Férias de Natal no Museu Berardo

Dezembro 11, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mário Rainha Campos

Estão abertas as inscrições para as atividades das férias de Natal no museu, para crianças dos 4 aos 13 anos. Saiba mais aqui e inscreva já os seus filhos. O número de inscrições é limitado.

 

1 em cada 3 crianças menores de cinco anos não existe oficialmente

Dezembro 11, 2013 às 1:30 pm | Publicado em Divulgação, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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unicef

Notícia da UNRIC de 11 de Dezembro de 2013.

No dia do seu 67º aniversário, a UNICEF lança um novo relatório que revela que os nascimentos de perto de 230 milhões de crianças menores de 5 anos nunca foram registados; aproximadamente 1 em cada 3 crianças desse grupo etário em todo o mundo.

“O registo de nascimento é mais do que apenas um direito. É o modo como uma sociedade começa por reconhecer a identidade e a existência de uma criança,” afirma Rao Gupta, Director Executivo Adjunto da UNICEF. “O registo de nascimento também é fundamental para garantir que as crianças não são esquecidas, que não são privadas dos seus direitos ou que não ficam à margem do progresso dos seus países.”

O novo relatório ‘O Direito de todas as Crianças à Nascença: Desigualdades e tendências no registo de nascimento’ (Every Child’s Birth Right: Inequities and trends in birth registration) agrega análises estatísticas de 161 países e apresenta os dados e estimativas mais recentes por país em matéria de registo de nascimento.

Ao nível global, em 2012, apenas cerca de 60 por cento de todos os bebés que nasceram foram registados. As taxas variam significativamente de região para região, verificando-se no Sul da Ásia e na África Subsariana os índices mais baixos de registo de nascimento.

Os 10 países com as taxas de registo de nascimentos mais baixas são: Somália (3%), Libéria (4%), Etiópia (7%), Zâmbia (14%), Chade (16%), República Unida da Tanzânia (16%), Iémen (17%), Guiné-Bissau (24%), Paquistão (27%) e República Democrática do Congo (28%).

Mesmo quando as crianças são registadas, muitas não têm uma certidão que o comprove. Na África Austral e Oriental, por exemplo, apenas metade das crianças registadas tem uma certidão de nascimento. Globalmente, apenas 1 em cada 7 crianças registadas possui tal documento. Em alguns países, este problema deve-se aos custos muito elevados do processo. Noutros, as certidões de nascimento não são emitidas e não é disponibilizada prova desse registo às famílias.

As crianças não registadas à nascença ou sem documentos de identificação são, com frequência, excluídas do acesso à educação, cuidados de saúde e apoio social. Se as crianças ficarem separadas das suas famílias numa situação de catástrofe natural, conflito ou devido à exploração, a reunificação será muito mais difícil pela falta de documentação oficial.

“O registo de nascimento e uma certidão de nascimento são imprescindíveis para que uma criança possa desenvolver todo o seu potencial,” disse Rao Gupta. “Todas as crianças nascem com um enorme potencial. Mas se as sociedades não as contam, e nem sequer reconhecem que elas existem, estas crianças tornam-se mais vulneráveis à negligência e abusos. Inevitavelmente, o seu potencial ficará muito diminuído.”

O registo de nascimento, enquanto componente essencial do registo civil de um país, também reforça a qualidade de estatísticas fundamentais, contribuindo para o planeamento e eficácia governamentais.

Segundo a UNICEF, os nascimentos não registados são um sintoma de desigualdades e disparidades numa sociedade. As crianças mais afectas por estas desigualdades são sobretudo as que pertencem a determinados grupos étnicos ou religiosos, as que vivem em zonas rurais remotas e os filhos de famílias pobres ou de mães que não tiveram acesso à educação.

É necessário que os programas respondam aos motivos que levam as famílias a não registar os seus filhos, nomeadamente os custos elevados, o desconhecimento da legislação ou processos relevantes, barreiras culturais e o medo de sofrer ainda mais discriminação ou marginalização.

A UNICEF está a usar métodos inovadores para apoiar os governos e as comunidades a reforçarem os seus sistemas de registo civil e de nascimento. No Kosovo, por exemplo, o Laboratório de Inovação da UNICEF desenvolveu meios eficientes, eficazes e de baixo custo para identificar e reportar nascimentos não registados, baseados numa plataforma de telefones móveis RapidSMS.

No Uganda, o governo – com o apoio da UNICEF e do sector privado – está a implementar uma solução, denominada MobileVRS, que também usa tecnologia móvel para completar os procedimentos de registo de nascimento em minutos, um processo que normalmente demora meses.

“As sociedades nunca serão equitativas e inclusivas enquanto todas as crianças não forem registadas,” acrescentou Rao Gupta. “O registo de nascimento tem consequências duradouras, não apenas para o bem-estar da criança, mas também para o desenvolvimento da sua comunidade e do seu país.”

A UNICEF também lançou hoje a publicação ‘Um Passaporte para a Protecção: Um guia para a programação do registo de nascimento’ (A Passport to Protection: A guide to birth registration programming), um manual para os colaboradores que trabalham em registos de nascimento que faculta informação de contexto, princípios genéricos e um guia para a programação.

NOVA IORQUE/LISBOA, 11 de Dezembro de 2013 | UNICEF

Seminário Adoção, Apadrinhamento Civil, Acolhimento. Que solução para as nossas crianças?

