Violetta | Bullying: Quebra o teu silêncio – Vídeo

Fevereiro 6, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Campanha anti-bullying, desenvolvida no âmbito da série juvenil  “Violetta”. Campanha promovida pelo Disney Channel Portugal, em parceria
com a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima.

Daqui até à Lua – livro Infantil de João Jorge e Susana Faria

Fevereiro 6, 2014 às 4:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Chiado Editora

Autor: João Jorge / Susana Faria
Colecção: Recreio
Páginas: 38
Data de publicação: Dezembro de 2013
Género: Conto Infantil
Preço: 10,00 €
ISBN: 978-989-51-1031

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O que será que nos traz o último vento de inverno? E a força do amor pode levar-nos onde?

Participação de Dulce Rocha no Programa “A Tarde é Sua” na TVI hoje a partir das 16.00 horas

Fevereiro 6, 2014 às 2:32 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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A Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança, irá participar no programa “A Tarde é Sua” na TVI hoje a partir das 16.00 horas. A Drª Dulce Rocha irá comentar o tema da Co-Adoção.

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Combate à prática de mutilação genital feminina ganha força | Vídeo UNICEF

Fevereiro 6, 2014 às 2:30 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Publicado em 27/09/2013

“Eu não quero que nenhuma parte do meu corpo seja cortada. Eu não quero ser circuncidada”, diz a menina somali de 10 anos de idade, Kheiriya Abidi.

Kheiriya tem pavor de sangue. Mas a pressão sobre ela para que seja cortada cresce a a cada dia. Muitas vezes, ela é ridicularizada e insultada por seus amigos por ser “diferente”.

A mutilação genital feminina/corte (FMG/C) está profundamente enraizada na cultura da Somália, a prática é quase universal. Meninas e mulheres têm sua genitália externa removida totalmente ou parcialmente, algumas quando são apenas crianças, outras na puberdade – em nome da preservação da honra feminina, a castidade, a beleza, assegurando a sua marriageability.

Um relatório revolucionário do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) concluiu em 2013 que, embora muito progresso tenha sido feito em abandonar esse costume, milhões de meninas ainda estão em risco.

Acesse aqui o relatório: http://www.unicef.org/media/files/FGC…
Saiba mais em: http://www.unicef.org/protection/5792…

O vídeo original pode ser acessado em:http://www.youtube.com/watch?v=Pjy8jR…

Produção: UNICEF
Legendagem e tradução: UNIC Rio

 

Sábados em Cheio em Fevereiro na Biblioteca Municipal José Saramago – Loures

Fevereiro 6, 2014 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações aqui

Sábados em Cheio é uma iniciativa da Biblioteca Municipal José Saramago, que proporciona animações de leitura para o público mais novo. Pretende, acima de tudo, criar hábitos de leitura e partilhar experiências, brincando com ou sobre livros em família.

Morada
Rua 4 de Outubro, 19
2670-466 Loures

Tel.: 211151262/3
Fax: 211151708

E-mail: bmjs@cm-loures.pt

 Consulte aqui o PDF interativo.

Fim à mutilação genital feminina

Fevereiro 6, 2014 às 12:38 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista de Alice Frade ao Notícias Magazine no dia 6 de fevereiro de 2012.

Diana Quintela global imagens

Diana Quintela/Global Imagens

por Célia Rosa Fotografia de Diana Quintela/Global Imagens

Por tradição, razões estéticas ou deleite dos maridos, ainda se cortam os genitais a meninas e mulheres. Muitas são cidadãs portuguesas, alerta a antropóloga Alice Frade. Amanhã assinala-se o Dia Internacional da Tolerância Zero às Mutilações Genitais Femininas, hoje lembramos que todos somos poucos para acabar com este crime.

Alice Frade é antropóloga e já trabalhou com mulheres forçadas à mutilação genital feminina. Actualmente é directora executiva da P&D Factor – Associação para a Cooperação sobre População e Desenvolvimento. Até 2012, foi responsável pelo Departamento de Advocay e Cooperação para o Desenvolvimento da Associação para o Planeamento da Família.

