diz ela.

5. E quando a criança não tem companhia para brincar? O que ela pode fazer?

As crianças não precisam estar o tempo todo com outras crianças. “A criança também precisa estar um tempo com ela mesma, para que possa desenvolver sua criatividade, sua imaginação e para que aprenda a brincar quando estiver sozinha”, diz explica a psicopedagoga clínica e terapeuta familiar Quézia Bombonatto. Nessas ocasiões em que não há outras crianças por perto vale também que os adultos participem de atividades com os filhos. “Se não há outras crianças, os pais podem ajudá-la a brincar. Quando pais e filhos brincam juntos vão estabelecendo vínculos necessários para o crescimento das crianças”, diz Luciana Barros de Almeida, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp) .

6. O uso em excesso de computadores e celulares pode influenciar no nível de ansiedade?

Sim. Quando as crianças ficam o tempo todo com um aparelho eletrônico nas mãos elas não tem de tomar uma decisão. Quando precisam deixar os aparelhos de lado, veem-se numa situação em que não sabem o que mais existe para fazer e por isso ficam ansiosas. “Para lidar com isso os pais devem dar à criança disciplina e mostrar a ela um referencial. Eles devem explicar que ela não pode ficar o dia todo na frente das telinhas. Eles devem oferecer opções como ir ao parque, ler um livro. Devem dar alternativas a ela para que ela faça suas escolhas”, explica a psicopedagoga clínica e terapeuta familiar Quézia Bombonatto.

7. Qual a importância do exemplo dos pais para evitar reclamações dos filhos sobre não ter nada o que fazer?

A melhor forma de ter filhos menos ansiosos é não ser ansioso. “É saber aproveitar cada momento da melhor forma, cuidar para não ser multitarefeiro, ou seja, evitar fazer muitas coisas ao mesmo tempo”, diz Luciana Barros de Almeida, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp). É muito importante também que os pais tomem o cuidado de não ter atitudes como ficar o tempo todo no celular para que os filhos não sigam esse exemplo de que é preciso estar ocupado o tempo todo, segundo afirma a psicopedagoga clínica e terapeuta familiar Quézia Bombonatto.

 


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