Conferência Protecção da Infância e da Juventude – Violência e Maus Tratos

Fevereiro 13, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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One Billion Rising for Justice Lisbon V-day – Movimento Global pelo Fim da Violência contra Mulheres e Meninas

Fevereiro 13, 2014 às 4:53 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Apresentação do livro Ernesto, o menino com gaguez pela autora, Mónica Gaiolas no dia 15 de Fevereiro

Fevereiro 13, 2014 às 3:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Este sábado convidamos todas as famílias a virem até à nossa Biblioteca Municipal Palácio Dos Coruchéus para assistirem à apresentação do livro Ernesto, o menino com gaguez pela autora, Mónica Gaiolas (Ed. Coisas de Ler). Atividade gratuita. Marquem já os vossos lugares para o tel. 21 817 20 49.

As crianças já absorveram as regras para uma Internet mais segura, mas isso pode ser um problema

Fevereiro 13, 2014 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 10 de Fevereiro de 2014.

Enric Vives Rubio

Samuel Silva

Doutoramento de investigadora da Universidade do Minho debruça-se sobre os usos que as crianças fazem das tecnologias e mostra que estas são hoje um factor central das suas vidas.

Evitar contactos com estranhos ou conteúdos sexuais na Internet são advertências comuns para as crianças. E estas parecem já ter absorvido este discurso depois da mediatização das regras para uma utilização mais segura dos meios digitais nos últimos anos. Foi isso que descobriu a investigadora Ana Francisca Monteiro, na sua tese de Doutoramento feita na Universidade do Minho sobre os usos que os mais novos fazem das tecnologias. Mas isso até pode ser contraproducente, avisa a autora: há outros perigos da utilização das tecnologias que estão a ser deixados para segundo plano.

“Já todos sabem que quem está a falar com eles do outro lado da rede pode não ser quem diz ser e pode ser arriscado um encontro pessoal com essa pessoa”, conta Ana Francisca Monteiro. A pornografia também só vem à baila como “curiosidade”, especialmente por parte dos rapazes, mas sempre num registo muito contido. “O que eles acham é que só se mete nestes problemas quem quer”, afirma. E isto é fruto de um discurso que está muito inculcado entre esta população.

A investigadora nota uma evolução neste campo nos últimos anos. Quando há cerca de cinco anos começou o trabalho de campo que resultou na tese de doutoramento em Estudos da Criança defendida no mês passado na Universidade do Minho, “pouco se falava do assunto”. Entretanto, tem havido acções de sensibilização, como a Semana da Internet Segura que começa esta segunda-feira (ver caixa), que tornaram este discurso muito presente entre os adultos, mas também entre as crianças.

“Há um padrão de comportamento, dentro do qual ninguém quer cair e acabam por recusar essas práticas”, diz a autora. E isso leva a uma certa “estigmatização” daqueles que têm comportamentos considerados arriscados por parte da maioria das crianças. Só que este resultado aparentemente positivo, “pode ser contraproducente”. O forte reconhecimento das regras para uma Internet mais segura parece contribuir para que muitas crianças escondam comportamentos perigosos: “Não vão deixar sequer que haja sobre eles a suspeita de que estão a falar com alguém que possa ser estranho. Há uma crítica tão grande, que ninguém quer ser associado a esse papel”.

Por isso, há outros problemas e riscos da utilização das tecnologias por parte das crianças que, como estão fora desse padrão, não são debatidos, nem sequer reconhecidos. Por exemplo, as crianças disponibilizam com relativa facilidade os seus números de telemóvel em suportes digitais – para se inscreverem em jogos online por exemplo – e é “muito comum” o relato de utilizadores que ficam sem saldo no telemóvel sem explicação aparente.

Outro comportamento pouco reconhecido é o da adição. As crianças “raramente desligam” do seu ambiente virtual e mesmo na escola “passam o tempo a falar dos jogos que fazem na internet”, explana Ana Francisca Monteiro. “Alguns fazem apostas no fim das aulas para ver quem é o primeiro a chegar a casa para ligar o computador”, ilustra. Mas todos recusam a ideia de serem viciados nas tecnologias. O problema só começa a ser visto como real a partir do momento em que estas crianças começam a ter más notas na escola, associando os maus resultados ao tempo “excessivo” passado online.

Estudos anteriores já tinham demonstrado que os pais portugueses não fazem um acompanhamento tão próximo do uso da internet por parte dos seus filhos como noutros países europeus, porque têm mais dificuldades no domínio da tecnologia. “Isso faz com que as crianças sejam muito mais independentes”, explica Ana Francisca Monteiro. O que as famílias fazem, sobretudo, é controlar o tempo que os filhos passam em frente ao computador, explica, mas não tanto os conteúdos consumidos.

Isso também explica que a investigadora tenha encontrado discursos divergentes nestas crianças quando se dirigem às famílias ou aos amigos. “As famílias parecem valorizar um distanciamento face às tecnologias”, por isso as crianças tendem a desvalorizar a importância que a tecnologia tem nas suas vidas quando conversam com os pais. Pelo contrário, juntos dos amigos das mesmas idades, “às vezes torna-se difícil justificar por que não estiveram online”.

Os pais não conseguem prever o que os filhos fazem, porque na sua infância estes não eram dispositivos à sua disposição. “Os pais sentem-se inseguros relativamente ao que os miúdos estão a fazer”, diz a autora. Este trabalho tenta, por isso, criar um ponto de ligação entre pais e crianças no que toca ao uso das tecnologias que são um ponto de “tensões e conflitos” nas famílias.

