II Encontros e Diálogos sobre Educação de Infância 2013/2014

Novembro 28, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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encontros

Programa Aqui

Escola Superior de Educação de Lisboa
Instituto Politécnico de Lisboa

Campus de Benfica do IPL
1549 – 003 Lisboa

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e.mail: eselx@eselx.ipl.pt
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Hábitos alimentares das crianças pioram com a idade e com a exposição à publicidade

Novembro 28, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 26 de Novembro de 2013.

Daniel Rocha

O estudo mencionado na notícia é o seguinte: Investigação sobre a Influência da Publicidade nas crianças

Andreia Sanches

26/11/2013 – 21:20

Estima-se que as crianças e os jovens possam ver mais de 46.000 mensagens publicitárias por ano. Em Portugal, mais de 70% dos alunos entre os 8 e os 11 anos dizem que a publicidade influencia a alimentação.

As crianças mais novas até têm conhecimentos razoáveis sobre o que é uma alimentação saudável. Mas, com o passar dos anos, “perdem-nos”. E, com os conhecimentos, mudam os comportamentos, que, com a idade, se tornam menos saudáveis, mostra uma investigação feita junto de cerca de 600 alunos entre os 8 e os 11 anos que frequentam escolas da Grande Lisboa. O acumular de horas e horas de anúncios publicitários pode ajudar a explicar essa deterioração de comportamentos?

Pode, sustenta Francisco Costa Pereira, o coordenador da equipa da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias que elaborou o estudo apresentado nesta terça-feira, em Lisboa.

“O estudo não demonstra directamente uma relação entre a obesidade e a publicidade”, explica, mas há dados que dão que pensar, continua: quanto mais velhas são as crianças inquiridas, mais horas de televisão vêem e mais navegam na Internet. Quanto mais velhas, menor é o consumo de alimentos saudáveis naturais e maior o de alimentos menos saudáveis, como snacks. Os resultados sugerem que “a publicidade pode desempenhar um papel nesta relação”, conclui o estudo A Influência da Publicidade nas Crianças.

É certo que, entre os 8 e os 11 anos, as crianças também se tornam mais cépticas em relação à publicidade. Mas esta é sempre uma relação ambivalente: a afirmação “os anúncios mentem” tem quase tanto peso nas respostas dos miúdos como a de que “os anúncios mostram-me coisas boas para comprar”.

São, de resto, as próprias crianças – mais de sete em cada dez das inquiridas – a dizerem que a publicidade pode influenciar os hábitos alimentares das pessoas.

Os jovens, nomeadamente as crianças, estão expostos diariamente a milhares de mensagens publicitárias, lê-se no estudo. Estima-se que possam ver mais de 46.000 por ano. O grupo de alunos que fez parte da amostra dos investigadores portugueses revelou ter “uma vida bastante sedentária”, com cerca de metade do seu tempo disponível passado a ver televisão e a estar no computador. Estas crianças estão sujeitas a “uma exposição muito elevada a mensagens publicitárias”.

Essa “elevada exposição” ficou bem patente quando foram desafiadas a mencionar marcas: as crianças foram capazes de referir 420 marcas diferentes – à cabeça, uma marca conhecida de pronto-a-vestir, depois uma de papas e chocolates, e ainda o nome de uma cadeia de hipermercados e depois uma marca de roupa e assessórios desportivos.

Trata-se de um “repertório bastante elevado”, sustentam os investigadores, com as marcas relacionadas com os produtos alimentares a terem “um lugar destacado”.

Costa Pereira lembra que muito do que as crianças mais novas sabem sobre alimentação saudável aprendem na escola – nas aulas e através das dietas nas cantinas. Mas que esses conhecimentos e comportamentos têm de ser “consolidados” em casa, sob pena de não resistirem à passagem para o 2.º ciclo e para a fase da pré-adolescência. Por fim, sustenta que uma maior literacia da publicidade (capacidade de compreender os anúncios, quem os faz e com que objectivos) pode ajudar as crianças a terem conhecimentos e comportamentos alimentares saudáveis.

Ilustradores portugueses André da Loba e Marta Monteiro distinguidos nos EUA

Novembro 28, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do P3 do Público de 18 de Novembro de 2013.

