Crece el consumo de alcohol entre los adolescentes españoles

Março 14, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do El Mundo de 5 de Março de 2014.

mais informações na nota de imprensa do Ministerio de Sanidad, Servicios Sociales e Igualdad

El consumo de alcohol aumenta entre los escolares, sobre todo entre los de 14 y 15 años

bottelón

Se inician ligeramente más tarde en el consumo, pero crece la proporción de bebedores

A los 14 años, uno de cada cuatro ya ha hecho botellón

El consumo de alcohol entre los escolares españoles de entre 14 y 18 años ha aumentado en los últimos dos años. Pese a este aumento, sube ligeramente la edad de inicio en el consumo de bebidas alcohólicas, que se sitúa en los 13,9 años. También se confirma la tendencia descendente en el consumo de cannabis, que se ha reducido en un 36% desde 2005 entre los escolares.

Los datos los recoge la Encuesta Escolar sobre Uso de Drogas en Estudiantes de Enseñanzas Secundarias (ESTUDES) 2012-2013, que ha dado a conocer en rueda de prensa el delegado del Gobierno para el Plan Nacional sobre Drogas Francisco Babín.

Babín ha alertado del arraigo del fenómeno del botellón entre los menores y de la elevada frecuencia de las borracheras y de los atracones de bebidas alcohólicas, cuyo uso se está generalizando (casi el 84% chicos de 14 a 18 años ha probado el alcohol alguna vez y el 74% lo ha hecho en el último mes).

La encuesta incluye una muestra de 27.500 estudiantes de entre 14 a 18 años, de 750 institutos o centros de formación profesional públicos y privados de toda España. La Delegación del Gobierno para el Plan Nacional sobre Drogas realiza cada dos años este estudio desde 1994, que revela las tendencias del consumo de drogas entre los escolares españoles.

Según esta encuesta, el alcohol y el tabaco, seguidos del cannabis siguen siendo las drogas más consumidas por los estudiantes españoles. Le siguen, por este orden, hipnosedantes (con y sin receta), cocaína, éxtasis, alucinógenos, anfetaminas, inhalables volátiles y heroína, que se sitúa en último lugar.

El 81,9% de los estudiantes dice haber consumido alcohol en el último año, “una cifra muy alta que refleja la magnitud del problema al que nos enfrentamos”, en opinión del delegado del Gobierno para el Plan Nacional sobre Drogas (seis de cada 10 se ha emborrachado alguna vez). Asimismo, el 35,3% ha consumido tabaco en el último año, el 26,6% cannabis, el 11,6% hipnosedantes, el 2,5% cocaína, el 2% alucinógenos, el 1,7% anfetaminas y el 0,7 % heroína.

Con respecto al género, los datos de esta encuesta demuestran que el consumo de tabaco, alcohol e hipnosedantes está más extendido entre las chicas. Pese a ello, los hombres que consumen alcohol o tabaco lo hacen con mayor intensidad que las mujeres. En cambio, el consumo del resto de sustancias (cannabis, cocaína, alucinógenos, anfetaminas o heroína) está más extendido entre los varones.

Por tramos de edad, se observa un salto considerable entre los 14 y 16 años en el consumo de las tres drogas de mayor prevalencia (alcohol, tabaco y cannabis). En el caso del alcohol, a los 14 años el 63% de los estudiantes lo ha consumido alguna vez en el último año. A los 16 años, el 84% ya lo ha consumido, lo que supone un aumento de 21 puntos porcentuales. Lo mismo sucede con los psicoestimulantes como cocaína, éxtasis o anfetaminas: la mayor extensión del consumo se produce entre los 16 y los 18 años.

La edad media de inicio permanece estable en todas las drogas y oscila entre los 13 y los 16 años, según las sustancias. Sube ligeramente la edad de inicio del alcohol, que se sitúa en los 13,9 años de media (frente a los 13,7 de la anterior encuesta). Pese a ello, continúa siendo una edad de inicio muy temprana.

