Programação das BLX para escolas e famílias – ABRIL 2014

Março 19, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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blx

Programa INFANTIL_abr

http://blx.cm-lisboa.pt/index.php?entra=1

https://www.facebook.com/BibliotecasdeLisboa?fref=ts

Sessão de Esclarecimento – Novas Dependências, Novos Desafios – Prevenção de Comportamentos de Risco

Março 19, 2014 às 4:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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batalha

texto da CNPCJR

A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens da Batalha promove, no próximo dia 21 de março, pelas 21h00, no Auditório da Câmara Municipal da Batalha, um Encontro subordinado ao tema “Novas Dependências/Novos Desafios”, com a colaboração do Agrupamento de Escolas da Batalha e da Associação de Pais.

A sessão será orientada pela Dra. Ana Filipa Soledade, técnica do Centro de Respostas Integradas – CRI, de Leiria, e incidirá sobre as novas dependências e a sua influência nos comportamentos de risco dos jovens.

Esta é uma iniciativa no âmbito do Plano de Atividades desta Comissão para o ano em curso e visa informar e alertar para algumas das problemáticas juvenis que condicionam o sucesso escolar e social.

A entrada é livre, aconselhando-se porém uma inscrição prévia, a qual poderá ser feita através do endereço eletrónico cpcj.batalha@mail.telepac.pt   ou pelo telefone 961385572.

Contacto: CPCJ – Batalha | Sónia Gameiro (Presidente CPCJ) | Telefone: 961 385 572

Palestra Bullying – Duas Perspetivas em Contexto Escolar

Março 19, 2014 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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palestra

apcapuchos.gaaf@gmail.com

https://www.facebook.com/groups/542757062489242/

 

Jogar à forca e fazer rimas ajuda crianças com dislexia na escola

Março 19, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Notícia do i de 16 de março de 2014.

Por Agência Lusa

 O livro, dirigido a estudantes, pais e professores, é lançado na próxima semana pela Esfera dos Livros.

Brincadeiras como o jogo da forca, procurar letras, sílabas e palavras em revistas, ou fazer rimas, ajudam as crianças a ultrapassar problemas de dislexia, defende o especialista em apoio terapêutico-pedagógico Renato Paiva, em livro a lançar na quinta-feira.

Da mesma forma, cantigas e lengalengas com números ou jogos de tabuleiro, como o “Monopólio”, são considerados “essenciais” para crianças com dificuldades em matemática.

No livro “O Segredo para Alcançar o Sucesso na Escola”, o autor desafia os pais a espalharem espuma de barbear numa mesa e pedirem aos filhos para desenharem sílabas ou letras.

Ao professor, recomenda que em vez de salientar que o aluno cometeu 14 erros, realce antes que escreveu corretamente 76 palavras.

Para uma criança hiperativa, o especialista recomenda aos professores que lhe atribuam tarefas curtas e que trabalhem matérias mais difíceis de manhã, quando o aluno está mais concentrado.

Renato Paiva sublinha também a importância de elogiar os momentos em que a criança com um problema de atenção consegue estar atenta, “evitando chamar a sua atenção sempre que está desconcentrada”. Esta técnica revela-se “uma ótima mais-valia”, considera.

O autor preconiza ainda exercícios de treino da respiração que ajudam os alunos a conseguir uma maior concentração nos testes.

O livro, dirigido a estudantes, pais e professores, é lançado na próxima semana pela Esfera dos Livros.

A obra aborda problemas de dislexia, erros de ortografia, dificuldades nos cálculos matemáticos, pouca atenção nas aulas, bem como falta de confiança e motivação.

As questões de organização e as relações entre professores e alunos, os bloqueios que alguns apresentam perante os testes ou na relação com os colegas integram o texto, que contém dicas e conselhos ao longo de 300 páginas.

“Não há fórmulas, nem pilulas mágicas que resolvam estas dificuldades. No entanto, há estratégias que podem servir de orientação e suporte aos pais que querem apoiar os filhos”, escreve Renato Paiva.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa

paiva

 

Mais de 60% de alunos confirmam casos de bullying nas suas escolas

Março 19, 2014 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 19 de Março de 2014.

ricardo brito

Natália Faria

Empresários pela Inclusão ouviram 1963 alunos entre os 12 e os 15 anos. Metade dos alunos que já assistiram a bullying não se lembra de campanhas de prevenção.

A pergunta era clara e directa: há bullying na tua escola? De uma amostra de 1963 alunos de nove concelhos, e com idades entre os 12 e os 15 anos, 1226, ou seja, 62%, responderam que sim. Porém, apenas metade dos alunos que reconheceram haver bullying na escola declarou recordar-se de campanhas de prevenção.

