Encontro Jovens e crianças em risco: Instituição, cuidadores e o seu futuro

Outubro 2, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações Aqui

 

Pais-em-Rede – Oficinas de Pais e Grupos de Apoio Emocional

Outubro 2, 2013 às 5:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Pais-em-Rede

1 de Novembro de 2013

Ainda há vagas para os Grupos de Apoio Emocional (Nível 1 das Oficinas de Pais -GAE) que vão iniciar-se brevemente em Leiria, Massamá, Coimbra, Samora Correia, Porto e Braga.

A participação dos pais é GRATUITA

SE HOUVER PAIS INTERESSADOS NOUTROS LOCAIS PODEREMOS INICIAR OUTRAS OFICINAS

CONTACTE-NOS E INSCREVA-SE

e-mail: oficinasdepais@paismerede.pt

tel: 213960176/964798238

e-mail: oficinas de pais@paismerede.pt

tel: 213960176/964798238

FICHA DE INSCRIÇÃO

 

Estudo de Adaptação Parental à Perda de um Filho: pedido de colaboração

Outubro 2, 2013 às 1:21 pm | Publicado em Divulgação, Uncategorized | Deixe um comentário
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“Uma equipa de investigadores da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra (FPCE-UC) e da Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa (FP-UL) está a desenvolver um projeto de investigação sobre a adaptação parental à perda de um filho. Este projeto beneficia do apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT – SFRH/BD/86223/2012) e está enquadrado no Programa Inter-Universitário de Doutoramento em Psicologia Clínica – Área temática Psicologia da Família e Intervenção Familiar (FP-UL e FPCE-UC).

Apesar de sabermos que a perda de um filho é reconhecidamente uma das mais severas, e difíceis formas de luto no contexto das relações humanas, afetando os pais não só individualmente mas também enquanto casal, não existem muitos estudos nacionais sobre esta temática que nos indiquem, de forma clara, os principais desafios e experiências, mas também os principais recursos, dos pais que passam por esta experiência.

Neste sentido, com vista a conhecer as experiências e os percursos dos casais que perderam um filho, vimos por este meio pedir a colaboração de homens e mulheres (com idade igual ou superior a 18 anos) que tenham perdido um filho.

A participação no estudo consiste no preenchimento de um conjunto de questões simples, de resposta rápida, anónimas e

confidenciais. Os dados serão utilizados somente para fins de investigação e os resultados têm unicamente valor coletivo.

O questionário poderá ser acedido através do seguinte endereço:
http://www2.fpce.uc.pt/limesurvey/index.php/survey/index/sid/485592/lang/pt

De forma a permitir uma recolha emparelhada de informação sobre casais, pedimos que caso ambos os elementos do casal estejam disponíveis para participar, devem criar uma identificação para o casal (com pelo menos três letras e um número). Isto é, se um dos elementos usar, por exemplo, o código “AHS8”, o outro deverá usar também este código. Este código deverá ser inserido no campo “código de casal”, logo no início do questionário.

A sua participação neste estudo é fundamental. Só conhecendo de forma mais aprofundada estas experiências poderemos desenvolver um acompanhamento psicológico mais direcionado para as principais necessidades dos pais”.

Contágio de VIH/sida desce 33% no Mundo

Outubro 2, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 24 de setembro de 2013.

Mais informações e relatório da UNAIDS:

UNAIDS reports a 52% reduction in new HIV infections among children and a combined 33% reduction among adults and children since 2001

clicar na imagem

jn

 

 

Criança portuguesa vence batalha legal nos Estados Unidos

Outubro 2, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 16 de Setembro de 2013.

Público

Lusa

Uma criança portuguesa abandonada pelos pais nos Açores acaba de vencer uma inédita batalha legal, obtendo autorização de residência nos Estados Unidos depois de ter sido colocada à guarda de uma avó e tia.

“Não conheço nenhum caso nos Tribunais da Família de Rhode Island e Massachusetts, e mesmo no sistema de imigração federal, semelhante a este”, disse à agência Lusa a advogada Val Ribeiro.

