Sessão de Divulgação da Publicação “Acolhimento Familiar de Crianças: Evidências do Presente, Desafios Para o Futuro”

Março 21, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

acolhimento

Confirmação de Presença:

Tel. 21 844 56 71 | E-mail: ISS-CRC@seg-social.pt

mais informações sobre a publicação aqui

Escola pública não garante mobilidade social nem dá garantias de ensinar os alunos a ler e a contar

Março 21, 2014 às 4:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , ,

Notícia do Público de 20 de março de 2014.

enric vives rubio

Natália Faria

A escola pública deixou de funcionar como “veículo” de mobilidade social. Tornou-se “criminosa, indigna e estúpida”. E a culpa, aponta Maria Filomena Mónica, autora de um livro sobre as salas de aula que é lançado nesta quinta-feira em Lisboa, é dos sucessivos ministros. “O melhor que tinham a fazer era começar por deixar os professores em paz”, aconselha

Há miúdos que ameaçam fisicamente os professores, alunas que são iniciadas no haxixe pelos próprios pais. Há disputas com telemóveis, contínuos que receiam os alunos. Há portões de escola que mais parecem “chaminés de fábrica”: “Hoje em dia um charro é tão comum como um cigarro nas escolas”, descreve uma aluna.

Há professores que gastam aulas a gritar e que depois desistem. E que, além de directores de turma, são classificadores de exames, coordenadores de disciplina e distribuidores do serviço lectivo e que, por isso, se desgastam em reuniões que lhes roubam tempo para as salas de aula. E há frases como esta, proferida por uma professora que, ao fim de páginas de diário em que dá conta da sua frenética batalha, desmorona: “Não tenho uma posição optimista face ao futuro das escolas públicas. Bem pelo contrário, temo que estejamos a assistir, a muito curto prazo, à sua decadência total”.

A socióloga Maria Filomena Mónica andou meses a procurar resposta para a pergunta “O que se passa dentro das nossas salas de aula?” e as respostas que obteve, a partir dos diários de duas professoras, quatro alunas e uma mãe, confirmaram os seus piores receios. “É uma escola criminosa, indigna, estúpida. Que não suscita a curiosidade para aprender, que não ensina as crianças a pensar. Nesse sentido, a escola tornou-se um desperdício de dinheiro”, diagnosticou ao PÚBLICO, a propósito do lançamento dos livros A sala de Aula e Diários de Uma Sala de Aula, que decorre esta quinta-feira, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, ambos editados pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.

Para evitar mal-entendidos, a socióloga esclarece à partida que estudou a escola pública porque a quer melhor. “Os pais que não se convençam que aquilo só se passa nas escolas públicas. Conheço miúdas das privadas que me fariam relatos igualzinhos ou piores”, ressalva. E o que nos mostram os relatos que se estendem por aquelas centenas de páginas é o de uma escola de massas que perdeu a oportunidade de funcionar como “elevador social” das classes mais desfavorecidas. “Nos anos a seguir ao 25 de Abril, acreditava-se que a escola devia servir de instrumento de mobilidade social. A prova de que isso não funcionou é que continuamos com a maior taxa de desigualdade social da Europa: o rendimento médio dos 20% mais ricos é sete vezes superior ao dos 20% mais pobres, enquanto a média europeia é de quatro”, argumenta.

O pior é que nem enquanto transmissora do “saber ler e contar” a escola está a cumprir o seu papel. “A cultura que os alunos adquirem ao longo de 12 anos é má. Há a ideia de que a escola tem de dar coisas que os alunos compreendem facilmente, como as telenovelas, os discos da Taylor Swift ou os livros do Harry Potter. Simplesmente para isso eles não precisam da escola. Eles vão lá por si. E o resultado é que muitos dos jovens que frequentam a escolaridade obrigatória mal sabem ler e muito menos interpretar o que lêem ou construir frases com sujeito, predicado e complemento directo”, acusa a socióloga.

