Cursos de Inglês da International Friendship League para Jovens

Setembro 27, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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INTERNATIONAL FRIENDSHIP LEAGUE

A língua inglesa – Elo de comunicação universal

Se não dispõe de tempo para ir à escola, a IFL apresenta uma alternativa, dando a todos a possibilidade de compreender um filme sem recorrer às legendas, falar fluentemente e escrever correctamente o inglês.

Destinatários

Alunos do secundário e universitário que não têm a disciplina de inglês;

Jovens e adultos que trabalham;

Pessoas impossibilitadas de sair de casa que gostariam de saber inglês;

Pessoas da 3ª. idade que querem aprender inglês para ensinar os seus netos;

Jovens que precisam de saber inglês por motivos profissionais.

Serviço de utilidade pública ao abrigo do Decreto-Lei 460/11, de 11 de Nov

Administração e Secretariado Nacional: Rua Ruy de Sousa Vinagre, 2- Apartado 36, 1890-017 Alcochete

Telefone 212341082 – iflportuguesa@sapo.pthttp://www.ifworld.org

www.iflportugal.blogspot.com

Estudo Adaptação Parental à Perda de um Filho

Setembro 27, 2013 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Estudo Adaptação Parental à Perda de um Filho está a ser desenvolvido pela Linha de Investigação Relações, Desenvolvimento & Saúde, da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra.

Descrição

Uma equipa de investigadores da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra (FPCE-UC) e da Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa (FP-UL) encontra-se a realizar um estudo que pretende conhecer as experiências e os percursos dos casais que perderam um filho.
A participação no estudo consiste no preenchimento de um conjunto de questões simples, de resposta rápida, anónimas e confidenciais. Os dados serão utilizados somente para fins de investigação e os resultados têm unicamente valor coletivo.
A sua participação neste estudo é muito importante! Só conhecendo de forma mais aprofundada estas experiências poderemos desenvolver um acompanhamento psicológico mais direcionado para as principais necessidades dos pais.

Para aceder ao questionário basta clicar no link:
http://www2.fpce.uc.pt/limesurvey/index.php/survey/index/sid/485592/lang/pt

Contacto: saramagalhaes9@msn.com

Caso tenham interesse em colaborar neste projeto, poderão divulgar a nossa página do facebook (https://www.facebook.com/perdadeumfilho), e o nosso estudo pelos vossos contactos e encaminhar potenciais interessados em participar. É ainda importante referir não há limite de idade para o filho que faleceu (poderá ser criança, adolescente, adulto, etc.) nem limite de tempo após a perda (na primeira fase do estudo).

No mundo ainda há 168 milhões de crianças que trabalham

Setembro 27, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 23 de Setembro de 2013.

Jorge Dan Lopez

Cláudia Bancaleiro

Número diminuiu um terço. Relatório da OIT identifica 85 milhões que fazem trabalhos considerados perigosos.

Há 12 anos, o número de crianças que trabalhavam em todo o mundo ultrapassa os 246 milhões. Segundo o mais recente relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), existem actualmente 168 milhões menores a trabalhar, menos um terço do que em 2000. A região da Ásia e do Pacífico continua a liderar no número de crianças trabalhadoras, 78 milhões.

O documento da OIT revelado esta segunda-feira saúda a redução das crianças que trabalham mas sublinha que há ainda muito a fazer para eliminar as “piores formas” de trabalho infantil.

“Caminhamos na direcção certa mas o progresso é ainda muito lento. Se queremos acabar com o flagelo do trabalho infantil num futuro próximo, então precisamos de uma substancial intensificação dos esforços a todos os níveis. Existem 168 milhões de razões para o fazermos”, afirmou o director-geral da OIT, Guy Ryder, na apresentação do relatório, que acontece em vésperas da Conferência Global sobre Trabalho Infantil, em Brasília, Brasil.

Segundo os dados da OIT, a maior diminuição do número de crianças trabalhadoras, entre os cinco e os 17 anos, decorreu entre 2008 e 2012. Em quatro anos, caiu de 215 milhões para 168. A organização exemplifica que na região da Ásia e do Pacífico esse número caiu de 114 milhões para perto de 78 milhões, naquela que foi a descida mais acentuada registada no relatório. A diferença é menor quando analisados os dados da África subsariana (de 65 para 59 milhões) e na região da América Latina e Caraíbas (de 14 para 12 milhões). No ano passado, havia ainda 9,2 milhões de crianças sujeitas a trabalho no Médio Oriente e no Norte de África.

O relatório revela ainda que a percentagem de meninas que trabalha diminuiu 40% em relação a 2000, sendo de 25% essa queda quando se fala em rapazes.

A agricultura continua a ser o sector onde se regista mais este tipo de mão-de-obra (98 milhões), seguida de serviços diversos, como limpezas ou trabalho doméstico (54 milhões), e da indústria (12 milhões).