El policonsumo es cada vez más frecuente entre los jóvenes, tanto en España como en Europa. En nuestro país, de cada 10 estudiantes, cuatro consumen dos o más sustancias. Sobre su percepción, los estudiantes perciben el alcohol como la sustancia menos peligrosa y consideran que el tabaco es más peligroso que el cannabis.

El supermercado (61,8%), seguido de bares o pubs (57,7%) son los lugares donde con más frecuencia los escolares consiguen el alcohol, pese a que la venta a menores está prohibida. En cuanto al lugar donde lo consumen, 6 de cada 10 menores lo hacen en bares y pubs y 5 de cada 10, en discotecas, y el 57%, en espacios abiertos. Durante el fin de semana las bebidas que más se consumen son los combinados, la cerveza y el vino y, entre semana, la cerveza.

 

Mensagem de Manuela Eanes pelo 31.º Aniversário do IAC

Março 14, 2014 às 4:55 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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IAC: 31 anos ao serviço da Criança 14/03/1983 – 14/03/2014

Março 14, 2014 às 4:02 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Crianças de casais homossexuais desenvolvem-se como as outras

Março 14, 2014 às 1:30 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Artigo do Público de 13 de Março de 2014.

O estudo mencionado no artigo é o seguinte:

Impacto da orientação sexual e do género na parentalidade: Uma revisão dos estudos empíricos com famílias homoparentais

 

público

Ana Cristina Pereira

 

Revisão de literatura científica revela que casais de lésbicas, em certos aspectos, até exercem melhor a parentalidade.

 

As crianças precisam de uma mãe e de um pai? Após extensa revisão de estudos científicos, Jorge Gato e Anne Marie Fontaine, da Universidade do Porto, atestam que, “apesar do preconceito e da discriminação”, as crianças educadas com dois pais ou duas mães desenvolvem-se tão bem como as outras.

 

A adopção singular está prevista em Portugal – a orientação sexual do adoptante não conta. A adopção por casais homossexuais não passou no Parlamento, apesar das várias tentativas. O diploma esta sexta-feira em debate concerne à co-adopção — prevê a possibilidade de um dos membros do casal adoptar o filho, biológico ou adoptado, da pessoa com quem vive em união de facto ou com quem se casou.

 

Em debate está o superior interesse da criança, um conceito indeterminado que se define ao analisar cada caso concreto. Os proponentes enfatizam a desprotecção jurídica em que fica a criança no caso de morte do pai ou da mãe reconhecidos como tal. Indicam também obstáculos no quotidiano, como a representação legal no acesso à saúde ou à educação.

 

Na base do discurso de que as crianças precisam de um pai e de uma mãe está a ideia de que “a maternidade e a paternidade implicam capacidades mutuamente exclusivas e estereotipadas em termos de género e que estas devem ser transmitidas à geração seguinte”, escrevem, num artigo publicado na revista ex aequo, em 2011, Jorge Gato e Anne Marie Fontaine. Estaria, “de um lado, uma mãe ao serviço da criança, prestadora de cuidados e guardiã de todos os afectos e, de outro, um pai, razoavelmente distanciado e introdutor da Lei social”. Ora, os papéis já não são tão rígidos, embora as mulheres ainda invistam mais na família.

 

No entender destes investigadores, “considerar a família heterossexual, com uma divisão tradicional de papéis, como o modelo desejável de parentalidade corresponde mais a um projecto ideológico do que a um facto cientificamente provado”. Passada a pente fino as “investigações que comparam homo e heteroparentalidade”, concluíram que não há grande diferença.

 

Duas mulheres até exercem a parentalidade “de uma forma mais satisfatória, em algumas dimensões, do que um homem e uma mulher ou, pelo menos, do que um homem e uma mulher com uma divisão tradicional do trabalho familiar”. As crianças crescem como as outras, só que “parecem desenvolver um reportório menos estereotipado de papéis masculino e feminino”.

 

O tema é polémico. A Ordem dos Advogados, por exemplo, deu ao Parlamento um parecer a recusar a parentalidade homossexual. A propósito do projecto do BE sobre adopção, deu o Conselho Superior do Ministério Público parecer oposto: “Vale para a orientação sexual o mesmo argumento que valeria, por exemplo, se se considerasse, à partida, que determinadas situações genéricas, por exemplo a situação de desempregado, de deficiência ou de pertença a um grupo social, fossem impeditivas de adoptar.”

