Encontro sobre Educação em Ciências através da Aprendizagem Baseada na Resolução de Problemas

Setembro 17, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

encontro

Mais informações Aqui

 

OF Produções colabora com o Instituto de Apoio à Criança, através da recolha de donativos

Setembro 17, 2013 às 2:38 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

No dia 7 de setembro, pelas 20 horas, realizou-se a II Gala OF Produções, no Edifício ICAT/Tec Labs, Campus da FCUL – 1749-016, Campo Grande, Lisboa. Nesta Gala, a Of Produções, para além de homenagear os seus colaboradores e parceiros, promoveu uma angariação de donativos a favor do IAC (no âmbito da vertente solidária da OF Produções), que esteve representado pela Dra. Cláudia Manata do IAC – Centro de estudos, Documentação e Informação sobre a Criança.

A OF Produções trata-se de uma entidade que divide as suas áreas de atuação em Animação, Viagens e Eventos, sendo o seu público-alvo constituído por jovens com idades compreendidas entre os 16 e os 30 anos que estudem ou trabalhem e que tenham a ambição de ver dinamizadas, nas suas Escolas, Faculdades ou Empresas, atividades cuja finalidade seja a diversão e socialização. Neste sentido, a OF Produções estabelece-se como um agente desde o planeamento à execução e à avaliação dos eventos requeridos, sendo que a equipa OF assegura todas e quaisquer preocupações relativamente à organização, distinguindo-se  pela constante colaboração em equipa, criatividade, rigor e, principalmente, pela diferenciação e diversidade dos seus serviços, que vão, no caso da animação, por exemplo, desde robôs-laser a personagens de chocolate, entre muitos outros.

À Of Produções, o IAC agradece o seu gesto solidário e deseja muito sucesso para toda a sua equipa! Bem hajam!

of

Bebeteca – Cantinho do Embalo na Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira – Leiria

Setembro 17, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Thumbnail.axd

Data: 21 de Setembro 2013

Promotor: CML – BMALV

Localização: Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira

Horário:
21’SÁB’16h00

A árvore das tocas
A Bebeteca é um espaço intergeracional, criado a pensar na promoção da leitura desde os primeiros anos de vida e com um ambiente dimensionado e apelativo para uma aprendizagem lúdica e ativa dos bebés.
Este ano foi para lá viver um velho carvalho sabichão e resmungão, que guarda muitos segredos nas suas tocas e locas. Se os querem descobrir terão de cá vir!

Obs.: história seguida de atividade de expressão plástica
Entrada livre (marcação prévia)
Público-alvo: bebés dos 6 aos 36 meses,
pais e agentes educativos
Inf.: 244 839 666 | biblioteca.municipal@cm-leiria.pt

Org.: CML – BMALV

Só com tratamento se protege as crianças dos abusadores sexuais

Setembro 17, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , ,

Notícia do Jornal de Notícias de 14 de setembro de 2013.

Rui Manuel Ferreira

Uma investigadora que traçou o perfil de 62 abusadores sexuais de crianças presos concluiu que a única forma de evitar a reincidência é submetê-los a programas de tratamento, lamentando que estes praticamente não existam em Portugal.

“Fazer com que o sujeito cumpra a pena não significa que o caso está resolvido”, afirmou à agência Lusa Filipa Carrola, autora do livro “Sexo, Crianças e Abusadores”, que resultou de uma investigação clínico-forense, no âmbito do mestrado em psicologia clínica e da saúde.

A autora avaliou 62 abusadores sexuais de crianças, a cumprir pena por este crime nos estabelecimentos prisionais da Guarda, Covilhã, Castelo Branco e Carregueira (Sintra).

Ao longo de três meses, a investigadora privou com estes condenados, não tendo nenhum deles assumido a culpa pelo crime.

“As frases mais repetidas [pelos abusadores] foram «eu não sei porque aqui estou», «tentaram-me tramar», «eu não sou culpado»”, disse.

Filipa Carrola ouviu algumas justificações para os crimes. Um deles apresentava-se como “uma espécie de messias que gostava apenas de dar amor às crianças”, enquanto outro dizia que preferia que fosse consigo que o menor iniciasse a vida sexual.

