As melhores brincadeiras para estimular o desenvolvimento do seu filho por idade

Junho 23, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do site http://revistacrescer.globo.com/ de 5 de fevereiro de 2014.

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Rolar, sentar, andar, correr, pular… Ao longo dos primeiros anos de vida, a criança desenvolve diversas habilidades motoras, adquiridas cada uma a seu tempo. Para ajudar seu filho nessa jornada, deixe a ansiedade de lado e aprenda a estimulá-lo em cada fase – mas sem exageros!

Por Malu Gonçalves

 Até 3 meses

É nesse período que a criança vai aprender a sustentar a cabeça. Então, ajude-a a fortalecer os músculos do pescoço. os braços e as pernas ainda ficam muito flexionados, como no útero. A dica é estendê-los suavemente para alongá-los.

Brinque: coloque-a de bruços sobre a cama ou outra superfície segura e chame sua atenção com um objeto sonoro, como o chocalho, fazendo-a levantar o rosto. Fora do campo de visão do bebê, bata palmas para que ele tente localizar de onde vem o som virando a cabeça.

Dos 3 aos 6 meses

O tronco já está começando a se firmar. coloque a criança sentada em seu colo e também na cama, com um apoio nas costas. Isso a ajudará a desenvolver a musculatura da região. Deite o bebê de barriga para cima e cruze suas pernas, incentivando-o a rolar sobre si mesmo.

Brinque: crie um tapete de texturas. Deixe seu filho de bruços na cama e espalhe objetos com diferentes toques próximos a ele para explorar o tato, que já está mais sensível nessa fase. Vale também pendurar móbiles no berço.

Dos 6 aos 9 meses

A mãos estão mais fortes e a criança consegue segurar objetos grandes. estimule-a a transferi-los de uma mão para a outra. Lembre-se de que ela está na fase oral e tudo é levado até a boca. Por isso, escolha brinquedos grandes, macios, não cortantes, laváveis e que não soltem pedaços. Algumas crianças já começam a ficar de pé nessa fase. Desça o estrado do berço para evitar acidentes.

Brinque:tire seu filho da cadeirinha e coloque-o no chão, dando espaço para que possa se arrastar e engatinhar. Não se esqueça de tampar tomadas e tirar do alcance o que possa ser puxado, como a toalha de mesa. Faça o jogo do “um pouquinho mais longe”. Distribua objetos a uma certa distância, começando mais próximo, incentivando seu filho a engatinhar até eles. Cada vez que ele conseguir alcançá-los, faça festa e afaste-os um pouco mais.

Dos 9 meses a 1 ano

A criança começa a adquirir o movimento de pinça, pegando objetos com os dedos polegar e indicador. Ofereça tampinhas ou bolas de papel para aprimorar a preensão, sempre sob supervisão, pois são pequenas e podem ser engolidas. Nessa fase, você já pode ajudá-la a ficar de pé sustentando-a pelas mãos.

Brinque: bata palmas e dê tchau para que ele imite você. Se não conseguir, ensine-o segurando as mãos dele.

De 1 ano a 1 ano e 6 meses

Nessa fase, seu filho vai conseguir andar sozinho. ajude-o a trabalhar o equilíbrio oferecendo brinquedos que possam ser puxados ou empurrados, como um carrinho amarrado a um barbante. a criança já tem capacidade para utilizar papel e giz de cera grosso atóxico. ensine-a como fazer rabiscos na folha, estimulando a coordenação motora.

Brinque: disponibilize caixas de diferentes tamanhos e peça que seu filho coloque umas dentro das outras. Isso ajuda a desenvolver a compreensão.

De 1 ano e 6 meses a 2 anos

Já com um pouco mais de desenvoltura e habilidade, permita que ele folheie revistas velhas, rasgue-as e amasse as páginas, é uma ótima maneira de estimular a coordenação motora das mãos. Fale os nomes das partes do corpo e peça que vá apontando, uma por uma, para despertar a consciência corporal e treinar o controle do indicador estendido quando os outros dedos estão abaixados.

Brinque: nessa fase, toda criança – menino ou menina – adora brincar com bola. Estimule seu filho a chutar e fazer gol para trabalhar a agilidade das pernas.

De 2 a 3 anos

Seu filho já consegue correr, então leve-o para um parque e incentive-o a brincar de pega-pega, dar pulos e ficar apoiado em um pé só, o que desenvolve o equilíbrio. Também já é possível permitir que ele mesmo lave o corpo durante o banho, o que desenvolve a coordenação, como quando faz movimentos de sobe e desce com o sabonete. Para promover o senso de direção e fortalecer a musculatura das pernas, outra boa opção é o triciclo.

