Dia Mundial da Criança no Espaço Interpretativo da Lagoa Pequena – Sesimbra

Maio 27, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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diam

Espaço Interpretativo da Lagoa Pequena

www.cm-sesimbra.pt/lagoapequena

Telm.939982292

info.lagoapequena@cm-sesimbra.pt

 

Rapazes sofrem mais com insultos homofóbicos do que raparigas

Maio 27, 2014 às 3:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 26 de maio de 2014.

fábio teixeira

Por Maria João Lopes

Estudo envolveu alunos entre os 12 e os 14 anos e as conclusões apontam para uma maior discriminação entre rapazes no que respeita a insultos homofóbicos.

Os rapazes são as principais vítimas de bullying homofóbico nas escolas, de acordo com um artigo integrado num estudo realizado em contexto nacional, por investigadores do Instituto de Educação da Universidade do Minho, do Centro Avançado de Sexualidades e Afectos e do Instituto Superior de Psicologia Aplicada.

O artigo, intitulado (In)visibilidade do Bullying Homofóbico no Contexto Escolar Português, está incluído numa investigação que decorreu ao longo de três anos lectivos, entre 2010/2011 e 2012/2013, numa escola pública de Braga. Apesar de ter sido recentemente apresentado, o artigo ainda vai ser publicado este ano numa revista científica, à semelhança dos outros artigos que fazem parte deste estudo.

Foi especificamente o bullying homofóbico, que inclui insultos com nomes ou frases de carácter sexual como “maricas, gay, bicha, florzinha, maria-macho, fufa, lésbica”, entre outros, aquele que registou as maiores diferenças entre rapazes e raparigas. Entre os rapazes, 3,8% do 7.º ano foram vítimas deste comportamento; 6,2% no 8.º e 11,5% no 9.º. Entre as raparigas, as percentagens são mais baixas e nunca ultrapassam os 2,6%, neste caso, no 9.º ano, e sendo abaixo dos 1,2% no 7.º e 8.º anos.

Em comum, neste ponto específico, surge o facto de as percentagens aumentarem de valor de ano para ano, o que leva o investigador principal, Paulo Costa, do Instituto de Educação da Universidade do Minho, a perguntar: “O que se passa nas escolas?”. E temer “o que se passará no secundário”.

Para além disso, os investigadores mostram-se preocupados com a discriminação de que são alvo os rapazes: “É um dado muito preocupante, que mostra que a área da educação sexual e para os afectos tem de ser uma realidade nas escolas. Estes temas têm de ser debatidos, estes comportamentos não podem ser tolerados, tem de se respeitar a diferença”, defende Paulo Costa, sublinhando que o bullying é um fenómeno “invisível” e que, muitas vezes, os miúdos têm dificuldade em pedir “ajuda” em casa. “Até se acham merecedores daqueles comportamentos”, alerta o investigador, frisando que os adolescentes e pré-adolescentes também imitam os comportamentos que existem na sociedade. “Às vezes são os próprios adultos a reforçar estes comportamentos. É preciso ter muito cuidado”, alerta.

Prevenir o fenómeno

Sem descurar que os estereótipos sobre as meninas também pesam quando o assunto é discriminação, Paulo Costa entende que as ideias sobre masculinidade e virilidade afectam “bastante” os rapazes: “Quem não se enquadra, sofre bastante”, diz, adiantando que o estudo incluiu sessões em que os alunos foram motivados a “intervir” e a tornarem-se “elementos pró-activos” na prevenção do fenómeno.

Os investigadores que participaram neste estudo, que começou por ser divulgado pela agência Lusa, entendem que a prevenção passa por “uma intervenção multidisciplinar que envolva toda a comunidade escolar” e que a diversidade sexual e familiar deve ser uma prioridade nos currículos, para além de se apostar em políticas escolares anti-bullying e anti-discriminação que tenham as crianças e jovens “como parceiros”.

No que toca ao bullying sexual, no qual se inclui o bullying homofóbico, os dados mostram que 5,4% das meninas de 12 anos (do 7.º ano) foram vítimas deste tipo de comportamentos, aumentando o número de casos para 6,2% no 8.º e para 11,6% no 9.º ano. O bullying sexual incluiu terem sido tocadas em partes íntimas, o que as deixou tristes e desconfortáveis, terem sido alvo de gestos obscenos que as magoaram, e ainda insultadas com nomes ou frases de carácter sexual. As mesmas atitudes não apresentam, segundo os autores do estudo, diferenças significativas nos rapazes: 8,9% no 7.º ano; 12,5% no 8.º; e 16,7% no 9.º.

Tanto rapazes como raparigas são vítimas

Os dados desta investigação, liderada pelo Instituto de Educação da Universidade do Minho, mostram ainda que, no que respeita ao bullying globalmente considerado, cerca de um terço dos meninos de 12 anos já foram vítimas de algum comportamento, número que aumenta para 45% entre os rapazes de 13 anos e que é de 39,7% entre os que têm 14. O bullying globalmente considerado inclui agressões físicas, verbais, ameaças, cyberbullying – através de mensagens na Internet e nas redes sociais – e também o sexual. Nas raparigas, os dados não apresentam grandes diferenças: 30,4% no 7.º ano; 38,8% no 8.º; e 24,4% no 9.º.

