Novo relatório da UNESCO – Educação para Todos

Fevereiro 7, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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efa

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Teaching and Learning : Achieving quality for all

This 11th EFA Global Monitoring Report provides a timely update on progress that countries are making towards the global education goals that were agreed in 2000. It also makes a powerful case for placing education at the heart of the global development agenda after 2015. In 2008, the EFA Global Monitoring Report asked – ‘will we make it?’ With less than two years left before 2015, this Report makes it clear that we will not. Fifty-seven million children are still failing to learn, simply because they are not in school. Access is not the only crisis – poor quality is holding back learning even for those who make it to school. One third of primary school age children are not learning the basics, whether they have been to school or not. To reach our goals, this Report calls on Governments to redouble efforts to provide learning to all who face disadvantages – whether from poverty, gender, where they live or other factors. An education system is only as good as its teachers. Unlocking their potential is essential to enhancing the quality of learning. Evidence shows that education quality improves when teachers are supported – it deteriorates if they are not, contributing to the shocking levels of youth illiteracy captured in this Report.

Governments must step up efforts to recruit an additional 1.6 million teachers to achieve universal primary education by 2015. This Report identifies four strategies to provide the best teachers to reach all children with a good quality education. First, the right teachers must be selected to reflect the diversity of the children they will be teaching. Second, teachers must be trained to support the weakest learners, starting from the early grades. A third strategy aims to overcome inequalities in learning by allocating the best teachers to the most challenging parts of a country. Lastly, governments must provide teachers with the right mix of incentives to encourage them to remain in the profession and to make sure all children are learning, regardless of their circumstances.  […]

Só daqui a 70 anos é que todas as crianças terão acesso ao ensino

Fevereiro 7, 2014 às 7:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Notícia da TSF de 29 de janeiro de 2014.

A previsão consta de um relatório da UNESCO, o organismo da ONU para a Ciência, Educação e Cultura, divulgado esta quarta-feira na Etiópia.

São dados «chocantes», na opinião da autora do relatório que fala numa crise global de aprendizagem.

57 milhões de crianças em todo o mundo continuam sem ir à escola e pelas contas da UNESCO, apenas em 2086, daqui a 70 anos poderá ser garantido o acesso ao ensino básico.

O relatório divulgado esta manhã em Adis Abeba, na Etiópia, confirma que a África sub-saariana é a mais problemática, com a Nigéria a deter o recorde de crianças que não chegam à primária. Cerca de metade dos problemas tem a ver com a violência e conflitos regionais.

O relatório da UNESCO diz que até se fizeram progressos desde 2000, mas essa evolução parou em 2008, com a crise. E o que é mais preocupante – os apoios à educação estão a diminuir em vez de crescer e a ajuda que existe não está a ser canalizada para os países mais pobres.

O relatório aponta ainda a diferença entre sexos – as meninas têm menos probabilidade de frequentar a escola e no caso delas, a expectativa é que apenas no próximo século, em 2111, as mais pobres consigam chegar ao ensino secundário.

Nos países com mais dificuldades, a UNESCO calcula que uma em cada quatro crianças não consegue ler uma única frase.

Cristina Lai Men

 

Agressividade nas crianças é genética

Fevereiro 7, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da Pais & Filhos de 24 de Janeiro de 2014.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

A longitudinal twin study of physical aggression during early childhood: evidence for a developmentally dynamic genome

Cientistas canadienses descobriram que a agressividade das crianças é genética e não depende apenas da edução e do ambiente.

A investigação da Universidade de Montreal envolveu 667 pares de gémeos monozigóticos (originados pelo mesmo embrião) e dizigóticos (de dois embriões diferentes), nascidos entre 1995 e 1998.

Foi pedido às mães que descrevessem o comportamento destas crianças em relação a morder, beliscar, dar pontapés e lutar aos 20, 32 e 50 meses de idade. Depois de analisarem os resultados, chegaram à conclusão que a tendência de uma criança para a agressão física resulta de uma predisposição genética e, ao contrário do que se pensava, não é causada por fatores ambientais, tais como ver desenhos animados violentos ou o exemplo dos pais.

