Aluno de 6 anos é acusado de assédio sexual por beijar uma colega na mão

Dezembro 26, 2013 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia da Visão de 11 de Dezembro de 2013.

Hunter Yelton tem 6 anos, estuda em Canon, no Colorado, e tem uma paixoneta por uma colega. A sua paixão acabou por ser revelada na sala de aula, um gesto amoroso que terminou numa suspensão de dois dias.

“Foi durante a aula.” Explica Yelton. “Fazíamos uma leitura em grupo, e eu curvei-me e dei-lhe um beijo na mão. Foi isso que aconteceu.”

A mãe de Hunter mostrou-se indignada. Referiu à KRDO-TV que o seu filho já tinha sido suspenso noutras ocasiões por mau comportamento. Mas ficou chocada quando soube que ele tinha sido acusado de “assédio sexual”, não vendo nada de anormal na sua atitude.

Robin Gooldy, um executivo distrital, referiu à Associated Press na terça-feira (10) que Hunter Yelton foi suspenso devido a uma política que existe contra o contacto indesejado.

“Geralmente tentamos fazer com que o aluno pare, mas se ele continua, nós temos de intervir e por vezes o nível vai crescendo até chegar à suspensão”, sublinha Goldy.

Crise e alargamento da escolaridade obrigatória podem aumentar situações de risco de menores

Dezembro 26, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Açoriano Oriental de 12 de Dezembro de 2013.

A crise e o aumento da escolaridade obrigatória poderão determinar um aumento das situações de risco de crianças e jovens, admitiram esta quinta-feira responsáveis ligados a esta área, defendendo uma aposta na prevenção dos maus tratos, mas também da pobreza.

“É natural que potencie na medida em que naturalmente a crise implica ‘stress’, dificuldades e pode determinar um aumento das situações, embora não existam dados objetivos que o demonstrem”, disse o presidente da Comissão Nacional de Proteção das Crianças e Jovens.

Armando Leandro falava à margem do Encontro Regional das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens em Risco dos Açores, promovido pelo Governo açoriano, em Ponta Delgada.

Segundo o relatório anual, as Comissões de Proteção das Crianças e Jovens em Risco (CPCJR) nos Açores acompanharam em 2012 um total de 3.604 crianças e jovens, mais 452 do que em 2011.

Armando Leandro disse que é uma evolução “tal como no continente”, lembrando que “há casos que não chegam às comissões, porque são resolvidos na primeira linha, como é desejável”.

“De qualquer forma, uma maneira de combater a crise é efetivamente prevenir não só os maus tratos mas também a pobreza como elemento de risco e de perigo e as comissões são fundamentais para o progresso e desenvolvimento humano”, sustentou.

“É preciso que cada vez mais estes direitos passem da lei para a nossa consciência e ação”, frisou.

João Paulo Carreira, procurador da República, coordenador no círculo judicial de Ponta Delgada, salientou que os estudos revelam que “em contexto de especiais carências nota-se um acréscimo de situações problemáticas” que podem conduzir a um aumento também de processos.

Quanto à realidade dos Açores, disse que tal poderá significar que “existe uma maior consciência da comunidade relativamente à denúncia das situações que afetam os direitos e interesses dos menores”.

“É preciso sobretudo investir na prevenção. A educação é uma área primordial de intervenção. Temos de criar uma sociedade onde a educação e a instrução seja valorizada”, disse.

João Paulo Carreira admitiu, por isso, que o aumento da escolaridade obrigatória “é um novo desafio”, pelo que “é preciso criar uma sociedade onde a educação seja valorizada, onde 12 anos de escolaridade não sejam só no papel, sejam de facto uma realidade”.

Com o aumento da escolaridade obrigatória aumentou o universo dos jovens e de situações de perigo, nomeadamente aquelas que comprometem o direito à educação, com destaque para o absentismo escolar, que corresponde a 76,6% (183) dos casos, o abandono escolar com 23,0% (55) e uma situação de insucesso escolar, segundo o relatório anual das 19 CPCJ dos Açores.

A diretora regional da Educação, Graça Teixeira, disse, na sessão de abertura do encontro, que o absentismo e o abandono escolar constituem “uma preocupação muito particular” nas escolas açorianas, frisando que associados àqueles dois fenómenos “estão muitas das problemáticas relacionadas com negligência”.

Graça Teixeira frisou que “nos últimos anos a Direção Regional da Educação, com a revisão do currículo da edução básica e a criação de percursos alternativos e de programas de recuperação de escolaridade, aumento da oferta formativa dos cursos profissionais ou profissionalmente qualificantes e ainda com o seu sistema de ação social escolar, viu já diminuídos os números do abandono escolar”.

No entanto, “muito há ainda a fazer” para superar o desafio, acrescentou.

Genes influenciam mais as notas do que pais ou professores revela estudo britânico

Dezembro 26, 2013 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da RTP Notícias de 12 de Dezembro de 2013.

Estudo mencionado na notícia:

Strong Genetic Influence on a UK Nationwide Test of Educational Achievement at the End of Compulsory Education at Age 16.

Notícia do King’s College London

Differences in students’ GCSE scores owe more to genetics than environment

Lusa

Os genes influenciam mais as notas dos estudantes do ensino secundário do que “os professores, as escolas ou a família”, segundo um estudo divulgado na quarta-feira pelo King`s College de Londres.

Os autores do estudo analisaram a importância da genética no êxito escolar e, para isso, utilizaram como amostra as notas de mais de 11.000 exames de alunos de 16 anos do ensino secundário.

Em disciplinas como inglês, matemática, ciência, física, biologia e química, os cientistas descobriram que os genes influenciam mais nas notas (em 58%), enquanto em matérias de humanidades, como arte e música, os genes contam 42%.

Apesar de destacar o peso dos genes no sucesso escolar, o estudo esclarece que o ambiente em que vive o aluno também é importante, pois influencia as notas em 36%, referindo também a importância das escolas.

“A pergunta a que estamos a tentar responder é: porque é que há diferenças entre os alunos nos exames do fim do secundário? Pensamos imediatamente: são as escolas. Mas se as escolas fossem o único fator, os alunos da mesma turma teriam todos as mesmas notas”, salientou Robert Plomin, autor do estudo.

Para resolver a questão, os autores do estudo analisaram as notas obtidas num exame para o Certificado Geral de Educação Secundária (GCSE, na sigla em inglês) por dois gémeos que partilhavam 100% dos seus genes e outros dois que partilhavam apenas metade dos genes. Os quatro gémeos cresciam num ambiente similar.


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