Creating a Non-Violent Juvenile Justice System. Report 2013

Dezembro 24, 2013 às 6:00 am | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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The International NGO Council on Violence Against Children is launching its latest report, “Creating a non-violent juvenile justice system”, as a follow-up to the 2006 UN Study on Violence against Children. This report has been written to address the growing epidemic and global magnitude of the violence being experienced by children in juvenile justice systems. Whilst aspiring to clarify the many ways in which governments are failing to protect children in conflict with the law, the report also presents a non-violence vision of juvenile justice.

A escola com o último lugar no ranking tem um projecto único no país

Dezembro 23, 2013 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Reportagem vídeo do Público de 9 de Novembro de 2013.

ver o vídeo em:

http://www.publico.pt/multimedia/video/video-benavides-20131108-113316

benevides

Quase a comemorar 100 anos, a Escola Secundária de Fonseca Benevides em Alcântara, Lisboa, ocupa o último lugar no ranking das escolas secundárias, com uma média de 5,1 valores nas provas nacionais (numa escala de 0 a 20). No ranking das escolas básicas, ocupa a 1291ª posição (em 1297 escolas). Só que os únicos alunos da escola a fazer exames nacionais e a contribuir para a posição no ranking pertencem a um projecto único a funcionar na escola desde 2010: o Ensino à Distância para a Itinerância. Destinado a filhos de pais circenses ou feirantes, dentro ou fora de Portugal, o projecto dá-lhes a possibilidade de terem professores, uma turma e uma escola. Tudo, apesar da distância.

ATL cancelam férias de Natal por falta de inscrições

Dezembro 23, 2013 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 15 de Dezembro de 2013.

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DN

VI edição do prémio Europeu Carlos Magno para a Juventude

Dezembro 23, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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carlos

Candidaturas até 20 de janeiro de 2014

O processo de candidatura para o Prémio Carlos Magno para a Juventude 2014 arranca hoje. O prémio destina-se a jovens que tenham desenvolvido projetos destinados a promover o intercâmbio entre pessoas de diferentes países europeus. O prazo termina a 20 de janeiro de 2014.

O Prémio Europeu Carlos Magno para a Juventude, organizado conjuntamente pelo Parlamento Europeu e pela Fundação do Prémio Internacional Carlos Magno, em Aachen, é atribuído a projectos desenvolvidos por jovens entre os 16 e os 30 anos. Os projectos vencedores devem servir de modelo para os jovens na Europa e dar exemplos práticos de Europeus que vivam em comunidade. Entre os programas habitualmente seleccionados, contam-se intercâmbios de jovens, projectos artísticos e de internet com dimensão Europeia.

Prémio total de 10.000 euros

Os três projectos vencedores receberão 5.000, 3.000 e 2.000 euros, respectivamente, e serão convidados a visitar o Parlamento Europeu no Outono de 2012.

Os representantes dos projectos nacionais vencedores serão também convidados a participar na cerimónia de entrega de prémios do Prémio Carlos Magno para a Juventude, e terão a oportunidade de assistir, dois dias depois, à sessão entrega de prémios do Prémio Internacional Carlos Magno, durante uma viagem de quatro dias à cidade de Aachen.

Vencedores de 2013

Em 2013, o primeiro prémio foi atribuído ao projeto de media espanhol “Europe on Track”. O segundo lugar coube à Polónia, com “Discover Europe”, um concurso de fotografia que une os cidadãos através da sua criatividade e visão da Europa. O terceiro prémio foi entregue ao programa de intercâmbio da Estónia “The Story of my Life”, um acampamento residencial que une pessoas de diferentes setores da sociedade
através do diálogo.

O projeto “Gap Year Portugal”, da autoria de Gonçalo Silva, foi o vencedor do concurso a nível nacional em 2013. O objetivo do projeto é ajudar estudantes que queiram realizar um ano sabático no final do ensino secundário para fazer voluntariado, estagiar ou viajar.

Fases do concurso:

· Lançamento do concurso e das candidaturas online: 25 de outubro de 2013

· Prazo para apresentação das candidaturas: 20 de janeiro de 2014

· Seleção dos 28 projetos finalistas pelos júris nacionais: 3 de março de 2014

· Seleção dos três projetos vencedores pelo júri europeu: 10 de abril de 2014

· Cerimónia de entrega dos prémios em Aachen: 27 de maio de 2014.