Não diziam palavrões nem cuspiam para o chão
Para ajudar a perceber como se chegou a este ponto, a socióloga recua várias décadas. Em 1926, havia cerca de 63% de analfabetos. Esses eram os tempos em que apenas 13% dos jovens permaneciam na escola após a quarta classe e em que os alunos “não diziam palavrões, não cuspiam no chão e mal levantavam os olhos quando eram chamados ao quadro”. Em 1974, a taxa de analfabetismo tinha descido aos 35% mas continuava a ser a mais elevada da Europa. Muitos alunos deixavam a escola aos nove, 10 anos. As universidades eram “uma ilha frequentada por privilegiados”. Quando o Estado Novo ruiu, nem as escolas nem os docentes foram preparados para acolher os alunos até então estranhos à escola. Hostis a regras, pouco propensos a qualquer tipo de actividade intelectual, postos perante professores “habituados a ensinar os filhos das classes médias”. Com o ministério da 5 de Outubro a debitar consecutivamente “leis, decretos e portarias que ninguém entendia, pela simples razão de que não eram inteligíveis”, a deserção das classes médias para o ensino particular que se seguiu “agravou os problemas”.

Pelo meio, algumas estatísticas animadoras: “Entre 1991 e 2001,  o abandono da escola por crianças com idades entre os 10 e os 15 anos, ou seja, do 5.º ao 9.º ano do básico, baixou dos 13% para os 3%. Mas mesmo isto, segundo a autora, deriva quase só “das preocupações do Ministério da Educação com a posição do país nas tabelas internacionais”.

Em 2011, porém, a taxa de abandono precoce em Portugal continuava a ser de 23,2%, contra uma média europeia de 13,5%. Colocada em perspectiva, a ideia de se prolongar a escolaridade obrigatória até ao 12.º ano, apresentada dois anos antes, em Agosto de 2009, pelo então primeiro-ministro, José Sócrates, “nasce da verificação de que é melhor ter os jovens na escola do que na rua”, segundo Filomena Mónica.

“Em 30 anos passamos de uma situação em que a ‘mortalidade escolar’ tinha lugar aos 10 anos, porque as crianças tinham de ir trabalhar, para outra em que os alunos são obrigados a ficar na escola até aos 18 porque não têm onde trabalhar”, sintetiza a socióloga. Que não discorda do princípio. “A mudança em si podia ser boa se esse grau de ensino fosse bem organizado, isto é, se houvesse, no caso do ensino vocacional, empresas que pegam nos alunos, como se faz na Alemanha. Mas é utópico pensar-se que vai haver aqui ensino vocacional como o alemão. Portanto, desconfio que este alargamento serve apenas para tirar estes miúdos das ruas e das estatísticas do desemprego e, mais uma vez, por causa das estatísticas internacionais”. No fundo, ergueu-se “mais um andar sobre um edifício “em vias de colapso”.

Os culpados, segundo Maria Filomena Mónica, “são todos os ministros que se sucederam na pasta depois de 1974”, porque “foram eles, e não os professores, que não souberam enfrentar o problema da massificação da escola; foram eles, e não os professores, quem elaborou os programas; e foram eles, e não os professores, quem levou as classes médias a retirarem os filhos do ensino público”.

Sem soluções prontas a aplicar, Maria Filomena Mónica aconselha o ministro Nuno Crato a deixar de tratar os professores “como uns estafermos incapazes”. “O que está a acontecer com a escola de massas é a proletarização da profissão docente e uma tentativa, caída de cima, de robotizar a profissão, com os professores a tentarem sobreviver, ignorando sempre que podem, e podem pouco, os disparates que caem de paraquedas, directamente do ministério”. Por acreditar que os professores precisam de se sentir acarinhados “quer pelo poder quer pela sociedade”, a socióloga considera que o melhor que Nuno Crato podia fazer pela escola pública era deixar os professores em paz. “Deixá-los preparar lições, dar aulas e corrigir os exames dos alunos, em vez se os pôr a preencher relatórios que não servem para nada”.

 

 

Com Síndrome de Down também se pode ser feliz (vídeo) – Dia Mundial da Síndrome de Down 21 de Março

Março 21, 2014 às 2:15 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

texto da Sábado de 19 de março de 2014.

 

Este vídeo mostrou a uma futura mãe que não há motivos para ter medo

Por José Varela Rodrigues

Vai ser mãe ou pai? Certamente das coisas que mais o assustam ou que o deixam maravilhado logo de início é a incerteza, a dúvida sobre como tudo vai acontecer. Será menino? Será menina? Vai ser parecido comigo? E se não for? E se nascer com algum problema de saúde?

São tantas as questões que surgem ao longo dos nove meses que o separam da notícia que faz parar o seu mundo e o nascimento do novo ser que invadirá a sua vida.