Na véspera do Dia Internacional da Tolerância Zero às Mutilações Genitais Femininas, que se assinala amanhã, 6 de Fevereiro, o que é os portugueses precisam de saber?

_ Todos devem saber que no país existem mulheres de várias idades, incluindo crianças, que sofreram mutilação genital feminina (MGF) e que muitas delas têm nacionalidade portuguesa. Por esta razão é fundamental que os profissionais das áreas da saúde, educação e intervenção social tenham conhecimentos específicos sobre este tipo de crime (artigo 144 do Código Penal) e saibam o que fazer para prevenir, intervir e sinalizar. Não podemos continuar a ter médicos e enfermeiros que observam uma mulher com mutilação e pensam que ela tem uma malformação congénita ou que teve um parto mal feito.

Para que os leitores não tenham dúvidas, quando falamos em MGF estamos a dizer que há crianças, raparigas e mulheres a quem cortam o clítoris, os pequenos e os grandes lábios. Muitas também são sujeitas a um estreitamento da vagina e a outras práticas que alteram os seus genitais, todas dolorosas, traumatizantes, perigosas e atentatórias dos direitos humanos. É isto?

_ Sim, a OMS identifica quatro tipos de MGF que contemplam outras lesões, além dos cortes totais ou parciais do clítoris, pequenos lábios, grandes lábios e do estreitamento da vagina. Por exemplo, punções, perfurações e escarificações dos genitais e até o seu alongamento ou cosedura. Não precisa de haver corte. Qualquer intervenção feita nos genitais de uma menina ou de uma mulher por razões não médicas é uma mutilação. Está tudo descrito na Declaração Conjunta para a Eliminação da MGF, um documento que foi distribuído em Portugal aos políticos, profissionais de saúde e órgãos de comunicação social e que pode ser consultado na internet por qualquer pessoa. O alto-comissário para os refugiados, António Guterres, foi um dos subscritores. Também distribuímos, aqui e na Guiné-Bissau, em Moçambique e em Angola, o manual de formação para profissionais de saúde.

Que crenças sustentam a MGF?

_ Actualmente, a MGF já é entendida pela maioria das pessoas como uma prática violadora dos direitos das meninas e das mulheres. Mas quando é realizada nas comunidades de origem – países africanos, asiáticos e do médio oriente – serve para garantir a integração e o reconhecimento social das mulheres e o seu futuro: casar, ter filhos, cuidar e servir a família.

Nessas comunidades, as mulheres são excisadas para garantir que os seus genitais são bonitos (uma dimensão estética); que o clítoris ou os grandes lábios não tocam na cabeça do bebé no momento do nascimento (acredita-se que provoca doenças); que são intocáveis até ao casamento (crê-se que preserva a virgindade e depois a fidelidade); para aumentar o prazer sexual do marido (mais uma crença), etc. Nalguns países a única razão é discriminação de género.

É mais uma forma de controlo social das mulheres?

_ Sim. Há práticas tradicionais nefastas que só persistem porque são realizadas sobre mulheres. A MGF é uma delas, os casamentos forçados, a troca e venda de noivas são outras. E o que é mais chocante é saber que alguns países onde estas coisas acontecem recebem apoios importantes da comunidade internacional para a saúde e educação mas os líderes dos estados doadores não têm tido a capacidade de trazer estes temas para a agenda política, o que é fundamental.

Em que idade é que as meninas são mutiladas?

_ Depende, o mais comum é entre os dez e os 14 anos. Nalguns casos, faz-se logo à nascença. Sobretudo nos países onde já existe uma lei que proíbe a MGF. Assim, o crime é mais facilmente encoberto e quanto mais pequena for a criança menos força tem e menos resiste.

As mulheres que se lembram da sua mutilação genital contam que sofreram horrores. Nós não conseguimos imaginar, pois não?