“Muitas vezes os pais se sentem culpados. Mas eles deveriam olhar para a agressão física como uma fase normal do desenvolvimento”, afirmou o autor Eric Lacourse do estudo.

No entanto, alerta ainda o investigador, os pais têm um papel importante no desenvolvimento desta agressividade, pois a forma como lidarem com ele pode ajudar as crianças a saírem deste tipo comportamento ou a perpetuá-lo.

Os pais não devem nem ser muito brandos, nem muito duros com os filhos, sugere Lacourse. E defende que a melhor forma de lidar com a agressividade nas crianças é com punições próprias à idade, como por exemplo utilizando o “time-out”, em vez de gritar, bater, ou negar amor e carinho, ações que podem contribuir para potenciar comportamentos violentos.

I Encontro de Desenvolvimento Infantil e Juvenil do Oeste “Conhecer para Agir”

Fevereiro 7, 2014 às 11:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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encontro

mais informações aqui

Info: pelo tlf.: 261 321 400 ou pelo e-mail: geral@udij.pt

Inscrições online até 10 de fevereiro 

Terapia e rastreio da Fala para CRIANÇAS DOS 2 AOS 12 ANOS – Avaliação Gratuita

Fevereiro 7, 2014 às 9:58 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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fala

No próximo sábado leve o seu filho entre os 2 e os 12 anos de idade ao Espaço EmBranco, em Queluz. Entre as 9h30 e as 13h00 poderá fazer uma avaliação gratuita sobre a fala e a linguagem.

São sinais de alerta se as crianças:
Aos 2/3 anos não compreendem ordens simples e o discurso se limita à produção de palavras isoladas;
Aos 3/4 anos têm dificuldades na produção de frases e tem um vocabulário reduzido;
Aos 4/5 anos não relacionam acontecimentos simples e omitem/trocam sons nas palavras;
Aos 5/6 anos utilizam frases mal estruturadas e têm um discurso incoerente;
Têm mais de 4 anos e gaguejam;
Falam alto e gritam, ficando roucas com frequência;
Têm dificuldades de leitura e escrita;

EMBRANCO – Espaço Saúde
Av. Elias Garcia nª55 A Queluz
Tel.: 916193200 Email: saude@embranco.pt

Ratificação da Convenção Europeia sobre o Exercício dos Direitos das Crianças (STE 160)

Fevereiro 7, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do site da DGPJ de 27 de janeiro de 2014.

Foi hoje ratificada por Portugal pelo Decreto do Presidente da República n.º 3/2014, de 27 de janeiro, a Convenção Europeia sobre o Exercício dos Direitos da Criança, adotada em Estrasburgo, em 25 de janeiro de 1996.

Esta Convenção pretende proteger os mais altos interesses das crianças. Contem um determinado número de medidas processuais com o objetivo de permitir às crianças fazer valer os seus direitos, prevendo ainda a constituição de um Comité Permanente encarregue de tratar dos problemas suscitados por esta Convenção.

O texto prevê medidas destinadas a promover os direitos das crianças, particularmente em processos familiares que decorram perante um tribunal. O tribunal ou qualquer pessoa nomeada para representar a criança te uma série de deveres que cumprem o objetivo de facilitar o exercício dos direitos da criança. Deve ser permitido às crianças o exercício dos seus direitos (por exemplo, de estarem informadas e expressarem a sua opinião), quer por si próprias quer através de outra pessoa ou entidade.

Entre os processos familiares de especial interesse para a criança estão os relativos à custódia, residência, direito de visita, questões de filiação, adoção, tutela, administração de bens, assistência educativa, regulação do poder paternal, proteção contra os tratamentos cruéis e degradantes e tratamentos médicos.

Cada estado Parte deve indicar pelo menos três categorias de processos familiares aos quais a Convenção é aplicável.

Este instrumento legal pretende também facilitar a implementação pelas Partes da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Crianças.

http://conventions.coe.int/Treaty/fr/Treaties/Html/160.htm

Decreto do Presidente da República n.º 3/2014. D.R. n.º 18, Série I de 2014-01-27

 


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