No meio de tantas questões, uma futura mãe descobriu que o seu filho irá nascer com uma alteração genética – síndrome de Down. Assustada, a mulher decidiu escrever uma carta à associação CoorDown, uma organização italiana de apoio à sindrome de Down.

“Espero um menino (…) descobri que ele tem síndrome de Down(…) Estou com medo(…) Que vida terá o meu filho?”: eram estas as palavras que preenchiam a carta enviada à associação em Fevereiro.

A resposta chegou em vídeo, durante a última semana. A CoorDown, aproveitando os receios da mãe lançou uma campanha de desmistificação do que é ter síndrome de Down. A campanha foi criada pela filial italiana da Saatchi & Saatchi, e traz 15 portadores da síndrome de Down para responder às perguntas da futura mãe.

O conceito da campanha é “Todo mundo tem o direito de ser feliz”, a fim de promover a diversidade e integração na sociedade, especialmente na escola e no trabalho e será utilizada para assinalar o Dia Mundial da Síndrome de Down a 21 de Março.

A Síndrome de Down, nome dado à Trissomia 21, é uma alteração genética que se caracteriza pela presença de um cromossoma supranumerário no par 21 – ou seja, é uma alteração causada pela existência de três cromossomas 21 (onde normalmente existem apenas dois).

Esta condição origina um atraso do desenvolvimento, motor e mental e alterações da estrutura corporal e da face. Consequentemente estas crianças precisam de acompanhamento especial mas isso não significará que na fase adulta não tenham autonomia e independência nas suas profissões e escolhas.

Portugal

Um em cada 800 bebés nasce com trissomia 21, de acordo com dados da associação Pais 21. Contudo, há um recuo no número de nascimentos de bebés portadores, já que quando a doença é detectada nos fetos, 95% dos pais optam por uma interrupção voluntária da gravidez, de acordo com a mesma associação. Estima-se que em Portugal entre 12 a 15 mil pessoas sejam portadoras da doença, segundo a Associação de Portadores de Trissomia 21 do Algarve.

Recorde-se que esta terça-feira, ocorreu um protesto, em frente à Segurança Social do Porto, contra os cortes nos apoios às crianças com necessidades educativas especiais (entre elas as portadoras de síndrome de Down).

Coordinamento Nazionale delle Associazioni delle Persone con Sindrome di Down, CoorDown Olnus

http://www.coordown.it

Família portuguesa em Inglaterra ficou sem os cinco filhos por “risco futuro de dano emocional”

Março 21, 2014 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Notícia do Público de 21 de março de 2014.

público

Ana Dias Cordeiro

Dois dos cinco filhos de Carla e José Pedro foram colocados para adopção em Inglaterra, onde o casal português vive desde 2003. Os outros três estão em famílias de acolhimento até aos 21 anos. Casos como este são frequentes no Reino Unido e foram objectos de análise na Comissão das Petições do Parlamento Europeu.

Quando, em Junho de 2003, deixaram Portugal e emigraram para Inglaterra, Carla e José Pedro tinham dois filhos. Hoje, este casal de Almeirim tem cinco filhos e todos lhes foram retirados em Abril de 2013.

Vivem em Grantham e no processo em tribunal que os pôs frente a frente com os Serviços Sociais de Lincolnshire, o juiz do Tribunal de Família decretou que os três filhos mais velhos – de sete, 12 e 14 anos – ficavam em famílias de acolhimento até aos 21 anos. Os dois mais pequenos – de 3 e 5 anos – foram colocados para adopção.

A vida não era fácil para esta família a viver sob o permanente sobressalto de actos violentos do filho mais velho, que tem um atraso mental e uma hiperactividade tratada quando viviam em Portugal. Nesse dia 23 de Abril, o rapaz queixou-se à assistente social que o acompanha na escola de que o pai lhe tinha batido. A funcionária ligou para os serviços sociais e no mesmo dia as crianças foram levadas de casa.

Para Carla e José Pedro, tudo mudou naquele dia 23 de Abril, quando elementos da polícia e dos serviços sociais bateram à porta, já passava das cinco da tarde. Não tinham nenhuma ordem do tribunal. Forçaram a entrada e, sem aviso, levaram-lhes os cinco filhos. Disseram que seria por 72 horas.

