Bélgica proíbe celular para crianças

Abril 24, 2014 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do site http://eletromageneticosensivel.wordpress.com de 24 de novembro 2013.

criancacelular

Por aumento do risco de Câncer no cérebro, novo regulamento para a venda de telefones celulares a partir de 1 de março de 2014 proíbe venda de telefones celulares para crianças. Além disso, a taxa de absorção específica (SAR) tem que ser exibidos para cada telefone celular no ponto de venda inclusive nas vendas pela internet.

Venda de telefones celulares para crianças proibidas

Desde 1 de Março de 2014, os celulares que são especialmente concebidos para as crianças já não poderão ser introduzidos no mercado belga. Trata-se de telefones móveis personalizados adequados para crianças menores de 7 anos de idade, por exemplo, ter alguns botões e uma forma atraente para as crianças. Além disso, a partir desta data, nenhuma publicidade pode ser feita para uso do telefone celular entre a mesma faixa etária. Taxa de Absorção Específica (SAR) passa se tornar informação obrigatória ao consumidor Quando você compra um novo telefone celular, a partir de agora você vai ser capaz de escolher o seu novo dispositivo com base na taxa de absorção específica (SAR). O valor da SAR é diferente para cada telefone celular. O valor de SAR terá de ser indicado, juntamente com as outras especificações técnicas, não só na loja, mas também para as vendas à distância através da Internet.

Por que essas medidas?

Como medida de precaução. De acordo com a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC, 2011), pode haver um aumento do risco de câncer no cérebro, devido ao uso intensivo de um telefone celular. A IARC, portanto, classificou as  freqüências de rádio como “possivelmente cancerígeno”. Medidas estão sendo tomadas esperando conclusões científicas mais claras. A intenção é sensibilizar os usuários de telefonia móvel.

Você pode reduzir a sua exposição média por escolher um telefone móvel com um valor menor SAR.  Mas não é a intenção de usá-lo por horas em um tempo: a maneira em que você usa o seu telefone celular também determina a sua exposição. Usando um fone de ouvido, mensagens de texto e não telefonar em locais com má recepção são algumas dicas que podem reduzir significativamente a sua exposição. Você pode encontrar mais dicas sobre a nossa página de ” o uso sensato do telefone móvel  “.

As crianças já entram em contato com os telefones móveis a partir de uma idade muito jovem. A exposição total durante a sua vida, assim, ser maior do que a de adultos de hoje. Além disso, as crianças absorvem mais radiação do telefone celular do que os adultos (quase o dobro no cérebro e 10 vezes mais para a medula óssea do crânio). Isso já é uma razão para cautela adicional, dada a classificação de frequência de rádio como “possíveis cancerígenos” pela Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (IARC).

Quer saber mais?

Então confira a nossa lista de perguntas mais frequentes. Você pode encontrar mais informações sob o uso sensato do telefone móvel  e classificação da IARC desta página

(http://health.belgium.be/eportal/Environment/Electromagnetic_fields/Mobilephoneuse/index.htm#.UpJFqNI_srI)

Você pode baixar o  Decreto Real  sobre a proibição de celulares para as crianças aqui: em francês ou holandês no link abaixo . A Decreto Real que faz a menção do valor SAR obrigatória para as vendas de celulares e que proíbe a publicidade para as crianças pode ser baixado aqui: em francês ou holandês .

Fonte original: Federal Public Service, Health, Food Chain Safety and Environment of Beilgium Link http://health.belgium.be/eportal/19089508_EN?fodnlang=en#.UpJBotI_srI

 

 

 

Abertura das Colónias de Férias de Verão da Junta de Freguesia de Belém para Crianças (6 a 12 anos) e Jovens (13 a 18 anos)

Abril 24, 2014 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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belem

