Garantia de acesso das crianças ao ensino aumentaria rendimento mundial em 23 %, estima UNESCO

Outubro 8, 2013 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da SIC Notícias de 19 de Setembro de 2013.

Press Release da Unesco  New UNESCO data proves education transforms development

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Unesco

Se todas as crianças tivessem a mesma oportunidade de acesso ao ensino, o rendimento per capita aumentaria 23 % nos próximos 40 anos, indicam as estatísticas reveladas hoje pela Unesco. A organização considera também que os casamentos precoces e a mortalidade  infantil diminuiriam um sexto e a mortalidade materna dois terços se todas  as mulheres frequentassem o ensino primário.

Os dados preliminares do estudo sobre a educação em todo o mundo confirmam  que a “educação possui uma incomparável capacidade de reduzir a pobreza  extrema” e potenciar objetivos de desenvolvimento de maior amplitude, destaca  a Unesco em comunicado no qual salienta que os dados finais do estudo serão  conhecidos em janeiro de 2014.

Constituem uma “prova adicional” do que já está corroborado pelas principais  estatísticas publicadas, onde se reflete que o investimento na educação  — em particular no que é destinado a raparigas — “mitiga a pobreza extrema”  ao garantir benefícios consideráveis em matéria de saúde e produtividade.

Os novos dados “confirmam que a educação pode melhorar a vida e a sociedade”,  mas, como sublinhou Irina Bokova, diretora-geral da organização, os “objetivos  internacionais em matéria de educação não foram cumpridos”.

A mesma responsável sublinhou que colocar em marcha a capacidade transformadora  da educação exigiria “aumentar os novos objetivos de desenvolvimento” para  que garantissem igualdade de acesso à instrução primária a todas as crianças,  e, também, “um ensino secundário de qualidade”.

A análise hoje divulgada confirma igualmente que a educação “confere  autonomia às mulheres” e que as raparigas e adolescentes instruídas podem  conhecer melhor os seus direitos e ter confiança em si mesmas para os exigir.

Na África subsariana e na Ásia Meridional e Ocidental, quase três milhões  de adolescentes casam antes de atingirem os 15 anos, mas se tivessem tido  a oportunidade de completar a instrução primária “havia menos quase meio  milhão de casamentos precoces” e menos de dois milhões se todas completassem  os estudos secundários.

Nas mesmas regiões, 3,4 milhões de jovens têm o seu primeiro filho antes  dos 17 anos e o estudo aponta para menos dois milhões de nascimentos no  caso das mães terem completado o ensino secundário.

Outros aspetos sublinhados pela Unesco à luz dos novos dados são a importância  da educação para fomentar a tolerância, as possibilidades de obtenção de  emprego, proporcionar crescimento económico e melhorar a situação ambiental.

A educação permitiria, igualmente, preservar a vida das mães, prevenir  certas doenças infantis que requerem uma mínima instrução materna e, inclusivamente,  salvar a vida de crianças e combater os efeitos da desnutrição e da fome.

A diretora do estudo, Pauline Rose, referiu que o documento foi divulgado  para preparar os debates dos programas de desenvolvimento posteriores a  2015 que terão lugar na próxima semana em Nova Iorque, no final da Assembleia-Geral  das Nações Unidas.

Se os dirigentes do mundo reunidos em Nova Iorque pretendem que se cumpra  os objetivos de desenvolvimento no pós 2015, então “devem reconhecer a função  decisiva que desempenha a educação”, assinalou.

 

 

Manual Interactivo para Professores sobre Bullying

Outubro 8, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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tool

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USE OF THE INTERACTIVE TRAINING TOOL

This Interactive Training Tool is part of the program European Anti-Bullying Campaign against Bullying. The purpose of the specific tool is the substantial understanding from behalf of students of the Bullying phenomenon through their direct participation. The Interactive Training Tool consists of 2 videos, one of which is presenting an incident of physical, psychological and verbal violence, while the other one deals with an incident of cyber bullying. In both videos we have the possibility to attend the story from the viewpoint of all three protagonists: the child who bullies the bullied child and the observer. The user of the tool has the possibility to choose each time the viewpoint from which he/she wishes to attend the story, while at the same time there is the possibility to choose the development of the story depending on the “protagonists’ reactions”1 which are provided.

Senado francês defende fim de concursos de beleza para crianças

Outubro 8, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 19 de Setembro de 2013.

Lionel Bonaventure

Eventos “mini-miss” podem passar a ser punidos com pena de prisão e multa. Última decisão cabe a deputados da Assembleia Nacional.

O Senado francês pronunciou-se a favor da interdição dos concursos de beleza para raparigas com menos de 16 anos, os chamados “mini-miss”. A decisão favorável à proposta apresentada pela antiga ministra do Desporto e senadora Chantal Jouanno terá agora que ser aprovada pelos deputados na Assembleia Nacional.

Em 2010, Thylane Lena-Rose Blondeau fez a capa da edição de Dezembro da Vogue Crianças francesa. A menina, que já fazia trabalhos como modelo desde os quatro anos, viu-se subitamente no centro de uma polémica quando surgiu na revista com roupas de alta-costura, sapatos de salto alto, jóias e muita maquilhagem.