Dezembro 11, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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semiado

Comissão de Protecção de Crianças e Jovens da Póvoa de Varzim
Câmara Municipal da Póvoa de Varzim – Paços do Concelho
4490-438 Póvoa de Varzim

Telefone : 252 090 043/ 44

Telemóvel: 912 795 227 (A partir das 19h30 as chamadas são reencaminhadas para a P.S.P. da Póvoa de Varzim)
Fax : 252 615 606

Email: cpcj@cm-pvarzim.pt

 

Análise do uso de LEGO no ensino da Matemática

Dezembro 11, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do blog Virtual Illusion de 20 de Novembro de 2013.

Encontrei um artigo sobre o uso de LEGO que é extremamente interessante pela análise que faz, e pela meta-análise que proporciona do LEGO. A análise centra-se sobre a importância do LEGO para o ensino da matemática. A meta-análise surge no modo como Alycia Zimmerman enquadra o LEGO no seu crescimento, contando-nos que em pequena não conseguia perceber o encantamento que essas pequenas peças tinham sobre os seu irmãos, para ela não passavam de “blocos rígidos”. Alycia vai mais longe ainda e refere que a grande maioria dos professores de hoje são mulheres e que por isso existe uma grande probabilidade de estas não terem brincado suficientemente com LEGO.

lego

Nesta constatação de Alycia verificamos apenas o velho paradigma, já bem enunciado por Baron-Cohen, de que o cérebro masculino está mais orientado aos sistemas, e o feminino à empatia (ver post anterior). Apesar destas abordagens não poderem assumir-se como absolutas, tal como não podemos assumir que todo o ser humano é heterosexual, sabemos que serve numa análise de médias gerais. Dos meus estudos à volta deste assunto, venho concluindo que a generalidade dos homens, por possuírem maiores níveis de testosterona, agem mais sobre o mundo exterior e para isso precisam de o sistematizar, estruturar e quantificar. Já as mulheres, maiores produtoras de ocitocina, têm uma maior tendência para a proximidade e intimidade com o outro, tornando-se melhores na gestão de relações humanas.

E foi isso que mais me interessou neste texto de Alycia Zimmerman, além da sua contribuição com exercícios para a aprendizagem de matemática. O modo como ela concebe que o LEGO é à partida algo mais atractivo para os rapazes do que para as meninas. Mas é também algo que não afasta as meninas, já que se torna também muito interessante para estas, não pelo seu lado de sistema, mas pela sua componente estética.

No fundo, o diferente da sua abordagem ao ensino está no modo como ela realiza o esforço de captação da atenção dos seus alunos. Alycia criou exercícios com LEGO para o ensino da matemática, sabendo que deste modo estaria a criar pontes de empatia com os seus alunos. A questão não é o LEGO ser a melhor ferramenta para o caso. A grande questão, e no fundo o que revela a inteligência social feminina desta professora a funcionar, é ela ter ido buscar elementos do mundo das crianças para através destes metaforizar o mundo abstracto da matemática. Isto é ensinar Matemática de um modo que só um cérebro feminino conseguiria fazer. Porque só a sua necessidade de gerar empatia no receptor, o aluno, a levaria a desenhar ideias a partir do mundo dos seus interlocutores.

explore

Para todos os que ensinam matemática, professores ou pais que têm de ajudar os seus filhos, aconselho vivamente a leitura do texto e o download das fichas de exercícios com LEGO.

Sombras nas Escolas, Crianças na Rua Proposta de Orçamento Participativo do Agrupamento de Escolas de Alcabideche

Dezembro 11, 2013 às 11:13 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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op14

mais informações em:

Orçamento Participativo Cascais 2013 | Descrição dos Projetos a votação

Á Procura do Pai Natal – Música para Bebés momentos para Papás

Dezembro 11, 2013 às 10:02 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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natal

mais informações aqui

Una siesta por la tarde facilitaría el aprendizaje en niños de edad preescolar

Dezembro 11, 2013 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site neurologia.com de 20 de Novembro de 2013.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Sleep spindles in midday naps enhance learning in preschool children

Un pequeño estudio ha concluido que dormir un poco por la tarde podría aumentar la capacidad de aprendizaje de un niño en edad preescolar al mejorar su memoria. Para sus autores, una siesta permite que la información pase del almacenamiento temporal a un almacenamiento más permanente, del hipocampo a las áreas corticales del cerebro.

Para realizar el estudio, los investigadores enseñaron a 40 niños de seis parvularios un juego de memoria visuoespacial por la mañana. Se pidió a los niños que recordaran dónde estaban situadas de 9 a 12 imágenes distintas en un cuadro. Por la tarde, animaron a los niños a dormir una siesta o bien a seguir despiertos. Las siestas duraron unos 80 minutos. Luego por la tarde y en la mañana siguiente, se hizo una prueba de memoria retardada a los niños de ambos grupos.

Los investigadores hallaron que aunque el rendimiento de los niños por la mañana fue parecido, cuando su capacidad de retención estaba ‘fresca’, los niños que no habían hecho una siesta olvidaban significativamente más cosas. Quienes habían dormido recordaban un 10% más en comparación con los que habían seguido despiertos. Al día siguiente, los niños que habían hecho una siesta la tarde anterior obtuvieron una mejor puntuación.

Para entender mejor si los recuerdos se procesaban activamente durante las siestas, los investigadores llevaron a 14 niños a un laboratorio del sueño para realizar una polisomnografía mientras hacían una siesta durante unos 70 minutos. Estos niños mostraron señales de haber enviado contenidos desde el hipocampo a la memoria a largo plazo, lo que constituye la evidencia de una relación entre las señales de que el cerebro está integrando la información nueva y el beneficio obtenido mediante la siesta para la memoria.


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