Versão para crianças do Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança Relativo à Instituição de Um Procedimento de Comunicação

Maio 14, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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protocolo

descarregar aqui a versão em espanhol, inglês

Ciclo de Encontros sobre as temáticas da Violência Doméstica e Igualdade de Género

Maio 14, 2014 às 5:46 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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ciclo

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Tribunal desculpa tareia de cinto

Maio 14, 2014 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 13 de maio de 2014.

A notícia contém declarações da Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança.

clicar na imagem

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Amamentação diminui risco de asma nas crianças

Maio 14, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site Boas Notícias de 7 de maio de 2014.

boas notícias

Uma equipa de investigadores britânicos acaba de confirmar mais um benefício da amamentação para a saúde das crianças. De acordo com os cientistas, esta prática protege-as do desenvolvimento de doenças respiratórias, nomeadamente da asma e da pieira.

A conclusão é de um grupo de especialistas da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade de Suffolk, no Reino Unido, que, coordenados pelo investigador Cristian M. Dogaru, analisaram mais de 100 artigos científicos publicados ao longo de 30 anos e envolvendo cerca de 250.000 mil bebés.

“A asma e a pieira são problemas de saúde crónica comuns na infância. A amamentação proporciona benefícios, mas ainda não se sabia se ou como esta prática diminuía o risco de desenvolver asma”, explicam os investigadores.

Esta incerteza levou os cientistas britânicos a desenvolver “uma revisão sistemática e uma meta-análise de estudos publicados entre 1983 e 2012 sobre a amamentação e a asma em crianças da população em geral”.

Conforme revelaram no relatório publicado, em Abril, na revista científica American Journal of Epidemiology, Dogaru e os colegas descobriram que a amamentação regular diminui o risco de asma em 37% em crianças com idade inferior a três anos.

Além disso, os cientistas concluíram também que o efeito protetor da amamentação para a saúde se prolonga no tempo, já que as crianças com mais de sete anos que tinham sido amamentadas com leite materno em bebés e que também foram analisadas no âmbito destes estudos apresentavam um risco 17% inferior de vir a sofrer de asma.

“As evidências combinadas dos vários estudos existentes apoiam uma associação positiva entre a amamentação e a menor incidência de asma e de pieira”, finalizam.

Clique AQUI para aceder às conclusões da revisão dos estudos publicadas na revista científica American Journal of Epidemiology (em inglês).

A Natureza Transdisciplinar da Violência sobre a Criança – Conferência

Maio 14, 2014 às 12:15 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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natureza

mais informações

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10 fatos profundamente deprimentes sobre bullying

Maio 14, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Artigo do site hypeScience de 3 de maio de 2014.

Você já se sentiu intimidado na escola? Nos Estados Unidos, as chances são de que quase todos os adultos tenham experimentado isso em algum momento da vida: cerca de 80% de todas as crianças norte-americanas contam terem sido assediadas por seus pares. Já no caso do Brasil, os números não são tão alarmantes, mas ainda são dignos de atenção.

Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (PeNSE) 2012, realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 7,2% dos alunos do 9º ano do Ensino Fundamental afirmaram que sempre ou quase sempre se sentiram humilhados por provocações dentro da escola, e 20,8% praticaram algum tipo de bullying contra os colegas nos 30 dias anteriores a pesquisa. A grande diferença entre os números aponta que este tipo de ação é normalmente realizada em grupo, geralmente contra uma única pessoa.

Porém, o bullying moderno vai muito além de ficar chateado na escola:

10. Ele destrói suas futuras perspectivas de emprego

A velha visão da escola padrão diz que o bullying é uma “parte natural do crescimento”, algo que deixamos para trás quando nós chegamos à vida adulta e ao mundo do trabalho. Contudo, uma pesquisa sugere que não só isto é falso, mas também que sofrer bullying pode garantir que a vítima nunca sequer comece a trabalhar.