Após o desenvolvimento das atividades de Páscoa, iniciamos a preparação para as atividades de Verão e das Férias dos V. Educandos. É um momento de festa e de celebração pelo esforço que eles fizeram ao longo do ano. Mas é também um momento de aproveitar o tempo livre para realizar atividades orientadas e que sejam mais um momento de enriquecimento, de partilha e de muito divertimento. Na sequência de diversos pedidos e depois de auscultarmos as famílias e as preocupações que nos transmitiram, decidimos que os programas para as crianças entre os 6 e os 12 anos e jovens entre os 13 e os 18 anos decorrerá entre o dia 16 de Junho e 22 de Agosto, divididos em 5 turnos de duas semanas cada. Cada criança pode frequentar o máximo de 4 turnos, sendo que não poderá fazer mais do que 3 turnos seguidos. Esperamos assim poder dar uma resposta social mais abrangente numa altura em que as famílias mais necessitam. Inscrições até 10 de Maio de 2013

mais informações e inscrições aqui

 

Sudão: 50 mil crianças podem morrer à fome este ano

Abril 24, 2014 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Sol de 22 de abril de 2014.

mais informações na notícia da ONU:

South Sudan: UN says surging violence claimed lives of children, worsened malnutrition among survivors

sol

A Unicef lançou o alerta à comunidade internacional: são cerca de 50 mil as crianças no Sudão do Sul com menos de cinco anos em risco de morrer por subnutrição só este ano.

O porta-voz da Unicef, Christophe Boulierac, disse em conferência de imprensa que são 740 mil as crianças em rico de sofrer carências alimentares e que, caso não chegue ajuda com urgência, podem mesmo perder a vida já este ano cerca de 50 mil.

Segundo a organização, são cerca de 250 mil os menores que vão passar por carências alimentares agudas e severas nos próximos meses.

Milhares de pessoas têm sido mortas desde Dezembro numa onda de violência extrema no país motivada por conflitos étnicos. As forças leais a Salva Kiir, que pretence à etnia Dinka, tenta pôr fim à revolta liderada por Riek Machar, antigo vice-presidente que pertence à etnia Nuer.

SOL

 

 

Em Lousada, 500 alunos percebem o que é o mundo do trabalho

Abril 24, 2014 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo do site educare de 9 de abril de 2014.

A Câmara de Lousada quis perceber a raiz do problema. “Chegámos à conclusão que o que levava ao abandono escolar era o insucesso”, refere ao EDUCARE.PT Cristina Moreira, vereadora da Juventude e Ação Social da autarquia. Em 2007, surge então o programas DICAS – Diversidade, Inclusão, Complexidade, Autonomia e Solidariedade que tem funcionado como o chapéu de uma série de iniciativas que envolvem os mais jovens, sobretudo na deteção atempada de algumas dificuldades dos alunos, nas questões relacionadas com as dependências e a sexualidade, bem como na orientação vocacional. “Aprendiz por um dia” é um desses projetos. Durante esta semana, cerca de 500 alunos do 9.º ano de todos os agrupamentos de Lousada passam um dia dentro de uma empresa para perceberem se querem ou não seguir a profissão que têm debaixo de olho.
“O balanço do programa é extremamente positivo. Não imagina a diferença que faz este dia”, afirma a vereadora. A diferença está em perceber no terreno, em contacto com profissionais das áreas de eleição, se o caminho futuro é ou não por ali. Esta perceção, em contexto real, do mundo do trabalho é bastante importante. Se uns confirmam que é aquilo que realmente querem fazer quando deixarem a escola, outros percebem que, afinal, há uma diferença entre o que se pensa e o que se faz. Em veterinária, por exemplo, tem havido algumas desistências. Os alunos gostam de animais, sonham ser veterinários, mas quando é preciso cuidar e lidar com doenças, as certezas dão lugar a dúvidas. “Aprendiz por um dia” serve precisamente para isso.

