Workshop Interpretação do Desenho Infantil

Setembro 24, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Dia Mundial do Professor no Jardim Zoológico de Lisboa

Setembro 24, 2013 às 4:32 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No Dia Mundial do Professor, 5 de outubro, o Centro Pedagógico do Jardim Zoológico convida os professores para um dia de atividades gratuitas e exclusivas para o lançamento do Programa Educativo Escolas 2013/2014.

Este programa é gratuito para as escolas e reconhecido pelo Ministério de Educação nas seguintes áreas curriculares:

› Pré Escolar – Conhecimento do Mundo
› 1º ciclo – Estudo do Meio
› 2º ciclo – Ciências da Natureza e História
› 3º ciclo – Ciências Naturais e História
› Ensino Secundário, 10º e 11º ano – Biologia e Geologia

O dia aberto ao professor no Zoo é de acesso gratuito, mediante inscrição prévia e limitado ao numero de participantes.

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Palavra de Cidadão de Manuel Coutinho

Setembro 24, 2013 às 1:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Declarações do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança) no dia 18 de Setembro de 2013 à Visão Solidária.

Visão

“Todos somos claramente responsáveis pelo tipo de sociedade em que vivemos. A sociedade reflete a forma como estamos a exercer a cidadania: por um lado queixamos-nos que há interesses minoritários que não defendem o bem comum, que não há respeito pelos valores e pelo próximo.

Mas, por outro lado a sociedade está muito carente de pessoas empenhadas e participativas.  Vivemos no paradigma da democracia nos dar a possibilidade de através dos Direitos e Deveres, nos relacionarmos de uma forma participativa com a sociedade, com o objectivo ultimo de a humanizar e de todos termos um mundo melhor.

Só que, se pela nossa postura conformista, muitas vezes, demasiadas, demitimo-nos e  desresponsabilizamo-nos da nossa participação activa, ao deixarmos para amanhã tomadas de atitude que se perdem no tempo, porque deviam ter sido tomadas hoje.”

 

Quando a escola deixar de ser uma fábrica de alunos

Setembro 24, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo do Público

quando

Catarina Fernandes Martins

A escola de massas, onde um professor ensina ao mesmo tempo e no mesmo lugar dezenas de alunos, nasceu com a revolução industrial mas chegou ao século XXI. Em dois séculos, mudaram os estudantes, mudou a sociedade e mudou o mercado de trabalho. Quando mudará a escola?

Crianças sentadas em fila, olhando para a frente. Mãos cruzadas em cima da mesa, numa postura inerte. A secretária do professor fica no extremo esquerdo da sala de aula. Não está a ensinar. Os alunos têm uns capacetes de metal, ligados por uns cabos eléctricos a uma máquina onde o professor coloca uns livros. A função desse aparelho, compreende-se pela imagem, é a de extrair a informação dos manuais e introduzi-la directamente nos cérebros dos jovens, através da transmissão da energia eléctrica. Foi assim que os ilustradores franceses Jean Marc Cotê e Villemard imaginaram e retrataram a escola do ano 2000, num postal que era parte de uma série produzida para a Exposição Universal de Paris, em 1900.

A gravura é de 1899 e foi utilizada por João Barroso, especialista em políticas de educação e formação da Universidade de Lisboa, num trabalho que terá sido apresentado em São Paulo, ontem, intitulado A Escola e o Futuro: As Mudanças Começam na Sala de Aula.

escola

A escola do ano 2000 é imaginada, no final do século XIX, como um prolongamento da escola então existente. Cotê e Villemard não vislumbraram uma sala de aula com um funcionamento completamente diferente por causa da electricidade. Em vez disso, desenharam a aula de 1899 – um local onde os jovens recebem, de forma passiva, o conhecimento que lhes é transmitido pelo professor – e acrescentaram-lhe uma nova tecnologia, que lhes permitiria, simplesmente, ter a mesma informação, embora com a recepção facilitada.

Vítor Teodoro, professor da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade Nova de Lisboa, tem outra pintura – de uma sala de aula ainda mais antiga – na cabeça. O professor está num púlpito. Lá no alto, consegue ver todos os alunos, que se dispõem à sua frente, sentados por filas. Mas nem todos olham para ele. Uns conversam com os colegas do lado. Uns têm o olhar perdido noutra direcção. Um deles dorme apoiado no braço. Vítor Teodoro está a pensar na iluminura pintada por Laurentius de Voltolina no século XIV, que retrata Henrique da Alemanha a dar uma aula na Universidade de Bolonha, mas que, de acordo com o professor, podia retratar uma sala de aula dos dias de hoje.