Brinque: monte um ateliê para brincarem com argila, massa de modelar e tinta guache. Brincar de artista ajuda a controlar a força na ponta dos dedos e o movimento do punho e das mãos.

De 3 a 4 anos

Chegou a hora em que seu filho se move independentemente pela casa: sobe e desce escadas alternando os pés, pula obstáculos e desvia de móveis. Ajude-o a empilhar de 6 a 8 objetos, estimulando o controle neuromotor.

Brinque: desafie-o a desenhar formas geométricas, começando pelo círculo. Assim ele pratica a coordenação motora fina, responsável pelos movimentos mais delicados e precisos do corpo.

De 4 a 5 anos

Cada vez mais seu filho é capaz de realizar tarefas que exigem controle preciso do corpo. A mão, por exemplo, tem firmeza para segurar o lápis e habilidade para desenhar um homem com três partes – cabeça, tronco e pernas. Habitue-o a organizar os próprios pertences e a ajudar nas tarefas da casa. Além de desenvolver o senso de responsabilidade, essa rotina exercita a coordenação motora, como ao dobrar peças de roupa ou guardar objetos na gaveta.

Brinque: desafie seu filho a andar nas pontas dos pés e a imitar os animais utilizando todo o corpo: rastejando, se for uma cobra; saltando agachado, se for um sapo, etc.

De 5 a 6 anos

A criança já demonstra boa habilidade motora, mas ainda não tem noção de perigo. Nessa fase irá manusear a tesoura, por isso alerte-a sobre os cuidados necessários para não se cortar. Os reflexos estão mais rápidos e permitem à criança defender ou agarrar a bola com as duas mãos, sem deixá-la escapar.

Brinque: chute a gol e queimada são duas brincadeiras novas para o repertório do seu filho. Ele já diferencia direita e esquerda, então aproveite para treinar essas noções.

De 6 a 8 anos

A coordenação motora fina está melhorando. Assim, seu filho vai aprender a segurar o lápis fazendo uma pinça como polegar, o indicadoreo dedo médio. Uma boa dica para ajudá-lo nessa tarefa é pedir que ele junte o dedo mindinho e o anelar e, na sequência, tente segurar um lápis com os outros três dedos. De forma natural ele conseguirá empunhá-lo.

Brinque:que tal organizar passeios de bicicleta? Nessa fase, seu filho não terá dificuldades em pedalar com rodinhas, pois tem o equilíbrio, o senso de direção e a força exigidos pela atividade. Depois de adquirir mais confiança, proponha eliminar as rodinhas, primeiro uma, depois a outra. Não se esqueça dos equipamentos de segurança!

 

 

 

I Seminário da Rede de Bibliotecas do Concelho de Alcobaça, DA ARTE DE LER

Junho 23, 2014 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações aqui

Inscrições até 26 de junho 2014

 

“Onde estão os meus sapatos?” – Importância das rotinas e organização na vida das crianças

Junho 23, 2014 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto Luís Fernandes publicado d0 site crescer.sapo.pt

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“Mãe, onde estão os meus sapatos? Já estamos atrasados? Mexeste nos meus cadernos?”, “Já estás despachado? Desligaste a luz da casa de banho? Puseste tudo dentro da mala?”.

No quotidiano dos dias estas são frases de manhãs apressadas que as famílias vivem, numa azáfama atual em que o tempo rege as necessidades de forma impiedosa e em que a nossa capacidade de nos adaptarmos a estas exigências marca muito do nosso bem-estar.

A forma como é gerido o tempo e espaço por parte dos pais e outros adultos significativos, criando limites e possibilidades às crianças, marca a diferença naquilo que as mesmas conseguirão regular e antecipar na realização das tarefas diárias e no comportamento que cada uma destas obriga. Muitas vezes exigimos das crianças respostas comportamentais para as quais não criamos as necessárias condições de sucesso, condições que se relacionam com a forma persistente e estruturada como precisamos de organizar o espaço físico e o tempo da criança. Em média, cada 30 minutos, os pais fazem cerca de 17 pedidos/instruções ou ordens a uma criança, comandos verbais de ações que muitas vezes a criança já está a realizar ou à qual não pode naquele momento corresponder por falta de condições para isso – não está nesse espaço físico, está de momento a fazer outra coisa (que lhe foi pedido ou não), não tem tempo para corresponder às solicitações (pelos horários que pais e criança têm que cumprir), não sabe fazer sozinha o que lhe foi solicitado, entre outras razões.