Em janeiro, os alunos do 9.º ano das escolas públicas de Lousada, que se encontram numa fase importante para tomar decisões, interessados no programa, inscrevem-se e escolhem a profissão dos seus sonhos. As inscrições são acompanhadas por psicólogos responsáveis pela orientação vocacional de forma a ir ao encontro das preferências dos jovens. Na quarta edição do programa, a adesão ronda os 90%, depois de no ano passado ter rondado os 80%. As áreas mais procuradas são as ligadas à saúde – enfermeiros, médicos, veterinários, fisioterapeutas – ao meio artístico – no cinema, teatro, multimédia – e tem havido procura nos bombeiros, tribunal e polícia. Há, no fundo, de tudo um pouco. Escolhas feitas, a câmara faz a ponte entre desejos dos alunos e o mundo empresarial. E as empresas têm estado recetivas a receber os jovens, não só no concelho de Lousada, mas mesmo fora – em Vizela, Póvoa de Varzim, Porto, Viana do Castelo, Vila Nova de Gaia.

Cristina Moreira sublinha a importância que estas experiências, em contexto de trabalho, têm em decisões mais conscientes, fundamentadas e adequadas por parte dos jovens. Escolhas mais adequadas ao perfil de cada um. “Um dia, um livro, um filme, uma conversa podem fazer a diferença na vida de uma pessoa, e de um jovem muito mais”, comenta. É um dia que marca e que, no fundo, envolve vários intervenientes. Jovens do 9.º ano que têm de decidir o que querem fazer no futuro, empresas que se disponibilizam para mostrar com funcionam aos trabalhadores do amanhã, escolas que se envolvem num projeto estruturado, psicólogos que têm de acompanhar a orientação vocacional, famílias que tentam perceber caminhos futuros e ganham tempo para se prepararem, a autarquia que assume a vontade de combater o abandono escolar. “Há um ditado que diz que para educar uma criança é preciso uma aldeia inteira”, recorda a responsável.

É a quarta vez que a Câmara de Lousada coloca no terreno o programa “Aprendiz por um dia”. A ideia é aproveitar a primeira semana de férias da Páscoa para que alunos do 9.º ano contactem com o mundo do trabalho presencialmente. Empresas acolhem estudantes que assim têm oportunidade de perceber, por dentro, como funciona o meio laboral, contactar com profissionais, colocar questões, perceber se aquela é mesmo a área da sua eleição. Uma maneira de aproximar ensino e trabalho e de os alunos participantes pensarem melhor nas suas escolhas futuras.

“Pretende-se que os jovens possam ter a oportunidade de, ao longo de um dia, acompanhar um profissional nas suas funções diárias e participar nas tarefas quotidianas”, sublinha a autarquia, num comunicado. Reduzir o abandono precoce da escolaridade mínima obrigatória e seguir as orientações das escolas de futuro são objetivos desta iniciativa que abrange alunos do ensino público de um dos concelhos mais jovens do país.

E o 9.º ano não é um ano qualquer. É um ano de tomada de decisões, de escolher uma área que poderá ser determinante na vida futura dos mais jovens. “Através deste projeto, o município pretende que a orientação vocacional seja vista como um caminho a percorrer conjuntamente pelos alunos e pela escola, com o intuito de o construir da forma mais sólida possível e de encontro às necessidades reais do mercado de trabalho”, sustenta a Câmara de Lousada. “Ou seja, a escola tem de satisfazer o aluno e vários níveis como áreas de interesse, formação, qualidade, atração, equipamentos e necessidades do mercado de trabalho”, acrescenta.

A Câmara de Lousada quis perceber a raiz do problema. “Chegámos à conclusão que o que levava ao abandono escolar era o insucesso”, refere ao EDUCARE.PT Cristina Moreira, vereadora da Juventude e Ação Social da autarquia. Em 2007, surge então o programas DICAS – Diversidade, Inclusão, Complexidade, Autonomia e Solidariedade que tem funcionado como o chapéu de uma série de iniciativas que envolvem os mais jovens, sobretudo na deteção atempada de algumas dificuldades dos alunos, nas questões relacionadas com as dependências e a sexualidade, bem como na orientação vocacional. “Aprendiz por um dia” é um desses projetos. Durante esta semana, cerca de 500 alunos do 9.º ano de todos os agrupamentos de Lousada passam um dia dentro de uma empresa para perceberem se querem ou não seguir a profissão que têm debaixo de olho.
“O balanço do programa é extremamente positivo. Não imagina a diferença que faz este dia”, afirma a vereadora. A diferença está em perceber no terreno, em contacto com profissionais das áreas de eleição, se o caminho futuro é ou não por ali. Esta perceção, em contexto real, do mundo do trabalho é bastante importante. Se uns confirmam que é aquilo que realmente querem fazer quando deixarem a escola, outros percebem que, afinal, há uma diferença entre o que se pensa e o que se faz. Em veterinária, por exemplo, tem havido algumas desistências. Os alunos gostam de animais, sonham ser veterinários, mas quando é preciso cuidar e lidar com doenças, as certezas dão lugar a dúvidas. “Aprendiz por um dia” serve precisamente para isso.