“Não há diferenças estatisticamente significativas entre rapazes e raparigas no bullying globalmente considerado, embora os números sejam ligeiramente inferiores entre as vítimas do sexo feminino. Mas tanto rapazes como raparigas sofrem com este fenómeno”, afirma o investigador Paulo Costa, autor deste estudo cuja amostra abrangeu, durante três anos lectivos consecutivos, entre 2010 e 2013, uma média de 162 alunos inquiridos por ano, entre os 12 e os 14, numa escola de Braga, dos quais 52% eram raparigas e 48% rapazes.

 

 

Apresentação do livro “Gesto Certo” de Luís Pacheco – 1 de junho na Feira do Livro de Lisboa

Maio 27, 2014 às 2:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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gesto

no dia 1 de junho, na Feira do Livro de Lisboa, pelas 14 horas, realizar-se-á a apresentação do livro GESTO CERTO. O prefácio é escrito pela Dr.ª Manuela Ramalho Eanes, Presidente do Instituto de Apoio à Criança, a quem aproveito para agradecer mais uma vez as palavras escritas e o apoio a este projeto que apresentei.
Trata-se de um livro singular pela temática que aborda e pela sua forma de apresentação. Está repleto de surpresas e pretende ser o início de algo mais… mas para não estragar o fator surpresa, para já não adiantarei mais nada.
A sua apresentação é bastante musical e interativa, muito ao gosto das nossas crianças, por isso aproveitem e venham comemorar o Dia Mundial da Criança de uma forma diferente e divertida.
Fico à vossa espera. Até lá.
Luís Pacheco

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Dia Mundial da Criança na Casa-Museu Abel Salazar

Maio 27, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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abel

Casa-Museu Abel Salazar

Rua Dr. Abel Salazar, 488

4465-012 S. Mamede de Infesta

Tel. 22 903 98 27

cmuseu@gmail.com

 

 

A Voz da Criança – Evento no Auditório do Centro de Estudos Judiciários

Maio 27, 2014 às 12:30 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Galaxy Zoo – Recurso Educativo na área da astronomia

Maio 27, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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zooo

mais informações aqui

Galaxy Zoo na Sala de Aula

É educador? Gostaria de usar o Galaxy Zoo com um grupo de alunos? O Navegador é uma ferramenta interativa que permite que grupos classifiquem galáxias em conjunto e investiguem as suas características. Zoo Teach é o lugar onde os educadores podem compartilhar lições, recursos e que complementa os projetos de ciência cidadã que fazem parte do Zooniverse.

Número de crianças desaparecidas em Portugal está a diminuir mas ainda é preocupante

Maio 27, 2014 às 9:30 am | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 23 de maio de 2014.

A notícia contém declarações de Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança).

daniel rocha

Por PÚBLICO e Lusa

A fuga de casa ou de uma instituição é o principal motivo do desaparecimento, seguindo-se o rapto parental, segundo dados do Instituto de Apoio à Criança que registou mais sete casos do que em 2012. À PJ, em 2013, foram participados 1634 situações, alerta a Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas. O número total de participações à PJ tem, porém, descido desde 2011.

No domingo, Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, várias iniciativas de diferentes associações vão chamar a atenção para o desaparecimento de menores em Portugal, uma vez que os números mais recentes, conhecidos este ano, continuam a preocupar os responsáveis. A Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas (APCD) alerta para o facto de, em 2013, só à PJ terem sido participadas 1634 situações de crianças desaparecidas e frisa ainda que houve 1326 casos investigados por abuso sexual de crianças. O Instituto de Apoio à Criança (IAC) registou mais sete casos de crianças desaparecidas entre 2012 e 2013.

De acordo com os dados da APCD, em 2013, despareceram em Portugal 89 crianças dos 0 aos 9 anos; 76 dos 10 aos 12; 352 dos 13 aos 14; e 1117 dos 15 aos 18. No total, estes dados, que apenas incluem as participações à PJ e não à PSP e GNR, somam 1634 casos. O número tem, porém, vindo a diminuir: em 2011, no total foram 2592 casos e, em 2012, 2366.

Ainda assim, os dirigentes de diferentes associações mantêm-se preocupados. A APCD chama a atenção para o facto de, segundo os últimos dados da PJ e do Relatório Anual de Segurança Interna, ter havido 1326 casos investigados por abuso sexual de crianças, 49 menores sinalizados como vítimas de tráfico, sendo 17 daqueles casos referentes a investigações de tráfico para exploração sexual. “Os abusos sexuais de crianças são cometidos maioritariamente por familiares ou pessoas conhecidas e com particular incidência nas vítimas femininas, sendo os arguidos maioritariamente do sexo masculino”, nota a presidente da APCD, Patrícia Cipriano.

A APCD vai aproveitar o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas para lançar uma campanha para alertar para o flagelo da pedofilia. Com o mote O mau da fita está entre nós. Mais próximo do que imagina, a APCD pretende que a mensagem passe em órgãos de comunicação e mupis. “Uma das causas do desaparecimento de crianças à escala global é o tráfico de crianças para exploração sexual”, diz Patrícia Cipriano.