André da Loba Marta Monteiro

Society of Illustrators distingue André da Loba e Marta Monteiro com a medalha de ouro. Trabalho dos ilustradores em exposição em Janeiro, em Newport

Texto de Lusa

Os ilustradores portugueses André da Loba e Marta Monteiro foram distinguidos com a medalha de ouro pela norte-americana Society of Illustrators, e vão integrar a exposição anual, que é inaugurada em Janeiro em Newport, Estados Unidos.

A associação, fundada em 1901 para distinguir “e promover a arte da ilustração”, revelou hoje a lista dos ilustradores premiados este ano, em sete categorias distintas, e que farão parte de uma exposição anual, a inaugurar em Janeiro.

André da Loba, que já tinha sido premiado em anos anteriores, venceu agora a medalha de ouro na categoria “Moving image” pelo filme “Tuttodunpezzo“, que antecipa um livro que sairá em 2014 pela editora italiana Topipittori.

Marta Monteiro conquistou a medalha de ouro na categoria “Uncomissioned” — ilustrações não publicadas em livro — com o trabalho inédito “Little People”.

A obra de ambos integrará a exposição “Illustrators 56”, a inaugurar a 7 de Janeiro no Museum of American Illustration, em Newport, e as medalhas de ouro serão entregues a 10 de Janeiro.

Marta Monteiro é licenciada em Artes Plásticas-Escultura pela Faculdade de Belas Artes do Porto e o seu trabalho tem-se repartido entre o ensino, o cinema de animação e a ilustração para a imprensa — tendo colaborado, por exemplo, com o “New York Times”. Este ano publicou o primeiro livro para a infância e juventude com “Sombras”, de uma colecção de obras sem texto da editora Pato Lógico Edições.

André da Loba, a residir nos Estados Unidos, foi considerado em 2010 um dos 200 melhores ilustradores de todo o mundo, e publicou mais de uma dezena de livros para a infância, entre os quais “Querer muito” (com João Paulo Cotrim), “O Arenque Fumado” (de Charles Cros), “Pensamientras” (com Eugénio Roda), “Elefante em loja de porcelanas” (com Adélia Carvalho), e “Bestial”, para aquela colecção da Pato Lógico Edições. Colaborador regular do “New York Times”, André da Loba foi premiado em Maio passado pela revista norte-americana 3×3.

Com “Sombras” e “Bestial”, Marta Monteiro e André da Loba foram seleccionados também para Ilustrarte — Bienal Internacional de Ilustração para a Infância, que é inaugurada em Janeiro, em Lisboa.

 

Lançamento do livro – Um rinoceronte e uma gaivota na Torre de Belém

Novembro 27, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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torre

 

VI Encontro de Serviços de Apoio às Bibliotecas Escolares

Novembro 27, 2013 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Vem realizar um filme de animação!

Novembro 27, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Pesquisa: crianças não comem salada por acharem que está envenenada

Novembro 27, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site saúde.terra.com.br de 16 de Novembro de 2013.

Notícia mais desenvolvida Thyme to touch

Estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Thyme to touch: Infants possess strategies that protect them from dangers posed by plants

Getty Images

Estudo da Universidade de Yale descobriu que instinto de sobrevivência usado há milhares de anos impede que crianças gostem de plantas

Um estudo recente da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, mostra que quando as crianças não comem vegetais estão apenas seguindo seu instinto de sobrevivência e evitando contato com as plantas a qualquer custo. As informações são do site inglês Daily Mail.

Os estudiosos observaram as crianças brincando com diferentes tipos de objetos e perceberam que elas não interagiam com elementos naturais tanto quanto escolhiam brinquedos feitos de plástico e metal. Eles analisaram a reação de 47 meninos e meninas entre 18 meses e oito anos quando colocadas diante de plantas, ramalhetes artificiais e outros produtos qualquer e notaram que elas evitavam tocar os objetos naturais ao máximo.

Para os médicos, esta tendência faz parte do instinto de sobrevivência que têm desde o nascimento e que usam para se preservar da possibilidade de serem prejudicadas ou envenenadas pelo contato com flores. “Esta estratégia comportamental iria protegê-los contra ingestão de plantas tóxicas e também aquelas que têm espinhos, por exemplo”, explicam as psicólogas Dr. Annie wertz e Dra. Karen Wynn.

