New Survey Says 20% of European Students Never Use a Computer in the Classroom

Setembro 13, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Descarregar o relatório Survey of Schools: ICT in Education Benchmarking Access, Use and Attitudes to Technology in Europe’s Schools Aqui

Notícia do site e-Skills

EeSA Member European Schoolnet recently published the Survey of Schools: ICT in Education which paints a picture of educational technology in schools.

The Survey of Schools: ICT in Education report was commissioned by the European Commission to benchmark access, use of and attitudes to ICT in schools in 31 European countries. The 190,000 responses collected from students, teachers and head teachers provide a detailed benchmarking of ICT in school level education across Europe.

The survey reveals that ICT infrastructure is schools is increasing in Europe: there are now between three and seven students per computer on average in the EU, 9 out of 10 students are in schools with broadband Internet access, interactive whiteboards and data projects are being generalised across schools. Yet there are still great disparities between countries when it comes to ICT infrastructure and around 20% of students never of almost never use a computer during lessons.

Interestingly, no overall relationship was found between high levels of infrastructure provision and student and teacher use, confidence and attitude. However the Survey found that teachers who are confident in their digital skills and positive about ICT’s impact on learning are more important than the latest equipment to delivering digital skills and knowledge in the classroom. So far at the EU level less than one third of students are taught by teachers who undertook a compulsory ICT training for teaching and learning. Consequently only a handful teachers use ICT during lessons even though the majority of them (75%) use ICT to prepare their teaching.

More on the Survey of Schools: ICT in Education

Teatro – Violência Doméstica

Setembro 13, 2013 às 5:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações Aqui

Uma filha que viveu num ambiente de violência familiar regressa a casa para assistir ao funeral
da mãe e encontra um pai aparentemente regenerado. Conseguirá ela superar as memórias do passado?

Aulas começam com 1347 mil alunos, menos 2700 que no ano passado

Setembro 13, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do i de 11 de setembro de 2013.

Por Agência Lusa

Já no ensino secundário, o número de alunos deverá aumentar mais de quatro mil: passando de 327.962 no ano letivo de 2012/2013 para 332.394 este ano que agora começa

O ano letivo começa quinta-feira com cerca de 1.347 mil alunos, segundo uma estimativa do Ministério da Educação e Ciência, que aponta para uma redução de estudantes no ensino básico e um aumento no secundário.

Segundo as previsões da Direção Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), que se referem apenas às escolas do continente, este ano deverá haver menos 2.724 estudantes em relação ao ano passado.

As escolas do ensino básico perdem cerca de sete mil alunos: no ano passado havia 1.021.886 alunos enquanto este ano a DGEEC estima que sejam 1.014.730.

Já no ensino secundário, o número de alunos deverá aumentar mais de quatro mil: passando de 327.962 no ano letivo de 2012/2013 para 332.394 este ano que agora começa.

No total, milhares de professores irão ensinar este ano os 1.347.124 alunos que frequentam as escolas públicas e privadas.

As previsões da DGEEC traçam um cenário onde as escolas vão ficando cada vez mais vazias: entre 2011/2012 e 2017/2018 deverão perder 40 mil alunos desde o 1º ciclo até ao secundário.

Haverá um “decréscimo cada vez mais acentuado à medida que o efeito de onda resultante do alargamento da escolaridade obrigatória for sendo sobreposto à quebra de cerca de dez mil novos alunos à entrada, nos últimos cinco anos”, refere o documento do gabinete de estatísticas do Ministério da Educação e Ciência (MEC) divulgado na sexta-feira e que foi hoje retirado da página na internet por conter erros num quadro com estimativas.

As estimativas da DGEEC deixam de fora as crianças do pré-escolar e os adultos, referindo-se apenas aos jovens estudantes que frequentam estabelecimentos de ensino no continente.

A quebra no número de alunos tem sido a principal justificação do MEC para reduzir o número de professores colocados nas escolas.

Neste momento, ainda não há dados sobre quantos professores irão este ano dar aulas, uma vez que ainda estão a decorrer concursos para a colocação de docentes, no entanto os sindicatos estimam que sejam cerca de 110 mil no ensino público.