As 72 horas passaram e não voltaram. Os papéis deram entrada no Tribunal de Família em Maio. Os advogados abandonaram o caso a meio e o casal não teve direito a apresentar testemunhas. O processo, como todos os processo no Tribunal de Família, decorreu à porta fechada. E terminou em Dezembro de 2013, com a juiza a decretar a retirada dos cinco filhos e a apresentar como prova a queixa do miúdo, que ele mesmo depois retirou em várias cartas aos serviços sociais, diz a mãe.

“A polícia disse que tinha poderes”, conta ao PÚBLICO por telefone Carla Pedro que, na altura, perguntou se traziam uma ordem do tribunal e, hoje, só é autorizada a estar com os filhos uma vez de dois em dois meses. Em cada encontro, “eles choram, dizem que querem voltar para casa”. Em cada encontro, a mãe diz-lhes para terem calma. Não vivem todos na mesma família de acolhimento. E os serviços sociais juntam todos na mesma reunião de família. Podem ver-se, abraçar – e tudo isso em menos de uma hora. É assim desde que as crianças foram retiradas aos pais por “risco futuro de danos emocionais”.

“Bater nas crianças não é permitido no Reino Unido, mas nós nunca lhes batemos. Castigamos”, continua Carla Pedro. “Seja como for, o meu filho disse mais tarde que tinha mentido quando acusou o pai de lhe ter batido.” Dias antes da queixa que o rapaz fez do pai, a mãe tinha-o posto de castigo por vários dias, depois de receber um telefonema do director a apontar, mais uma vez, o seu mau comportamento.

O rapaz mais velho, de 14 anos, e a menina de sete anos, estão em duas famílias separadas de acolhimento na mesma cidade costeira de Skegeness. A rapariga mais velha, de 12 anos, está numa família de acolhimento em Stanford com os dois mais pequeninos, colocados para adopção.

Além do medo de os perder para sempre, Carla Pedro vive assombrada por outros terrores – alimentados pelas histórias que ouve de abusos frequentes em famílias de acolhimento e pelo manifesto desespero da sua filha mais velha, que diz à mãe que se mata se perder os dois irmãos. “Tenho medo por ela. Há crianças, nestas situações, que se matam. E ela está a ir-se muito abaixo ao ver os irmãos nesta situação. Ela era uma aluna brilhante, que se está a perder, até na escola.” E acrescenta. “Quero tirar os meus filhos das famílias de acolhimento antes que algum mal lhes aconteça.”

Discussão em Bruxelas

O caso de Carla, 37 anos, e de José, 43 anos, é um entre milhares no Reino Unido, onde a adopção sem consentimento dos pais é permitido e um caso que deve ser investigado, segundo Sabine Kurjo McNeill. Acontece a britânicos, diz a activista numa entrevista por telefone, mas os estrangeiros e pessoas das classes mais baixas são as mais atingidas.

Em nome da Associação McKenzie Friends, Sabine Kurjo McNeill levou nesta quarta-feira à Comissão das Petições do Parlamento Europeu, em Bruxelas, uma petição e pedir o fim da adopção sem consentimento dos pais ou de “adopção forçada”, como diz. A sua foi uma entre outras apresentadas a título individual.

As petições são admitidas para análise neste orgão quando se suspeita de violação da legislação europeia, explicou ao PÚBLICO o gabinete de imprensa do Parlamento Europeu. A Comissão Europeia tem a última palavra e os seus representantes na sessão de quarta-feira da Comissão das Petições disseram que este tema não era da competência europeia, aconselhando os queixosos a resolverem os casos nos tribunais do Reino Unido. Sob pressão de parlamentares europeus, porém, estas petições continuam abertas e uma posterior sessão será analisada para depois das eleições europeias.

Numa intervenção emocionada, que pode ser vista na página do Parlamento Europeu, Sabine Kurjo McNeill exortou a Comissão Europeia a pedir que estes casos – como os de Carla e José Pedro – sejam investigados, porque no Reino Unido, acusa, chega a haver manipulação de provas para incriminar os pais.

Mas qual o interesse? Por cada adopção, as autoridades locais recebem um bónus financeiro do Governo, explica Sabine Kurjo McNeill, que acredita que a retirada das crianças das famílias “sem regras” não é alheia a esses benefícios. E denuncia: “Os serviços sociais estão acima da lei. A polícia está acima da lei.” Di-lo a propósito da maneira como as crianças são retiradas às famílias, sem qualquer ordem do tribunal, mas também da forma como o Tribunal de Família funciona no Reino Unido – à porta fechada e em total segredo e, muitas vezes, sem que os pais possam apresentar testemunhas.