A importância de organizar o dia de uma criança surge porque esta estruturação dá-lhe uma estabilidade e capacidade de antecipação que permite estabelecer um guião de respostas que a criança dará de forma progressivamente mais natural e que se torna, na maioria das ocasiões, mais eficiente e tranquila. Saber onde está o que precisa, organizar os materiais das suas tarefas, perceber a ordem das transições entre os vários momentos do dia e regular-se pelo tempo das tarefas são alguns passos de um caminho progressivo de autonomia, no qual os adultos têm um papel fundamental pois criam o limite externo ao qual a criança se vai adaptar e moldar na sua forma de funcionar.

A capacidade de estruturar o contexto familiar e permitir à criança que a mesma se possa autonomizar e criar um sistema de rotinas em que melhore o modo como cumpre as tarefas, está dependente da forma como os pais ou outros adultos conseguem manter um conjunto de características importantes:

– Um discurso claro e direto sobre o comportamento pretendido nas tarefas pela qual a criança é responsável;

– Estabelecer objetivos realistas para a etapa de desenvolvimento, características da criança e rotinas dos pais;

– Proporcionar a fase de aprendizagem dessas tarefas com participação ativa nesse processo; – Preparar o contexto para que a criança possa ter sucesso naquilo que lhe é pedido.

Se as rotinas e a organização do contexto familiar proporcionam segurança à criança e suporte aos pais na forma como gerem o comportamento da mesma, isto é tão ou mais verdade quando falamos de crianças com dificuldades específicas no seu curso de desenvolvimento, colocando desafios aos pais que, muitas vezes, a necessidade de ajuda especializada é uma realidade.

Conquistas como saber onde estão os sapatos, quanto tempo falta para sair de casa ou o que se tem que fazer até ir para a cama, pontuam a composição dos dias, dão espaço para crescer e, enfim, “arrumar ideias”.

Luís Fernandes Técnico Superior de Reabilitação Psicomotora.

luis.fernandes@pin.com.pt

 

 

 

 

Menina virtual que apanhou pedófilos recebe prémio internacional

Junho 23, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia da TVI 24 de 20 de junho de 2014.

12 Leões de Ouro e um de Prata foram atribuídos à ONG Terre des Hommes, no Cannes Lions

Por: tvi24 / EC

A Organização Não Governamental (ONG) holandesa, Terre des Hommes, recebeu 12 Leões de Ouro e um de Prata, nos Cannes Lions, o maior e mais prestigiado prémio de publicidade a nível mundial.

Segundo a «Exame», os prémios são o reconhecimento do trabalho desenvolvido pela ONG, que criou uma menina virtual que conseguiu identificar mais de mil pedófilos.

«Sweetie» é uma personagem virtual, criada em 3D, de uma menina filipina de dez anos que, na Internet, lançava a rede para ver quem queria ver a menina nua ou ter relações sexuais com recurso a uma webcam. O isco foi lançado numa sala de chat e não foi preciso muito tempo para que as propostas começassem a cair.

Durante dez semanas, os investigadores monitorizaram os contactos para ver a «Sweetie» e os dados são alarmantes. De Amesterdão para o mundo, mais de 20 mil pessoas mostraram interesse na menor, através de ligações estabelecidas em cerca de 70 países.

Desses, o relatório conseguiu identificar um milhar de pedófilos. A Terre des Hommes pegou, por sua vez, nesses dados e entregou-os às polícias, nomeadamente, à Interpol. A maioria dos predadores tinha base nos Estados Unidos.

A ONG luta contra a exploração sexual infantil. O diretor, Hans Guyt, deixa o alerta: «Se não se combater este fenómeno rapidamente, ele torna-se incontrolável», cita a Associated Presse.

O responsável pela Terre des Hommes também refere que a solução não passa por criar mais leis, mas sim por uma abordagem mais eficaz por partes das polícias.

A ONG apresenta ainda outra conclusão neste estudo e uma nova vertente da exploração sexual de crianças. Ou seja, os turistas sexuais já não precisam de sair de casa para ver crianças em atos sexuais, muitas delas obrigadas pelos pais pobres a essas práticas online.

mais informações:

http://www.terredeshommesnl.org/en/international/news/2013/11/04/tens-of-thousands-of-child-victims-in-in

Ação de Formação “Jovens, Sexualidade e Riscos”

Junho 23, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A APF Alentejo vai dinamizar a Ação de Formação “Jovens, Sexualidade e Riscos”, que se realizará entre dia 2 e 16 de julho, no Auditório do Centro de Saúde de Portalegre, dirigida a Profissionais de Saúde.
Inscreva-se através do email: espacoapf@sapo.pt até dia 27 de junho.


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