Em 2013, um grupo de pesquisadores decidiu conferir o que alguns jovens adultos que tinham sido incluídos em um estudo de bullying uma década e meia atrás estavam fazendo da vida. Em seus vinte e poucos anos, o grupo cresceu e aparentemente mudou. Entretanto, quando os médicos responsáveis pelo estudo foram um pouco mais fundo, encontraram alguns resultados chocantes. Aqueles que tinham sido vítimas de bullying no Ensino Médio eram quase duas vezes menos propensos a manter um emprego do que aqueles que não foram intimidados.

Sem nenhuma surpresa, isso teve um efeito dominó sobre as finanças das vítimas. Os indivíduos que tinham sofrido bullying eram muito mais propensos a viver em situação de pobreza e fazer más decisões financeiras. A cereja desse bolo deprimente é que eles também tendem a sofrer de problemas de saúde, levando a dívidas crescentes.

9. Danifica a sua saúde mental

Quantos de vocês ainda lembram dos piores momentos de sua infância? Aquele vez em que você molhou as calças quando estava velho demais ou quando foi completamente humilhado por um professor arrogante? Agora imagine ter esse sentimento em relação a toda a sua infância. Seria destruidor, certo?

Se levarmos em conta pesquisas recentes, a resposta é um sonoro “sim”. Como outra etapa do estudo que citamos anteriormente, os pesquisadores observaram os efeitos em saúde mental a longo prazo do bullying na infância. Adultos que foram intimidados na escola sofreram níveis incapacitantes de ansiedade e agorafobia, além de serem propensos a graves ataques de pânico. Enquanto isso, aqueles que responderam ao bullying tornando-se bullies também eram propensos a depressões terríveis e sentimentos de pânico. Em suma, a crueldade que tinha acontecido até 15 anos antes ainda estava causando estragos na vida das suas vítimas.

A cada 4 minutos, há uma cena com bullying social nos programas infantis

8. Pode colocar você em problemas com a lei

 Não é nenhum segredo que o bullying às vezes foge tanto ao controle que as autoridades são chamadas para lidar com o caso. Contudo, embora possamos esperar que os valentões passem por encontros negativos com a lei, surpreendentemente, suas vítimas muitas vezes experimentam a mesma coisa.

De acordo com vários estudos, ser intimidado a longo prazo quando criança aumenta suas chances de ser preso. Um estudo estimou que quase um quarto de todas as crianças que sofrem bullying vão acabar em uma cela em algum momento.

O problema é que a infância tardia e início da adolescência são os momentos em que estamos destinados a aprender habilidades sociais e como ser parte da sociedade. Se gastarmos todo esse tempo apanhando e ouvindo ofensas, se juntar à sociedade já não parece uma conquista desejável. Crianças que são maltratadas a longo prazo se fecham. Elas se desconectam do mundo à sua volta e se tornam tristes, irritadas e amargas. Toda essa a raiva e amargura tendem a sair quando chegam à idade adulta, resultando em brigas, pequenos crimes e até mesmo algum tempo na prisão.

7. Afeta toda a economia

Não são apenas aqueles que foram vítimas deste tipo de intimidação que têm de viver com as consequências dela. De acordo com pesquisas recentes, o bullying afeta a todos nós, quer estejamos envolvidos ou não. Nos EUA, a violência juvenil custa à economia US$ 158 bilhões dólares a cada ano.

Este valor foi encontrado pela Plan International, uma instituição de caridade dedicada aos direitos das crianças. Eles calcularam o dinheiro público desperdiçado por crianças assustadas não indo à escola e ganhos futuros perdidos para aqueles que abandonam os estudos para escapar de seus agressores. A instituição ainda ressalta que esta é apenas uma estimativa: o número real é provavelmente muito maior. Isso significa que os Estados Unidos perdem quase o dobro do orçamento da educação federal, anualmente, para o bullying.

6. Aumenta a violência sexual

A maioria de nós consideraria o bullying na infância e a violência sexual na adolescência coisas completamente diferentes. Contudo, um estudo conjunto entre o Centro de Controle de Doenças e a Universidade de Illinois (ambos dos EUA) diz o contrário. De acordo com a pesquisa, há uma diversas evidências de uma relação entre violência sexual e bullying.

