Ciberescola da Língua Portuguesa

Dezembro 4, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos, Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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Notícia do site da ERTE de 4 de Novembro de 2013.

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A Ciberescola da Língua Portuguesa, propriedade da Associação Ciberdúvidas da Língua Portuguesa (ACLP), disponibiliza, no seu sítio, a alunos e professores, de forma gratuita,1500 exercícios interativos, vídeos, áudios e materiais em PDF de apoio à aprendizagem de português língua estrangeira.

Para além deste serviço gratuito, a ACLP dispõe ainda de cursos de Português Língua Estrangeira (PLE), que exigem o pagamento de propinas, para alunos adultos, ministrados por professores pós-graduados em ensino de PLE, através de videoconferência. As propinas destes cursos permitem a produção de novos materiais, regulados, revistos e testados pelo Instituto de Linguística Teórica e Computacional (ILTEC).

Oficina de Educação Intercultural – Escolas

Dezembro 4, 2013 às 5:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações aqui

Oficina de Serigrafia e Postais de Natal na Ludobiblioteca de S. Pedro do Estoril

Dezembro 4, 2013 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Lançamento do Livro “O menino no sapatinho”, de Mia Couto, com ilustrações de Danuta Wojciechowska

Dezembro 4, 2013 às 2:17 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Sessão de Lançamento do livro O Menino no Sapatinho, de Mia Couto e Danuta Wojciechowska

O livro será apresentado por Inocência Mata

Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa • Anfiteatro 1 – Cidade Universitária, Campo Grande em Lisboa •

Dia 4 de novembro quarta-feira às 19h00

Mais informações sobre o livro aqui

Falta comida a uma em cada seis crianças em Nova Iorque

Dezembro 4, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Notícia da Visão de 27 de Novembro de 2013.

O relatório citado na notícia é o seguinte:

2013 Hunger Survey Report Superstorm of Hunger: Lingering Shortfalls Expose a Tale of Two Food Cities

Reuters

O inquérito da “Coligação contra a fome” em Nova Iorque é o mais recente a indicar as impressionantes desigualdades da cidade, onde habitam alguns dos principais milionários e supermilionários do mundo.

Lusa – Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico

Mais de 20 por cento das crianças em Nova Iorque vivem em lares onde não existem alimentos suficientes, um aumento de 10% face aos últimos quatro anos, revela-se num estudo publicado terça-feira.

A “Coligação contra a fome”, que realizou o inquérito, explica que o aumento do número de crianças com insuficiência alimentar está relacionado com o devastador furacão Sandy em finais de 2012, que deixou muitas pessoas sem-abrigo, os cortes orçamentais nos programas sociais e uma economia norte-americana ainda débil.

No total, um em cada seis nova-iorquinos, entre 1,3 e 1,4 milhões de  pessoas, habita numa casa onde não existia o suficiente para comer entre  2010 e 2012, incluindo cerca de 500.000 crianças, mais 10% em comparação  com o período 2006-2008, refere a Coligação.

De acordo com o seu diretor, Joel Berg, o prosseguimento dos cortes  orçamentais deixa prever que o pior ainda está para vir.

“Enquanto os ricos garantem uma alimentação melhor que nunca, entre  os nossos vizinhos um em cada seis luta contra a fome”, sublinhou.

“Os recentes cortes orçamentais federais nos cupões de alimentação também  vão agravar a situação”, acrescentou.

Segundo o relatório, a procura de sopas populares e a distribuição de  alimentos aumentaram 10% em 2013, apesar de 57% terem sofrido cortes nos  contributos estatais e privados, acrescenta o relatório.

Metade destas instituições referiram já não possuir recursos suficientes  para enfrentar o aumento dos pedidos de ajuda, e foram forçadas a rejeitar  pessoas, reduzir as ajudas e os horários de funcionamento.

No relatório critica-se ainda a crescente disparidade entre os milionários  e a restante população.

“O rendimento da classe média, ajustado à inflação, é mais baixo que  há dez anos. A pobreza, a fome e o número de sem abrigo aumentaram em flecha”,  sublinha a organização, recordando que cerca de metade da população vive  abaixo do nível de pobreza, ou pouco acima desse nível.

Para os 1,8 milhões de nova-iorquinos que dependiam da ajuda federal  para se alimentarem, os cortes significam que uma família com três pessoas  perdeu 29 dólares por mês (21,4 euros), o equivalente a 20 refeições.

Estudo de 10 anos de duração comprova: videogames não provocam violência

Dezembro 4, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Canaltech de 22 de Novembro de 2013.

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Desde o surgimento dos primeiros consoles de videogame, há mais de vinte anos, existe um debate sobre a influência dessas plataformas no comportamento dos jogadores. Diversos estudos surgiram nas últimas décadas para mostrar os benefícios e desvantagens que esses aparelhos podem exercer na vida dos usuários. Mas, afinal, eles causam ou não um efeito negativo sobre quem está jogando?

De acordo com uma pesquisa recente, a resposta é não. Para quem lê, este pode ser apenas mais um estudo sobre o assunto, mas prova que não existe nenhum tipo de associação entre jogar videogame e ter algum tipo de comportamento agressivo. As informações são do TechSpot.

Publicado na British Medical Journal, o estudo faz parte do “UK Millennium Cohort”, um relatório do Reino Unido com dez anos de duração que observou como as crianças são afetadas psicologicamente pelos produtos do mercado do entretenimento – mais precisamente aqueles em que o usuário fica de frente para uma tela, incluindo TVs e os próprios videogames. Desde 2003, mais de 11.000 crianças a partir dos cinco anos de idade foram submetidas a vários testes de exposição diária a diferentes formas de conteúdos, tanto na televisão quanto nos consoles.

Uma década depois, os pesquisadores constataram que assistir mais de três horas à TV por dia pode aumentar as chances de desenvolver problemas comportamentais em jovens com idades entre cinco e sete anos. Por outro lado, os videogames não exercem nenhum efeito negativo nas características pessoais da criança, como comportamento e atenção, nem ajuda a desenvolver doenças emocionais. A mesma conclusão vale para meninos e meninas.

Além das crianças, o estudo coletou dados dos pais e mães para saber das atitudes dos filhos em relação à TV e ao videogame – no caso, se as crianças apresentavam sintomas de desatenção, oscilação de humor ou dificuldade de interagir socialmente quando expostas à tela do televisor/console. Também não foi detectada nenhuma relação desses meios com ações violentas. “Melhorar a qualidade de vida da criança dentro de casa é um dos principais fatores que irá ajudar em seu desenvolvimento físico e mental”, concluem os pesquisadores.

Então, o que isso tudo significa? Nada que outras pesquisas não tenham comprovado. É claro que ficar na frente da TV jogando videogame o dia inteiro não é recomendável para a saúde de ninguém. Mas este é o primeiro estudo em muito tempo que analisou um período considerável da vida dos pacientes e não encontrou nada que associe os jogos de videogame (sejam eles violentos ou não) ao comportamento do jogador.

Ou seja, os resultados dessa pesquisa britânica parecem validar o que outros especialistas já diziam: os videogames têm um papel positivo na vida do usuário e não são prejudiciais. Pelo menos até agora.
 

Reforma do sistema de protecção de crianças em perigo está parada

Dezembro 4, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 30 de Novembro de 2013.

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