_ Claro que não. Nunca me esquecerei do relato de uma mulher que vive nos arredores de Lisboa e que me contou como foi a sua mutilação. Primeiro, passou vários dias amarrada e ajoelhada para aprender a obedecer; depois foi obrigada a comer deitada, sem olhar nos olhos das pessoas mais velhas, para aprender a respeitar. Finalmente, um dia, foi agarrada e imobilizada por várias mulheres que lhe prenderam os pés, as mãos e o tronco e foi cortada com uma faca (podia ter sido outro objecto cortante, um vidro ou uma lata). A história desta mulher é uma história de violação dos direitos mais básicos e ela sabe isso. Ainda assim, por causa dos factores associados à sua cultura e religião, cada vez que fala do assunto ela sente que está a atentar contra a suas raízes, contra as tradições do seu povo.

Como se estivesse a negar a sua identidade?

_ Exacto, e essa é uma das razões porque temos dificuldade em encontrar mulheres que falem sobre o tema. O medo das represálias é outra. Em Portugal, algumas mulheres que falaram publicamente da MGF sofreram retaliações da sua própria comunidade. E não será por acaso que não há nenhuma associação de mulheres originárias de países onde existe MGF cujo trabalho central seja as práticas tradicionais nefastas. A APF tenta trabalhar com as mulheres para que elas possam assumir um papel de destaque nas associações mas é muito difícil.

No mundo, estima-se que existam entre cem e 140 milhões de raparigas e mulheres com MGF. Um número alarmante?

_ Assustador. Quantos Costa Concórdia precisam de afundar para termos a dimensão da tragédia da MGF? E alguém conhece algum líder tradicional, primeiro-ministro ou presidente da república que tenha sido julgado porque no seu país 50 por cento das mulheres são mutiladas? É certo que muitos países aprovaram legislação proibitiva e desenvolvem trabalho directo nas comunidades – é o caso da Guiné-Bissau – mas ainda há um mundo de coisas para fazer até acabarmos com esta prática. E têm de ser as próprias comunidades a dizer não.

Na Europa estima-se que 500 mil mulheres tenham sido mutiladas e que 180 mil raparigas estejam em risco. Portugal também é um país de risco?

_ Portugal recebe migrantes de países onde a MGF existe e muitas meninas, incluindo algumas nascidas no país, estão em risco. Pensa-se que a maioria será sujeita à intervenção nos países de origem – antes de virem para Portugal ou durante uma deslocação nas férias, por exemplo à Guiné-Bissau. Cá, também haverá locais onde se pode fazer.

A MGF envolve grandes riscos para a saúde e pode levar as raparigas e as mulheres aos hospitais.

_ Pode provocar a morte. Mas cá, quando há infecções, hemorragias, dores e outros problemas, parece que as pessoas contornam o sistema. Ouvi um responsável da embaixada da Guiné-Bissau dizer num programa da RTP – África que quando a mutilação é feita no país de origem e as complicações se manifestam no regresso a Portugal, o que a comunidade fará é recorrer aos profissionais de saúde guineenses que exercem cá.

Os médicos nunca devem realizar actos de MGF mas há quem defenda que se o fizerem, em boas condições de higiene, as meninas e as mulheres correm menos riscos. O que acha disto?

_ Não podem, todos os organismos e associações médicas internacionais o proíbem. Mas nalguns países, no Egipto por exemplo, muitas mulheres são sujeitas a mutilação praticada por médicos.

Uma coisa é ler ou falar sobre MGF outra é conhecer essa realidade. O que é que já viu e o que sentiu?

_ Na Guiné-Bissau, da primeira vez, vi morrer uma menina de 17 anos, e os seus bebés, devido a um trabalho de parto que se complicou por causa da mutilação genital. Mais tarde, conheci uma rapariga de 18 anos que tinha sido banida da família porque tinha uma fístula obstétrica, com odor. Uma consequência do que lhe tinham feito e não havia meios para a tratar nem dinheiro para a enviar para o Senegal. Também morreu e deixou um recém-nascido órfão, de que ninguém quis cuidar. Aquelas duas mulheres sofreram horrores e nunca se queixaram. As que são mutiladas e não morrem também não se queixam. É destas sobreviventes que depende a vida da família e da comunidade – são elas que cultivam, vão buscar água e lenha, cozinham e lavam, cuidam dos maridos e dos filhos. Perante mulheres desta grandeza, não faz sentido falar das minhas lágrimas contidas.