“«Tem é de ser de mim»: Novas tecnologias, riscos e oportunidades na perspectiva das crianças”, a tese aprovada no mês passado, é o resultado do trabalho de campo com crianças e pré-adolescentes dos 9 aos 14 anos. O estudo é centrado nas crianças e pretendeu entender a forma como elas usam a Internet no dia-a-dia.  “Para acompanhar com mais eficácia é necessário compreender. Até porque o uso é muito autónomo e independente”, defende Ana Francisca Monteiro.

Hoje, a Internet é algo “muito importante no grupo de amigos” e que “estrutura as relações”, aponta a investigadora. Se, em idade mais jovens, a Internet é um passatempo, à medida que vão envelhecendo, começa a haver um compromisso maior. A forma como eles se relacionam e as suas amizades são construídas e negociadas a partir do que eles fazem na Internet, concluiu.

Centenas de milhares de crianças continuam a ser soldados

Fevereiro 13, 2014 às 11:17 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do site da Amnistia Internacional Portugal de 12 de Fevereiro de 2014.

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Os conflitos armados na República Centro Africana e no Sudão do Sul voltaram a centrar atenções na utilização de crianças como soldados – mas estes não são os únicos países onde rapazes e raparigas são forçados a combater, numa violação flagrante de direitos humanos.

Neste Dia Internacional Contra a utilização de crianças soldado, 12 de fevereiro, há ainda pelo menos 19 países onde é feito o recrutamento de crianças para combate. E, apesar de ser muito difícil avaliar os números exatos, a Unicef estima que todos os dias estejam envolvidas centenas de milhares de crianças em conflitos armados, submetidos a situações extremas, forçados a cometer atrocidades, que sofrem maus tratos, violações e testemunham assassinatos.

Além da República Centro Africana e do Sudão do Sul, há registo atual de existência de crianças-soldados também no Afeganistão, Chade, Colômbia, Costa do Marfim, Filipinas, Índia, Iraque, Líbano, Líbia, Mali, Myanmar, Paquistão, República Democrática do Congo (na fotografia, rapaz-soldado recrutado pelo movimento rebelde, em 2009), Sudão, Síria, Tailândia e Iémen.

Só na República Centro Africana, mergulhada em crise desde a deposição, em março passado, do Presidente François Bozizé, o número de crianças que estão a ser usadas nos combates entre os ex-rebeldes armados Séléka (maioritariamente muçulmanos) e as milícias anti-balaka (cristãos) deve ascender a seis mil. Dados apurados pela Amnistia Internacional indicam que neste país a maioria das crianças obrigadas a combater são do sexo masculino; mas também as raparigas são recrutadas à força, frequentemente violadas e sujeitas a escravidão sexual ou a serem “esposas” dos comandantes militares.

Só na República Centro Africana, mergulhada em crise desde a deposição, em março passado, do Presidente François Bozizé, o número de crianças que estão a ser usadas nos combates entre os ex-rebeldes armados Séléka (maioritariamente muçulmanos) e as milícias anti-balaka (cristãos) deve ascender a seis mil. Dados apurados pela Amnistia Internacional indicam que neste país a maioria das crianças obrigadas a combater são do sexo masculino; mas também as raparigas são recrutadas à força, frequentemente violadas e sujeitas a escravidão sexual ou a serem “esposas” dos comandantes militares.

Em 2013 foram alcançados alguns progressos, tendo várias delegações das Nações Unidas encetado diálogo com algum sucesso junto de 21 fações em conflito, do que resultaram 18 planos de ação junto de forças e grupos armados em vários países.

Na República Democrática do Congo, o Governo firmou com as Nações Unidas um plano de ação para erradicar o recrutamento de crianças no país. Na Somália, o governo federal provisório comprometeu-se igualmente a medidas que visam pôr fim ao assassinato e mutilação de crianças – um primeiro passo dado neste país por uma das partes envolvidas no conflito.

O Iémen assumiu também o compromisso de trabalhar com equipas das Nações Unidas para elaborar medidas concretas para erradicar o recrutamento e utilização de crianças por parte das forças armadas no país. E no Chade, o Governo tem vindo a intensificar esforços com o objetivo de cumprir em pleno o plano de ação, firmado em 2011, que visa pôr fim ao uso de crianças pelo Exército Nacional do Chade.

Entre as centenas de milhares de rapazes e raparigas recrutadas por forças ou grupos armados pelo mundo fora nem todos participam ativamente em combates. A muitos são dadas tarefas de apoio, como a de moverem soldados feridos para fora das linhas de batalha, de transportarem munições, de espiarem os inimigos ou servirem de mensageiros e, no caso das raparigas, forçadas à servidão sexual. Mas todos testemunham atos de violência ou são obrigados a cometê-los.

A Amnistia Internacional, a par de outras ONG, instam os países que ainda não ratificaram o Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo ao envolvimento de crianças em conflitos armados a fazê-lo prontamente. Atualmente, este documento foi ratificado já por 152 países, incluindo Portugal; 22 outros não o assinaram nem ratificaram, e 20 apenas o assinaram.

Aquela ferramenta jurídica internacional assegura que nenhuma criança seja usada como soldado, tendo aumentado a idade mínima para a participação direta em hostilidades armadas dos 15 para os 18 anos e obrigando os países signatários a adotarem legislação em caso de não cumprimento, a impedirem o recrutamento de crianças e a proporcionar meios de recuperação das crianças que sejam desmobilizadas.

 

Só metade dos alunos se recordam de campanhas anti-bullying

Fevereiro 13, 2014 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 29 de janeiro de 2014.

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