Formulários de candidatura

Website do Prémio Europeu Carlos Magno para a Juventude:

Play Therapy com crianças e adolescentes

Dezembro 23, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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ispa

Objectivos

Sensibilizar para a importância da Play Therapy no trabalho com crianças

Desenvolver o conhecimento dos princípios de base da Play Therapy centrada na criança

Desenvolver competências em algumas técnicas utilizadas em Play Therapy

Desenvolver competências na comunicação e relação com crianças problemáticas

Desenvolver a capacidade de despistar possíveis perturbações na criança (intervenção precoce)

Competências

Capacidade de avaliar necessidades das crianças

Capacidade de compreender e usar as competências basicas da Play Therapy durante o processo terapêutico

Capacidade de planear finais terapêuticos

Capacidade de usar/compreender agentes de mudança (aceitação, segurança, confiança no process, exploração da expressão simbólica)

Capacidade de manter regras e limites no espaço terapêutico e no dia a dia

capacidade de trabalhar com os pais/prestadores de cuidados

Fevereiro 7, 2014 a Junho 21, 2014

mais informações aqui

Games ‘ativos’ ajudam a controlar diabetes, diz estudo

Dezembro 22, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da BBC Brasil de 10 de Dezembro de 2013.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Autonomous exercise game use improves metabolic control and quality of life in type 2 diabetes patients – a randomized controlled trial

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Um teste clínico indicou que jogar jogos de computador que requerem movimento pode ajudar pessoas com diabetes tipo 2 a controlar melhor o nível de açúcar no sangue.

Pesquisadores alemães recrutaram 220 pacientes diabéticos para o estudo e pediu que metade deles usassem o jogo de Nintendo Wii Fit Plus.

Os jogadores não só perderam peso como também conseguiram diminuir os níveis de glicose.

Quando o outro grupo passou a jogar o Wii Fit eles apresentaram benefícios bastante similares, segundo a publicação científica BMC Endocrine Disorder.

Especialistas disseram que qualquer forma de exercício pode ser benéfica, mas reforçou que algumas atividades oferecem maiores benefícios que outras.

Alternativa

Se manter ativo é particularmente importante para pessoas com diabetes. Ajuda o corpo a processar insulina de forma mais eficaz, assim como ajuda a manter a forma e um peso saudável.

Para alguns, fazer exercício e seguir uma dieta saudável pode ser suficiente para manter a diabetes controlada.

Stephan Martin e seus colegas do Centro para Diabetes e Saúde da Alemanha Ocidental, responsáveis pelo estudo, dizem que jogos de computador que focam na prática de exercício oferecem uma alternativa para manter pessoas fisicamente ativas.

Mas eles também observaram que fazer com que as pessoas permaneçam fiéis à prática através dos jogos pode ser difícil – um terço dos participantes do estudo abandonaram a pesquisa.

Aqueles que permaneceram viram melhoras significativas no HbA1c, uma medida de controle do açúcar.

E eles relataram melhorias no bem-estar e na qualidade de vida.

Mais pesquisas

Richard Elliott, da entidade filantrópica Diabetes UK, disse: “Atividade física e uma dieta saudável balanceada, junto com os medicamentos necessários prescritos pelo médico, podem ajudar pessoas com diabetes tipo 2 a controlar sua condição e minimizar os riscos de complicações relacionadas à diabetes ao longo dos anos”.

“Para tornar o exercício físico parte da rotina diária é importante encontrar uma maneira que funcione pra você e seja algo agradável, o que tornará mais fácil se manter ativo a longo prazo.”

“Jogos de computador que promovem um estilo de vida saudável podem ser uma maneira de alcançar isso, mas diferentes formas de atividades física podem funcionar melhor para diferentes pessoas.”

Elliott reforçou que “mais pesquisas serão necessárias para identificar se a longo prazo os efeitos desses jogos se comparam com outras abordagens.”

 

Jovens com baixa auto-estima praticam auto-bullying na Internet para sair do anonimato

Dezembro 21, 2013 às 1:01 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Diário Digital de 8 de Dezembro de 2013.

diário digital

Estudos norte-americanos detectaram uma tendência crescente entre jovens: a de criar identidades falsas online que são usadas para a prática de bullying cibernético contra si mesmo. Essas pesquisas constataram que parte dos casos de ataques com críticas e abusos contra uma determinada pessoa na Internet foram cometidos pela própria vítima.

O Massachusetts Agression Reduction Centre (MARC), por exemplo, entrevistou 617 estudantes e descobriu que 9% deles tinha praticado o «autobullying» anónimo. «Pouca gente imaginava que adolescentes pudessem tentar sair do anonimato dessa forma», diz a especialista em cultura jovem e tecnologia Danah Boyd, professora-assistente em redes sociais, cultura e comunicação da Universidade de Nova Iorque e uma das primeiras a chamar atenção para o fenómeno.

Um dos exemplos é o de Ellie, nome fictício para uma adolescente que começou a praticar o «cyberbullying» contra si mesma, quando tinha apenas 15 anos. A sua história veio à tona depois de ter entrado em contacto com uma ONG britânica que lida com casos de autoflagelação, a Self Harm. Ellie permitiu que o seu caso fosse relatado pela BBC.

A adolescente criou vários perfis fictícios online, que usava para publicar mensagens abusivas nas suas páginas nas redes sociais. «Os posts diziam que eu era feia, inútil, ninguém me amava…coisas que eu achava de mim mesma. Se eu visse preto no branco, vindo de outras pessoas, saberia que devia ser verdade», contou.