Em janeiro, os alunos do 9.º ano das escolas públicas de Lousada, que se encontram numa fase importante para tomar decisões, interessados no programa, inscrevem-se e escolhem a profissão dos seus sonhos. As inscrições são acompanhadas por psicólogos responsáveis pela orientação vocacional de forma a ir ao encontro das preferências dos jovens. Na quarta edição do programa, a adesão ronda os 90%, depois de no ano passado ter rondado os 80%. As áreas mais procuradas são as ligadas à saúde – enfermeiros, médicos, veterinários, fisioterapeutas – ao meio artístico – no cinema, teatro, multimédia – e tem havido procura nos bombeiros, tribunal e polícia. Há, no fundo, de tudo um pouco. Escolhas feitas, a câmara faz a ponte entre desejos dos alunos e o mundo empresarial. E as empresas têm estado recetivas a receber os jovens, não só no concelho de Lousada, mas mesmo fora – em Vizela, Póvoa de Varzim, Porto, Viana do Castelo, Vila Nova de Gaia.

Cristina Moreira sublinha a importância que estas experiências, em contexto de trabalho, têm em decisões mais conscientes, fundamentadas e adequadas por parte dos jovens. Escolhas mais adequadas ao perfil de cada um. “Um dia, um livro, um filme, uma conversa podem fazer a diferença na vida de uma pessoa, e de um jovem muito mais”, comenta. É um dia que marca e que, no fundo, envolve vários intervenientes. Jovens do 9.º ano que têm de decidir o que querem fazer no futuro, empresas que se disponibilizam para mostrar com funcionam aos trabalhadores do amanhã, escolas que se envolvem num projeto estruturado, psicólogos que têm de acompanhar a orientação vocacional, famílias que tentam perceber caminhos futuros e ganham tempo para se prepararem, a autarquia que assume a vontade de combater o abandono escolar. “Há um ditado que diz que para educar uma criança é preciso uma aldeia inteira”, recorda a responsável.

É a quarta vez que a Câmara de Lousada coloca no terreno o programa “Aprendiz por um dia”. A ideia é aproveitar a primeira semana de férias da Páscoa para que alunos do 9.º ano contactem com o mundo do trabalho presencialmente. Empresas acolhem estudantes que assim têm oportunidade de perceber, por dentro, como funciona o meio laboral, contactar com profissionais, colocar questões, perceber se aquela é mesmo a área da sua eleição. Uma maneira de aproximar ensino e trabalho e de os alunos participantes pensarem melhor nas suas escolhas futuras.

“Pretende-se que os jovens possam ter a oportunidade de, ao longo de um dia, acompanhar um profissional nas suas funções diárias e participar nas tarefas quotidianas”, sublinha a autarquia, num comunicado. Reduzir o abandono precoce da escolaridade mínima obrigatória e seguir as orientações das escolas de futuro são objetivos desta iniciativa que abrange alunos do ensino público de um dos concelhos mais jovens do país.

E o 9.º ano não é um ano qualquer. É um ano de tomada de decisões, de escolher uma área que poderá ser determinante na vida futura dos mais jovens. “Através deste projeto, o município pretende que a orientação vocacional seja vista como um caminho a percorrer conjuntamente pelos alunos e pela escola, com o intuito de o construir da forma mais sólida possível e de encontro às necessidades reais do mercado de trabalho”, sustenta a Câmara de Lousada. “Ou seja, a escola tem de satisfazer o aluno e vários níveis como áreas de interesse, formação, qualidade, atração, equipamentos e necessidades do mercado de trabalho”, acrescenta.

