Conferência “Da Coadoção e da Adoção Conjunta por Casais do Mesmo Sexo” com a participação de Dulce Rocha do IAC

Maio 20, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Dra. Dulce Rocha, vice-presidente do Instituto de Apoio à Criança, vai participar na conferência “Da Coadoção e da Adoção Conjunta por Casais do Mesmo Sexo” no dia 30 de maio de 2014, onde irá proferir a comunicação “A consagração legal dos direitos, como estratégia na defesa da criança, no 25.º aniversário da sua Convenção”, pelas 16.00 horas no Auditório ED0009 da Escola de Direito da Universidade do Minho.

direitos

Programa

Sessão de Abertura

Pedro Bacelar de Vasconcelos

Diretor do Direitos Humanos – Centro de Investigação Interdisciplinar

14H30

Hugo Soares

Deputado da Assembleia da República

“Da coadoção”

Bárbara Figueiredo e Rui Nunes-Costa

Escola de Psicologia da Universidade do Minho

“Igualdade no Exercício da Parentalidade?”

Moderadora: Cristina Dias

Direitos Humanos – Centro de Investigação Interdisciplinar

15H30

Coffee-Break

16H00

Dulce Rocha

Instituto de Apoio à Criança

“A consagração legal dos direitos, como estratégia na defesa da criança,

no 25.º aniversário da sua Convenção”

António José Fialho

Juiz do Tribunal de Família e Menores do Barreiro

“Adoção: em que família se concretiza o superior interesse da criança”

Moderadora: Cristina Dias

Direitos Humanos – Centro de Investigação Interdisciplinar

16H45

Debate

17H15

Encerramento

Entrada livre mas sujeita a inscrição através do endereço:

ciidh@direito.uminho.PT

 

 

 

Portugal entre os 10 países mais seguros para recém-nascidos

Maio 20, 2014 às 2:23 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 20 de maio de 2014.

mais informações no link:

http://www.thelancet.com/series/everynewborn

por Lusa, texto publicado por Isaltina Padrão

 

Portugal está entre os 10 países mais seguros para os recém-nascidos, com uma das taxas de mortalidade neonatal mais baixas do mundo, revela um estudo hoje publicado na revista The Lancet.

Numa série especial sobre a mortalidade neonatal, que reúne o contributo de 54 especialistas de 28 instituições em 17 países, a revista científica diz apresentar o quadro mais claro de sempre sobre as hipóteses de sobrevivência de um recém-nascido e os passos que devem ser tomados para reduzir as mortes de bebés.

Já se sabia que Portugal estava entre os melhores na taxa de mortalidade infantil (crianças até aos cinco anos), mas o que a Lancet vem agora mostrar é que Portugal tem também uma das melhores taxas de mortalidade neonatal (crianças com menos de 28 dias).

Com 1,8 recém-nascidos mortos em cada mil nascimentos, Portugal surge no nono lugar dos países mais seguros para se nascer, em dados relativos a 2012.

No topo da lista, que inclui 162 países, surge o Japão, com 1,1 recém-nascidos mortos em mil nados vivos, ao qual se seguem Singapura, Chipre, Estónia, Finlândia, Coreia do Sul, Suécia, Noruega e Eslovénia, este último com uma taxa idêntica à portuguesa.

No extremo oposto surge a Serra Leoa, com uma taxa de mortalidade neonatal de 49,5 em cada mil nascimentos.

Ainda assim, em Portugal morreram 170 recém-nascidos em 2012, revelam os dados da Lancet.

Segundo a revista, o país teve uma redução de 74% na taxa de mortalidade neonatal entre 1990 e 2012 e é o sétimo país do mundo onde aquela taxa mais caiu anualmente.

No estudo, a Lancet recorda que a Suíça, o Canadá e os EUA são os países de alto rendimento que menos progressos têm feito na redução da mortalidade neonatal.

Na Suíça, por exemplo, a redução da taxa de mortalidade neonatal foi de apenas 16% entre 1990 e 2012, ano em que ainda morriam 3,2 recém-nascidos por mil nascimentos.

Isto apesar de a redução da taxa de mortalidade nas crianças com um mês a cinco anos ser de 76% (em Portugal é de 77%).

Com efeito, a Lancet sublinha que a nível global, na última década, a taxa de redução da mortalidade neonatal foi cerca de metade da redução alcançada na mortalidade infantil (crianças até cinco anos).

Como resultado disto, os recém-nascidos representam hoje uma maior proporção na mortalidade infantil (44% em 2012, contra 36% em 1990).

Em Portugal, esta percentagem é de 49%.

Outro dado analisado no estudo é a taxa de nados mortos, que em Portugal foi de 2,7 em cada mil nascimentos, colocando o país na 12.ª posição entre os 162 países considerados.