Outro caso semelhante foi o de Ben, de 16 anos, que também procurou a ONG para pedir ajuda. Ele publicava perguntas pessoais com o objectivo de obter respostas negativas, perguntas como «sou atraente?». As respostas abusivas reforçavam o que ele sentia. «[Isso] convencia-me de que eu era mau como pensava, que eu não estava a imaginar», disse Ben.

Segundo a directora da ONG, Rachel Welch, o problema é recente e é preocupante. «Pode não deixar lesões visíveis, mas precisa de ser reconhecido como um risco emocional real para jovens que já têm uma visão de si mesmos muito prejudicada», afirmou.

 

Boys and Girls Speak Out A Qualitative study of children’s gender and sexual cultures (age 10-12)

Dezembro 20, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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descarregar o relatório aqui

This report by Cardiff University, with support and funding from the NSPCC, looks at how younger children perceive gender, sexual identity and relationships.

Researchers interviewed 125 children, aged 10-12 years, living in Wales. Discussion focused on five key areas: the sexualisation of culture, body cultures, relationship cultures, equalities and change.

Key findings

 

  • children are actively negotiating and learning about the ways sexuality affects them and their lives
  • boys and girls talk about “looking older” in a very different way to “looking sexy”
  • all children, but especially girls, feel pressurised to conform to gender norms
  • many schools have a strong boyfriend-girlfriend culture, making boy-girl friendships almost impossible
  • children experience verbal sexual harassment, but find it hard to tell parents or teachers and are ill equipped to deal with it
  • children are more worried about “scary” rather than sexually explicit images
  • many children are angry about sexism amongst their peers and in society as a whole
  • policy and practice needs to be informed by children’s own experiences.

 

Ajude a ajudar! Adquira o livro “As crianças da Europa falam ao Papa Francisco”

Dezembro 20, 2013 às 2:00 pm | Publicado em Livros, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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No dia 11 de dezembro de 2013, foi apresentado o livro “As crianças da Europa falam ao Papa Francisco” na Fundação Maria Ulrich em Lisboa. A Paulus Editora estabeleceu uma parceria com o Instituto de Apoio à Criança, para o qual vai reverter um euro por cada exemplar vendido.

Sinopse

“Esta publicação contém desenhos e mensagens para o Papa Francisco enviados por crianças que vivem nas periferias das cidades europeias, pertencentes a cada um dos 38 membros do Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE). Com este livro, oferecido ao Santo Padre a 4 de setembro de 2013 e por ele assinado ao vivo na primeira página com uma bênção para as crianças europeias, quis-se prestar homenagem ao Papa Francisco com uma saudação dos mais pequeninos do nosso continente europeu, que agora tanto necessita de uma mensagem positiva e cheia de esperança, especialmente neste tempo de crise que arrasta consigo muitas dificuldades e desafios.”

Ao comprar o Livro “As crianças da Europa falam ao Papa Francisco”  está a oferecer um 1 euro ao IAC.

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Sabem mexer num iPad, mas não seguram um lápis

Dezembro 20, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia da TVI24 de 2 de Dezembro de 2013.

Mais informação no artigo:

survey finds majority of people disagree with iPads in nurseries

As crianças de hoje não conseguem levar a cabo pequenos exercícios de motricidade fina

Por: tvi24 / CF

As novas gerações ganham prematuramente contacto com os chamados «touch screens», mas não conseguem segurar num lápis. Podem não saber andar ou falar, mas os aparelhos que funcionam através do toque não constituem um segredo ou um bicho-de-sete-cabeças. Parece magia, mas eles dominam os smartphones e companhia com a mesma perícia dos adultos e até inveja para as gerações mais velhas.

No entanto, ganham-se umas batalhas e perdem-se outras. Uma especialista em literacia chegou à conclusão de que a «geração iPad» não consegue executar tarefas básicas relacionadas com a motricidade fina, como sejam o pegar num lápis ou numa caneta para escrever.

Sue Palmer, citada pelo «Daily Mail», não concorda com a revisão dos objetivos para o pré-escolar e para o básico – as crianças devem saber reconhecer a tecnologia-, argumentando que as «crianças até aos sete anos devem ter vidas reais, num espaço real e num tempo real, ou seja, precisam de ter experiência tridimensionais».

A «intoxicação» com nova tecnologia, que faz com que alguns infantários invistam em iPads para bebés, faz com que haja crianças hoje em dia com dificuldades em aprender a ler e a escrever.

A investigadora explica que as crianças não conseguem focar-se em algo que leva mais tempo a aprender, em comparação com a gratificação quase instantânea que o sistema informático lhes oferece.

A associação britânica de infantários (Daynurseries.co.uk) chama a atenção ainda para outros problemas, nomeadamente, o problema da sedentarização das crianças. «Expor crianças tão novas à tecnologia pode ser perigoso», alertam os especialistas, considerando que não há estudos exaustivos sobre o efeito da tecnologia nos bebés e apesar das diretivas governamentais irem nesse sentido. Pressionados, muitos infantários já gastaram milhares em tecnologia de ponta.

O vídeo mostra como funciona uma escola «Steve Jobs», o fundador da Apple.

 

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