O calendário do MEC indica que o ano letivo das 6.292 escolas do país pode começar entre os dias 12 e 16 de setembro, havendo já colégios particulares onde os alunos já começaram as aulas.

Na Região Autónoma da Madeira haverá este ano menos 2.136 alunos nas escolas, revelou hoje o secretário regional da Educação e Recursos Humanos, Jaime Freitas, lembrando que o ano letivo começa entre os dias 17 e 19 de setembro.

Os estabelecimentos de ensino na Madeira vão também contar com menos 96 docentes.

Segundo os dados da tutela, no ano letivo 2012/2013, 51.049 crianças frequentaram os 207 estabelecimentos da região, das creches ao ensino secundário, número que passa para 48.913 este ano.

Na Região Autónoma dos Açores, a tutela contabiliza que o ano letivo, que arranca a 16 de setembro, conta com menos 853 alunos no ensino oficial.

A quebra no número de alunos nos Açores levou a uma redução de 203 professores contratados, segundo o secretário regional da Educação, Ciência e Cultura, Luiz Fagundes Duarte.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa

Mais de metade das crianças rastreadas apresenta problemas dentários

Setembro 13, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da SIC Notícias de 4 de Setembro de 2013.

Mais de metade das cerca de 500 crianças que fizeram rastreios de saúde através de um programa da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) foram encaminhadas para dentistas, tendo sido detetados casos preocupantes, segundo os responsáveis.

De acordo com Noémia Silveiro, responsável da SCML, num período experimental  foram realizados rastreios a 540 crianças e jovens de bairros sociais de  Lisboa: 310 foram encaminhadas para dentistas, 144 para nutricionistas e  63 para oftalmologistas.

Face a casos considerados “muito preocupantes, a Santa Casa decidiu  iniciar um programa de rastreios gratuitos de saúde a crianças até aos 18  anos em bairros sociais, históricos e também em juntas de freguesias e instituições  particulares de solidariedade social.

No âmbito da iniciativa “Saúde Mais Próxima”, a SCML vai começar por  fazer, na quinta e sexta-feira, rastreios a crianças dos 6 aos 15 anos,  através de uma nova Unidade Móvel Juvenil de Saúde que estará no Largo Trindade  Coelho, em Lisboa, das 10:00 às 18:00.

O objetivo, como explicou Noémia Silveiro à Lusa, é avaliar a saúde  geral, oral, visual e auditiva dos mais novos, depois dos casos encontrados  no rastreio experimental.

“Encontrámos pais pouco sensíveis para algumas das questões da saúde”,  nomeadamente no que respeita às questões da nutrição e alimentação, disse  a responsável, referindo que, em 500 rastreios, detetaram 40 crianças com  problemas de obesidade.

Para alargar estes rastreios, a SCML quer estabelecer parcerias com  sociedades médicas e outras associações, como o caso da organização não  governamental “Turma do bem”, com a qual já existe um acordo para tratar  doenças orais e problemas visuais.

No âmbito do programa Saúde Mais Próxima, que já existe há mais de um  ano, a Santa Casa já realizou ações de sensibilização e rastreios para as  doenças respiratórias, obesidade, doenças cardiovasculares, diabetes, osteoporose  ou cancro da pele.

Os responsáveis do programa ficam com os contactos dos doentes que são  reencaminhados para os médicos de família e tentam seguir todos os passos  do respetivo processo clínico para se certificarem de que as consultas e  exames necessários são efetivamente realizados.

 

 

 

Guia Escolar: Métodos para identificação de sinais de abuso e a exploração sexual em crianças e adolescentes

Setembro 13, 2013 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Descarregar o guia Aqui

Preciosa ferramenta de trabalho, este GUIA ESCOLAR, aplicado juntamente com programas de capacitação, contribuirá para aprimorar a habilidade de professores e profissionais da educação, em todo o País, para lidar com problemas de abuso e exploração sexuais de crianças e adolescentes.

Recente relatório das Nações Unidas, assinado por Juan Miguel Petit, relator especial da Comissão de Direitos Humanos da ONU, ao analisar a dimensão do fenômeno no Brasil, cita o GUIA ESCOLAR como instrumento de referência em matéria de prevenção da violência sexual e sugere o desenvolvimento de metodologias adequadas à sua implementação nas escolas públicas do País.


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