Jogo para crianças autistas vence concurso da Microsoft

Fevereiro 17, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do site administradores.com.br de 5 de Fevereiro de 2014.

O jogo Can Game surgiu em um projeto de mestrado em engenharia de software no Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife.

Vencedor do prêmio Cidadania Mundial no concurso Imagine Cup 2014, promovido anualmente pela Microsoft, o jogo Can Game, criado por um grupo de brasileiros, ajuda crianças autistas no desenvolvimento de suas habilidades sociais, motoras e matemáticas. A ideia partiu de um projeto de mestrado em engenharia de software no Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife.

“A pesquisa começou no ano de 2011. Nela, nós envolvemos educadores, psicólogos e outros especialistas para debater a proposta por quatro meses. Depois, o software foi desenvolvido entre seis e oito meses. Por fim, testamos o jogo com crianças autistas. Lançamos o produto em feiras científicas, iniciação científica e eventos médico”, afirma Eraldo Eraldo Martins Guerra Filho (34), da startup Life Up, responsável pela criação.

Utilizando o Kinect, do Xbox 360 ou PC Windows, o Can Game lança desafios para a criança, os erros e acertos revelam o funcionamento das atividades motoras e lógicas do jogador. Esse relatório pode ser enviado para os médicos, auxiliando em possíveis diagnósticos. De acordo com Eraldo, o jogo trata de forma lúdica tarefas como arrumar a casa, a importância da alfabetização e higiene pessoal. “Jogar impede que essa criança passe constrangimento social em atividades simples. É um jogo para incluí-la”, explica o desenvolvedor.

Eraldo ainda conta que a startup Life Up possui outros dois projetos na área de deficiência física: Atlantis Atlas, de turismo acessível; e o Doctor of Joy, que usa o Kinect para ajudar crianças com problemas motores.

Com informações do TechTudo

mais informações no site http://www.lifeupbrasil.com.br/cangamept/index.html

 

Curso Livre de Socorrismo Pediátrico

Fevereiro 17, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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livre

ESE Almeida Garrett

O Curso Livre de Socorrismo Pediátrico, pretende dotar os formandos de conhecimentos sobre medidas preventivas de acidentes frequentes no grupo etário até aos 15 anos, bem como conhecimentos e técnicas simples de socorrismo pediátrico que visem a estabilização da situação de uma criança vítima de acidente ou doença súbita no domicílio ou durante a actividade escolar/lazer.

mais informações aqui

Palácio de Santa Helena
Largo do Sequeira, nº7
1100-587 Lisboa

Tel: 21 886 20 42
Fax: 21 887 27 25
Email: info@eseag.pt

 

Entrevista da Antena 1 a Manuel Coutinho

Fevereiro 17, 2014 às 3:51 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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O Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança), foi entrevistado pela Antena 1 no dia 17 de Fevereiro de 2014.

Ouvir a entrevista aqui

Os números a que a Antena 1 teve acesso mostram que nos últimos dois anos as consultas de psiquiatria da infância e adolescência no Serviço Nacional de Saúde aumentaram 23 por cento. Há cada vez mais casos de crianças e jovens com problemas de ansiedade ou depressão em contextos familiares afetados pela crise. Estas realidades são o ponto de partida para a entrevista do jornalista Nuno Rodrigues ao psicólogo Manuel Coutinho, secretário-geral do Instituto de Apoio à Criança e coordenador do Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança.

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Alice Vilaça/Antena1

Há Teatro no Museu – “A Oficina de máscara”

Fevereiro 17, 2014 às 12:13 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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museu

22 fevereiro | 10h00 às 12h30
Museu Nogueira da Silva
Público-alvo: 6 aos 10 anos
Inscrições: 253 601 275 ou sec@mns.uminho.pt

Preço: 10 euros/criança (Desconto de 20% para irmãos)
Número máximo por sessão: 15 participantes
Numero mínimo por sessão: 5 participantes
Data limite de inscrição: 21 de fevereiro

“A Oficina da Máscara”
Coordenadora da Oficina Ana Paula Proença
2014 é um ano para novos projetos, assim o Museu Nogueira da Silva/UM decidiu iniciar um ciclo de formação artística e cultural para a infância e juventude.
Uma vez por mês, as sessões, sempre diferentes, serão dedicadas à vivência artística direta em espaço museológico através do projeto “HÁ TEATRO NO MUSEU”.
Numa primeira fase, serão destinadas ao grupo etário dos 6 aos 10 anos e constarão de jogos dramáticos e teatrais, escrita criativa e encenação de estórias a partir das coleções e outros elementos do Museu, decorrendo nas suas galerias, salas e jardim.
Nesta sessão no dia 22 de fevereiro, o tema será A OFICINA DA MÁSCARA, debruçando-se sobre as personagens a descobrir na exposição de Armanda Passos.

