Brasil indigna-se contra publicidade com menina de três anos em poses ‘erotizadas’

Outubro 22, 2013 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da Visão de 17 de Outubro de 2013.

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Uma marca brasileira que vende malas e sapatos lançou no sábado passado uma campanha em que uma criança de três anos surge em poses que uma avalanche de comentários no Facebook classifica como “erotizadas”. A mãe da “modelo” não compreende a “tempestade num copo de água”

A empresa fala em “interpretação distorcida” do conteúdo da campanha, mas o organismo que regula a publicidade no Brasil aceitou as largas dezenas de queixas recebidas e abriu um processo contra a marca.

Em causa estão fotografias de uma menina de três anos, apenas em roupa interior e acessórios de senhora, em poses de modelo adulta.

Além das centenas de comentários negativos que as imagens receberam no Facebook, vários publicitários juntaram as suas vozes ao coro de críticas, evocando a legislação do setor, que diz que “crianças e adolescentes não deverão figurar como modelos publicitários em anúncios que promovam o consumo de quaisquer bens e serviços incompatíveis com a sua condição”.

“É uma campanha extremamente de mau gosto e desrespeitosa em relação às crianças”, condena Inês Vitorino, que lidera um grupo de investigação sobre a relação das crianças com os meios de comunicação, da Universidade Federal do Ceará. “A marca é para o consumo de adultos e coloca a criança extremamente erotizada, numa situação absolutamente desnecessária”, sublinha.

A mãe da menina já veio a público afirmar que tudo não passa de uma “tempestade num copo de água” e que não vê qualquer aspeto negativo na campanha.

Portugal falha combate à pobreza infantil, acusa UNICEF

Outubro 22, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Sol de 15 de Outubro de 2013.

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Várias instituições e ONG acusam Portugal de não combater a pobreza infantil de uma “forma multidimensional” e propõem a criação de uma estratégia nacional e de um Ministério para os assuntos infantis, segundo um relatório da Unicef Portugal.

O documento é uma análise à forma como Portugal tem aplicado a Convenção dos Direitos da Criança e resulta da compilação de dados e contribuições de várias instituições e Organizações não-Governamentais (ONG) nacionais, como a Associação de Protecção e Apoio à Vítima (APAV), a Cáritas, o Instituto de Apoio à Criança ou a Rede Europeia Anti-Pobreza.

O relatório foi entretanto enviado ao Ministério dos Negócios Estrangeiros e em Junho seguiu para o Comité dos Direitos da Criança, de onde sairá outro relatório que será apresentado em Janeiro de 2014 nas Nações Unidas.

De acordo com o documento, “o problema chave está no facto de a pobreza infantil em si não ter sido abordada pelas autoridades portuguesas de uma forma multidimensional”.

“É necessário uma estratégia nacional para enfrentar a pobreza infantil, uma que adopte uma abordagem coordenada e integrada, reunindo os diferentes departamentos envolvidos (saúde, educação, segurança social, emprego, finanças, economia), definindo objectivos específicos e limitados no tempo com vista à redução da pobreza infantil e da exclusão social”, lê-se no relatório.

É lembrado que os últimos dados estatísticos apontavam, para 2011, para um risco de pobreza infantil na ordem dos 28,6% e que as medidas de austeridade adoptadas pelo governo desde 2010 conduziram “à negação ou violação dos direitos económicos, sociais e culturais e, como resultado, constituem etapas regressivas no gozo desses direitos pelas crianças portuguesas e pelas suas famílias”.

“A verdade é que 23 anos depois da ratificação da Convenção por Portugal, as crianças ainda não são vistas pelos decisores políticos como titulares de direitos”, consta no relatório.

Apontam, por outro lado, que um exemplo claro de falta de liderança e um indicador da persistência de “uma atitude ultrapassada” em relação aos direitos das crianças está no facto da Comissão Nacional para os Direitos da Criança ter sido extinta, em 2000, e de não haver nenhum mecanismo responsável, a nível nacional, pela implementação da convenção.

Sublinham não haver nenhuma estrutura responsável pela coordenação e monitorização dos assuntos infantis e destaca que “a fragmentação da responsabilidade pelas políticas e serviços para as crianças continua a ser um dos principais problemas”, já que “muito frequentemente” os vários serviços trabalham de forma independente.

Recomendam, por isso, a criação de um Provedor da Criança ou uma unidade autónoma de defesa dos direitos das crianças que trabalhe sob a alçada do actual Provedor de Justiça.

“Para responder à ausência de uma estrutura nacional que coordene e monitorize a implementação da convenção, que seja criado um Ministério para os Assuntos Infantis e da Juventude (…) que garanta que as crianças tenham o melhor início de vida possível”, defendem.

No relatório é também lembrado que entre 2010 e 2012 46.342 famílias perderam o Rendimento Social de Inserção, o que representa um decréscimo de 22,4%.

“As crianças de meios pobres foram particularmente afectadas. O risco de pobreza e de exclusão social numa família monoparental era de 39% em 2011”, dizem.

Lusa/SOL

 

Integração da segurança e saúde no trabalho na educação: recursos didáticos para professores

Outubro 22, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Recursos educativos, Vídeos | Deixe um comentário
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Utilizando o protagonista da série de animação Napo, a EU-OSHA, Agência Europeia para a Segurança e Saúde  no Trabalho em conjunto com o Consórcio Napo, concebeu uma série de ferramentas didáticas para professores sobre segurança e saúde no trabalho (SST), com o objetivo de incluir as questões de segurança e saúde, de uma forma divertida e imaginativa, na aprendizagem das crianças do ensino básico, utilizando os videoclipes e as atividades criativas do Napo.

Estes recursos didáticos salientam as principais mensagens e objetivos educativos, apresentando aos professores de forma pormenorizada  as atividades sugeridas e os recursos necessários, juntamente com um exemplo de plano de aula que pode facilmente ser transposto para uma aula normal de 40 minutos.

As ferramentas didáticas proporcionam exemplos de planos de aula com vista a ensinar às crianças entre os sete e os onze anos a importância da segurança e saúde no trabalho. Estes conjuntos de ferramentas contêm todas as instruções necessárias, sugere atividades e permite descarregar os recursos de apoio e orientação aos professores no que respeita aos conteúdos de SST. As lições são flexíveis, sendo concebidas de forma a poderem ser adaptadas às matérias curriculares já lecionadas e a reforçar e facilitar o seu ensino. Entre elas incluem-se:

Educação para a cidadania e Promoção e educação para a saúde

Ciências

Segurança rodoviária

Ensino de línguas

Artes

Mais informações Aqui

 

Aboim Ascensão diz ter vaga para crianças em risco

Outubro 22, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 12 de Outubro de 2013.

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