 

Criançópolis – Abordagem sobre a Convenção dos Direitos da Criança

Fevereiro 6, 2014 às 12:10 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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criançopolis

Centro Cultural de Carnide

Rua Rio Cavado, 3, B.º Padre Cruz
1600-702 Lisboa

936 140 727

anossajunta@jf-carnide.pt

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Informações, reservas e bilheteira:
de 2ª a 6ª feira – das 9h30 às 12h30 e das 16h às 20h
e, todos os dias, 1 hora antes dos espectáculos.

 

VisioKids: aventuras com Ciência

Fevereiro 6, 2014 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do site Educare de 27 de Janeiro de 2014.

kids

Atómico, Vita, Bit, Cassiopeia e Cósmico são cinco personagens que contam histórias sobre Ciência na série televisiva de animação VisioKids.

Andreia Lobo

Cassiopeia sabe tudo sobre piolhos, mas jura que não os tem na cabeça. Bit é capaz de achar mais piada à fotografia de um cato pondo-lhe um cachecol e um chapéu com um programa de desenho. O Cósmico prefere desenhar fatos espaciais resistentes às radiações. O Atómico prefere ensinar os amigos a fazer pão. Vita gosta de falar sobre o sistema de circulação do sangue.
Cada personagem é especialista numa área do conhecimento. Atómico é o perito em matéria e energia. A paixão da Vita é o corpo humano. Quem percebe de informática e novas tecnologias é o Bit. Cassiopeia é amante da terra e da natureza. O interesse do Cósmico é o Univedarso e a astronomia.

“O conceito da série passa pela desmistificação da ciência, através da criação de situações e diálogos em torno de assuntos científicos e tecnológicos relacionados com o quotidiano familiar”, resume Carla Barros, responsável pelo Marketing e Comunicação do Visionarium.

De dentro para fora do ecrã, há correspondência dos personagens com as cinco áreas fulcrais da ciência – a saber Terra, Vida, Matéria, Universo e Informação – que são também as áreas temáticas da exposição permanente do Centro de Ciência do Europarque, localizado em Santa Maria da Feira.

As aventuras decorrem em cenários como o laboratório, como o jardim ou o sótão e “em cada episódio é apresentada uma solução para um problema real através da Ciência”, concretiza Jorge Ribeiro, responsável pela realização dos VisioKids. Os argumentos das histórias mostram como o conhecimento científico pode ser útil no dia a dia, com diálogos carregados de humor e boa disposição. Uma tónica que não negligencia o rigor concedido aos conteúdos revistos e validados cientificamente pela Universidade do Porto.

Ao todo são 65 episódios, com duração de um minuto e meio exibidos no espaço de programação infantil ZIG-ZAG, da RPT2.

Apesar de ser a primeira produção televisiva da Insizium, uma empresa de tecnologias interativas baseadas na realidade virtual, João Vieira, administrador da Insizium e produtor da série, garante que não será a última. “Neste momento faz todo o sentido, depois de termos criado esta equipa, continuar a trabalhar nesta área.”

Os moldes em que se fará essa continuação ainda estão a ser discutidos entre produtor e realizador, mas João Vieira arrisca que tanto poderão ser novos episódios dos VisioKids, como outras produções. Para já a aposta faz-se na internacionalização do que está feito: “Apresentámos a série nos EUA e foi muito bem acolhida.”

A edição dos episódios já exibidos em DVD “poderá ser outro meio de divulgação da série a considerar”, adianta Jorge Ribeiro. Sobretudo porque a reação do público aos VisioKids “tem sido bastante positiva”, ainda que “não haja muito a consciência de que se consegue fazer um produto com tanta qualidade em Portugal”, confidencia.

ver os vídeos dos VisioKids no link:

http://www.rtp.pt/wportal/zigzag/ciencia.php

 


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