IAC Coimbra – Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância

Abril 24, 2014 às 9:57 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A CPCJ de Coimbra, com o objetivo de assinalar o Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância, está a promover várias ações, com a colaboração de várias entidades da cidade de Coimbra.

 O Instituto de Apoio à Criança – FCJ vai dinamizar algumas atividades, no âmbito desta iniciativa, com o intuito de promover e defender os Direitos da Criança

Scientists Link Selfies To Narcissism, Addiction & Mental Illness

Abril 24, 2014 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo do site http://www.whydontyoutrythis.com  de 2 de abril de 2014.

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The growing trend of taking smartphone selfies is linked to mental health conditions that focus on a person’s obsession with looks. According to psychiatrist Dr. David Veal: “Two out of three of all the patients who come to see me with Body Dysmorphic Disorder since the rise of camera phones have a compulsion to repeatedly take and post selfies on social media sites.” “Cognitive behavioural therapy is used to help a patient to recognise the reasons for his or her compulsive behaviour and then to learn how to moderate it”, he told the Sunday Mirror.

A British male teenager tried to commit suicide after he failed to take the perfect selfie. Danny Bowman became so obsessed with capturing the perfect shot that he spent 10 hours a day taking up to 200 selfies. The 19-year-old lost nearly 30 pounds, dropped out of school and did not leave the house for six months in his quest to get the right picture. He would take 10 pictures immediately after waking up. Frustrated at his attempts to take the one image he wanted, Bowman eventually tried to take his own life by overdosing, but was saved by his mom. “I was constantly in search of taking the perfect selfie and when I realized I couldn’t, I wanted to die. I lost my friends, my education, my health and almost my life”, he told The Mirror. The teenager is believed to be the UK’s first selfie addict and has had therapy to treat his technology addiction as well as OCD and Body Dysmorphic Disorder.

Part of his treatment at the Maudsley Hospital in London included taking away his iPhone for intervals of 10 minutes, which increased to 30 minutes and then an hour. “It was excruciating to begin with but I knew I had to do it if I wanted to go on living”, he told the Sunday Mirror. Public health officials in the UK announced that addiction to social media such as Facebook and Twitter is an illness and more than 100 patients sought treatment every year. “Selfies frequently trigger perceptions of self-indulgence or attention-seeking social dependence that raises the damned-if-you-do and damned-if-you-don’t spectre of either narcissism or very low self-esteem”, said Pamela Rutledge in Psychology Today.

The big problem with the rise of digital narcissism is that it puts enormous pressure on people to achieve unfeasible goals, without making them hungrier. Wanting to be Beyoncé, Jay Z or a model is hard enough already, but when you are not prepared to work hard to achieve it, you are better off just lowering your aspirations. Few things are more self-destructive than a combination of high entitlement and a lazy work ethic.

Ultimately, online manifestations of narcissism may be little more than a self-presentational strategy to compensate for a very low and fragile self-esteem. Yet when these efforts are reinforced and rewarded by others, they perpetuate the distortion of reality and consolidate narcissistic delusions. The addiction to selfies has also alarmed health professionals in Thailand. “To pay close attention to published photos, controlling who sees or who likes or comments them, hoping to reach the greatest number of likes is a symptom that ‘selfies’ are causing problems”, said Panpimol Wipulakorn, of the Thai Mental Health Department.

The doctor believed that behaviours could generate brain problems in the future, especially those related to lack of confidence. The word “selfie” was elected “Word of the Year 2013” by the Oxford English Dictionary and is defined as “a photograph that one has taken of oneself, typically with a smartphone or webcam and uploaded to a social media website.”

1. The Gym Selfie (Because the checking isn’t enough.)

selfie

visualizar as 16 selfies do artigo no link:

http://www.whydontyoutrythis.com/2014/04/scientists-link-selfies-to-narcissism-addiction-and-mental-illness.html?m=1

 


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