A OIT indica que mais de metade das crianças que em 2012 eram sujeitas a trabalho infantil exerciam tarefas consideradas perigosas para a sua “saúde, segurança e desenvolvimento moral”. “O actual número de crianças em trabalhos perigosos situa-se nos 85 milhões, menos que os 171 milhões em 2000”, aponta o relatório.

A organização considera que a diminuição registada em 12 anos pode explicar-se com o aumento do número de iniciativas criadas na luta contra o trabalho infantil. “Escolhas políticas associadas a investimentos na educação e na protecção social parecem ser particularmente relevantes para o declínio do trabalho infantil”, sublinha o documento. Também o “empenho político dos governos, o aumento do número de ratificações das duas convenções da OIT sobre trabalho infantil, escolhas políticas sólidas e enquadramentos legislativos sólidos”, terão contribuído para estes resultados.

Dia Internacional da Música – 1 de Outubro – Atelier O Futuro da Música: Stradivarius virtual

Setembro 27, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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musica

O Museu da Música celebra o Dia Internacional da Música com uma programação especial onde se incluem ateliers, o 5.º concerto do ciclo ‘Um Músico, um Mecenas’ e a inauguração de uma exposição de cartazes de ópera do artista polaco Rafal Olbinski. Confira mais abaixo a programação detalhada. A entrada é livre.

PROGRAMAÇÃO:

.:: 10:30 h e 14:30 h – “O Futuro da Música: Stradivarius virtual” – Atelier

Atelier que visa explorar as tecnologias ligadas à música ao mesmo tempo que procura reflectir sobre os avanços verificados ao nível da recepção musical.
Público-alvo: Todos os níveis de escolaridade.
Duração: 60 minutos
N.º participantes: até 30
Marcação: 217710990

.:: 18:00 h – Concerto no pianoforte van Casteel por José Carlos Araújo

Mais um concerto do ciclo com instrumentos históricos “Um Músico, Um Mecenas”. Desta vez o Tesouro Nacional que vai sair da vitrina é o famoso pianoforte de Henrique van Casteel (Lisboa, 1763). O instrumento não é tocado há cerca de cinquenta anos, e vamos poder ouvi-lo graças a uma recente intervenção do prestigiado luthier Geert Karman. José Carlos Araújo é o músico convidado e interpretará Carlos Seixas, Domenico Scarlatti e Francisco Xavier Baptista.

.:: 19:00 h – Inauguração da exposição de cartazes de Ópera do artista polaco Rafal Olbinski

Rafał Olbiński é um pintor, ilustrador e designer surrealista nascido na Polónia. As suas obras estão expostas em reconhecidas galerias de variados países, como o MoMa (Museum of Modern Art) de Nova Iorque, o Suntory Museum of Art de Tóquio e o Museu do Póster de Varsóvia. Presença do Embaixador da República da Polónia Prof. Bronisław Misztal.

Casting para maiores de 12 anos Teatro Ibisco

Setembro 27, 2013 às 9:47 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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ibisco

Mais informações Aqui

Há um psicólogo para 4000 alunos e muitos concorrem a mais de 80 escolas

Setembro 27, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 14 de Setembro de 2013.

ENRIC VIVES RUBIO

Sara Dias Oliveira

Sindicato e Ordem acusam tutela de alargar rede de abrangência com o mesmo número de profissionais.

Sílvia Marques, de 31 anos, do Porto, é psicóloga escolar e ainda não sabe se este ano terá trabalho. Já percorreu três direcções regionais de educação. Esteve em Évora, em Ílhavo e, mais recentemente, em Vila Nova de Gaia. “Estou à espera dos concursos. No fundo, estou desempregada”. No ano lectivo anterior, esteve no Agrupamento Dr. Costa Matos, em Gaia. Entrou na escola em meados de Outubro, agora não sabe como vai ser. “É sempre muito angustiante. Nunca sabemos se ficamos, onde ficamos. Dá para uma pessoa nem dormir…”, desabafa. É o que lhe tem acontecido desde o início de Setembro.

Cada estabelecimento de ensino define os procedimentos e os psicólogos têm de concorrer às ofertas de escola, o que pode significar mais de 190 concursos com critérios distintos. No ano passado, Sílvia Marques concorreu a cerca de 80 escolas, este ano reduziu um pouco o leque. “Estamos muito desprotegidos porque não há um padrão, uma forma de trabalhar, procedimentos comuns”, sublinha.

