Campos de Férias na Casa dos Marcos para crianças e jovens com doença rara e irmãos

Julho 1, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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campos

Entre 14 de Julho e 29 de Agosto, a Casa dos Marcos irá desenvolver 6 Campos de Férias para crianças e jovens adultos com doença rara. Existirá também um Campo destinado aos irmãos de pessoas com patologia rara (10 aos 16 anos), também eles muitas vezes afectados pela carga da doença? Este Campo decorrerá entre 1 e 5 de Setembro.
Todos os Campos têm a duração de 5 dias úteis, com horário das 8h00
às 17h00. Para os participantes de outras zonas do país ou que pretendam ficar alojados na Casa dos Marcos (Moita) durante os Campos de Férias, existe também essa possibilidade.
Os Campos de Férias da Casa dos Marcos ainda têm vagas disponíveis! Não perca tempo e reserve o lugar do(a) seu/sua filho(a) nestas semanas de pura diversão e muito convívio: 211 165 300 ou
formacao@rarissimas.PT

http://www.rarissimas.pt/index.php

 

Ação de Sensibilização / Formação “Deteção e Intervenção nos Maus Tratos / Abuso Infantil”

Julho 1, 2014 às 6:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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ação

ARGANIL – No âmbito do Plano de Anual desta CPCJ, Ação n.º II “Autoscopia Técnica”, vai ter lugar no Auditório da Biblioteca Municipal de Arganil – “Miguel Torga”, no dia 8 de Julho de 2014, pelas 9:30 horas, uma Ação de Formação sobre: “Os Maus Tratos na Infância e Juventude”, ministrada pela Dra. Fátima Duarte da Comissão Nacional de Proteção de Crianças e Jovens em Risco (CNPCJR). Segue, em anexo, o cartaz de divulgação, bem como a ficha de inscrição que deverá preencher e devolver até ao dia 4 de Julho para – Email: cpcj.arganil@cm-arganil.PT

Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco de Arganil

Rua Frederico Freitas Simões

3300-051 Arganil

Telefone: 235200144 Fax: 234200144

Endereço electrónico: cpcj.arganil@cm-arganil.pt

 

 

40 dicas para manter as crianças ocupadas nas férias

Julho 1, 2014 às 5:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo do Diário de Notícias de 21 de junho de 2014.

clicar na imagem

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Grupo pediátrico recomenda ler em voz alta para crianças desde o nascimento

Julho 1, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Diário Digital de 25 de junho de 2014.

O documento citado na notícia é o seguinte:

Literacy Promotion: An Essential Component of Primary Care Pediatric Practice

diário digital

Além de dar orientações sobre amamentação e imunizações, os médicos dirão aos pais para lerem em voz alta para seus filhos desde o nascimento, segundo uma nova política que a Academia Americana de Pediatria anunciou na terça-feira.

O grupo, que representa 62 mil pediatras de todos os EUA, está a pedir aos seus membros que se tornem fortes defensores da leitura em voz alta, s as vezes que um bebé visitar o médico. Isso deve-se ao maior reconhecimento de que uma parte importante do desenvolvimento do cérebro ocorre nos primeiros três anos da vida da criança e que a leitura para crianças amplia o vocabulário e outras importantes habilidades de comunicação.

«Deve ser abordado todas as vezes que entrarmos em contacto com as crianças», disse a médica Pamela High, autora da nova política. Ela recomenda que os médicos digam aos pais que devem «ler juntos como uma divertida actividade familiar diária» desde a primeira infância.

Essa é a primeira vez que a academia – que já emitiu recomendações sobre quanto tempo as mães devem amamentar os seus bebés e aconselha os pais a manter os seus filhos longe de telas até pelo menos os 2 anos – se manifesta sobre a alfabetização precoce.

Apesar dos pais ambiciosos e com alta escolaridade que já lêem poesia e tocam Mozart para os seus filhos desde o útero não precisarem deste conselho, a pesquisa mostra que muitos pais não lêem para seus filhos com tanta frequência quanto pesquisadores e educadores acham ser crucial para o desenvolvimento de habilidades pré-alfabetização (que ajudam as crianças a terem sucesso assim que chegam à escola).

A leitura, assim como conversar e cantar, é vista como importante para aumentar o número de palavras que a criança ouve nos primeiros anos da sua vida. Há quase duas décadas, um estudo citado com frequência apontou que aos 3 anos, os filhos de profissionais mais ricos já tinham ouvido milhões de vezes mais palavras que os filhos de pais de menor escolaridade e baixos rendimentos, o que dava às crianças que ouviram mais palavras uma vantagem clara na escola. Uma nova pesquisa mostra que essas diferenças já surgem aos 18 meses.

Segundo uma pesquisa do governo federal sobre a saúde da criança, 60% das crianças americanas de famílias com rendimentos de pelo menos 400% o limiar federal de pobreza – 94.400 dólares por ano para uma família de quatro – ouvem leituras diariamente do nascimento até aos 5 anos, em comparação com cerca de um terço das crianças de famílias que vivem abaixo da linha de pobreza, 23.850 dólares por ano para uma família de quatro.