Mais sete casos

Já o serviço SOS-Criança sinalizou 60 casos de crianças desaparecidas em 2013, mais sete face ao ano anterior, a maioria por fuga e rapto parental, segundo dados IAC. Os primeiros números relativos a 2013 já tinham sido revelados em Fevereiro, pelo Serviço de Denúncias do IAC, SOS Criança, e já mostravam que em 60 denúncias à Linha das Crianças Desaparecidas, 24 foram raptos parentais, o que correspondia a 40% das situações.

Do total de situações registadas pelo IAC, a fuga de casa ou de uma instituição foi o principal motivo do desaparecimento (34 casos), seguindo-se o rapto parental (24). Houve ainda dois casos em que as crianças se perderam, refere o IAC, observando que, até 31 de Dezembro de 2013, 31 menores continuavam desaparecidos.

De acordo com o secretário-geral daquele instituto, Manuel Coutinho, “têm chegado constantemente” situações de crianças desaparecidas ao número europeu 116 000, atribuído em Portugal ao IAC. “Além do rapto efectuado por terceiros, temos a questão do rapto parental, das crianças em fuga das instituições e das famílias e as situações das crianças perdidas e das crianças migrantes não acompanhadas”, adiantou.

Em 2013, não foi registado nenhum rapto por terceiros, um facto saudado pelo psicólogo, que aponta como uma das razões para esta “boa notícia” a “grande divulgação” que tem sido feita desta problemática, que deixou as pessoas “um pouco mais atentas e um pouco mais alerta”.

Ao PÚBLICO, Manuel Coutinho explicou que as situações de rapto parental – subtracção de menores -, embora não tenham aumentado, continuam a ser motivo de preocupação: “Nos últimos tempos, chegaram a Portugal muitas pessoas de outros países que se casaram com portugueses ou portuguesas e tiveram filhos, mas muitas vezes querem regressar ao país de origem, contrariando orientações do tribunal e levando as crianças para parte incerta, privando-as de estar com um dos progenitores”, explicou.

Maioria vivia em Lisboa

Os dados referem que 11 menores estiveram desaparecidos menos de dois dias e seis menos de uma semana. Três crianças estiveram por localizar duas a três semanas, dois entre uma a duas semanas e um entre três a quatro semanas. Três estiveram um mês por localizar, dois durante três meses e um esteve desaparecido meio ano.

Dos desaparecidos, 31 eram rapazes e 29 raparigas, tendo a maioria (26) entre 14 e os 16 anos. Dez crianças tinham até três anos, 11 tinham idades entre os quatro e os 10 anos e seis entre os 11 e 13 anos. Foram ainda sinalizados quatro casos de jovens com 17 e 18 anos. Em três casos a idade não é identificada.

A maioria vivia no distrito de Lisboa (29), seguindo-se Setúbal (14), o Porto (quatro) e Leiria (três). Em Aveiro e Braga desapareceram duas crianças em cada um dos distritos e em dois casos as crianças residiam no estrangeiro. Houve ainda um caso em Bragança, Portalegre e Madeira.

Na maior parte das situações, a criança não estava sozinha: 24 estavam acompanhadas pelo progenitor, nove por amigos, uma pelo namorado e outra por terceiros. Em 19 casos, desapareceram sozinhos. Em 33 casos o alerta foi dado pela família, mas também houve situações denunciadas por profissionais (21), pela comunidade (quatro) e pelo próprio (duas).

Relativamente à “situação jurídica dos pais”, o IAC refere que em 12 casos estavam divorciados, em sete estavam separados e em seis casos permaneciam casados, havendo ainda duas situações de união de facto. Em três casos, os pais eram solteiros, em dois viúvos e num caso já tinham falecido. Em 25 situações não foi possível apurar o estado civil dos progenitores, enquanto em 28 casos existiam processos de regulação das responsabilidades parentais.

Os meses de Junho e Julho foram os que registaram o maior número de desaparecimentos, oito em cada mês, seguindo-se Fevereiro, Abril, Maio, Setembro e Outubro, com seis casos em cada mês. Em Janeiro foram reportados cinco casos e em Março três, enquanto em Dezembro foram assinalados dois casos e em Agosto e Novembro, um caso em cada mês.

Para assinalar o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, o IAC vai apostar na divulgação do número de telefone (116 000) que existe para denunciar situações de crianças desaparecidas. “Este ano, ensombrado pelos recentes raptos de mais de 200 meninas nigerianas, a Missing Children Europe (Federação Europeia contra o Desaparecimento e Exploração Sexual de Crianças), que o IAC integra, organiza a campanha Thunderclap, que se destina a divulgar o número nas redes sociais”, adianta em nota enviada à imprensa.

 

 

Conferência “A Escola face aos alunos com capacidades excecionais”

Maio 27, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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As inscrições, gratuitas e exclusivamente on-line, serão aceites por ordem de entrada até à capacidade do Auditório ou até às 11h00 do dia 28.05.2014.

 


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