Direitos da criança e prevenção do abuso sexual nas escolas de Massamá e Monte Abraão

Fevereiro 26, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No passado dia 31 de janeiro, decorreu na Escola Básica n.º1 de Monte Abraão a primeira sessão sobre os direitos da criança e prevenção do abuso sexual de menores, promovida pelo setor do Projecto Rua do Instituto de Apoio à Criança (IAC)
De uma forma lúdica e divertida, entre jogos pedagógicos e pequenos vídeos alusivos ao tema, 25 crianças de uma turma do 4.º ano participaram ativamente numa sessão onde técnicos do IAC transmitiram quais são os direitos e os deveres da criança e abordaram o tema do abuso sexual.
Alertas como não aceitar presentes nem boleia de estranhos, contar a alguém quando se sente desconfortável no contacto físico com um adulto e não divulgar fotografias e dados pessoais nas redes sociais foram apenas alguns dos tópicos abordados nesta que foi a primeira sessão de um total de 6 sessões já agendadas para as restantes escolas básicas da União das Freguesias de Massamá e Monte Abraão.
Estiveram presentes nesta sessão o responsável pelo pelouro da Educação, João Vinha e Gabinete Técnico de Intervenção Comunitária da freguesia e o Núcleo Associativo de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas Ruy Belo (NAPARB). 

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Direitos da criança e prevenção do abuso sexual nas escolas de Massamá e Monte Abraão

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Professora relata inferno que vive dentro da sala de aulas

Fevereiro 25, 2014 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista do Açoriano Oriental de 16 de Fevereiro de 2014.

clicar na imagem

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Reportagem da TVI sobre o SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança

Fevereiro 25, 2014 às 2:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Reportagem da TVI sobre o SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança no Jornal das 8 do dia 21 de fevereiro de 2014.

ver a reportagem aqui minuto 48,08 m

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Worshop Compreender a Leitura e as suas Dificuldades

Fevereiro 25, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Prof. Doutor Vitor Cruz

15 março 2014 (sábado) |  Lisboa – Parque das Nações

O domínio da leitura é a mais fundamental habilidade académica para todas as aprendizagens escolares, profissionais e sociais. No entanto, existe uma elevada percentagem de crianças que apresentam dificuldades na aprendizagem da leitura, com enormes custos académicos, pessoais e sociais subsequentes. Nesta linha e procurando tomar uma posição no que se refere a esta problemática, a Associação Internacional de Dislexia sugere-nos “que com uma instrução adequada podemos reduzir a percentagem de crianças que necessitarão de uma assistência especial para aprenderem a ler”. Mas, alterar a prática atual, requer uma mudança fundamental no modo como o ensino da leitura geralmente é visto, pois, ao contrário da crença errada e prejudicial de que é necessária pouca preparação para se ensinar a ler, é essencial promover a consciência de que ensinar a ler é uma tarefa complexa.

Delineando de um modo sintético os conceitos centrais e habilidades necessárias para preparar os professores na complexa tarefa de ajudar as crianças a serem leitores de sucesso, a Associação Internacional de Dislexia recomenda formação nos seguintes âmbitos: Fundações Conceptuais; Conhecimento da Estrutura da Linguagem; e Prática Supervisionada de Ensino da Leitura. A formação proposta vem exatamente ao encontro destas necessidades de formação, especialmente dos dois primeiros aspetos. Esta é pois uma formação que contribui para a compreensão dos processos implicados tanto na aprendizagem como no ensino da leitura, não esquecendo as suas dificuldades.

Data e Horário: 15 de março de 2014 (sábado), das 10 às 17 h

Local: Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (Parque das Nações)

Preço de Inscrição

Até 08 Mar. 2014 – 75 €;   Após 08 Mar. 2014 – 100 €

Organização e Secretariado

Oficina Didáctica
Rua D. João V, nº 6-B (ao Rato)
1250-090 Lisboa
Tel.: 213  872 458 – Email: info@oficinadidactica.pt

Visite   www.oficinadidactica.pt

Fórum Construir Juntos organiza Ação de Sensibilização em Coimbra: Quem cuida de mim? Autocuidado dos técnicos e Prevenção do Burn-out

Fevereiro 25, 2014 às 9:51 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Esta ação de informação/sensibilização subordinada ao tema “Quem cuida de mim? Autocuidado dos técnicos e Prevenção do Burn-out”, será dinamizada pela Drª Cristiana Santos, Psicóloga na Oficina de Psicologia, em Coimbra.

A sessão, que terá lugar no dia 25 de fevereiro, no Centro de Acolhimento Temporário do Loreto, destina-se aos técnicos das instituições parceiras da Rede Construir Juntos e a professores, psicólogos e estagiários dos Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF), da região centro.