“Isto mostra que as acções desenvolvidas na grande maioria das escolas contra a violência entre alunos não atingem o alvo, os próprios alunos não identificam essas acções como campanhas antibullying”, adiantou ao PÚBLICO Andreia Ferreira, da Associação EPIS — Empresários pela Inclusão Social, uma instituição sem fins lucrativos de combate ao abandono e insucesso escolar que conduziu este inquérito escolas de nove concelhos (Amadora, Setúbal, Campo Maior, Évora, Paredes, Matosinhos, Estarreja, Oliveira do Bairro e Madalena, na ilha do Pico), entre Setembro e Dezembro de 2013.

Quanto aos 62% de alunos que declararam ter conhecimento de episódios de bullying na escola que frequentam, Andreia Ferreira admite que a percentagem poderia ser maior se todos os alunos soubessem identificar o problema. “Ainda há a tendência para os alunos identificarem como normais situações de violência, coisas como empurrar alguém na escola, roubar a mochila ou o lanche, chamar nomes”, defende, para sublinhar a pertinência do pacote de iniciativas que a EPIS está a desenvolver junto das 69 escolas abrangidas pelo programa, num universo de 3729 alunos. O objectivo destas acções — que visam alunos, mas também pais, professores e directores de escola — é informar sobre sinais de alerta e dar dicas de actuação perante os episódios de violência.

À questão sobre que tipo de bullying é mais frequente, as agressões verbais colheram 61% das respostas, seguidas das físicas (30%). Ao contrário dos rapazes, as raparigas mostraram-se mais sensíveis ao bullying verbal do que ao físico, ainda segundo a EPIS.

20% de vítimas
Quando perguntaram aos 1226 alunos que declararam existir bullying se alguma vez tinham estado envolvidos nalgum episódio daquele género, houve 1256 respostas positivas (alguns participaram em mais do que um episódio), sendo que 77% o fizeram na condição de espectadores e 20% enquanto vítimas.

Em matéria de violência escolar, o PCP promete fazer entrar na Assembleia da República uma iniciativa legislativa que recomenda a criação de gabinetes pedagógicos nas escolas. “Não é uma proposta fechada, as escolas poderiam alterar a composição destes gabinetes, mas a ideia era que fossem compostos por um psicólogo, um assistente social, um animador sociocultural e um representante dos professores e dos alunos”, adiantou ao PÚBLICO a deputada Rita Rato.

A filosofia subjacente a este projecto de lei é fazer incidir os esforços na prevenção, mais do que na punição dos alunos prevaricadores. “A abordagem não é apenas sancionatória, mas de prevenção e erradicação da violência, porque não acreditamos em respostas do tipo expulsar o aluno da escola”, enfatizou Rita Rato, demarcando-se de soluções como as previstas no estatuto do aluno que, desde Setembro de 2012, agravou o regime sancionatório para os alunos prevaricadores.

Garantindo que a iniciativa legislativa vai entrar “dentro de muito poucos dias” no Parlamento, a deputada do PCP avisa que esta implicará o reforço dos meios nas escolas. “Sabemos de realidades em que há apenas um psicólogo por cada 4500 alunos, quando os estudos recomendam pelo menos um psicólogo para 750 alunos. Portanto, o que temos hoje nas escolas é claramente insuficiente, aliás, o que temos actualmente não chega sequer para atender aos alunos com necessidades especiais, pelo que o que propomos obrigará ao reforço da contratação de meios humanos, também porque acreditamos que a violência em meio escolar não se resolve com medidas ‘chapa cinco’, iguais para todos.”

A proposta de lei apresentada pelo anterior Governo que previa a autonomização do crime de bullying e a concomitante adopção de uma moldura penal semelhante à dos crimes de violência doméstica, com penas de prisão de um a cinco anos para os maiores de 16 anos, e que podiam chegar aos dez anos de pena no caso de ofensa grave à integridade física ou morte, caducou com a nova legislatura.

A 31 de Março de 2011, a proposta desceu à Comissão de Assuntos Constitucionais, Liberdades e Garantias para discussão na especialidade, mas não chegou a avançar. Na altura, o agora secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho, presidia à Associação nacional de Professores e chegou a admitir que os instrumentos de prevenção não eram suficientes. Mais recentemente, no início deste ano, ao mesmo tempo que anunciava uma diminuição para menos de metade dos episódios de violência nas escolas, aquele secretário de Estado adiantava a possibilidade de as escolas com maior número de ocorrências daquele género serem dotadas de equipas multidisciplinares de acompanhamento das situações de violência, insucesso e abandono escolar. Uma solução que, ao contrário da proposta do PCP, não passaria obrigatoriamente pelo incremento de psicólogos ou de agentes de segurança nas escolas, mas pela adesão ao chamado “crédito horário”, ou seja, pela atribuição de horas a esses profissionais para as tarefas de prevenção e combate à violência.