 

 

 

 

 

Miúdos com raiva de gente grande

Março 14, 2014 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo da Visão Solidária de 5 de março de 2014.

luís barra

 O retrato oficial é de um país com escolas tranquilas mas, aqui e ali, contam-se histórias de agressões entre jovens com graus de violência que impressionam

Teresa Campos*

Almeirim, 23 de janeiro: um aluno do 1.º ciclo do Centro Escolar dos Charcos foi suspenso por pontapear um colega de 10 anos. Estavam a jogar “futebol humano”.

A criança agredida foi assistida pelos bombeiros e, depois, levada para o hospital.

Queijas, 30 de janeiro: trinta estudantes da Escola Básica Professor Noronha Feio são identificados pela polícia por desentendimentos e tentativa de agressão a outro aluno.

Vila Nova de Gaia, 31 de janeiro: na cantina da Escola Secundária Inês de Castro, dois miúdos envolveram-se numa luta. Um deles partiu o braço, uma colega desmaiou. Duas ambulâncias foram chamadas à escola.

Uns dias antes, a 20 de janeiro, fora a vez de António, 12 anos, sentir a agressividade que vai sendo notícia, com cada vez mais frequência. Aluno da EB 2, 3 Delfim Santos, em Benfica, tagarelava com o colega do lado.

Rafael, dois chumbos no currículo, sentado na secretária de trás, manda-o calar, ordem sublinhada com uns carolos. António pede-lhe que pare e a aula prossegue, até ao fim da tarde. Quando saem, António insiste com o outro para deixar de o importunar. Em minutos, está no chão do pátio, enquanto Rafael o esmurra na cara e depois sai da escola.

Amparado por colegas, António pede ajuda mas a empregada do pavilhão desdramatiza o caso. Na direção, informam-no de que não há ninguém com quem falar. O miúdo vai para casa, sozinho. “Como não deitou sangue, ninguém se assustou”, conta a mãe, Ana Paula Homem, 50 anos, revoltada com tamanha violência entre meninos tão novos: “Nunca pensei que o meu filho chegasse a casa com o nariz partido por murros.” Depois de muitos protestos, o agressor foi suspenso uma semana.

Números contraditórios

O ano começou com este tipo de registos mas, dizem as estatísticas oficiais, são casos fora da norma. Segundo o programa Escola Segura, apresentado há um mês pelo Ministério da Educação, só 5% dos estabelecimentos de ensino registaram, no ano anterior, ocorrências deste género, menos mil, no entanto, do que em 2012 1 446 versus 2 218.

Os diretores das escolas acima citadas são os primeiros a desvalorizá-las: “Foi um caso isolado, pode ter havido um encontrão aqui e outro ali, mas foi mera indisciplina”, refuta José Carreira, diretor do agrupamento de Almeirim. “São situações empoladas”, concorda Alberto Machado, responsável das escolas de Queijas. O diretor da Secundária de Gaia vai mais longe: “As ambulâncias foram lá, porque temos a sorte de estar perto.” Os pais têm a mesma opinião. “A violência dentro da escola é pontual”, insiste Jorge Ascenção, o presidente da CONFAP. Mas a dúvida instalou-se mal a Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas assumiu que nem todas as situações são reportadas à plataforma oficial. “É um sistema burocrático, demora mais preencher papéis que resolver o problema”, justifica Filinto Lima, vice-presidente. Duas semanas depois, dados divulgados pela Procuradoria-Geral da República, sobre o distrito judicial de Lisboa, iam no mesmo sentido: a violência na comunidade escolar, entre jovens com mais de 16 anos, aumentou 21,6 por cento.