 

Tertúlia Os Espaços de Vida das Crianças e dos Jovens : O Direito ao Pensamento

Maio 20, 2014 às 1:30 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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convite

Solicita-se confirmação para forumdireitoscriancas@gmail.com

Encontro Fórmula PIEF – Garantia para o Futuro

Maio 20, 2014 às 1:20 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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pief

A Fundação “O Século”, em parceria com as entidades beneficiárias de financiamento do Programa de Apoio e Qualificação da Medida PIEF – PAQPIEF no distrito de Lisboa, a saber, Instituto de Apoio à Criança, Associação Pressley Ridge, Fundação António Silva Leal, Santa Casa da Misericórdia da Aldeia Galega da Merceana e Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, irá realizar o Encontro “Fórmula PIEF: garantia para o futuro”, o qual terá lugar no Auditório da Fundação “O Século”, em São Pedro do Estoril, no dia 23 de Maio de 2014.

Este encontro, inter-PIEFs, visa promover a missão, valores e boas práticas de um Programa nacional de inclusão escolar, que nos últimos 2 anos letivos tem procurado trabalhar com jovens em situação de risco, apostando numa lógica de articulação entre Segurança Social, escolas e entidades beneficiárias de financiamento.

Fundação “O Século”

Av. Marginal, 4350 S. Pedro do Estoril 2765-246 Estoril Portugal

fundacao@oseculo.pt

214.647.770

214.670.796

http://www.oseculo.pt

Acidentes e VIH no topo das causas de morte de 1,3 milhões de adolescentes

Maio 20, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 14 de maio de 2014.

o relatório mencionado na notícia é o seguinte:

Health for the world’s adolescents

adriano miranda

Lusa

Relatório da OMS analisou causas de morte em 2012. Mortalidade caiu 12% desde 2000, um número que é considerado “modesto”.

Cerca de 1,3 milhões de adolescentes morreram em 2012, revela um relatório da OMS, que aponta os acidentes rodoviários como a primeira causa de morte e o VIH como a segunda, estando ainda assim a crescer.

O relatório “Saúde para os adolescentes do mundo” é publicado nesta quarta-feira pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que estima que uma em cada cinco pessoas no mundo seja adolescente, ou seja, há 1,2 mil milhões de pessoas de entre 10 e 19 anos.

Embora a maioria dos adolescentes seja saudável, a OMS alerta que ainda há números significativos de mortes e doenças naquela faixa etária. Só em 2012, revela a organização, morreram 1,3 milhões de adolescentes em todo o mundo, menos do que os 1,5 milhões de 2000.

A taxa de mortalidade naquela faixa etária caiu de 126 para 111 em cada 100.000 entre 2000 e 2012, uma “queda modesta” de 12% que continua a tendência dos últimos 50 anos, conclui a OMS. No relatório, a OMS revela que os acidentes rodoviários são a principal causa de morte a nível global, assim como a segunda causa de ferimentos e deficiência. Os rapazes são particularmente afectados pelos acidentes na estrada, com uma taxa de mortalidade três vezes mais elevada do que as raparigas.

O VIH, que não aparecia entre as causas de mortes adolescentes em 2000, tornou-se agora a segunda mais frequente. A OMS estima que a mortalidade adolescente associada a esta doença esteja mesmo a aumentar nesta faixa etária, ao contrário do que acontece em todas as outras. Isto pode reflectir as melhorias nos cuidados de saúde junto das crianças seropositivas, o que faria aumentar aquelas que chegam vivas à adolescência, admite a OMS. No entanto, nesta faixa etária os doentes não estão a receber o tratamento e os cuidados necessários para sobreviver e evitar a transmissão.

Doenças mentais com grande peso

No relatório, a OMS destaca ainda o “peso elevado” das doenças mentais na saúde dos adolescentes. Globalmente, escreve a organização, a depressão é a principal causa de doença e deficiência nesta faixa etária e o suicídio é a terceira causa de morte. “Alguns estudos mostram que metade das pessoas que desenvolvem problemas mentais tem os primeiros sintomas até aos 14 anos. Se os adolescentes com problemas mentais receberem os cuidados de que precisam, isso pode prevenir mortes e evitar o sofrimento ao longo da vida”, concluem os autores do relatório.

A OMS destaca também uma “redução significativa” das mortes por complicações na gravidez e parto entre as adolescentes desde 2002, particularmente nas regiões onde a taxa de mortalidade materna é mais alta: Sudeste asiático (57%), Mediterrâneo Oriental (50%) e África (37%). Apesar disso, a mortalidade materna ainda é a segunda causa de morte entre as raparigas dos 15 aos 19 a nível global, apenas ultrapassada pelo suicídio.

Novos dados recolhidos pela OMS sobre a saúde dos adolescentes concluem que menos de um em cada quatro faz exercício suficiente – a organização recomenda pelo menos uma hora de exercício moderado a vigoroso por dia, e em alguns países um em cada três é obeso. Por outro lado, há algumas tendências positivas, como a redução das taxas de tabagismo nos adolescentes mais jovens em países de alto rendimento e em alguns de baixo e médio rendimento.