Marco Moniz, de 13 anos, é filho de dois imigrantes açorianos que foram deportados para Portugal há cerca de 15 anos e desenvolveram uma relação em São Miguel, nos Açores.

Os pais nunca ultrapassaram os problemas de toxicodependência que motivaram a deportação e a criança, depois de viver na rua com a mãe, acabou por ser colocada no sistema de protecção de menores açoriano. Há cinco anos, a tia, Maria Moniz, e a avó paterna, Hirondina Moniz, requereram a guarda da criança.

Em Abril de 2010, Marco Moniz viajou pela primeira vez até aos EUA, durante uma semana, acompanhado por uma assistente social. Meses depois, a guarda permanente foi atribuída às duas imigrantes.

O pai da criança acabou por falecer e terá deixado como último desejo que o filho vivesse nos EUA com a avó. Em Dezembro de 2010, ao abrigo do programa Visa Waiver, que permite a estadia de cidadãos portugueses no país sem visto durante 90 dias, Marco Moniz viajou para os EUA.

Apenas depois da sua chegada a família percebeu que a decisão judicial portuguesa, que colocava o menino sob guarda das duas mulheres, não tinha validade nos Estados Unidos.

“Portugal agiu no melhor interesse do menino. Mas havia a questão do que podíamos fazer com a decisão de outro país”, disse Val Ribeiro, sublinhando que “a fase inicial, em que tivemos de decidir o que fazer, foi a mais difícil. Recorrer ao Tribunal Internacional de Haia era a solução mais óbvia, mas demoraria muitos anos.”

Nessa altura, as duas advogadas que trabalharam no caso decidiram que o primeiro passo seria reconhecer a decisão do tribunal português no tribunal de Rhode Island.

A família foi depois direccionada para o Tribunal da Família, ao abrigo do Uniform Child Custody Jurisdiction And Enforcement Act, um acordo apenas usado em casos dentro dos Estados Unidos.

“Foi a primeira vez que esta lei foi usada no caso de um jovem num caso de imigração”, diz a advogada.

Assim que o tribunal reconheceu a decisão, concordando que Marco fora abandonado, as advogadas recorreram para os serviços de imigração pedindo o estatuto especial de imigrante juvenil. A decisão final chegou no dia 21 de Agosto.

“Isto é excelente? Estou feliz. Significa que posso ficar aqui. Tinha medo que precisasse voltar”, disse Marco Moniz ao O Jornal, um jornal da comunidade portuguesa de Rhode Island e Fall River que noticiou primeiro o caso.

Marco tem agora um green card, a autorização de residência permanente nos Estados Unidos, e poderá pedir nacionalidade dentro de cinco anos.

“Este caso pode ajudar outras pessoas, em casos de divórcios e custódias. São casos muito difíceis, mas agora já sabemos como proceder”, explicou Val Ribeiro à agência Lusa.

Marco está agora no sétimo ano de escolaridade e, segundo a advogada, “fala muito bem inglês e adaptou-se muito bem ao novo país

 

Polícia investiga 15 suspeitos em novo caso de suicídio por cyberbullying

Outubro 2, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 16 de Setembro de 2013.

Ana Gomes Ferreira

Rebecca tinha 12 anos e era perseguida por colegas através de mensagens enviadas para o telemóvel.

Entre 2010 e o Verão de 2013, o cyberbullying nos Estados Unidos terá sido responsável por pelo menos 12 suicídios. Na semana passada, Rebecca Ann Sedwick, que durante um ano foi torturada por 15 colegas da escola secundária, subiu a um silo de uma fábrica abandonada e atirou-se lá de cima. “Devias morrer”, “Porque é que ainda estás viva?”, “És horrorosa”, diziam as mensagens que lhe enviaram nas redes sociais.

Tinha 12 anos e antes de sair de casa na manhã do dia 9 de Setembro mudou o nome de um dos seu perfis na Internet para “Rapariga Morta”.