No estudo, foram considerados “violência sexual” atos como puxar roupas tentando expor alguma parte do corpo, assim como apalpar ou segurar genitais. Felizmente, apenas uma pequena minoria das crianças parecia sair do bullying para avançar para qualquer uma dessas coisas. Mas os pesquisadores também observaram que os problemas pioram à medida que as crianças ficam mais velhas, culminando em coisas bem mais sérias. Os valentões às vezes “transplantam” seus impulsos sexuais em suas vítimas, enquanto alguns meninos (desta vez, que foram vítimas do bullying) ficam tão assustados com a ideia de serem gays que assediam sexualmente meninas para provar sua heterossexualidade.

Como garantir que seu filho não faça bullying

5. Nos torna suscetíveis ao suicídio

Estudos afirmam que adolescentes que sofrem com gozações são cerca de 2,5 vezes mais propensos a tentar se matar. Entretanto, o que é menos conhecido é que este risco permanece com você ao longo da vida. Em 2007, um estudo britânico descobriu que adultos que tinham sido vítimas de bullying na escola eram duas vezes mais propensos a tentar o suicídio na vida adulta.

O estudo incluiu mais de 7 mil pessoas, indo desde jovens adultos até idosos. A pesquisa foi especificamente controlada para outros fatores, como abuso sexual na infância, pais violentos e adolescentes que fugiram de casa. No entanto, os autores concluíram que o bullying por si só poderia causar um aumento significativo no risco de suicídio enquanto adultos.

Em essência, o bullying fica com você. E o que parece ser um pouco de diversão inofensiva na escola poderia, na realidade, ser uma sentença de morte a longo prazo.

4. Prejudica todos os envolvidos

Até agora, focamos principalmente na bagagem à qual as vítimas ficam presas ao longo da vida, porém os próprios bullies também podem sofrer.

Em quase todos os índices importantes, os valentões se saem tão mal quanto ou ainda pior do que suas vítimas. Eles são mais propensos a se envolver em comportamentos de risco, ter resultados financeiros negativos e sofrer com problemas sociais quando adultos. O único ponto em que eles vão melhor do que as suas vítimas é na saúde e, mesmo assim, o resultado é pior do que aqueles que nunca se envolveram com bullying.

Então, o que está acontecendo? Este é apenas um sintoma do clássico caso do valentão sofredor, no qual uma criança desconta sua dor interior violentando outras? Talvez. Mas estudos têm mostrado que muitas crianças normais, sem problemas sérios, também se tornam bullies. Inacreditavelmente, pode ser que o simples ato de praticar o bullying mexe com o autor da violência, tanto quanto com a vítima.

3. Nós não podemos resolvê-lo

Nesse momento, você deve estar se sentindo um pouco deprimido. No entanto, pelo menos há um raio de luz no final do túnel. É só colocar dinheiro suficiente em campanhas anti-bullying e tudo vai ser resolvido, certo? Bem, desculpe desapontá-lo ainda mais, mas a Universidade de Arlington (EUA) diz o contrário.

Em um estudo publicado no “Journal of Criminology”, os pesquisadores examinaram mais de 7 mil crianças em 195 escolas diferentes, com e sem programas anti-bullying. As escolas com procedimentos de prevenção ao bullying apresentavam maiores taxas de bullying do que aquelas sem. De acordo com os autores do estudo, coisas como “semana anti-bullying” não apenas despertam as crianças para o conceito de implicar com os outros, mas também involuntariamente lhes dão informações sobre como se esquivar do castigo depois.

Porém, nem toda a esperança está perdida. Os pesquisadores sugerem que programas mais sofisticados poderiam ajudar a identificar a dinâmica valentão-vítima e criar políticas de prevenção sob medida. Contudo, a não ser que um monte de pessoas estejam dispostas a dar muito dinheiro para estes projetos, eles provavelmente nunca sairão do papel.