Na altura foi considerado que a criança tinha sido apresentada em poses demasiado sensuais para alguém com apenas dez anos. A revista defendeu a sua edição, bem como a mãe de Thylane. Pelo lado da crítica estiveram várias organização e Chantal Jouanno, uma senadora que pegou no caso para levantar a questão da “hipersexualização” das crianças.

Cerca de dois anos depois do caso de Thylane, a antiga ministra do Desporto apresentou um relatório a denunciar o que considera ser um “fenómeno cada vez mais presente”, ainda que admita que “não tenha afectado massivamente as crianças”. No documento, Jouanno alertou que, no “extremo, a intrusão precoce da sexualidade representa danos psicológicos irreversíveis em 80% dos casos”.

Já este ano, a senadora apresentou um projecto de lei a defender o fim de concursos destinados a crianças com menos de 16 anos. Na noite desta terça-feira, o Senado aprovou a proposta com 196 votos a favor e 146 contra. Caso seja também aceite pelos deputados da Assembleia Nacional, a nova lei prevê uma pena de prisão de dois anos e o pagamento de uma multa de 30 mil euros a quem organizar concursos que sejam destinados a meninas.

“Não deixemos as nossas filhas acreditarem desde pequenas que não valem mais do que a sua aparência. Não deixemos o interesse comercial prevalecer sobre o interesse social”, escreveu Chantal Jouanno na sua proposta agora aprovada.

As sanções a aplicar à organização dos “mini-miss” foram consideradas “excessivas” pela senadora socialista Virginie Klès, bem como a ministra dos Direitos das Mulheres, Najat Vallaud-Belkacem. A ministra tinha proposto, pela sua parte, que os organizadores destes concursos ficariam obrigados a pedir uma licença oficial, que depois de analisada permitira ou não a realização do evento. A proposta foi rejeitada.

European report on preventing child maltreatment – Relatório da OMS

Outubro 8, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, Relatório | Deixe um comentário
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who

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Reducing child maltreatment is a mainstay of the actions required to reduce inequity in Europe and achieve the goals of Health 2020. Child abuse and neglect are a product of social, cultural, economic and biological factors and occur in all societies and countries in the WHO European Region. They are a leading cause of health inequality and social injustice, with the socioeconomically disadvantaged more at risk. Estimates suggest that at least 18 million children in the Region will suffer from maltreatment during their childhood. Most child abuse and neglect occurs in the community and may not come to the attention of child protection agencies. They are nevertheless grave public health and societal problems with far-reaching consequences for the mental, physical and reproductive health of children and for societal development. Maltreated children are at increased risk of becoming victims or perpetrators of violence in later life and may have poorer educational attainment and employment prospects. Maltreatment is also closely linked to other adverse childhood experiences. The consequences of such adversity may affect people throughout the life-course, with high societal costs.

Child maltreatment has long been regarded as a criminal justice and social issue and has only recently been seen in a public health perspective. This report supports the view that child maltreatment is not inevitable and that it is preventable. It endorses a public health approach and argues that prevention is more cost−effective than dealing with the consequences. Evidence indicates that organized responses by society can prevent child maltreatment. Experience accumulated in countries across the Region and worldwide shows that sustained and systematic approaches can address the underlying causes of violence and make children’s lives safer. Among these are programmes to promote positive parenting and provide welfare support to families at risk.

The report documents these evidence-informed approaches, which take a broad interdisciplinary approach that cuts across sectors. Health systems have a key role not only in providing high-quality services for children who experience violence, but also in detecting and supporting families at risk. The health sector is also best placed to advocate for preventive approaches within an evaluative framework.

Member States need to join the global effort to reduce a leading health and social problem and to create safer and more just societies for children in the Region. The prevention of maltreatment in children can only be achieved by mainstreaming responses into other areas of health and social policy. Investing in nurturing relationships would reduce the cycles of violence, improve social cohesion and represent a worthwhile investment. We at the WHO Regional Office for Europe hope that this report will provide policy-makers, practitioners and activists with the facts they need to integrate the agenda for preventing child maltreatment into health and other sectors.

Zsuzsanna Jakab

Concurso de Vídeo para Crianças e Jovens Adultos – Jovens vozes em combate à pobreza: O que você mudaria? Dê a sua opinião!

Outubro 8, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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video

Mais informações Aqui ou Aqui

The EDD13 video contest ‘Young voices against poverty’ encourages children and young adults aged between 13 and 24 to make their voices heard in the dialogue on addressing global poverty. The task is to create a short video (120-seconds max.) that showcases visions for the world in 2030 and ideas for eliminating poverty.

There will be four contest winners who will each receive an all-expenses trip to Brussels to attend European Development Days (26-27 November 2013) and have their video screened and made available on the website. The winners will be determined by those videos attracting the highest number of votes on Facebook.

The final deadline for submissions is 1 November 2013 and winners will be announced on 5 November 2013.

 


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