A educação que hoje conhecemos tem duas bases, explica o professor da FCT-UNL: a da religião e a do apprenticeship – a aprendizagem por integração numa comunidade, que vem da tradição dos ofícios e dos mestres. Para Vítor Teodoro, durante o século XX, predominou o modelo religioso. A escola adoptou das igrejas o estrado e o púlpito e o professor, à semelhança do padre, começou a transmitir, expositivamente, a informação aos alunos, que a recebem de uma forma passiva. Ensina-se o grupo e não o indivíduo, o que, muitas vezes, leva a que alguns jovens não compreendam o que está a ser ensinado e percam o interesse: “Há 50 anos, as pessoas repetiam as orações em latim e não percebiam o que estavam a dizer. Hoje, acontece o mesmo com os alunos.”

Há muito tempo que a escola se concentra em ensinar aos alunos as competências básicas da matemática, da escrita e da leitura. Agora, estas aprendizagens básicas já não são suficientes. No livro The global achievement gap, Tony Wagner, investigador de Inovação na Educação no Centro de Tecnologia e Empreendedorismo da Universidade de Harvard, descreve o que está a ser ensinado aos jovens nas escolas, por oposição ao que eles deveriam estar a aprender para triunfarem nas suas carreiras, numa economia global.

Wagner defende que a escola deve desenvolver sete “competências de sobrevivência” necessárias para que as crianças possam enfrentar os desafios futuros: pensamento crítico e capacidade de resolução de problemas, colaboração, agilidade e adaptabilidade, iniciativa e empreendedorismo, boa comunicação oral e escrita, capacidade de aceder à informação e analisá-la e, por fim, curiosidade e imaginação.

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O valor da amamentação

Setembro 24, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo de opinião de Zélia santos publicado no Diário de Notícias de 10 de Setembro de 2013.

por Zélia Santos

Passado o longo tempo de gravidez, vivido na esperança de receber o novo elemento da família, nasce o bebé. Entre os muitos receios que a puérpera manifesta, um deles foca-se com a nutrição. Como nutrir adequadamente o bebé?

É reconhecida a importância do aleitamento materno, pela riqueza da sua composição nutricional, sendo considerado um alimento completo e equilibrado de excelência, que, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), deverá ser mantido como exclusivo até aos seis meses de vida, quando possível, seguido de amamentação complementar até aos dois anos.

Mas será que a amamentação é apenas responsabilidade e preocupação da mãe? Nos tempos actuais, a mulher necessita de apoio para que o aleitamento materno seja possível e para isso torna-se necessário envolver a família, os profissionais de saúde e até a envolvente da esfera laboral. Existem já organizações que potenciam o aleitamento materno, com o regresso da mãe ao local de trabalho, criando um espaço destinado a este fim. Potenciando positivamente, desta forma, a estreita relação entre o nível familiar e laboral da mulher e entre mãe e filho, aumentando o vínculo estabelecido e nas futuras relações com outras pessoas.

A importância do aleitamento materno não se traduz apenas em valor imediato, como na redução de mortalidade infantil, mas também a longo prazo, na fase adulta da criança, uma vez que a amamentação parece estar associada à redução de risco de algumas doenças crónicas não transmissíveis como o excesso de peso e a obesidade. Um artigo publicado na revista científica JAMA Pediatrics sugere a existência de uma associação entre a amamentação e um menor risco de desenvolvimento de excesso de peso e obesidade em crianças de idade escolar, para além de outras variáveis em análise como a prática de actividade física, alimentação equilibrada ao longo da infância , entre outras.

As potencialidades do leite materno são inúmeras, nomeadamente, na formação do sistema imunológico da criança, diminuindo a incidência de doenças infecciosas agudas como gastroenterites, infecções do trato respiratório e urinário, doenças alérgicas e crónicas do aparelho digestivo. É um alimento de fácil digestibilidade, que ajuda na prevenção das cólicas nos bebés e promove um maior desenvolvimento cognitivo da criança dada a sua composição nutricional.

O aleitamento materno, numa outra vertente, a da mãe, deve ser incentivado pois contribui para a diminuição da incidência de hemorragias pós-parto e anemia, de cancro de ovário e da mama pós menopausa, bem como, ajuda na recuperação do peso, para um valor do seu peso habitual antes da gestação.

Sob a vertente social, económica e ambiental, o aleitamento materno assume um valor sustentável no âmbito da saúde comunitária, dado não ser dispendioso. Contribui também para um menor despêndio de custos associados a cuidados de saúde a curto, médio e longo prazo, tanto para a mãe como para a criança, podendo estar associado a uma diminuição de morbilidade e mortalidade infantil. Não apresenta impacto ambiental ao invés da alimentação através de leite de fórmula. A nível social, fortalece relações de afectividade entre os vários elementos da família, que devem estar coesos e integrados.

* Presidente da Associação Portuguesa de Dietistas

 


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