25 de Maio: Dia Internacional das Crianças Desaparecidas

Maio 22, 2014 às 4:15 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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No dia 25 de Maio, Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, queremos recordar todas as crianças que foram retiradas do seu ambiente familiar e, bem assim, aquelas que se encontram numa situação vulnerável em risco de exploração sexual.

Desde 2001 o IAC, anualmente, assinala este dia de forma a sensibilizar a comunidade para este flagelo.

A União Europeia criou um Número Europeu único para as Crianças Desaparecidas 116 000, que em Portugal foi atribuído ao IAC.

Este ano a Missing Children Europe (Federação Europeia contra o Desaparecimento e Exploração Sexual de Crianças), que o IAC integra, organiza a campanha Thunderclap.

O Dia Internacional das Crianças Desaparecidas teve origem no facto de, no dia 25 de Maio de 1979, uma criança de 6 anos, Etan Patz, ter sido raptada em Nova York e ter desaparecido.

Nos anos que se seguiram, várias organizações começaram a assinalar esta data mas foi só em 1983 que o Presidente dos EUA declarou o 25 de Maio como o dia dedicado às Crianças Desaparecidas. Três anos mais tarde, 1986, esta data conheceu a dimensão internacional.

Na Europa, foi em 2002 que este dia foi assinalado pela Child Focus, ONG parceira belga, como uma experiência piloto, sob o patronato da Rainha da Bélgica. Em 2003, as iniciativas fizeram-se sentir na Alemanha e Bélgica, França, Holanda, Reino Unido (onde se dedica todo o mês à problemática dos desaparecidos), Polónia e República Checa.

O propósito da data é encorajar a população e a comunicação social a reflectir sobre todas as crianças que foram dadas como desaparecidas na Europa e no Mundo, e espalhar uma mensagem de esperança e solidariedade a nível internacional para com os pais e famílias que vivem este problema. Mas também levar as autoridades a reflectir na prevenção, nas estratégias a implementar em colaboração com as entidades responsáveis pela Educação, pela Justiça e pela Segurança. Pretende-se que este dia seja lembrado em todos os lares de todos os países em que seja necessária esperança para enfrentar este problema tão devastador.

Enquanto membro da Missing Children Europe, a Federação Europeia contra o Desaparecimento e Exploração Sexual de Crianças, estabelecida em 2001, sob os auspícios dos Euro-Comissários Nicole Fontaine e AntónioVitorino e que reúne 30 organizações não governamentais de 25 países europeus, o Instituto de Apoio à Criança foi convidado para liderar as acções de sensibilização e divulgação em Portugal.

Uma das iniciativas partilhadas entre parceiros da Federação é a utilização de um mesmo símbolo: a flor de miosótis, popularmente conhecida por “não me esqueças” ou “forget me not”. Este símbolo foi adoptado pela maioria dos países parceiros (excepto Dinamarca, Hungria, Irlanda e, Reino Unido, onde assume a luta pelos doentes de Alzeimer) e toma lugar nas diversas iniciativas de sensibilização junto de toda a sociedade.

Atento às oscilações e mudanças nas sociedades, o IAC nos seus 31 anos de trabalho tem procurado dar atenção especial à problemática da exploração sexual de menores e o seu desaparecimento, nomeadamente ao nível das parcerias com entidades que combatem este fenómeno, a nível nacional e internacional quer a nível institucional, como é o caso da Policia Judiciária e Interpol, quer ao nível das organizações não governamentais, como é o caso da congénere belga Child Focus – European Centre for Missing and Sexually Exploited Children, da inglesa Missing People, ou do Nacional Center for Missing and Sexually Exploited Children (EUA).

 

Palestra Abuso sexual contra crianças e jovens: por que as vítimas se calam?

Maio 22, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Centro para crianças refugiadas em risco de fechar

Maio 22, 2014 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 21 de maio de 2014.

António Pedro Ferreira

As crianças refugiadas que chegam sozinhas a Portugal podem deixar de ter um espaço próprio que as acolha.

Carolina Reis

O centro infantil que acolhe crianças refugiadas, na Bela Vista em Lisboa, está em risco de fechar. “Só temos dinheiro para manter o centro até ao fim de junho”, dize ao Expresso Teresa Tito de Morais, presidente do Conselho Português para os Refugiados (CPR).