Aumentar a consciência sobre os fatores de risco das profissões de intervenção social, promover o autocuidado dos técnicos e desenvolver estratégias de regulação e proteção emocional, assim como resistência ao stress/ansiedade, são os principais objetivos deste momento formativo.

Pretende-se um ambiente informal que proporcione a partilha de conhecimentos e experiências com vista à aprendizagem de exercícios práticos que possam ser aplicados diariamente na intervenção com crianças e jovens.

 

Os Filhos da Crise

Fevereiro 25, 2014 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Reportagem da Antena 1 de 18 de Fevereiro de 2014.

Ouvir a Reportagem aqui

Há cada vez mais casos de crianças e jovens com problemas de ansiedade ou depressão, em contextos familiares afetados pela crise. A nível nacional realizaram-se em 2013 cerca de 110 mil consultas de psiquiatria da infância e adolescência, segundo dados fornecidos à Antena 1 pela Administração Central do Sistema de Saúde. Grande reportagem “Os Filhos da Crise” de Carolina Ferreira.

antena 1

Vídeo da Palestra “Bullying: um plano B” por Sónia Raquel Seixas e Luís Fernandes, realizada no dia 6 de Maio de 2013

Fevereiro 24, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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No âmbito do ciclo de conferências 2013, “A ciência que por cá se faz” do Centro de Investigação do ISPA, Sónia Raquel Seixas e Luís Fernandes  proferiram uma palestra, no passado dia 6 de Maio de 2013, com o título “Bullying: um plano B”.

Todas as semanas 19 crianças e jovens e 15 idosos são vítimas de crimes

Fevereiro 24, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 12 de fevereiro de 2014.

O relatório mencionado na notícia é o seguinte:

Estatísticas APAV | Relatório Anual 2013 [PDF]

Paulo Pimenta

Todas as semanas, 19 crianças e jovens, 15 idosos e 134 adultos são vítimas de crime em Portugal, revela o relatório anual da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, que recebeu no ano passado 20.642 queixas.

Em 2013, a APAV apoiou 8733 vítimas directas de um crime, das quais 6985 eram pessoas adultas até aos 64 anos, 973 eram crianças e jovens e 774 eram idosos, que representam 8,9% do total das vítimas.

Segundo os dados avançados à Lusa, 82,8% das vítimas eram mulheres, com idades entre os 25 e os 54 anos, com destaque para o intervalo de idades entre os 35 e os 44 anos (14,2%). Relativamente aos menores, a faixa etária mais significativa situa-se entre os 11 e os 17 anos (5,2%).

Em termos familiares, mais de 30% das vítimas que procuraram a APAV eram casadas e 23,5% solteiras, refere o relatório, acrescentando que 43% vivem em famílias nucleares com filhos e 6,1% em famílias nucleares sem filhos. As famílias monoparentais apresentavam uma percentagem significativa, na ordem dos 13%.

Nas relações entre o autor do crime e a vítima, sobressaem as relações de conjugalidade: (30,7% cônjuge, 12,3% companheiro, 6,9% ex-companheiro e 5,5% ex-cônjuge) e as relações familiares (12% filhos, 7,9% pais, 1,6% irmãos e 0,6% avós).

“Em traços gerais, quanto ao nível de ensino, podemos caracterizar as vítimas, entre as que detêm diplomas de ensino superior (6,9%) e as que completaram os 2.º e 3.º ciclos do ensino básico (ambos com 4,5%)”, adiantam os dados. Referem ainda que 29,1% das vítimas encontravam-se empregadas e 19,7% em situação de desemprego. Os reformados e os estudantes também apresentavam “percentagens relevantes”, entre os 11% e os 12%.

Na distribuição geográfica da residência da vítima, os grandes centros urbanos demonstram ser os locais mais significativamente assinalados, sendo Lisboa a cidade com maior registo (19,7% do total), seguindo-se o Porto (10,4%), Faro (8,6%), Setúbal (7,3%) e a Região Autónoma dos Açores com 6,1%. As cidades menos representativas foram Beja (0,2%), Guarda (0,3%) e Portalegre (0,3%).

A esmagadora maioria das utentes eram portuguesas (90,8%), seguindo-se os utentes oriundos do Brasil (2,8%), Angola (0,6%), Cabo Verde (0,5%), Roménia (0,5%) e a Ucrânia (0,5%).