Frederico Guedes, de 54 anos, do Porto, também espera. “Estou em interrupção laboral, como costumo dizer”. No ano lectivo anterior, era psicólogo no Agrupamento de Escolas de Ovar a tempo inteiro, horário de 35 horas. Concorreu a meia dúzia de escolas. “Estamos tão cansados deste processo que estamos a restringir a nossa área de procedimento concursal”, conta. Parece optimista, mas as notícias não são animadoras. Um psicólogo para dois mega-agrupamentos não lhe parece aconselhável, muito menos viável. O aumento de cinco vagas, de 176 para 181, anunciado pelo Governo, cheira-lhe a “rebuçado envenenado”. “Ninguém supunha que o desenvolvimento fosse este, ou seja, a redução de horários, a conjugação de agrupamentos e de escolas para um psicólogo”. “Não sei o que o ministério pretende com esta nova modalidade”, acrescenta.

As contas são feitas a somar e a subtrair. O Sindicato Nacional dos Psicólogos (SNP) garante que haverá um psicólogo para 4000 alunos, que 250 técnicos que estavam a trabalhar no ano anterior estão hoje no desemprego, que as 181 vagas não chegam para dar resposta às necessidades – na sua opinião, seriam necessárias 750 para cumprir o rácio recomendado de um técnico para mil alunos -, que há horários de 35 horas reduzidos para 18. Fala num “profundo desrespeito” pelo trabalho dos profissionais e já pediu explicações que não chegaram.

A Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) também tem contas para apresentar: uma redução de 25% do total dos horários dos psicólogos contratados, o que significa menos 40 psicólogos nas escolas, devido à redução do horário para meio tempo; 80 contratações para horários de 18 horas; psicólogos com dois mega-agrupamentos e dezenas de escolas sob a sua alçada. A OPP já pediu uma reunião com o secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar para apresentar as suas preocupações. O encontro ainda não foi marcado.

Solicitações aumentam

Para este ano lectivo, o Ministério da Educação e Ciência (MEC) anunciou um aumento de vagas de 176 para 181 psicólogos escolares e garantiu que o ano lectivo arrancaria tranquilamente. João Freire, um dos responsáveis da comissão de educação do SNP, não acredita que assim será e estima que só alguns psicólogos estejam nas escolas no final desta semana e que a maioria só depois de Outubro começará a trabalhar. E a incerteza continua. “São necessários 198 procedimentos diferentes se quisermos concorrer a todas as escolas, não sabemos quando os horários saem”, refere ao PÚBLICO, lembrando que desde 1997 não há um concurso público para a colocação dos psicólogos e que em 2010 houve um corte de 50% no número de contratados, que ficaram reduzidos a cerca de 170.

“O ministério continua a insistir neste modelo, na oferta de escola, e só permite que as vagas abram nesta altura”. O SNP considera que as razões economicistas estão a sobrepor-se à defesa da qualidade do sistema do ensino público. “O ministério, ao invés de avaliar as necessidades e contar o número de profissionais, alarga a rede de abrangência de serviços com o mesmo número de psicólogos”, repara João Freire. “Existem confirmações científicas de que o nosso trabalho tem imenso impacto no sistema educativo”, acrescenta.

O SNP acusa a tutela de olhar para os psicólogos escolares como necessidades temporárias pelo sétimo ano consecutivo e decidiu fazer algumas perguntas à Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares, ao ministro da Educação e ao secretário de Estado da Administração Escolar. A estrutura sindical quer saber se a ideia é contratar dois psicólogos com horários de 18 horas em vez de um para 35 horas, quando começam os novos procedimentos relativos ao concurso, se os moldes de contratação – leia-se recurso à plataforma de oferta de escola – se manterá, qual o número de profissionais a contratar, e o que se passa para avançar com tempos parciais. As questões foram feitas por escrito no final de Agosto. “Não há consideração e a prova disso é que ainda não obtivemos resposta”, comenta o responsável, que garante que o aumento de cinco vagas “fica muito aquém das necessidades das escolas”.

A OPP está igualmente apreensiva. “Cinco vagas é uma piada e que é completamente contrariada com horários a meio tempo”, realça Vítor Coelho, membro da direcção da Ordem dos Psicólogos Portugueses. Um psicólogo a tempo inteiro que se tenha de desdobrar por dois mega-agrupamentos poderá ter de percorrer 15 escolas numa semana. Um psicólogo a meio tempo, com horário de 18 horas, num agrupamento com 1500 alunos, significa um baixo nível de cobertura. Estes são os cálculos da OPP.

“Não nos estamos a aproximar da normas europeias e americanas, pelo contrário, estamos a andar para trás”, diz, lembrando que o rácio aconselhável seria de um psicólogo por cada mil alunos e que, no ano lectivo anterior, no nosso país, havia um profissional para 1750 estudantes. “Há um desfasamento da realidade. As solicitações nas escolas estão a aumentar, em grande parte pelo contexto de crise, e o nível de cobertura continua baixíssimo”. Para Vítor Coelho, os ganhos económicos não serão visíveis porque os psicólogos escolares não têm salários elevados. “Não há um ganho económico, estamos a rapar o fundo do tacho”, conclui.

O PÚBLICO tentou, sem sucesso, contactar o MEC.

 


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