STUDY: Kids Who Are Cyberbullied Are 3 Times More Likely To Contemplate Suicide

Março 31, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site Think Progress de 11 de Março de 2014.

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By Sy Mukherjee

Children and teenagers who are bullied are twice as likely to contemplate suicide as other children, according to a new review of dozens of previous studies on the psychological tolls of being harassed, taunted, and otherwise ostracized by one’s peers. Strikingly, analysis published in the Journal of the American Medical Association (JAMA) Pediatrics also finds that cyberbullying is even more harmful for young Americans’ mental well-being. Children who have faced online harassment are three times as likely to contemplate suicide.

Cyberbullying has become increasingly problematic in youth culture as schoolyard gossip shifts to online forums and social media platforms, some of which allow users to engage in emotional taunting while maintaining anonymity. Last fall, Florida authorities arrested two girls, aged 12 and 14, on felony charges after their online bullying of 12-year-old Rebecca Sedwick allegedly caused the girl to commit suicide by jumping from an abandoned cement tower. More recently, Daisy Coleman — the 14-year-old girl who was allegedly sexually assaulted by a Maryville high school football player two years ago — tried to kill herself by overdosing on pills after being mocked on Facebook as a “hypocrite” and “slut” for attending a party.

The new JAMA study’s authors say that cyberbullying has unique elements that may make it more harmful than other types of bullying. “With cyberbulling, victims may feel they’ve been denigrated in front of a wider audience,” said lead study author Mitch van Geel in an interview accompanying the analysis. “[And material] can be stored online, which may cause victims to relive the denigrating experience more often.”

Cyberbullying also presents more of a danger to girls and LGBT youth than it does to other young people. While boys in the U.S. are more likely to engage in physical violence and bullying, girls are significantly more likely to be both the perpetrators and the victims of online bullying, according to data from the Cyberbullying Research Center. The Gay, Lesbian, & Straight Education Network (GLSEN) reports that LGBT children are cyberbullied at three times the rate of other kids, and that more than 40 percent of LGBT youth have been bullied online.

States can take action to bolster anti-cyberbullying measures. Although many states consider “electronic harassment” to be bullying, just 18 states specifically mention “cyberbullying” in protective statutes. A mere 12 states impose criminal sanctions on cyberbullies.

Advocacy groups also stress the need for parents to familiarize themselves with their children’s Internet habits and social media interactions while minimizing the stigma associated with being a victim of the harassment.

 

Debate: o impacto da crise económica e social na vida das crianças e dos jovens – Escola Secundária de Monserrate, 2 de Abril

Março 31, 2014 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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debate

« O Núcleo Distrital de Viana do Castelo da EAPN Portugal em parceria com a Escola Secundária de Monserrate, promove um debate sobre o impacto da crise na vida das crianças e dos jovens, no próximo dia 2 de Abril, a partir das 10.00h, na Escola Secundária de Monserrate.
O objectivo essencial é reflectir e debater qual o impacto da crise económica e social na vida das crianças e jovens, a partir da perspectiva das diversas entidades que estarão presentes, designadamente a CPCJ (Comissão de Protecção de Crianças e Jovens), o Núcleo Hospitalar de Apoio à Criança e Jovem em Risco – NHACJR, o Lar de Sta. Teresa e a Casa dos Rapazes de Viana do Castelo.
Naturalmente que uma parte do público serão alunos e professores da Escola, mas o debate está aberto a todos os interessados, nomeadamente instituições sociais e as diversas entidades que se preocupem com a situação dos mais jovens, e a organização terá muito gosto na sua presença.»

+ INFO:
Hélder Pena
Núcleo Distrital de Viana do Castelo
EAPN Portugal / Rede Europeia Anti-Pobreza
Tel. +00351 258 817 034

vianadocastelo@eapn.pt

 www.eapn.pt

Pobreza afeta mais as crianças

Março 31, 2014 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da TSF de 25 de Março de 2014.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

18,7% em risco de pobreza em 2012 – 2013

Rendimento e Condições de Vida 2013 (Dados Provisórios)

O Instituto Nacional de Estatística fez o retrato das dificuldades económicas dos mais novos. Em 2012, o aumento do risco de pobreza atingiu 24,4% das crianças, quase o dobro daquilo que acontece com os idosos (14,7%).

Uma em cada quatro crianças não pode fazer atividades extra-curriculares ou de lazer de forma regular. Esta é, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), uma das limitações económicas mais comuns que afeta os mais novos.

Os números ontem divulgados pelo INE sobre pobreza revelaram que os mais novos foram, claramente, os mais afetados, em 2012, pelo aumento do risco de pobreza, que atinge 24,4% das crianças, quase o dobro daquilo que acontece com os idosos (14,7%).

O mesmo estudo faz uma avaliação das dificuldades económicas concretas que afetam as crianças, com base num inquérito de 2013. Ao todo, 45,7% vive em famílias que não têm capacidade para pagar todas as despesas que neste inquérito são consideradas básicas, educativas ou de lazer.

A falta mais comum é a impossibilidade de ir de férias para fora de casa, pelo menos uma semana por ano (falta que afeta 42% das crianças).

Depois, 14% das crianças não tem espaços apropriados para estudar e fazer os trabalhos de casa. Outras tantas estão sem hipótese de comprar roupa nova ou não podem convidar os amigos, de vez em quando, para brincarem ou comerem juntos.

Uma em cada oito crianças não consegue também participar em viagens ou eventos escolares que envolvam pagamentos e 24% estão impedidas de ter atividades extra-curriculares ou de lazer regularmente.

O Instituto Nacional de Estatística sublinha, contudo, que as crianças de hoje estão melhor do que em 2009, última vez que se tinha feito este tipo de perguntas às famílias. Um exemplo está na alimentação: são hoje menos aquelas que não conseguem comer pelo menos uma vez por dia legumes (1,4%) e uma refeição de carne ou peixe (2,2%).

Nuno Guedes

 

NETA em FAMILIA – Comemoração do 2º aniversário do Nucleo do Equitação Terapeutica da APERCIM

Março 31, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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equitação

https://www.facebook.com/NetaEquitacaoApercim?fref=ts

as inscrições decorrem até ao dia 3 de abril de 2014, na APERCIM ou por e-mail: equitacaoterapeutica.apercim@gmail.com

 

Violence et climat scolaire dans les établissements du second degré en France

Março 31, 2014 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança, Livros | Deixe um comentário
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violence

descarregar o livro aqui

Ce rapport présente les principaux résultats d’une enquête de «victimation et climat scolaire» menée récemment auprès d’un échantillon important de membres des personnels de direction de l’éducation nationale. Cette enquête a été possible grâce à un financement de la CASDEN et très largement facilitée par l’accueil bienveillant et la mobilisation du Syndicat National des Personnels de Direction de l’Éducation Nationale.

Que ces institutions en soient remerciées, ainsi que 1 542 PERDIR qui ont bien voulu prendre un peu de leur temps déjà trop sollicité pour répondre au questionnaire. Nos analyses n’engagent bien entendu que les auteurs de ce texte. Pour d’évidentes raisons de confidentialité et de déontologie nous n’avons pas cherché à identifier les établissements ni même les zones géographiques précises. Qu’on ne s’attende donc pas ici à trouver un quel­conque « hit parade » des établissements les plus (ou les moins) violents, des villes ou des secteurs les plus « dangereux ».

Le rapport que nous présentons se veut relativement bref, il n’épuise pas la richesse du matériau recueilli qui fera l’objet dans les mois à venir de publi­cations complémentaires.


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