Jovens europeus receiam bullying e assédio sexual nas redes sociais

Fevereiro 17, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Sol de 11 de fevereiro de 2014.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Press release 10.02.2014 EU Kids Online III, London School of Economics (LSE) Como os mais jovens evitam os riscos online

Relatório original:

Preventive measures – how youngsters avoid online risks

sol

Os jovens europeus receiam ser vítimas de ‘bullying’ ou assédio sexual por parte de estranhos através das redes sociais, que são as plataformas onde ocorre “a maioria das situações problemáticas” decorrentes do uso da Internet, revelou um estudo.

De acordo com as primeiras conclusões do estudo divulgadas hoje, a propósito do Dia da Internet Segura 2014, entre os principais receios dos jovens entre os nove e os 16 anos de idade ouvidos no âmbito deste relatório, e que utilizam as redes sociais, estão a exposição ao ‘bullying’ e o assédio, o abuso de informações pessoais, o contacto indesejado ou de natureza sexual por parte de estranhos, e também conteúdo comercial.

“Cerca de metade das experiências desagradáveis surgem nas redes sociais como o Facebook”, refere um comunicado relativo às conclusões preliminares do novo estudo da EU Kids Online coordenado pela Universidade Masaryk, da República Checa, e em que a Universidade Nova de Lisboa participou.

De acordo com o comunicado o estudo demonstra que “as crianças e jovens têm consciência dos potenciais riscos das redes sociais, o que não significa necessariamente que façam algo para evitar o risco”.

Entre os jovens não é claro o limiar da experiência positiva e negativa. Por exemplo, refere-se no estudo que a publicação ou partilha de uma fotografia de cariz sexual pode ser entendida como algo positivo se apenas tiver como consequência comentários elogiosos, mas pode tornar-se negativa se os comentários se tornarem maliciosos ou ofensivos ou se a fotografia for partilhada com muitas pessoas.

No entanto, há jovens que em situações que assumam contornos desconfortáveis, relacionadas com temas sexuais, optam por tomar uma posição defensiva, não se envolvendo, tomando acções como sair da página onde se encontram, ou decidindo, por exemplo não tirar fotografias, ou desligar a ‘webcam’.

Citado no comunicado, o coordenador internacional do estudo, David Smahel, referiu que “enquanto muitos têm cuidado com informação pessoal, por exemplo, outros acreditam que nada de mal lhes acontecerá, independentemente do que revelem na internet”.

As conclusões preliminares do estudo — que terá uma análise mais aprofundada num relatório a divulgar em Abril — baseiam-se análise qualitativa de 57 grupos de foco e de 113 entrevistas a crianças entre os 9 e 16 anos de idade.

De acordo com o comunicado, no total, 349 participantes de nove países europeus (Bélgica, Espanha, Grécia, Itália, Malta, Portugal, Reino Unido, República Checa e Roménia) “foram convidados a explicar o que entendem ser situações problemáticas ou prejudiciais ‘online’, e o que fazem para evitar que aconteçam”, sendo que em Portugal participaram 34 crianças e jovens, em grupos de foco e por entrevistas individuais realizadas em escolas da área da grande Lisboa.

O projecto EU Kids Online apresenta-se como tendo por objectivo “aprofundar o conhecimento sobre as experiências e práticas de crianças e pais europeus relativamente ao uso seguro e arriscado da internet e das novas tecnologias ‘online'”, sendo financiado pela Comissão Europeia.

Lusa/SOL

 

Videojogos violentos condicionam capacidade de distinguir o bem do mal

Fevereiro 17, 2014 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site TEK de 5 de Fevereiro de 2014.

Um estudo que avaliou o comportamento de jovens com idades entre os 13 e os 14 anos conclui que o consumo de videojogos violentos condiciona o desenvolvimento da personalidade.

A pesquisa defende que há uma relação direta entre o tempo, o tipo de videojogos usados por adolescentes e o nível de consciência moral que estes desenvolvem. Detalha-se no documento que há diferenças na capacidade dos jovens para levar em consideração os pontos de vista dos outros, ou para distinguir o bem do mal, consoante as suas experiências e nível de exposição a videojogos violentos.

Da responsabilidade de Mirjana Bajovic, o estudo da Brock University define quatro níveis de consciência moral, que representam estádios de maturidade distintos. Entre os adolescentes com maior nível de exposição àquele tipo de conteúdo, o mais comum é que essa consciência não vá além do segundo nível de maturidade.

Conclusões de outras pesquisas mostraram já que este nível de maturidade social normalmente inibe a capacidade de assumir diferentes papeis na sociedade e levar em consideração as perspetivas de outros.

“Passar demasiado tempo num mundo virtual de violência pode impedir os jogadores de se envolverem noutras experiências sociais da vida real e desenvolverem um sentido positivo do que é certo ou errado”, defende a autora, citada numa nota publicada no site AlphaGalileo.

Estes efeitos são sobretudo notados em quem passa três horas ou mais horas a explorar jogos violentos. O mesmo tipo de questão não foi identificada em quem joga outro tipo de jogos.

No entanto, a autora do estudo não defende a proibição total do uso de videojogos violentos. Sugere antes que os pais tenham um maior controlo sobre o tipo de conteúdos usados pelos filhos e que monitorizem sobretudo o tempo que estes passam a jogar.

 


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