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Novembro 1, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Mais de metade das adolescentes grávidas vão ao médico fora do prazo legal para abortar

Novembro 1, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da Visão de 30 de Outubro de 2013.

Mais de metade das adolescentes portuguesas grávidas recorrem aos serviços de saúde demasiado tarde para poderem interromper a gravidez, revelam os resultados preliminares de um estudo sobre gravidez na adolescência em Portugal

Lusa – Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico

O projeto “Gravidez na Adolescência em Portugal: etiologia, decisão reprodutiva e adaptação”, que começou em 2008 e deverá estar concluído em 2014, analisou até ao momento dados de 1.675 jovens, entre os 12 e os 19 anos de idade, utentes de 31 hospitais e maternidades, 29 unidades locais de saúde e centros de atendimento a jovens e 23 escolas de todas as regiões de Portugal.

Para já, a amostra é apenas representativa das adolescentes que levam a gravidez até ao fim, mas os autores estimam que a amostra das jovens que interrompem a gravidez será alcançada nos próximos meses.

As primeiras conclusões apontam que 53,9 por cento destas jovens “têm  o seu primeiro contacto com os serviços de saúde após as 10 semanas de gestação”,  o que elimina a possibilidade de interrupção voluntária da gravidez, disse  à agência Lusa Raquel Pires, uma das investigadoras do projeto da Universidade  de Coimbra, que conta com o apoio da Associação para o Planeamento da Família  e da Direção-Geral de Saúde.

No entanto, assinala Raquel Pires, daquelas que tiveram essa possibilidade,  apenas 15,1 por cento ponderou interromper a gravidez, tendo posteriormente  mais de metade destas decidido continuar com a gestação.

O estudo conclui ainda que a grande maioria das gravidezes adolescentes  (98 por cento) ocorrem dentro de uma relação de namoro com homens em média  4,5 anos mais velhos, por vezes adultos, e que estão fora do sistema escolar.

Revela ainda que, apesar de a maioria das adolescentes ter engravidado  de forma não planeada, utilizando contraceção e conseguindo identificar  o que falhou no seu uso, há regiões do país com elevadas percentagens de  gravidezes resultantes do não uso de contraceção, nomeadamente as regiões  Centro e da Madeira.

No Alentejo e nos Açores, as gravidezes adolescentes são na sua maioria  planeadas e na Madeira existe também uma elevada percentagem de uso ineficaz  da contraceção sem que as jovens consigam identificar a falha que esteve  na origem da gravidez.

“Independentemente da trajetória que conduz as adolescentes à gravidez,  a baixa escolarização e/ou o abandono escolar estão entre as variáveis que  mais contribuem para a amplificação do risco de gravidez adolescente”, sublinha  Raquel Pires.

Nesse sentido, a investigadora defende que é necessário dar prioridade  “à educação das adolescentes e dos seus parceiros sobre possíveis falhas  na utilização de métodos contracetivos, o risco de gravidez a elas inerente  e a ação da contraceção de emergência”.

“Os nossos resultados espelham igualmente a necessidade de não desinvestir  nas políticas de saúde que visam a promoção da utilização de contraceção,  sendo ainda necessário avaliar as razões pelas quais os resultados alcançados  em algumas regiões, como o Centro e a Madeira, não são totalmente satisfatórios”,  acrescentou.

Raquel Pires considera que as adolescentes em maior risco se encontram  fora do sistema de ensino, “o que restringe o seu acesso a uma educação  sexual”, sublinhando que um dos grandes desafios na prevenção deste fenómeno  passa pela integração nas ações da população masculina.

“Muitas vezes estes homens estão fora do alcance dos programas de educação  sexual e prevenção da gravidez e outros resultados indesejados por serem  mais velhos ou não frequentarem a escola, sendo importante investir em ações  destinadas à promoção de uma sexualidade segura na comunidade”, disse.

A gravidez adolescente em Portugal tem vindo a descer nos últimos anos,  segundo a Direção-Geral de Saúde.

“O número de nascimento em mulheres abaixo dos 19 anos têm diminuído  ao longo dos anos, progressivamente e de forma sustentada, sem que isso  corresponda ao aumento de interrupções da gravidez neste grupo etário”,  disse à agência Lusa Lisa Vicente, da DGS.

Baseando-se em inquéritos a jovens realizados em Portugal e na União  Europeia, a responsável da DGS adiantou ainda existir uma “maior utilização  de contraceção segura entre as mulheres mais jovens”.

 

Faltam instituições especializadas para casos mais extremos

Novembro 1, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista do Açoriano Oriental a Pedro Vaz Santos no dia 20 de Outubro de 2013.

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Desafios SeguraNet Desafio 1 – Vamos construir uma Internet melhor!

Novembro 1, 2013 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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net

Uma das vertentes do projeto SeguraNet é a realização de desafios dirigidos aos alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico. Foi lançado o primeiro desafio que consiste numa atividade prática que apresenta, ao mesmo tempo, caráter lúdico. A partir de uma planificação de um “Quantos Queres” disponível na página http://www.seguranet.pt/blog/desafios-seguranet_1ciclo  cada turma poderá participar, ilustrando este “Quantos Queres” com o tema que é proposto. A participação nos Desafios dirigidos ao 1.º Ciclo está aberta às turmas de todas as escolas. São três os desafios propostos ao longo do ano.

Os professores interessados deverão inscrever-se aqui:

(Formulário de Registo de equipas/turma 1ºciclo. Saiba mais).

Acolhimento de emergência de crianças em risco – Formação Contínua

Novembro 1, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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ispa

Objectivos

Melhorar o conhecimento sobre a vivência emocional da criança acolhida
Aprofundar as metodologias de observação da interacção criança-pais
Desenvolver as competências sobre trabalho terapêutico em acolhimento institucional

Competências

Compreender a experiência da criança acolhida. Usar metodologias de observação da interacção criança-pais.

Programa

Crianças em risco  – Vivências emocionais (3h)
Especialização do acolhimento de emergência (3h)
Lei de promoção e protecção e enquadramento legislativo na área da protecção da infância (3h)
O papel da família no acolhimento de crianças e jovens (3h)
O meio social como espaço terapêutico (3h)
Processo, rotinas e papéis (3h)

Metodologias

Exposição teórico-prática, discussão de casos

Duração

18 horas

Calendarização

Quinta, Novembro 14, 2013 – 18:30 – 21:30

Quinta, Novembro 21, 2013 – 18:30 – 21:30

Quinta, Novembro 28, 2013 – 18:30 – 21:30

Quinta, Dezembro 5, 2013 – 18:30 – 21:30

Quinta, Dezembro 12, 2013 – 18:30 – 21:30

Quinta, Dezembro 19, 2013 – 18:30 – 21:30

Mais informações Aqui


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