Rebecca Ann Sedwick morava na Florida, em Lakeland. Neste estado existe uma legislação antibullying a que este ano foi acrescentada uma emenda sobre cyberbullying. A emenda torna mais fácil acusar na Justiça os bullies do ciberespaço (o bullying é a palavra que define a violência física ou psicológica praticada por um ou mais indivíduos sobre outro, provocando-lhe grande sofrimento).

Na história de Rebecca, há 15 suspeitas, todas com idade semelhante à da vítima. A polícia ficou-lhes com os computadores e com os telemóveis e os advogados públicos estão à procura de provas que possam levar a algum tipo de acusação.

Mas a lei aprovada tem muitas ambiguidades, por exemplo estabelece que no caso de menores deve ser a escola a encontrar uma solução e um castigo para os infractores. Já foram condenadas pessoas por cyberbullying nos EUA, uma por ter provocado a morte de uma menor. Mas o veredicto de culpado foi anulado no recurso – em 2006, Lori Drew, um adulto, foi condenado no Missouri pela morte de Megan Meier, de 13 anos. O homem, que era vizinho da família da rapariga, começou uma relação virtual com a rapariga fazendo-se passar por um adolescente. Quando acabou com o romance, Megan enforcou-se. No recurso foi concluído que não ficou provado que o suicídio foi consequência directa do logro.

Havendo precedentes pouco favoráveis a condenações, os investigadores da Florida têm de começar por determinar se foram os 12 meses de perseguição que fizeram a rapariga subir ao silo e atirar-se, explicou o xerife de Polk County, Grady Judd, citado pelo Huffington Post.

Ela estava “aterrorizada”, disse o xerife. Em casa de Rebecca foram encontrados o computador, o telemóvel e diários com desabafos – “O que ela escreveu parte-nos o coração.”

No dia em que morreu, esta aluna do 7.º ano deixou o telemóvel em casa. Coisa inédita para quem nunca andava sem ele para poder partilhar mensagens, perguntas e imagens através de sites como o ask.fm ou o Kik and Vox. O ask.fm já foi envolvido em casos de cyberbullying nos EUA e no Reino Unido e prometeu criar um sistema de bloqueio; é acusado de nunca ter agido para conter ou proteger os seus utilizadores. “Quantos comprimidos precisas de tomar para morrer?”, era uma pergunta no telemóvel de Rebecca.

Tricia Norman, a mãe, contou à Associated Press que ao longo do ano tentou ajudar a filha. Fez queixas à escola, retirou-lhe o computador e o telemóvel várias vezes, impediu-a de usar os serviços de certos sites. Nunca percebeu que apagados uns, apareciam outros. A polícia encontrou imagens e mensagens que ela enviou nos últimos meses, quando a mãe acreditava que já não o fazia. “Existe toda uma nova cultura que passa ao lado dos adultos, porque muda de dia para dia”, explicou a The New York Times Denise Marzullo, do departamento de saúde mental do Nordeste da Florida. Quando os pais descobrem o Instagram, disse Marzullo, já isso é passado, os filhos estão muitos passos à frente.

A mãe também alertou a direcção da escola da filha para o que se estava a passar – não houve mudanças e transferiu-a para outra escola. “Ela andava risonha e bem-disposta”, disse a mãe, que acreditou que o pesadelo acabara com a mudança de ambiente escolar. Já Rebecca estava na outra escola quando estas mensagens caíram no seu telefone: “Importas-te de morrer, por favor”, “Porque é que ainda estás viva?”.

A escola Crystal Lake descarta responsabilidades. Fez saber que recebeu apenas uma queixa, em Dezembro – quando Rebecca foi internada porque começara a cortar-se com lâminas -, e que a direcção foi obrigada a suspender a rapariga por ela tentar bater numa colega. As mensagens, o bullying, disse já a polícia, foram enviadas sobretudo em horário escolar, e os investigadores estão também a tentar encontrar legislação que sustente um processo contra a escola.

 


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