5 lições de vida para quem sofreu bullying

2. Crianças recompensam os seus agressores

Se nós, adultos, somos impotentes para ajudar as crianças vítimas de bullying, é tentador pensar que talvez os nossos próprios filhos possam fazer a diferença. Só espere sentado: um estudo recente da Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA) revelou que, quanto mais praticam bullying, mais populares as crianças do ensino fundamental ficam.

Isso cria um problema enorme para os ativistas. Se as crianças associam ser um valentão a ser o mais legal da sala e resistir ao bullying com apanhar e perder seu lanche, então elas sempre vão ficar do lado dos valentões. Na verdade, apenas 2% das crianças universalmente adoradas em qualquer série e 2% de crianças universalmente desprezadas parecem imunes à necessidade de intimidar, de acordo com o estudo. Para todos os outros, agir como um idiota total é uma fórmula garantida de escada social.

1. É da natureza humana

Toda sociedade na história da humanidade teve valentões, de uma forma ou de outra. Se você quer colocar a culpa em algo, não precisa ir além da evolução.

O bullying existe em todo o reino animal e, em primatas, tem uma função muito específica. Os chimpanzés ou macacos que não conseguem obedecer a uma dinâmica de grupo podem colocar em perigo todos à sua volta – ou pelo menos tornar o grupo menos eficaz em sobreviver. Então, um pouco de bullying pode manter os primatas rebeldes na linha.

Os seres humanos não precisam mais da estrita conformidade e total cooperação para sobreviver, mas a nossa vontade de zoar os outros permanece. A coisa toda é nada mais do que um retrocesso, um apêndice séptico envenenando todo o corpo da humanidade. E nós estamos presos a ele. [Listverse, Veja, IBGE]

Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar. 2012

www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/pense/2012/pense_2012.pdf

 

 

Música para crianças, momentos para papás – Vamos encontrar o Cuquedo?

Maio 14, 2014 às 11:32 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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E está aqui à porta a primeira  sessão de “música para crianças, momentos para papás”. Querem saber qual o tema que a Cláudia escolheu para nos presentear desta vez?

Após a animada manhã com bebés à procura do Cuquedo, agora é a vez dos mais velhinhos poderem também participar nesta sessão.

Os animais de grande porte – girafas, elefantes, hipopótamos, rinocerontes – andam numa correria de lá para cá e de cá para lá. Tudo isto porque chegou à selva o Cuquedo. O Cuquedo é muito assustador, prega sustos a quem estiver parado no mesmo lugar. O Cuquedo está à solta! Mas… o que é o Cuquedo? Será um pássaro? Será um avião? Não!
A surpresa está reservada a crianças dos 2 aos 6 e papás que assistirem a este momento de música com Cláudia Lourenço já no próximo dia 17 de Maio às 17h!

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“Castigos corporais não são permitidos em caso algum”, diz magistrada

Maio 14, 2014 às 9:32 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 14 de maio de 2014.

eva carasol

Sem nunca se pronunciar sobre o caso dos pais que castigaram o filho com um cinto, deixando-o incapacitado e de cama durante dez dias, noticiado nesta terça-feira pelo Diário de Notícias, a magistrada do Ministério Público (MP) Helena Gonçalves explicou ao PÚBLICO que os castigos corporais não são, “nunca”, permitidos em Portugal.

“Os castigos corporais não são permitidos em caso algum” e podem constituir uma forma de mau trato e configurar “situações de perigo, que legitimem a intervenção do sistema de protecção de crianças previsto na Lei de Promoção de Protecção de Crianças e Jovens em Perigo”, afirmou a magistrada numa entrevista por email.

Além disso, esclareceu a procuradora, o Código Penal atribui ao Ministério Público legitimidade para dar início ao procedimento criminal, mesmo quando este depender de uma queixa. Ora, foi o facto de não existir uma queixa, neste caso do rapaz de 11 anos espancado pelos pais, que levou o Tribunal da Relação a determinar que o MP não tinha “legitimidade” para deduzir acusação, como se lê no acórdão de 2 de Abril, publicado no final desse mês.