“Não tivemos direito a testemunhas”, conta Carla Pedro. A portuguesa que, durante os primeiros anos em Inglaterra, trabalhou no sector fabril, e mais tarde deixou de trabalhar, diz que as famílias de acolhimento recebem até 500 libras (cerca de 600 euros) por semana e por criança. Além disso, diz que o Estado recebe entre 10 mil (cerca de 12 mil euros) e 25 mil libras (cerca de 30 mil euros) de uma família que fique com uma criança para adopção.

Sobre isto, o PÚBLICO contactou o gabinete de imprensa dos serviços sociais da Câmara Municipal da cidade de Lincoln, a quem também pediu informações sobre o processo que levou à retirada das crianças, mas não obteve ainda qualquer resposta. Também aguarda respostas do funcionário da Embaixada de Portugal que, nos contactos que teve com Carla e Pedro José, disse, há vários meses, que tomaria o assunto em mãos.

Ao Consulado, o casal pediu ajuda jurídica para o julgamento, mas não a recebeu. Agora, mais do que esperança num recurso (que ainda conta apresentar, assim que tiver ajuda jurídica para preencher “sem um único erro”), o casal de Almeirim acredita que o caso pode resolver-se fora de Inglaterra. E espera que o Estado português possa transferir o caso para Portugal, onde o casal poderia lutar pelos filhos, no quadro da justiça portuguesa.

 

 

5º Encontro da Diferença

Março 21, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

cercimais informações:

https://www.facebook.com/events/625894837475731/?fref=ts

 

Ateliê de Ilustração na Ludobiblioteca da EB Raul Lino

Março 21, 2014 às 11:06 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

carla2

 Av. Piemonte, Monte Estoril, 2765-438 (entrada pela Rua Carlos Anjos) – tel. 21 4687825

https://www.facebook.com/bibliotecaraullino

Dia Mundial da Poesia 2014 – Vídeo

Março 21, 2014 às 10:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

mais informações:

http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/Literatura/Pages/diamundialdapoesiamarco2014.aspx

 

3ª Edição do Prémio de Jornalismo: Os Direitos da Criança em Notícia

Março 21, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

premio

O Fórum sobre os Direitos das Crianças e dos Jovens em parceria com o Montepio convocam os/as profissionais da Comunicação Social portuguesa para a 3ª Edição do Prémio Os Direitos da Criança em Notícia.

Nas últimas décadas, assistiu-se em Portugal a um avanço significativo no que diz respeito à protecção e promoção dos direitos da criança. Existem inúmeros casos de boas práticas e exemplos a seguir, mas também permanecem grandes desafios e desassossegos: (i) quanto aos direitos de provisão: as desigualdades sociais, onde se destaca elevado o nível de pobreza infantil; (ii) quanto aos direitos de protecção: a dificuldade em serem protegidas na sua identidade e integridade; e (iii) quanto aos direitos de participação: o reconhecimento pleno da criança como sujeito de direitos, a garantia de que a sua opinião seja considerada e a sua participação promovida e respeitada.
O trabalho jornalístico assume nesta matéria um papel crucial no sentido de informar e estimular o debate, dando a conhecer a situação dos direitos da criança em Portugal e contribuindo para a sua valorização junto dos/as profissionais da Comunicação Social bem como da sociedade em geral.

O Prémio Os Direitos da Criança em Notícia destina-se a reconhecer as abordagens jornalísticas que, em crónicas, reportagens ou entrevistas nas áreas da Imprensa, Rádio e Televisão (inclusive os divulgados em plataformas virtuais), tenham em conta a promoção e divulgação dos direitos da criança, numa perspectiva crítica, pluralista e inclusiva, sem comportar riscos para as crianças nem no presente, nem no futuro.

Será ainda atribuída uma menção honrosa, designada “Futuro/a Jornalista”, que se destinada a premiar uma crónica, reportagem ou entrevista inéditas elaborada por um/a aluno/a finalista do curso de Comunicação Social.

o regulamento e os formulários para participação neste prémio estão disponíveis para consulta aqui:

https://drive.google.com/folderview?id=0B_oNuGMqmHPzbGkzbnJuTjZkSjQ&usp=sharing


Entries e comentários feeds.