A APAV registou 8982 autores de crime, mais 249 face às 8733 vítimas directas apoiadas. Tal como no que diz respeito à vítima, também os autores de crime são maioritariamente casados (38,8%) ou solteiros (11,6%). Quanto à actividade económica, 31,5% dos autores dos crimes estão empregados, 17,4% desempregados e 7% reformados. A grande maioria (82,3%) são homens com idades entre os 25 e os 64 anos, refere o relatório, divulgado a propósito do Dia Europeu da Vítima do Crime que se assinala a 22 de Fevereiro.

O tipo de vitimação continuada (74%) sobrepõe-se significativamente face à não continuada, refere a APAV, explicando que esta situação se deve ao facto de uma “percentagem bastante elevada de casos” ocorrer em ambiente doméstico. A duração da vitimação mais registada foi entre os 2 e os 6 anos (14,7%), mas o relatório observa que as situações com uma duração superior a 20 anos representam mais de 400 casos assinalados (4%).

A cooperação com as forças policiais, como é o caso PSP (17,7%) e da GNR (10,5%) “é muitas vezes essencial para garantir a segurança de vítimas”. “Também a colaboração com os serviços da Segurança Social (16,9%) permite que sejam assegurados às vítimas bens e serviços essenciais, como a alimentação ou habitação.

Em mais de 50% dos casos, são vítimas que contactam a APAV, mas os familiares (19,4%) e os amigos (9,1%) também “constituem uma importante fonte de contacto”.

Cada vez mais pedidos relacionados com a crise

Ao todo foram também desenvolvidos 11.800 processos de apoio. Em 2012, a APAV tinha prestado “algum tipo de apoio” a cerca de 23.500 pessoas, entre vítimas directas (8945), indirectas, seus familiares e amigos.

No ano passado, a APAV fez ainda 37.222 atendimentos, mais 14.475 em relação ao ano anterior, com os utentes a relatarem que foram vítimas directas de 20.642 crimes, adiantam os dados avançados à agência Lusa. Seguindo a tendência de anos anteriores, os crimes de violência doméstica representam a esmagadora maioria (84,2%) dos crimes relatados pelas vítimas à APAV. “Considerando o vasto leque de crimes” que estão incluídos nesta categoria, a associação destaca a “percentagem significativa” que assumem os maus tratos psíquicos (36,8%) e os maus tratos físicos (26,9%), que totalizam 63,7% dos “crimes de violência doméstica em sentido estrito”.

Dos crimes de violência doméstica em “sentido lato”, a violação de domicílio ou perturbação da vida privada (1,3%) foi o crime mais vezes relatado, seguindo-se os crimes de furto/roubo (0,7%) e de dano (0,6%). A APAV adianta, em comunicado, que “o actual contexto de crise económica e social revela, a cada dia que passa, o crescente empobrecimento da população portuguesa”, sendo que “as necessidades múltiplas de alimentação, habitação, emprego, etc. caracterizam cada vez mais os pedidos de apoio”.

Apesar da grande maioria dos crimes relatados ser no âmbito da violência doméstica, a APAV realça que os crimes contra as pessoas, designadamente os que são contra a integridade física e liberdade pessoal, entre outros, somaram um total de 12,3% dos crimes em 2013, e os crimes contra o património 2,1%. “Os maus tratos, fora do âmbito da violência doméstica, apresentam também alguma expressividade”, tendo sido relatados pelas vítimas 168 crimes desta natureza.

Já o crime de ameaça/coacção (24,1%) foi, de entre os crimes contra a liberdade pessoal, o mais praticado contras as vítimas que recorreram aos serviços da APAV (614 casos). Relativamente aos crimes sexuais, foram relatados 83 crimes de violação de crianças ou adultos (3,3%) e 70 crimes de abuso sexual de crianças menores de 14 anos (2,8%). Segundo os dados, houve também 22 casos relatados de discriminação racial, religiosa ou sexual, que se destacam na categoria de “outros crimes” com uma percentagem de 31,9 por cento. As vítimas são apoiadas por técnicos da APAV na rede nacional de Gabinetes de Apoio à Vítima, nas Casas de Abrigo e Unidades de Apoio à Vítima Migrante.

Tertúlia Os espaços de vida das crianças e dos jovens: as redes virtuais 26 de Fevereiro, 18h, no Teatro Rápido

Fevereiro 24, 2014 às 4:42 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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convite

Solicita-se confirmação para forumdireitoscriancas@gmail.com

 

Presença de Dulce Rocha no programa “Justiça Cega” dia 24/02 pelas 23.00h

Fevereiro 24, 2014 às 4:10 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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phpThumb.phpA Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança, irá participar no programa “Justiça Cega” dia 24/02 pelas 23.00h na RTP Informação.

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