Com pais de todas as faixas de rendimentos cada vez mais a dar smartphones e tablets para bebés, que aprendem a mover o dedo pela tela antes de aprenderem a virar uma página, a leitura em voz alta pode estar a ser relegada para um segundo plano.

«A realidade do mundo actual é que estamos a competir com meios digitais portáteis», disse a médica Alanna Levine, uma pediatra de Orangeburg, no Estado de Nova Iorque (EUA). «De modo que realmente queremos munir os pais com ferramentas e argumentos para o motivo de ser importante se ater a coisas básicas, como livros.»

A leitura em voz alta também é uma forma de passatempo para os pais, que consideram cansativo ficar a falar com o bebé. «É uma forma fácil de falar, que não envolve falar sobre as plantas do lado de fora», disse Erin Autry Montgomery, uma mãe de um menino de 6 meses em Austin, Texas.

As crianças de baixos rendimentos costumam ser expostas a pouca leitura antes de entrarem em ambientes pré-escolares formais. «Vemos famílias que não lêem para os seus filhos e onde não há livros em casa», disse Elisabeth Bruzon, coordenadora da divisão de Fairfax, Virgínia, do Instrução em Casa para Pais de Crianças Pré-Escolares, um programa sem fins lucrativos que envia visitantes para os lares de famílias de baixos e médios rendimentos com crianças entre 3 e 5 anos.

 

 

Apresentação do livro “O meu nome é…”

Julho 1, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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rita

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Só 1 em cada 4 portugueses pensa ter filhos nos próximos três anos

Julho 1, 2014 às 11:14 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 30 de junho de 2014.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Inquérito à Fecundidade 2013

Paulo Cunha Lusa

Ter muitos filhos deixou de ser um desejo da população e o número de filhos para uma família ideal foi descendo

Raquel Albuquerque

Portugal está na cauda da Europa quando se fala no número de filhos por mulher (1,21). Perceber porquê implica olhar para o número de filhos que os portugueses têm, o número de filhos que gostariam ter e o número de filhos que, na realidade, imaginam vir a ter. Tudo junto permite chegar a algumas conclusões: já não queremos muitos filhos e temos menos do que gostávamos. Se olharmos para as intenções dos próximos três anos, concluímos que só um em cada quatro portugueses pensa ter filhos.

Os resultados definitivos do Inquérito à Fecundidade 2013, publicados esta segunda-feira pelo INE e pela Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS), mostram que mais de metade da população atualmente já não quer ter filhos ou não quer ter mais filhos do que tem.

Se aos que já não querem ter juntarmos os que não pensam ter nos próximos três anos, o número é ainda maior. De três quartos da população portuguesa não podemos esperar nascimentos nos próximos três anos.

“Os contextos sociais, económicos, culturais, geográficos, entre outros, têm impactos decisivos nos percursos de fecundidade das pessoas”, aponta o estudo, cujos primeiros resultados tinham sido publicados em novembro de 2013.

Expectativa de ter mais do que dois não existe

Olhando para os números, conclui-se que em média os portugueses têm um filho (1,03) e pensam vir a ter no máximo 1,78. Ou seja, a expectativa de ter mais do que dois, em média, não existe.

Mas enquanto os portugueses têm, em média, um filho, a verdade é que desejariam ter 2,31 filhos e consideram que a família ideal seria composta por 2,38. O que também se percebe é que a fecundidade desejada ao longo da vida – ou seja, o número de filhos desejados – tem vindo a descer. O número mínimo de filhos necessário para garantir que as gerações se substituem – o índice de renovação das gerações – é de 2,1.

Quando se pergunta se a população portuguesa não tem um número elevado de filhos porque não quer ou não pode, a resposta é clara. “É mesmo porque não quer. A intenção e o desejo de descendências numerosas não existe para a esmagadora maioria da população”, aponta Maria João Valente Rosa nos comentários ao estudo publicados esta segunda-feira.

“Verifica-se uma tendência decrescente quando se observa o número ideal de filhos numa família, o número de filhos que as pessoas desejam para si ao longo da vida e aqueles que efetivamente esperam ter”, lê-se no destaque do INE.

As expectativas das pessoas, explica o estudo, nomeadamente no que se refere ao número de filhos que desejam, “vão sendo ajustadas ao longo da vida em função, entre outras variáveis, da entrada na parentalidade e do número de filhos que já têm”.

O facto de as pessoas já terem ou não terem filhos influencia a intenção de os vir a ter ou vir a ter mais.

O estudo deixa uma esperança para o que poderá estar para vir. O facto de os portugueses pensarem chegar aos 1,78 filhos – um número superior ao atual índice sintético de fecundidade (1,21) – permite “equacionar um cenário otimista quanto a uma possível recuperação dos níveis de fecundidade no futuro”.

A baixa fecundidade e o envelhecimento da população têm vindo a caracterizar a demografia portuguesa nas últimas décadas, algo que, como o estudo indica, tem implicações nas dinâmicas e formas de organização das sociedade europeias.


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