Em causa estão 14 crianças, com idades entre os oito e os 17 anos, que chegaram sozinhas a Portugal, a maioria delas vindas através das redes de tráfico internacionais. Para continuar a funcionar, o centro precisa que a Câmara Municipal de Lisboa dê luz verde a um subsídio de 100 mil euros para um ano a que o CPR se candidatou.

“Estas crianças são muito frágeis, entram em Portugal fugidas de situações traumáticas, de guerra generalizada, de casas destruídas, até ao dia em que conhecem um homem branco, que lhes dá um passaporte e os traz para a Europa mediante o pagamento da família”, frisa a presidente do Conselho Português para os Refugiados.

A verba, que foi pedida o ano passado no âmbito de um programa de apoios sociais, representa 50% do funcionamento do centro, o que inclui despesas de manutenção e os salários das cinco educadoras. Os restantes 50% são suportados pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, que já garantiu o dinheiro para um ano. Contactada pelo Expresso, a autarquia revela que ainda não sabe quando o projeto irá a reunião de câmara para ser votado.

“Estamos dependentes da aprovação da Câmara para um projeto para o Parque da Bela Vista, que não é só para nós mas é fundamental para continuarmos a subsistir. Sabemos que a CML até gostava de poder aprovar o projeto, contudo, também sabemos que as câmaras estão sem dinheiro.”

O pedido da verba foi feito em julho de 2013 para substituir a subvenção do Fundo de Emergência Social, que só pode ser concedido durante dois anos. Construído em 2010, o centro contou na altura com o apoio da Câmara e do seu presidente António Costa, o que alimenta a esperança de Teresa Tito de Morais de que a verba seja aprovada. Se fechar, as crianças serão levadas para o Centro de Acolhimento de Refugiados na Bobadela, onde estão os adultos e algumas famílias e que está lotado.

A casa do campeão Farid

“Estas crianças chegam-nos sem referências. Começamos a trabalhar com elas, primeiro a parte jurídica para ver se conseguimos encontrar os familiares. Acompanhamo-las nas escolas, ensinamos-lhes português e começamos a desenhar os seus projetos de vida”, esclarece Teresa Tito de Morais. É neste centro que reside Farid, o jovem afegão de 17 anos que é campeão de boxe nacional.

A história deste refugiado desde os oito anos, recebido em Lisboa pelo programa de reinstalação do Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, foi contada no Expresso, na edição impressa de 27 de setembro de 2013. “O meu tio pagou a um agente para que me levasse para o Paquistão. Disse que eu lhe causava problemas, que era uma criança irrequieta e que custava muito dinheiro”, disse na altura para relatar o momento em que deixou o Afeganistão.

Depois da reportagem, o jovem recebeu o Prémio de Direitos Humanos entregue pela Assembleia da República. “Era um grande retrocesso no trabalho que estamos a fazer com os refugiados se tivéssemos de encerrar o centro”, sublinha Teresa Tito de Morais.

No âmbito do programa de reinstalação da ONU para os Refugiados, Portugal comprometeu-se a receber 45 pessoas por ano.

 

 

Investing in children: Breaking the cycle of disadvantage – A study of national policies

Maio 22, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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investing

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Member States with a high (31-35%) [UK, LT, ES, HR, IT, IE, EL8] or very high (40-52%) [LV, HU, RO, BG] proportion of children at risk of poverty or social exclusion face the biggest challenges in reforming their overall approach and strengthening their governance arrangements in line with the Commission Recommendation on investing in children. However, even the Member States with a low (15-21%) [FI, DK, SI, NL, DE, CZ, SE, AT] or medium (22-30%) [EE, FR, BE, LU, SK, CY, PT, PL, MT] proportion of children at risk have areas in which improvements could be made.

The Commission Recommendation stresses the importance of countries having a comprehensive set of policies and integrated multi-dimensional strategies, a children’s rights approach which leads to effective mainstreaming of children’s policies and rights, an effective balance between universal and more targeted policies, the involvement of stakeholders (including children themselves) and an evidence-based approach to policy making. The importance of protecting children from the crisis is also stressed.

 

 

Palavras Quietas e Irrequietas – Atelier de Leitura & Projeção de Voz na BM Torres Novas

Maio 22, 2014 às 10:29 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes

Tel:  249 810 310 

Correio electrónico: biblioteca@cm-torresnovas.pt

URL: http://biblioteca.cm-torresnovas.pt

Congresso Internacional em Dislexia e Dificuldades de Aprendizagem

Maio 22, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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