Google Chrome vai ganhar opções avançadas de controlo parental

Novembro 7, 2013 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do site tek.sapo.pt de 24 de Outubro de 2013

É um passo importante para aquele que já é um dos navegadores de Internet mais usados no mundo. À medida que os mais novos ganham acesso aos computadores, são também necessárias novas medidas de precaução.

As novas versões beta do Chrome OS e do Google Chrome têm uma nova funcionalidade: os utilizadores supervisionados, uma tradução livre de Supervised Users. Esta ferramenta permite a criação de vários perfis de utilizador dentro do mesmo computador e navegador, mas com níveis de controlo e restrições diferentes.

A funcionalidade é vista como uma aposta forte para as plataformas a nível dos controlos parentais. Desta forma tanto o Google Chrome como os computadores Chrome OS podem ficar mais apelativos para pais e professores.

A conta de utilizador que tiver mais privilégios tem acesso a dados das outras criadas, como histórico de navegação, possibilidade de criação de listas de sites que podem ser visitados e outra de páginas que estão bloqueadas. O utilizador “supervisionado” pode também requerer o acesso a algum site específico, notificação essa que aparecerá ao “supervisor”.

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Para quem faz parte dos canais beta do Google Chrome a novidade vai ficar disponível ainda esta semana, tal como é revelado num blogue oficial da tecnológica norte-americana. Os Supervised Users vão estar disponíveis nas versões para Windows, Mac e Linux.

A Google continua a evoluir o Chrome em funcionalidades e capacidades. Recentemente foram revelados planos para o navegador em que a versão para Windows transforma-se numa espécie de Chrome OS – um sistema operativo dentro de outro.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

 

Dra. Dulce Rocha deu entrevista ao Diário de Notícias

Novembro 7, 2013 às 1:16 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

A Dra. Dulce Rocha, vice-presidente do Instituto de Apoio à Criança, deu ontem uma entrevista ao Diário de Notícias a propósito da menina virtual criada para identificar pedófilos.

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Dor de cabeça pode ser sinal de «bullying»

Novembro 7, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site crescer.sapo.pt de 22 de Outubro de 2013.

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O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Bullied Children and Psychosomatic Problems: A Meta-analysis

Estudo aponta que as crianças vítimas de agressão verbal, moral ou física têm o dobro do risco de manifestar o sintoma.

Todos os pediatras dizem que é importante prestar atenção ao comportamento das crianças em casa. Isto porque são nas conversas do dia-a-dia que a criança pode dar sinais de que está a passar por algum problema. Se estiver irritada, agitada ou agressiva, a querer ficar sempre sozinha, os pais devem ficar atentos. Sintomas como medo ou pânico de ir para a escola e até enurese (xixi na cama) podem significar que a criança está a ser vítima de bullying.

Uma nova investigação da Universidade de Pádua, em Itália, reforça que os sinais físicos estão associados ao problema. Os mais comuns, segundo os cientistas, são dores de cabeça e de estômago, dificuldades de respiração, enjoo e tonturas. De acordo com o estudo, as crianças vítimas de bullying têm o dobro do risco de manifestarem estes sintomas. Para chegar a esta conclusão, avaliaram trinta outros estudos e observaram as informações de 220 mil crianças, de 14 países diferentes.

É óbvio que uma dor de cabeça não significa necessariamente que a criança esteja a ser vítima de bullying. Os pais devem encarar os sintomas como alertas e passar a ficar mais atentos caso sejam recorrentes. Também devem procurar sinais físicos, como hematomas, feridas, dores ou marcas pelo corpo. Mais uma vez: uma ferida não é motivo para desespero. Pode ser resultado de uma disputa por brinquedos ou de uma queda no parque.

O importante é que, diante dos sintomas acima descritos, os pais conversem abertamente com a criança. Perguntem-lhe se está tudo bem na escola e como se relaciona com os amigos. Pode ser que ela tente omitir o bullying; então, prestem atenção se o comportamento atípico se repete.

Caso descubram que a criança está a ser agredida na escola, conversem com os educadores e professores e pecam-lhes que façam um trabalho de consciencialização com os alunos. Cabe à equipa pedagógica acompanhar de perto o que está a acontecer com a criança no ambiente escolar. E, principalmente, mostrem ao vosso filho o quanto ele é amado: melhorar a autoestima da vítima é essencial.

Maria João Pratt

 

Ir para a cama a horas irregulares afeta desenvolvimento infantil

Novembro 7, 2013 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site crescer.sapo.pt  de 15 de Outubro de 2013.

crescer

O estudo mencionado  na notícia é o seguinte:

Changes in Bedtime Schedules and Behavioral Difficulties in 7 Year Old Children

As crianças que não têm horário para irem para a cama correm maior risco de terem problemas de desenvolvimento e de comportamento, revela um estudo britânico publicado hoje na revista Pediatrics.

«Não ter horários fixos para dormir cria um estado físico e mental nas crianças semelhante ao efeito provocado pela diferença de fuso horário (…), o que é nefasto para o desenvolvimento saudável e a atividade diária», explica Yvonne Kelly, epidemiologista da Universidade College London (UCL) e autora principal do estudo.

Segundo a investigação, a irregularidade nos horários pode perturbar os ciclos naturais do organismo e provocar uma falta de sono que coloca em risco o desenvolvimento do cérebro e a capacidade de controlar determinados comportamentos.

«Sabemos que os primeiros anos de desenvolvimento das crianças têm uma profunda influência na saúde e no bem-estar durante toda a vida», destaca Yvonne Kelly. «As perturbações do sono, especialmente em momentos-chave do crescimento, podem ter importantes consequências para a saúde durante toda a vida».

Os autores analisaram dados sobre os hábitos de sono de mais de 10 mil crianças – com três, cinco e sete anos – no Reino Unido, incluindo o seu comportamento, através de depoimentos de pais e professores.

O estudo estabeleceu um vínculo clínico e estatístico muito evidente entre horários irregulares para dormir e problemas entre as crianças, resultado da mudança dos seus ciclos circadianos, já que a falta de sono afeta o desenvolvimento do cérebro.

As crianças com horários mais irregulares ou que vão para a cama depois das 21h pertencem – na maior parte dos casos – a famílias socialmente desfavorecidas, destaca a investigação.

«Parece que os efeitos nefastos dos hábitos irregulares para dormir são reversíveis», explica a especialista, que defende que os pediatras controlem os problemas do sono com exames periódicos.

Maria João Pratt


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