A OMS recorda que a adolescência é um período importante para criar as fundações de uma vida saudável, recordando que muitos dos comportamentos que propiciam as principais doenças não transmissíveis começam ou reforçam-se nesta altura. “Se não forem abordados, os problemas de saúde e comportamentos que começam na adolescência – como o consumo de tabaco e álcool, os padrões alimentares e de exercício – têm um sério impacto na saúde e desenvolvimento dos adolescentes de hoje e potencialmente efeitos devastadores na sua saúde como adultos amanhã”, diz a principal autora do relatório, Jane Ferguson.

O relatório sublinha por isso a necessidade de mais países seguirem o exemplo de Estados como a Índia, cuja estratégia para a saúde dos adolescentes aborda um vasto espectro de questões, como a saúde mental, a nutrição, o consumo de substâncias, a violência, as doenças não transmissíveis e a saúde sexual e reprodutiva.

 

 

Jovens em Acolhimento Institucional – Conferência na Fundação Calouste Gulbenkian

Maio 20, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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encontro

Conferência – 29 de maio, Auditório 2

A procuradora-geral da Republica, Joana Marques Vidal, será a oradora principal do encontro Jovens em Acolhimento Institucional, que decorre no Auditório 2 da Fundação Gulbenkian, no dia 29, e em que será discutido o tema “Casas de acolhimento, jovens e direitos – Construir diferente”. Neste encontro, vão ser também apresentados os projetos de intervenção junto de crianças e jovens em acolhimento institucional que a Fundação Gulbenkian financia desde 2012: em Braga, Oficina de São José; em Vila Real, Associação Via Nova; em Reguengos de Monsaraz, Lar de Nossa Senhora de Fátima; e em Ansião, Casa do Canto. Os projetos são desenvolvidos sob a coordenação científica de Daniel Sampaio, com o acompanhamento técnico assegurado por Hugo Cruz e Maria João Leote de Carvalho. Pretende-se desta forma contribuir para uma intervenção mais sustentada e que venha a ser objeto de reflexão e de identificação.

PROGRAMA

14h30 | Abertura

Isabel Mota, administradora da Fundação Calouste Gulbenkian.

14h45 | Acolhimento institucional de jovens no sistema português

Moderação: Daniel Sampaio, coordenador científico do Programa Crianças e Jovens em Risco (Fundação Calouste Gulbenkian).

Reconstruir Laços Familiares Projeto O Trilho | Lar de Infância e Juventude Associação de Solidariedade Social Via Nova (Vila Real) | Ana Henriques, coordenadora do projeto.

Autonomia das crianças e jovens: percursos e práticas na Oficina de S. José Projeto Autonomia | Lar de Infância e Juventude Oficinade S. José, arquidiocese de Braga | Mafalda Malheiro, coordenadorado projeto.

Estrutura de Apoio e Acompanhamento da Casa do Canto Projeto Projet’Ar-te – Desafios para a mudança no sistemade acolhimento | Centro de Acolhimento Temporário Casado Canto (Ansião), APDMF – CrescerSer | Pedro Fadigas, técnico do projeto.

Cultura, identidade e mudança organizacionais: o caso singular do Lar Nossa Sr.ª de FátimaProjeto Aprender a Ser | Lar de Infância e JuventudeNossa Senhora de Fátima | Santa Casa da Misericórdia de Reguengos de Monsaraz | Vânia Pereira e Raquel Carmo,coordenadora e técnica do projeto.

 16h30 | Debate

 17h30 “Casas de acolhimento, jovens e direitos – construir diferente” Conferência da procuradora-geral da Republica, Joana Marques Vidal

18h | Debate

Moderador: Daniel Sampaio

18h30 | Encerramento

Artur Santos Silva, presidente da Fundação Calouste Gulbenkian

Entrada livre É necessária a confirmação de presença para o endereço: asalgueiro@gulbenkian.pt

 

Para mais informações:

Programa Gulbenkian de Desenvolvimento Humano: www.gulbenkian.pt/desenvolvimentohumano

Fundação Calouste Gulbenkian

Av. de Berna, 45A / 1067-001 Lisboa

Telefone: +351 217 823 000

E-mail: info@gulbenkian.pt

Ação de Formação – Planear, Intervir e Avaliar

Maio 20, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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formação

DIAS 27 e 28 maio, 4 e 20 de junho HORÁRIO 9h30 às12h30 e das 14h00 às 17h00 As inscrições são limitadas a 20 participantes e devem ser realizadas até ao próximo dia 21 de maio para: EAPN Portugal / Núcleo Distrital de Lisboa Rua Soeiro Pereira Gomes, 7, Apartamento 311 | 1600-196 Lisboa telefone: 217986448 e-mail: lisboa@eapn.pt

Local: Núcleo Distrital de Lisboa da EAPN Portugal

Data de início: 2014/05/27

Carga horária: 24 horas

Ficheiros Associados

Planear, Intervir e Avaliar.pdf

 


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