Os pais começaram por ser condenados, em primeira instância, por ofensa à integridade física qualificada e depois absolvidos pelo Tribunal da Relação do Porto. Os juízes consideraram ser este um crime de ofensa na forma simples e não agravada e decidiram a absolvição com base numa questão processual – sendo a ofensa na forma simples um crime de natureza semi-pública, só poderia ter sido deduzida acusação pelo MP se tivesse havido queixa.

No entender de Helena Gonçalves, porém, e de uma forma geral, a legitimidade é atribuída ao MP para iniciar um processo “desde que o interesse do ofendido (vítima) o aconselhe” ou quando “o direito de queixa não puder ser exercido”; e também em situações em que quem detiver esse direito “for o agente do crime” e quando a vítima for menor ou não entender o significado do exercício do direito da queixa. E essa seria a situação do rapaz de 11 anos.

Cigarros e maus resultados
Tudo começou na noite de 19 de Março de 2012, quando os pais perceberam que o filho andava a encobrir os maus resultados escolares e estaria a fumar. Na casa onde vivem, depois de uma zanga e perante a impertinência do filho, a mãe bateu-lhe com o cinto. Apesar da repreensão, que “não acatou”, segundo o acórdão, o rapaz de 11 anos continuou a sorrir. O pai interferiu, atingindo também o filho com um cinto.

Nos dez dias seguintes, o rapaz ficou de cama com “equimoses de coloração arroxeada” nas nádegas e pernas, algumas “dolorosas à palpação”. O acórdão não esclarece se este foi um acto isolado, embora diga que não existam provas de “reiteração” deste comportamento por parte dos pais.

No julgamento, em primeira instância, mãe e pai foram condenados, ainda em 2012, por considerar o tribunal que o uso do cinto numa criança “indefesa” de 11 anos, não se enquadrava, “pela sua desproporcionalidade, no âmbito de um poder/dever de educação/correcção” dos pais. Estes vieram depois, e durante o recurso, a justificar “o meio utilizado e a agressão” como forma de “corrigir o comportamento escolar” do filho, para que este pudesse “vir a ter, no futuro, uma vida melhor e mais responsável”, a que os juízes desembargadores foram sensíveis.

No recurso no Tribunal da Relação do Porto, que os absolveu no mês passado, a defesa tentou provar que o comportamento dos pais não configurava um crime de ofensa à integridade física de forma qualificada, um crime público, mas um crime de ofensa à integridade física de forma simples, de natureza semi-pública, para a qual teria sido necessária uma queixa.

DECO quer combater obesidade infantil

Maio 14, 2014 às 6:00 am | Publicado em Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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Notícia da TSF de 6 de maio de 2014.

ouvir a reportagem aqui

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A associação de defesa do consumidor DECO lança hoje uma campanha contra a obesidade infantil, disponibilizando na Internet menus saudáveis, fáceis e baratos.

As receitas, elaboradas por alunos da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, sob acompanhamento de nutricionistas, vão estar acessíveis num portal, a par da respetiva lista de compras dos produtos usados, com os preços.

De acordo com a DECO, ao todo vão estar disponíveis 31 menus, correspondentes a um mês de refeições, incluindo cada um deles pequeno-almoço, lanche a meio da manhã, almoço, lanche a meio da tarde e jantar.

As receitas, facilmente executadas por toda a família, são publicadas semanalmente, adianta a associação.

Com a campanha “Fica na Linha”, a DECO pretende sensibilizar crianças e jovens e os pais para os benefícios de uma alimentação saudável, mas também prática, variada e sem grandes custos.

De acordo com a gestora do projeto, Dulce Ricardo, uma refeição pode custar um a dois euros por pessoa, podendo os menus, que incluem desde sopas a sobremesas com scones, ser usados conforme as conveniências e, eventualmente, ser atualizados no portal.

Durante a campanha, alunos de três escolas da zona de Lisboa vão poder provar as receitas, depois de participarem na sua confeção.


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