É uma guerra de números que parece não ter fim: segundo o barómetro da Associação dos Empresários pela Inclusão Social, que auscultou 23 mil alunos de estabelecimentos com 3.º ciclo, mais de 60% reconheceram que há violência na sua escola. O que pode traduzir uma tendência, receia Margarida Gaspar de Matos, responsável pelos dados nacionais dos estudos da Organização Mundial de Saúde sobre o estilo de vida dos adolescentes: “A violência diminuiu entre 2002 e 2012, mas, com a crise, essa situação pode ter-se invertido.” Para João Sebastião, sociólogo e investigador que, até final de 2012, coordenava o Observatório da Segurança Escolar, a descida dos números da Escola Segura pode ser explicada por um sem-número de razões. “Não sabemos realmente o que se passa”, receia o especialista, crítico de uma escola que alargou a idade da escolaridade obrigatória mas acabou com o módulo de educação cívica e reduziu o número de auxiliares de ação educativa.

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Ateliês no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra

Março 14, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Museu da Ciência

Museu da Ciência

15 DE MARÇO | EM BUSCA DO ARCO-ÍRIS

Alguma vez viste um arco-íris? Quantas cores é que ele tem?
Vem descobrir este mistério e fazer uma viagem fantástica pelo mundo da luz.
3 a 5 anos

22 DE MARÇO | ESCAVANDO BEM FUNDO

A Terra é antiquíssima, e está em constante transformação. Como sabemos isto? Com a ajuda de pistas que vamos encontrando…
Os fósseis são algumas dessas pistas, mas para os encontrar vais ter de escavar bem fundo…
5 a 7 anos

29 DE MARÇO | INVESTIGA UM CRIME

Os crimes por vezes são solucionados no laboratório… Vem ajudar a apanhar os maus da fita!
7 a 10 anos

5 DE ABRIL | O PAÍS DAS CORES

Íris, uma menina com muita imaginação, encontrou um país onde tudo era azul, amarelo e magenta… O que terá acontecido quando Íris começou a misturar estas cores?
3 a 5 anos

12 DE ABRIL | A BARRIGA A DAR HORAS

Quando a barriga dá horas é preciso comer!
Porque motivo comemos? O que acontece à comida na sua viagem pelo nosso corpo? Como deve ser uma alimentação saudável?
5 a 7 anos

19 DE ABRIL | O CÓDIGO DAS GOMAS

Na natureza, existem muitos códigos diferentes. O código genético é um deles.
Descobre a linguagem da vida e constrói um ADN… muito saboroso!
7 a 10 anos

26 DE ABRIL | O QUADRADO E OS AMIGOS

O quadrado é uma figura com muitos amigos, mas são todos diferentes! Vem conhecê-los connosco, nesta brincadeira geométrica.
3 a 5 anos

MAIS INFORMAÇÕES

– Horário: 15H00-16H30
– As atividades dos 3 aos 5 anos têm a duração de 1H00
– Preço: 4 euros
Inscrição prévia

 

 

 

Espetáculo “Olhar de novo” + Seminário/Debate “Bullying – formas e perspetivas de atuação”

Março 14, 2014 às 11:45 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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olhar

Depois das apresentações para o ensino secundário, nos dias 12, 13 e 14, a Baal17 apresenta o espetáculo “Olhar de novo” para o público em geral, seguido do seminário/debate “Bullying – formas e perspetivas de atuação”.

O seminário, dirigido a pais, alunos, professores e todos os interessados em debater a temática, conta com a moderação da jornalista Ana Sousa Dias e a presença dos seguintes oradores:

Luís Fernandes, psicólogo. Autor do livro “Plano bullying – como apagar o bullying das escolas”

Tânia Paias, psicóloga. Diretora do site portalbullying.pt e autora de “Tenho medo de ir à escola”

Manuel Damas, sexólogo. CASA – Centro Avançado de Sexualidades e Afectos

José Antunes Fernandes. Gabinete Coordenador de Segurança Escolar, DGEstE.

Mais informações: 284 549 488 / 961 363 107

4.ª Conferência EPIS – Crianças Globais? Potenciar capacidades num mundo global e local

Março 14, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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epis

mais informações aqui

confirme a presença até dia 20 de março para o e-mail conferenciaepis2014@epis.pt


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