 

Recortes de uma Vida… Contos de Anderson

Março 19, 2014 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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anderson

Bilheteira de Sesimbra
Rua João da Luz, n.º 5 – 2970-762 Sesimbra

Horário da bilheteira
Inverno:
quarta a domingo, das 16 às 20h

Verão (julho e agosto):
quarta a domingo, das 17 às 21h

Reservas e informações:
21 223 40 34 / cineteatro@cm-sesimbra.pt

Reservas Serviço Educativo:
21 228 87 15

Um em cada seis jovens entre os 15 e os 24 anos não estuda nem trabalha

Março 19, 2014 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do P3 do Público de 18 de março de 2014.

Relatório mostra que Portugal apresenta a oitava taxa NEET mais elevada entre os países da OCDE

Texto de Lusa

Um em cada seis jovens entre os 15 e os 24 anos não estavam a trabalhar, estudar ou a ter formação em Portugal, com o país a apresentar a oitava taxa NEET mais elevada entre os países da OCDE.

Segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), divulgados esta terça-feira no relatório “Society at a Glance 2014“, Portugal tinha no quarto trimestre de 2012 — últimos dados disponíveis — uma taxa NEET (sigla que se refere a jovens que não estão a trabalhar, estudar ou em formação) de 15,3%. Esta taxa está longe dos 27,4% observados na Grécia, que actualmente lidera a lista dos países com as taxas NEET mais elevadas da OCDE (seguida da Turquia, com 26,7%, Itália, com 21,4%, México, com 21,1%, Espanha, com 19,6%, República Checa, com 18,5% e Irlanda, com 16,7%), mas é superior à taxa média dos 33 países que pertencem à organização, de 12,6%.

A crise e consequente subida da taxa de desemprego, especialmente a dos jovens, que em 2013 alcançou pela primeira vez os 40% em Portugal, estarão na origem de uma subida de 1,5 pontos percentuais da taxa NEET em Portugal entre o quarto trimestre de 2007 e igual período de 2012. Na média dos países da OCDE, a taxa NEET subiu também, mas a um ritmo mais baixo, passando de 11,5% em 2007 para 12,6% em 2012.

Mais apoios sociais

No relatório, a OCDE destaca, no caso de Portugal, que a crise no país demonstrou a necessidade de definir prioridades no que se refere a despesas sociais, tendo em conta as fortes pressões orçamentais. A primeira prioridade, de acordo com a análise da OCDE, deverá ser a de assegurar apoios básicos para os grupos mais desprotegidos, com a organização a destacar que perto de seis em cada dez desempregados não recebe apoios ao desemprego. A este nível, a organização destaca que enquanto vários outros países têm tomado medidas para reforçar a assistência aos mais pobres, as reformas em Portugal, desde 2010, tornaram estes apoios ainda menos acessíveis, tendo sido observada uma quebra de 30% no número de destinatários. “O Governo deve monitorizar cuidadosamente se os níveis actuais de apoios sociais e a sua cobertura são adequados no contexto de uma elevada necessidade de apoio e altas taxas de desemprego de longa duração”, adverte a OCDE.

Uma segunda prioridade para Portugal é ajudar as famílias mais desfavorecidas a beneficiar rapidamente de uma recuperação económica, com especial atenção para agregados familiares com um ou mais membros desempregados. No relatório, a OCDE lança ainda uma recomendação geral aos países membros, para que sejam capazes de, numa altura de recuperação das suas economias, preparar uma próxima crise, por exemplo, através de poupanças em períodos de alta, que façam face a uma subida dos custos sociais em períodos mais recessivos.

Do lado da despesa, de acordo com a OCDE, os países deverão adequar os apoios às condições do mercado de trabalho, por exemplo reduzindo-os durante os períodos de recuperação da economia e deslocando os apoios para políticas activas de emprego. Do lado das receitas, refere o relatório, os países devem procurar trabalhar no sentido de ampliar as bases de tributação, reduzir a sua dependência em relação aos impostos e ajustar os sistemas fiscais à crescente disparidade de rendimentos. Por outro lado, acrescenta, os governos devem continuar as reformas estruturais relativas aos sistemas de protecção social.

oecd


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