A descoberta pode não fazer tanto sentido para a vida moderna, mas há muito tempo atrás as plantas significavam perigos reais às crianças, por isto o instinto ainda está presente.

O estudo pode explicar porque os pais têm tanta dificuldade em fazer com que os filhos comam salada e verduras. Mas, para o alívio deles e apesar dos resultados, os médicos explicam que este mecanismo de defesa – presente em humanos e diversos animais – pode ser revertido com a divulgação de informações e indicações de que é seguro comer vegetais e folhas.

“Não estamos sugerindo que as crianças têm medo de plantas. Mas, na verdade, estamos propondo que uma vez identificado o problema, nós devemos implantar uma estretágia que os ajude a se proteger e ao mesmo tempo conseguir comer de maneira mais fácil este tipo de alimento”, explicam os especialistas

 

Derecho a aprender: educación de calidad, educación transformadora

Novembro 27, 2013 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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derecho

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Como parte de nuestro trabajo de incidencia política y de divulgación social, desde Entreculturas presentamos el informe “Derecho a aprender: educación de calidad, educación transformadora” en el que proponemos una aproximación integral al concepto de calidad educativa, entendiendo que debe abarcar aspectos emocionales, racionales y prácticos, así como contemplar la equidad y la participación. Hablamos también sobre cómo se mide la calidad educativa y qué limitaciones, potencialidades y retos presenta este tipo de procesos. Todo ello ilustrado con tres estudios de caso (tres muestras representativas de nuestro trabajo), con los que buscamos ejemplificar toda la teoría expuesta: la experiencia educativa de los colegios La Paz (Albacete) y Padre Piquer (Madrid); el programa de formación docente del centro Padre Joaquín en Venezuela; y la implantación del sistema de mejora de la calidad educativa por parte de Fe y Alegría en un centro educativo de Colombia.

Um terço das crianças no mundo não aprende a ler ou escrever

Novembro 26, 2013 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da TSF de 15 de Novembro de 2013.

Um terço das crianças em idade escolar não está a aprender a ler nem a escrever, uma tendência crescente e que está relacionada com a redução dos apoios oficiais ao desenvolvimento no mundo.

Dos 650 milhões de crianças no mundo em idade de frequentar a escola primária, 250 milhões não estão a aprender a ler ou escrever, quer porque não vão à escola ou porque estão a receber uma educação de má qualidade.

A organização não-governamental Entreculturas, que apresentou o estudo “Direito a aprender: educação de qualidade, educação transformadora», denunciou os efeitos da interrupção das ajudas ao desenvolvimento, que afeta os mais vulneráveis, «que são as crianças das famílias pobres ou em situação de exclusão social, os que vivem na rua ou os refugiados».

«As limitações no acesso à educação marcam as vidas das crianças para sempre, condenando milhões de pessoas à exclusão social», defendeu a responsável da instituição, Valeria Méndez de Vigo.

A representante da ONG sublinhou que «os inegáveis avanços no acesso à educação primária estancaram desde 2010 como consequência direta dos cortes à ajuda destinada à educação básica».

Seminário Euro-África “Pelo fim da Mutilação Genital Feminina”

Novembro 26, 2013 às 6:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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cpclp

Por iniciativa da Secretaria de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, encontram-se a decorrer as II Jornadas Nacionais contra a violência doméstica e de género, desde o dia 15 de novembro e até ao dia 15 de dezembro de 2013. Esta iniciativa pretende reunir vários atores, como sejam políticos, decisores, universidades, autoridades locais, ONG, público em geral, etc., para debater estratégias possíveis de luta mundial contra a violência de género e doméstica.

Na semana de 25 a 29 de novembro, abordar-se-á o tema da violência no âmbito da cooperação internacional. Nesse sentido realizar-se-á um Seminário Euro-África, no qual se irão analisar “boas práticas” de luta contra a Mutilação Genital Feminina, no contexto europeu e africano.

CONVITE

A Presidente da tem a honra de convidar V/ Exa. a estar presente no Seminário Euro-África “Pelo Fim da Mutilação Genital Feminina”, que terá lugar na próxima sexta-feira, 29 de Novembro de 2013, no Auditório da CPLP, sito na Rua de S. Mamede (ao Caldas, nº21).

Solicita-se a inscrição até às 17h do dia 28 de Novembro para o endereço luisa.palha@cig.gov.pt.

Programa [download pdf]

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