Uns garantiam que é “uma forma de dar afeto” às crianças e outros justificavam-no porque “foi ela [a criança] que se pôs a jeito”.

“Nenhum sentia remorso, o que reforça o que é já conhecido sobre o assunto”. Ou seja, “são sujeitos que possuem distorções cognitivas, concebem este crime sem remorsos, culpabilidade e sentimento, porque essa forma de pensar sobre a criança não é tida como má”, explicou a autora.

Ao traçar o perfil de personalidade destes abusadores sexuais, a autora identificou esquizofrenia e um desvio psicopático, o qual é indicativo de rebeldia, de um historial de conflitos familiares, uma inadaptação afetiva ou sexual, impulsividade, ausência de respostas emocionais e afetivas profundas, de reações ou formas de agir e de pensar, de caráter antissocial, bem como de historial de alcoolismo.

Ao nível da saúde mental dos abusadores investigados, esta pautou-se pela existência de patologia ao nível de indicadores sintomatológicos designados por somatização, obsessões-compulsões, sensibilidade interpessoal, depressão, ansiedade, hostilidade, ansiedade fóbica, ideação paranoide e psicoticíssimo.

“Uma das mais valiosas potencialidades destes estudos consiste no facto deles possibilitarem o desenvolvimento de programas de tratamento para este tipo de sujeitos e, deste modo, contribuírem para a diminuição da sua reincidência e, logo, para a prevenção deste crime”, defendeu a investigadora, considerando que a pena de prisão não resolve, por si, o problema.

“O tempo de prisão, se não for acompanhado de tratamento, ainda pode contribuir para que o sujeito tenha tempo mais que suficiente para premeditar o crime que vai cometer cá fora”, disse.

Em alguns casos, adiantou, “as fantasias que já tinham e continuam a ter dentro da prisão com as crianças são mantidas e reforçadas por masturbação”.

Por estas razões, Filipa Carrola concluiu que estes poderão voltar a cometer o mesmo delito se não se submeterem a programas de tratamento.

A este propósito lamentou que tais programas sejam praticamente inexistentes em Portugal, ao contrário do que acontece em outros países, onde são, inclusive obrigatórios.

“Sem ser a reação penal — a condenação — não se tem assistido a outro qualquer esforço nem medida para diminuir as taxas de reincidência no que diz respeito ao abuso sexual de crianças”, lamentou.

 

 

Campanha para escolarizar um milhão de crianças começa hoje na Somália

Setembro 17, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Notícia da RTP Notícias de 8 de setembro de 2013.

A Press Release da Unicef citada na notícia é a seguinte:

Massive campaign to get one million Somali children into school to be launched

Lusa

As autoridades somalis lançaram hoje uma campanha para que um milhão de crianças deste país devastado pela guerra vá à escola, anunciou a UNICEF, a organização das Nações Unidas para a infância.

A iniciativa “Go 2 School” (“Ir à escola”) foi lançada simultaneamente na capital, Mogadíscio, tal como em Hargeisa e em Garowe, as duas maiores cidades nas regiões do Norte, respetivamente, na região autónoma da Somalilândia e em Puntland, semiautónoma.

A campanha, que terá a duração de três anos, “visa dar a oportunidade de estudar a um quarto dos jovens que atualmente estão fora do sistema escolar”, segundo a UNICEF.

Com um custo total estimado de 117 milhões de dólares (89 milhões de euros), o projeto inclui a construção e a renovação de escolas, recrutamento e formação de professores, formação técnica e profissional para os alunos mais velhos e programas especiais para as comunidades nómadas.

A taxa de escolarização neste país do Corno de África, que está a esforçar-se para ultrapassar vinte anos de guerra civil, está entre as mais baixas do mundo, de acordo com a UNICEF, que precisa que apenas quatro em cada dez crianças vão à escola.

Muitas crianças começam a escola primária muito mais tarde do que a idade prevista de seis anos e muitas mais abandonam a escola cedo.

“A educação é a chave para o futuro da Somália, que já perdeu pelo menos duas gerações. Uma juventude instruída é uma das melhores contribuições para a manutenção da paz e da segurança na Somália”, disse o representante da UNICEF na Somália, Sikander Khan.

 


Entries e comentários feeds.